Prostração

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Muçulmanos realizando o sajadat (prostração), que faz parte das cinco orações diárias obrigatórias do islã.

A prostração (do latim prostratione) é a ação, muitas vezes ritual, de lançar-se ao solo.[1] Muitas vezes, em sinal de adoração, submissão, respeito ou súplica, tendo, como alvo: um ser superior (como um deus ou um santo); uma pessoa que exerce poder sobre a prostrado (como um rei); ou um símbolo ou representação de um poder ou entidade divina ou sobrenatural.

As principais religiões do mundo empregam a prostração como um ato de submissão e adoração a um ser supremo ou a outras entidades. Em diferentes culturas e tradições, prostrações também são usadas para mostrar respeito para com os governantes, autoridades civis ou aos superiores. O gesto, muitas vezes, é parte importante de certos rituais e cerimônias religiosas, civis e tradicionais.

Nas Religiões[editar | editar código-fonte]

Na religião católica, a prostração é utilizado para a imposição das ordens.

No Islã, a prostração é conhecida como sajadat, ou sujud, e é parte da oração ritual. Cada oração corresponde a um determinado número de prostrações.[2][3][4]

No budismo, a prostração é uma forma de mostrar reverência pelas Três Joias do budismo, que são: Buda, o ensino (Dharma) e a congregação (Sangha). A prostração (também chamada de "pequena prostração") é praticada diante dos lamas, estátuas e túmulos.

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Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 405.
  2. How to Perform Salaah
  3. The Medical Advantages of Sajdah - Dr. Muhammad Karim Beebani
  4. Benefits of Salaah - Zakir Naik

Ver também[editar | editar código-fonte]

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