Projeto Orla

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O Projeto Orla ou Portal da Amazônia como ficou conhecido, está em desenvolvimento desde 2005, é uma parceria entre os microprojetos orla e Programa de Macrodrenagem da Bacia da Estrada Nova (PROMABEN)[1]. Esse projeto contará com mais de 6 quilômetros de extensão, abrangendo os bairros da Cidade Velha, Jurunas, Condor, Cremação e Guamá. Com objetivo de levar a Orla até a Universidade Federal do Pará-UFPA. E em 2012 a PMB inaugurou a 1ª etapa da Orla, no perímetro do bairro da Cidade velha. O Portal da Amazônia é um investimento na saúde, no meio ambiente, na geração de emprego, na qualidade de vida e, acima de tudo, no resgate da dignidade de quem vive em condições de extrema pobreza e exclusão social. O trecho da orla da Estrada Nova terá um percurso de seis mil metros, entre o Mangal das Garças e a Universidade Federal do Pará.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Belém vem sofrendo um elevado crescimento populacional, e acaba sendo ocupada por atividades privadas, como: indústria, portos particulares, trabalho informal, entre outros. Além das moradias informais, acabando por reduzir a qualidade de vida da sociedade e de informação social, essa falta de informação por vezes acabou impedindo a criação da orla pela população local. Havendo necessidade do Governo de reconhecer a importância dos espaços públicos para expressão da vida coletiva, mantendo e ampliando os programas de preservação do patrimônio natural e construído, garantindo o direito á moradia digna, por meio de programas e instrumentos adequados às populações de baixa renda, garantindo assim a acessibilidade de todos os cidadãos, em toda extensão territorial do estado. Esses fatores levaram a Prefeitura Municipal de Belém (PMB), a criar o projeto Portal da Amazônia.

Características[editar | editar código-fonte]

Contexto sócio cultural[editar | editar código-fonte]

A Prefeitura Municipal de Belém, através do Projeto Portal da Amazônia, apresenta como forma de resgatar a cidadania, com a urbanização de sua orla, proporcionando o desenvolvimento do turismo, à requalificação ambiental, gerando emprego e renda. Prevê, também, a desocupação antrópica desordenada, promovendo a remoção e reassentamento das famílias envolvidas no projeto.[3] Antes da criação da Orla as famílias que ali habitavam, possuíam os costumes ribeirinhos, utilizavam o rio como forma de sustento, condução e diversão. Dando lugar agora com a criação do Portal, aos prédios comerciais, condomínios, equipamentos de lazer como: quiosques, quadras poliesportivas e ciclovias.[4]

Impactos sociais[editar | editar código-fonte]

Um dos graves problemas com a construção do Portal da Amazônia, foi a forma de retirada dos moradores dessas áreas, esses foram remanejados para outros locais, porém, alguns moradores saíram sem receber o apoio necessário.Sendo realocados em áreas distantes de suas atividades econômicas. A distribuição das novas moradias foi realizada de forma precipitada e desorganizada.[5]

Referências[editar | editar código-fonte]

[5]
[4]
[3]
[1]
[2]
  1. a b MOURA, Yana. JESUS, Lorena. JUNIOR, José. VASCONCELLOS, Ana. Gestão Social e Governança Urbana: O Caso do Portal da Amazônia, Belém – PA. Disponível em https://www.apgs.ufv.br/index.php/apgs/article/view/576/327 Acesso em 11 de julho de 2018.
  2. a b PREFEITURA DE BELÉM. Portal da Amazônia muda cara de Belém, Disponível em http://www.belem.pa.gov.br/app/c2ms/v/?id=25&conteudo=2747 Acesso em 11 de julho de 2018.
  3. a b c BARBOSA, A. OLIVEIRA, E. MORAES, L MARTINS, M. CARNEIRO, M. PORTAL DA AMAZÔNIA: UMA ANÁLISE SOBRE O PROCESSO DE OCUPAÇÃO E (DES) OCUPAÇÃO. Disponível em http://www.cbg2014.agb.org.br/resources/anais/1/1403996935_ARQUIVO_PORTALDAAMAZONIA-ANALISEPROCESSOOCUPACAOEDES-OCUPACAO.pdf Acesso em 11 de julho 2018.
  4. a b SOARES, Pedro. CRUZ, Sandra. O DIREITO Á CIDADE NO PROJETO ORLA. Disponível em http://www.portaldepublicacoes.ufes.br/EINPS/article/view/20180/13513 Acesso em 11 de julho de 2018.
  5. a b FRNAÇA, Jéssika. Espaços públicos de lazer e de cidade. Disponível em http://www.teses.usp.br/ Acesso em: 11 de julho de 2018.