Protestos no Brasil em 7 de setembro de 2021

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Protestos do dia 7 de setembro de 2021
Protesto anti-Bolsonaro 2021-09-07 3.jpgProtesto anti-Bolsonaro 2021-09-07 5.jpg
Imagens de manifestações a favor e contra o governo Bolsonaro realizadas no dia 7 de setembro
Local 160 cidades do território nacional (incluindo a capital Brasília) e outras 13 cidades no exterior.
Situação encerrado
Objetivos
Características
  • governistas: protestos nas ruas
  • oposição ao governo: protestos nas ruas
Participantes do protesto
oposição governistas
  • parte dos policiais militares e civis[1]
  • simpatizantes do governo Jair Bolsonaro
Manifestantes
governistas
Presos e feridos
Presos : 1

Feridos : 0

Presos: 2[5]

Feridos: 1[6]

Foram realizadas manifestações favoráveis e contrárias ao governo em diversos outros estados, porém sem números de participantes divulgados

Os protestos no Brasil em 7 de setembro de 2021 foram protestos que ocorreram por todo o território nacional durante o feriado do dia da independência do país. Foram marcadas manifestações pelo lado governista e pela oposição ao Governo Jair Bolsonaro.[7][8][9]

Além das cidades dentro do território nacional, ocorreram eventos pró-governo do presidente Jair Bolsonaro em Londres; e contra, no Porto, Lisboa, Madrid, Bruxelas, Frankfurt, Friburgo, Genebra, Rimini, Brisbane, Lviv, Zurique e Viena.[10][11]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em um discurso dia 28 de agosto de 2021, o Presidente do Brasil Jair Bolsonaro falou que só tem "três alternativas para o [seu] futuro: estar preso, ser morto ou a vitória".[12] Em alguns discursos e convites para as manifestações do dia 7 de setembro, manifestantes prometeram "expulsar a China do território nacional"[13][14] e "tomar o Supremo Tribunal Federal".[15][16][17] Após discursos, e diversas prisões para evitar ameaças à democracia, o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou reforço na segurança da sede no dia da manifestação.[18][19]

Alguns países preocuparam-se com a possibilidade de choque entre dois lados políticos nas manifestações do dia 7. Os Estados Unidos, por meio de sua embaixada no Brasil, requisitou aos americanos em solo brasileiro que evitassem sair de casa durante o dia 7 de setembro e que, caso seja necessário a saída de suas residências, os cidadãos norte-americanos evitassem certos locais que seriam possíveis pontos de encontro para manifestantes de ambos os lados como a Avenida Paulista em São Paulo, a praia de Copacabana no Rio de Janeiro, Orla da Barra em Salvador e o Parque Farroupilha em Porto Alegre. Lugares estes utilizados pela oposição e por governistas para seus protestos em dias diferentes, o que pode causar complicação caso ocorra um encontro entre os grupos.[20][21] A embaixada também recomendou a utilização de roupas "discretas" e a utilização de um aplicativo de emergência criado pelos Estados Unidos para cidadãos americanos que morem fora do país, assim permitindo a monitoração e a ajuda aos norte-americanos caso necessário em um possível conflito. A recomendação norte-americana assustou outros países sobre uma ameaça de conflitos civis no dia da manifestação.[22][23]

Em relação à embaixada da China em Brasília, foi apontado o risco de uma possível invasão, com base em "publicações feitas pelas milícias digitais do presidente Jair Bolsonaro".[14][13][24] A Polícia Militar do Distrito Federal, a pedido da embaixada, reforçou a proteção policial, e tomou medidas de controle de acesso. Antes do protesto, foram feitos vários ataques a Yang Wanming, embaixador da China.[25]

Motivos e objetivos[editar | editar código-fonte]

Lado governista[editar | editar código-fonte]

O lado governista, apoiador do governo do Jair Bolsonaro, preparou manifestações para reivindicação das seguintes pautas:[26]

  • Os manifestantes têm a intenção de demonstrar seu apoio ao governo federal e a reeleição do então presidente Bolsonaro;
  • Os manifestantes requerem o voto impresso para a eleição de 2022;[27]
  • Alguns manifestantes também pedem a saída da embaixada da China do território nacional, afirmando uma "ameaça comunista";[24]
  • Alguns manifestantes pedem o fechamento do Supremo Tribunal Federal, assim facilitando um possível golpe de estado oriundo do atual presidente;[16]
  • Alguns manifestantes pedem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e do presidente do TSE Luís Roberto Barroso.[14]

Oposição[editar | editar código-fonte]

Em oposição ocorreu uma manifestação contra o governo, junto ao Grito dos Excluídos por todo território nacional. As pautas para reinvindicação foram as seguintes:[26][7][28][29]

  • Abertura do processo de impeachment presidente Jair Bolsonaro;
  • O Grito dos Excluídos teve tema "Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda, já!"

Greve dos caminhoneiros[editar | editar código-fonte]

Durante as manifestações, caminhoneiros favoráveis ao governo Jair Bolsonaro organizaram diversas paralizações nacionais em rodovias federais. As manifestações foram observadas em 15 estados do brasil, entre eles: Bahia, Espírito Santo, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Minas Gerais.[30][31]

As paralisações não foram monitoradas nem reconhecidas por entidades e movimentos que representam a categoria. Segundo os diversos representantes das categorias, as paralisações foram feitas de forma autônoma por alguns membros da categoria, assim os movimentos se isentando dos possíveis atos antidemocráticos. Mesmo sem reconhecimento da categoria, houveram relatos de caminhoneiros que tiveram suas chaves retiradas a força de seus caminhões em barreiras.[31][32][33]

As consequências das paralisações dos caminhoneiros não foram como esperadas, tendo em vista que não causou o desabastecimento de nenhuma região do país. Um dos motivos para isto ter ocorrido, foi a decisão de fazer-se a greve durante um feriado nacional e o seu encerramento precoce. No mais as manifestações trouxeram pequenos problemas no transito, como lentidão e a procura de usuários de estradas federais por caminhos alternativos.[34][33]

Para intensificar o movimento, grupos apoiadores do governo espalharam notícias falsas sobre um possível "estado de sítio" implementado pelo presidente Jair Bolsonaro, o que causou comoção em diversos estados do Brasil por parte dos manifestantes. Porém, a fake news foi rapidamente desmentida o que causou uma desconfiança dos apoiadores na organização da paralização, assim causando rapidamente uma perca de apoio.[35][36][37][38]

Após baixa adesão,[39][40] e uma preocupação do presidente Jair Bolsonaro sobre o desabastecimento nacional, foi requisitado pelo mesmo que a greve fosse cessada. A mensagem vinda do presidente para os caminhoneiros dividiu o grupo já enfraquecido, enquanto muitos acreditavam que o áudio se tratava de uma mentira, outros ficaram decepcionados pelo não reconhecimento do presidente a seus esforços. Na noite de quinta feira, dia nove de setembro, praticamente todas as manifestações já haviam sido cessadas em todo território nacional.[41][42]

Organizada durante um mês inteiro, a paralisação que contou com baixa adesão e com um pedido do próprio presidente para que acabasse acabou virando motivo de decepção para os manifestantes, muitos expressaram sua insatisfação nas redes sociais.[43][44] Até mesmo grandes lideres do movimento como o "Zé Trovão" que estava sendo procurado por ataques antidemocráticos ao STF, acabaram se retirando do movimento, e o mesmo até fugiu para o México para evitar sua prisão em território nacional.[45][46]

O humorista Marcelo Adnet fez um vídeo onde imitou o áudio do então presidente Jair Bolsonaro com um tom sarcástico. O vídeo rapidamente viralizou e dividiu opiniões até mesmo dentro dos grupos de apoio à Jair Bolsonaro, enquanto muitos declararam "que é mais uma pá de terra na cova do presidente" outros resolveram tentar atacar o mesmo nas redes sociais.[47][43][48]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Atos antidemocráticos[editar | editar código-fonte]

Na noite de 6 de setembro de 2021, um pequeno grupo de manifestantes pró-Bolsonaro tentaram invadir a área bloqueada pela Polícia Militar na Praça dos Três Poderes em Brasília.[49] As forças de segurança reagiram e os dispersaram com bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta.[50][51] O deputado federal Eduardo Bolsonaro foi flagrado neste dia junto a tentativa de invasão.[52]

Durante o dia 7 de setembro de 2021, na cidade de Bauru, dois manifestantes a favor do governo se aproximaram de uma passeata de opositores e proferiram xingamentos. Houve um pequeno confronto e os dois foram detidos.[53] Já no Rio de Janeiro, a polícia prendeu um homem que portava um soco-inglês, uma faca e um coquetel molotov.[54] [55]

Alguns governistas acampados na praça dos Três Poderes em Brasília tentaram invadir a sede do Ministério da Saúde na manhã de 8 de setembro. Jornalistas foram hostilizados com xingamentos e empurrões. Eles tentaram se proteger na sede do ministério.[56] Horas depois, pelo menos 8 estados tiveram estradas parcialmente bloqueadas por conta de caminhoneiros autônomos que protestam em apoio a Jair Bolsonaro e contra o Supremo Tribunal Federal.[57]

Pagamentos aos manifestantes[editar | editar código-fonte]

A distribuição de dinheiro durante as manifestações favoráveis ao governo Bolsonaro, foi uma das pautas levantadas após a finalização das manifestações, tendo em vista que em vídeos foram registrados passageiros de um ônibus fretado recebendo 100 reais como "ajuda de alimentação" e uma camiseta por organizadores de um dos movimentos que seguiam em rumo á Brasília.[58][59]

Caminhoneiros que aderissem a greve também estavam recebendo auxílios financeiros para alimentação, os mesmos informaram que o dinheiro estava sendo enviado pelo setor do agronegócio principalmente de soja que esta apoiando a manifestação pró-Bolsonaro.[60][61]

Estimativas de participantes[editar | editar código-fonte]

Mesmo com altos números de participantes das manifestações governistas, o numero não retratou o esperado para o dia, segundo o numero informado pela policia militar em seu levantamento durante os protestos na avenida paulista, cerca de 125 mil pessoas participaram das manifestações, o que representa apenas 6% do esperado pela organização do evento em sua divulgação. A super-expectativa esperada pelos organizadores pode ter causado uma grande decepção, e a ideia de ser uma manifestação grandiosa foi derrubada após a divulgação dos números oficiais de apoiadores.[62][63][64][65][66]

Fotos comparando o evento na avenida paulista e a parada LGBT no mesmo local, mostra o volume de pessoas que participaram da manifestação. Em Brasília, grupos de apoio utilizaram-se até mesmo de ângulos de fotos para promover a grandiosidade do evento, porém, após o término da manifestação, foram comparadas fotos entre os manifestantes em Brasília e um show feito pelo grupo RBD no mesmo local que mostrou que a banda de pop-rock conseguiu um volume de participantes em seus show em comparação ao protesto em apoio do presidente Jair Bolsonaro.[65][64][67]

Reações posteriores[editar | editar código-fonte]

O Supremo Tribunal Federal, um dos principais atacados pelos atos antidemocráticos, realizou uma declaração que foi assistida por todos os ministros através de uma nota que foi lida pelo ministro Luiz Fux:[68]

A Câmara dos Deputados do Brasil realizou sua nota através do deputado federal Arthur Lira, o mesmo que é conhecido por ser apoiador do então presidente Jair Bolsonaro, fez criticas a postura de seu colega do executivo, em nota ele se pronunciou:[69]

O presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco também se manifestou sobre os atos em 7 de setembro. Sem citar o presidente Jair Bolsonaro, Pacheco fez críticas ao que chamou de "arroubos antidemocráticos". [70]

Referências

  1. «Bolsonaro avança sobre as polícias e conquista adeptos, mostra estudo». Veja. Abril. 1 de setembro de 2021. Consultado em 7 de setembro de 2021 
  2. Marques, Hugo; Moura, Rafael (7 de setembro de 2021). «Bolsonaristas massacram oposicionistas em número de manifestantes». Consultado em 7 de setembro de 2021 
  3. Alcântara, Manoela (7 de setembro de 2021). «Número atualizado de manifestantes que passaram na Esplanada sobe de 105 mil para 400 mil». Consultado em 8 de setembro de 2021. A estimativa do número de pessoas que passaram pela Esplanada dos Ministérios neste Sete de Setembro aumentou para cerca de 400 mil pessoas. 
  4. «Manifestações em SP: PM estima 125 mil na Paulista e 15 mil no Anhangabaú». O Tempo. 7 de setembro de 2021 
  5. «Homem preso com faca, soco inglês e máscara de Dali em ato pró-Bolsonaro no RJ», Folha da manhã, UOL, 8 de setembro de 2021 .
  6. «Sete de setembro: 105 mil pessoas participaram da manifestação na Esplanada», Distrito federal, Metrópoles .
  7. a b «Fora Bolsonaro: pelo menos 160 cidades terão atos em 7 de setembro. Confira». Rede Brasil Atual. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  8. Povo, O. «Manifestação de 7 de setembro pró-Bolsonaro: últimas notícias de hoje, 2». O POVO. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  9. «Em Brasília, grupos pró e contra Bolsonaro estarão separados por apenas 3 km». Jornal de Brasília. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  10. «Atos anti-Bolsonaro no exterior estão agendados para esta 3ª», Poder 360° .
  11. «Veja fotos & vídeos de atos fora do Brasil neste 7 de setembro», Poder 360° .
  12. «'Tenho três alternativas: estar preso, morto ou a vitória'». Jovem Pan. 28 de agosto de 2021 
  13. a b Attuch, Leonardo (22 de agosto de 2021). «Ex-funcionário de Damares ameaça invadir a embaixada da China, no 7 de setembro (vídeo)». Brasil 247. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  14. a b c «Milícias bolsonaristas falam em invadir embaixada da China no 7 de setembro». Fórum. 16 de agosto de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  15. «Bolsonaro volta a atacar TSE e diz que seu futuro é "preso, morto ou vitorioso"». Congresso em Foco. 28 de agosto de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  16. a b «'Vamos invadir o STF': veja o que diz Wellington Macedo, preso por Moraes». Estado de Minas. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  17. «Sérgio Reis, que ameaçou invadir o STF, é internado em SP». Revista Fórum. 26 de agosto de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  18. «STF reforça segurança para o 7 de Setembro». Valor Econômico. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  19. «STF se prepara para risco de ataques ao prédio e 'todos os cenários possíveis' no 7 de setembro». BBC News Brasil. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  20. «Embaixada dos EUA recomenda distância das manifestações de 7 de setembro». Poder360. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  21. «Embaixada dos EUA alerta americanos sobre risco de confrontos em 7 de Setembro». CNN Brasil. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  22. «Embaixada dos EUA faz alerta de risco sobre 7 de setembro para cidadãos americanos». Valor Econômico. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  23. EMBAIXADA DOS EUA ALERTA PARA RISCOS DO 7 DE SETEMBRO, consultado em 4 de setembro de 2021 
  24. a b «Manifestantes planejam acampar na frente da embaixada da China em 7 de setembro e falam em expulsar Yang Wanming». Revista Sociedade Militar. 16 de agosto de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  25. «Embaixada da China em Brasília recebe reforço policial para o 7 de Setembro». Metrópoles. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  26. a b Flávia Milhorance, Ernesto Londoño (7 de setembro de 2021). «Pro-Bolsonaro Rallies May Be Prelude to Power Grab, Critics Say». The New York Times. Consultado em 8 de setembro de 2021 
  27. «Bia Kicis diz ter PEC pronta para acabar com o poder do TSE de legislar». Poder360. 3 de setembro de 2021. Consultado em 4 de setembro de 2021 
  28. Santos, José Matheus (7 de setembro de 2021). «Grito dos Excluídos faz ato contra Bolsonaro no Centro do Recife; veja imagens». JC. Consultado em 7 de setembro de 2021 
  29. «Grito dos Excluídos no DF ataca Bolsonaro e pede proteção a trabalhadores». noticias.uol.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2021 
  30. «Greve dos caminhoneiros no Brasil: confira Estados onde há interdições». O Tempo. 9 de setembro de 2021. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  31. a b «O que se sabe sobre paralisação de caminhoneiros que atingiu 15 Estados». BBC News Brasil. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  32. «O que se sabe sobre paralisação de caminhoneiros que atingiu 15 Estados». BOL. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  33. a b «Paralisações de caminhoneiros são autônomas e de apoio ao governo». Isto É Dinheiro. 8 de setembro de 2021. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  34. «Greve dos caminhoneiros: atos não afetam supermercados do Rio, diz associação». Valor Econômico. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  35. Vasconcellos, Carlos Eduardo (9 de setembro de 2021). «Caminhoneiros comemoram falso estado de sítio; entenda o que significa a medida». Portal iG. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  36. praondevaiagora (9 de setembro de 2021). «Afinal, o que é Estado de Sítio? Recurso foi celebrado por caminhoneiros bolsonaristas, mas não aconteceu». Catraca Livre. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  37. Verenicz, Marina (9 de setembro de 2021). «Bolsonaristas caem em fake news sobre estado de sítio e se emocionam». CartaCapital. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  38. Minas', 'Natasha Werneck-Estado de (9 de setembro de 2021). «Caminhoneiros bolsonaristas choram com fake news de estado de sítio». Política. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  39. «Sem apoio popular, 'greve' dos caminhoneiros não preocupa investidores - Mercado». Estadão E-Investidor. 9 de setembro de 2021. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  40. «Greve dos caminhoneiros tem baixa adesao em cidades da Zona da Mata». Estado de Minas. 9 de setembro de 2021. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  41. «Greve dos caminhoneiros: Rodovias federais estão liberadas». Valor Econômico. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  42. «Greve dos caminhoneiros: Bolsonaro pede recuo, mas paralisação continua». Exame. 9 de setembro de 2021. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  43. a b «'Decepção', 'mensagem cifrada' e 'é Adnet!': a confusão sobre áudio de Bolsonaro em grupos de caminhoneiros». BBC News Brasil. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  44. «Em áudio, Bolsonaro faz apelo a caminhoneiros contra greve». Terra. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  45. «Como Zé Trovão foi de caminhoneiro desconhecido a líder foragido de paralisação nacional». BBC News Brasil. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  46. «Foragido, 'Zé Trovão' é localizado pela PF em hotel no México». G1. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  47. «Adnet imita Bolsonaro e pede que caminhoneiros 'dancem a Macarena'». TV & famosos. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  48. «Adnet imita Bolsonaro, pede a caminhoneiros em greve que dancem 'Macarena' e cria paródia; ouça». Sonar – A Escuta das Redes – O Globo. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  49. Tom Phillips (7 de setembro de 2021). «Bolsonaro supporters clash with police before major rally in Brasília». The Guardian. Consultado em 8 de setembro de 2021 
  50. [1]
  51. [2]
  52. [3]
  53. «7 de setembro: Bauru tem protesto contra o governo Bolsonaro». G1. 7 de setembro de 2021. Consultado em 12 de setembro de 2021 
  54. «Homem é preso com faca, soco inglês e máscara de Dalí em ato em Copacabana». UOL. 8 de setembro de 2021. Consultado em 12 de setembro de 2021 
  55. «Copacabana: com boné de Che Guevara, homem é preso com faca e soco inglês em manifestações». GG Notícias. 8 de setembro de 2021. Consultado em 12 de setembro de 2021 
  56. «Grupo de apoiadores de Bolsonaro causa tumulto na porta do Ministério da Saúde, em Brasília». G1. Consultado em 8 de setembro de 2021 
  57. [4]
  58. Notícias, Edina Araújo/VG (7 de setembro de 2021). «Manifestantes ganham transporte, camisa e 100 reais para participarem de manifestação pró-Bolsonaro». VGN - Jornalismo com credibilidade. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  59. «Vídeo: Bolsonaristas ganham camisa, transporte e 100 reais para participar de protesto em São Paulo». ISTOÉ Independente. 7 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  60. «Líderes caminhoneiros dizem que agronegócio convocou bloqueios nas estradas». Poder360. 8 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  61. «Associações do agronegócio são investigadas pela PF por estimular paralisação de caminhoneiros». GZH. 9 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  62. «O 7% do Sete de Setembro | Thomas Traumann». VEJA. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  63. «Sem violência e força para golpe, 7 de setembro escancara isolamento de Bolsonaro em SP e no DF». Brasil de Fato. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  64. a b «Em baixa nas pesquisas, Bolsonaro diz esperar 2 milhões nas ruas no feriado». Poder360. 4 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  65. a b «Com 125 mil pessoas, manifestação na Paulista perde força ao longo dos anos». noticias.uol.com.br. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  66. «Governo de SP estima 125 mil pessoas em ato na Paulista; bolsonaristas esperavam 2 milhões». Folha de S.Paulo. 7 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  67. Folhapress (7 de setembro de 2021). «PM estima 125 mil pessoas na Paulista, 6% do esperado por organizadores». O Popular. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  68. «Fux diz que ninguém fechará o STF e que desprezar decisão judicial é crime de responsabilidade». G1. 8 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  69. «Veja íntegra do pronunciamento de Arthur Lira sobre as manifestações antidemocráticas». G1. 8 de setembro de 2021. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  70. Gustavo Garcia; Mateus Rodrigues (8 de setembro de 2021). «Pacheco pede diálogo e diz que solução para crise real não está em "arroubos antidemocráticos"». G1. Globo. Consultado em 11 de setembro de 2021 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]