Pronome relativo

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Pronome relativo é assim chamado porque se refere, de regra geral, a um que vem depois de um adjunto adnominal - o antecedente,ou seja, o substitui.[1]

Pronome relativo é um pronome que, no período composto, retoma um antecedente (palavra ou expressão anterior a ele), representando-o no início de uma nova oração.

Os pronomes relativos são: que, quem, o qual (os quais, a qual, as quais), onde (equivalendo a em que), quanto (quantas, quantos, quanta) e cujo (cuja, cujas, cujos) e podem ser precedidos ou não por preposições.

Ex.: A casa ondeMaria Eugênia e Rafaela moram é muito moderna.

A pessoa a quem entreguei os documentos é a recepcionista.

Os pronomes relativos, excetuando-se cujo, cujos, cuja e cujas, podem ser facilmente substituídos pelo relativo "o qual" e suas variantes.

Ex.: O rapaz de quem lhe falei não é aquele?

O rapaz do qual lhe falei não é aquele?

  • Quem - o pronome relativo quem refere-se a pessoas e é precedido de preposição. Ele exerce a função sintática de adjunto adverbial
  • Onde - o pronome relativo onde é empregado na indicação de lugar, exercendo a função sintáctica de adjunto adverbial
  • Cujo - todas a frases que tem o nome relativo cujo são adjunto adnominal ou complemento nominal.

Ex.: Vivo com seres cujos sentidos são facilmente detectáveis.

Ex.: A rodovia cuja pavimentação deteriora a flora...

Obs.: o pronome "cujo", e suas variações, não concorda com o antecedente, mas sim com o consequente. EX: Este é o livro cujas folhas estão amareladas.

Obs2.: quanto é pronome relativo quando tem por antecedente um pronome indefinido, tanto (ou variações) e tudo. EX: Ele fez tudo quanto havia prometido.

Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.

Nós conhecemos o professor. O professor morreu.

Nós conhecemos o professor que morreu.

Como se pode perceber, o 'que' nessa frase está substituindo o termo professor e está relacionando a segunda oração com a primeira.

Notas

  1. CUNHA, Celso;CINTRA, Luís Filipe Lindley, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 3a edição, 14a impressão, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2001, ISBN 85-209-1137-4, pág. 342.


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