Província de Goiás
| Província de Goyaz Província de Goyaz | |||||
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Província do Reino Unido de Portugal, | |||||
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| Continente | América do Sul | ||||
| Capital | Vila Boa de Goyaz | ||||
| Língua oficial | Português | ||||
| Religião | Católica romana [a] | ||||
| Governo | Monarquia constitucional | ||||
| Presidente de Província | |||||
| • 1824 - 1827 | Caetano Maria Lopes Gama (primeiro) | ||||
| • 1889 | Eduardo Augusto Montandon (último) | ||||
| Legislatura | Assembleia Legislativa Provincial [b] | ||||
| Período histórico | Século XIX | ||||
| • 28 de fevereiro de 1821 | Mudança de Capitania para Província | ||||
| • 15 de novembro de 1889 | Proclamação da República | ||||
| Moeda | Réis | ||||
| a.↑ Art. 5º: A Religião Católica Apostólica Romana continuará a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão permitidas com seu culto doméstico, ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo.[1] b.↑ Criada a partir do Ato Adicional de 1834. | |||||
A Província de Goyaz foi uma província do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e posteriormente do Império do Brasil, tendo sido criada em 28 de fevereiro de 1821 a partir da Capitania de Goyaz. Atualmente a província corresponde ao Distrito Federal e aos estados de Goiás e do Tocantins, além de parte dos estados de Minas Gerais (Triângulo Mineiro) e de Mato Grosso do Sul.
História
[editar | editar código]A História da Província de Goiás é marcada pela exaustão do ciclo do ouro e crescimento da concentração demográfica na porção sul (atual estado de Goiás) do território, acompanhando a transição para a atividade agropecuária. Ao longo de todo o século XIX, houve significativo crescimento econômico e tentativas de ampliar a infraestrutura de transportes da região com a navegação dos rios Araguaia e Tocantins.[2]
Apesar do crescimento econômico, a concentração de riquezas entre os grandes proprietários de terras e escravos fez prevalecer uma situação de pobreza entre os habitantes médios das cidades goianas. No interior, vilas e arraiais menores apresentavam dificuldades em se expandir em meio à natureza indômita do cerrado.[2]
A iniciativa de expansão a partir da circulação hidroviária também foi um fracasso, tanto por relativa indisposição do Império em financiar os investimentos nos projetos, como por obstáculos naturais (bancos de areia, pedras, cachoeiras e corredeiras) que dificultavam a navegação.[3]
Economia da Província
[editar | editar código]Ao longo do século XIX, a economia da província de Goiás estruturou-se a partir da coexistência de diferentes atividades econômicas, nas quais se combinavam peculiaridades regionais e dinâmicas nacionais de desenvolvimento.[4]
Destacam-se quatro eixos fundamentais: a produção agrícola voltada ao abastecimento interno e a circulação de bens para subsistência da população goiana; a produção pecuária destinada à exportação; as transferências de recursos provenientes do Estado Imperial; e a arrecadação fiscal provincial.[4]
As transferências financeiras do Estado Imperial desempenharam papel central na sustentação da estrutura administrativa e burocrática da província. Parte dos recursos gerados internamente era absorvida pelo aparelho administrativo local por meio da arrecadação fiscal, embora esta se mantivesse limitada, sendo insuficiente para cobrir plenamente as despesas provinciais. Tal arrecadação destinava-se, em grande medida, ao custeio de gastos administrativos básicos, como o pagamento de funcionários públicos, a amortização de dívidas e a realização das obras de infraestrutura.[4]
Goiás na Guerra do Paraguai
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Goiás teve grande papel durante a Guerra do Paraguai[5]. A província foi bastante importante no auxílio e participação, enviando contingente humano e víveres. Inicialmente, Goiás, enviou um batalhão de caçadores, uma companhia de voluntários e um esquadrão de cavalaria para auxílio[5]. Saíram da província em 24 de agosto de 1865, para Coxim[5]. O esquadrão de cavalaria partiu no dia 18 de julho, sob comando de Joaquim Mendes Guimarães[5]. No ano seguinte, partia da cidade de Goiás o Batalhão dos Voluntários da Pátria, sob o comando do coronel José Joaquim de Carvalho, seguindo para Miranda e Apa. Muito sofreram no pantanal com doenças, fome e privações[5].

As tropas Goianas chegaram no Paraguai em 1867, sob o comando do coronel Carlos Camisão[5]. A tiros de artilharia, os goianos expulsaram o inimigo da região de Nioac. O Batalhão do 20, goiano, foi o primeiro a pisar no solo paraguaio e ali hasteou o pavilhão nacional[5]. Daí em diante tomou o Forte de Bela Vista. A tropa, porém, já estava reduzida a 1700 praças; muitos mortos em combate outros pela epidemia de varíola e deserções[5].
Comandada pelo capitão dos Voluntários da Pátria, Vicente Miguel da Silva, de Bonfim de Goiás, o batalhão goiano participou da Retirada da Laguna[5]. A tropa sofreu grandes baixas com o ataque inimigo a seguir, fazendo-os recuar ao território brasileiro, premidos pela fome e cólera[5].
A província foi muito participativa no envio de víveres ao campo de batalha, auxiliando a Guarda Nacional na guerra contra a fome. Os principais víveres enviados por Goiás foram farinha, arroz, feijão, toucinho, carne seca e outros (como rapadura e sacos de algodão)[5].
Recrutamento
[editar | editar código]Muitos cidadãos goianos e escravos, de diversas cidades, vilas e arrais de Goiás, foram recrutados para o Batalhão dos Voluntários da Pátria. Alguns sem a mínima condição de preparo bélico[5].
| Dados de alguns recrutamentos em Goiás para a Guerra do Paraguai | ||
|---|---|---|
| Cidade/Vila/Arraial | Quantidade | |
| Santa Cruz de Goiás | 29 | |
| Morrinhos | 28 | |
| Curralinho | 20 | |
| Santa Luzia | 28 | |
| Vila Boa de Goiás (capital) | 20 | |
| Dores do Rio Verde | 20 | |
| Jaraguá | 22 | |
| Formosa | 24 | |
| Meia Ponte | 28 | |
| Vai-Vem | 20 | |
| Corumbá de Goiás | 24 | |
| Bonfim | 28 | |
Escravidão e Movimento Abolicionista
[editar | editar código]A primeira década do século XIX apresenta o maior número de manumissões de homens e mulheres da história de Goiás. Entretanto, após a elevação do Brasil ao status de vice-reino em 1815 esse número caiu para a quarta parte, com pequeno crescimento de libertações — sobretudo por meio das manumissões post mortem — às mulheres na década seguinte.[6]
Curiosamente, o valor da alforria comprada pelo escravizado caiu no mesmo período, bem como o número absoluto de escravos registrados na região no primeiro quartel do século.[6] Essa redução no número de escravizados persiste até o ano de 1855 (cinco anos após a proibição do tráfico negreiro), cerca de 10 mil escravizados. Em seguida, houve considerável crescimento da população escrava, tendência até o pico no ano de 1868 (15 mil escravizados) quando os números encolheriam novamente até o ano da abolição em 1888, com a mínima histórica de 4 mil escravizados.[7]
Em 1875, havia um total de 17.175 de negros libertos, sendo 10.906 o número aproximado de negros escravizados. A população parda livre nesse mesmo ano contabilizava mais de 80 mil pessoas, o dobro do número de brancos.[6][7]
Em Goiás, a luta abolicionista foi intensa a partir da década de 1870, com vigorosa participação de sociedades e irmandades que arrecadavam fundos para a libertação dos escravos, como a Sociedade Recreativa Emancipadora e a Sociedade Emancipadora Goiana[8]. Destaque também para a sociedade abolicionista Servos de Cristo, criada por José do Patrocínio Marques Tocantins, filho de um escravo liberto falecido dias após seu nascimento, e importante agitador da imprensa abolicionista.[9][10]
"O movimento abolicionista em Goiás não ficou restrito as salas do palácio, contando com a participação de vários setores da sociedade civil, como a Loja Maçônica Asylo da Razão, os militares, os estudantes do Lyceu, os artistas da Sociedade Dramática que doavam a arrecadação de suas peças teatrais à causa abolicionista. A imprensa teve um importante papel na popularização do movimento, destacando principalmente os jornais A Tribuna Livre, O Libertador, O Goyaz, O Publicador Goyano." (ARRAIS; OLIVEIRA, 2025, p. 107)[10]
Demografia
[editar | editar código]| População livre na Província de Goiás em 1872[11] | ||
|---|---|---|
| Cor/Raça | Quantidade | Porcentagem |
| Brancos | 41.929 | 28,0% |
| Caboclos | 4.250 | 2,9% |
| Negros e Pardos | 103.564 | 69,1% |
| Total | 149.743 | 100% |
| População de Goiás em 1856 e 1872[11] | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Categoria | Ano | Quantidade | Porcentagem | Ano | Quantidade | Porcentagem |
| Escravo | 1856 | 12.334 | 10,1% | 1872 | 10.652 | 6,6% |
| Livre | 1856 | 109.658 | 89,9% | 1872 | 149.743 | 93,4% |
| Total | 1856 | 121.992 | 100,00% | 1872 | 160.395 | 100,00% |
| Estatística do número de escravos em Goiás – 1823, 1864, 1872, 1874, 1884 e 1887[11] | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1823 | 1864 | 1872 | 1874 | 1884 | 1887 | |
| 24.000 | 15 000 | 10.652 | 8 800 | 7 710 | 4 955 | |
| Número de estrangeiros livres em Goiás no ano de 1872[11] | |
|---|---|
| Categoria | Número |
| Mulheres | 77 |
| Homens | 150 |
| Total | 227 |
| Estimativa da população de Goiás em 1860[12] | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Província | Capital | População | Escravos | Exército polícia |
Guarda Nacional |
| Goiás[13] | Vila Boa | 200.000 | 15.000 | 300 | 13.000 |
Governadores
[editar | editar código]| Nº | Nome | Imagem | Início do mandato | Fim do mandato |
| 1 | Álvaro José Xavier José Rodrigues Jardim Raimundo Nonato Jacinto João José do Couto Guimarães Joaquim Alves de Oliveira Luís Gonzaga de Camargo Fleury Inácio Soares de Bulhões |
8 de abril de 1822 | 14 de setembro de 1824 | |
| 2 | Caetano Maria Lopes Gama, visconde de Maranguape |
14 de setembro de 1824 | 24 de outubro de 1827 | |
| 3 | Miguel Lino de Morais | 24 de outubro de 1827 | 14 de agosto de 1831 | |
| 4 | Luís Bartolomeu Marques | 14 de agosto de 1831 | 31 de dezembro de 1831 | |
| 5 | José Rodrigues Jardim | 31 de dezembro de 1831 | 20 de março de 1837 | |
| 6 | Luís Gonzaga de Camargo Fleury | 20 de março de 1837 | 4 de setembro de 1839 | |
| 7 | José de Assis Mascarenhas | 4 de setembro de 1839 | 1º de março de 1841 | |
| 8 | José Rodrigues Jardim | 1º de março de 1841 | 13 de novembro de 1841 | |
| 9 | José de Assis Mascarenhas | 13 de novembro de 1841 | 19 de março de 1842 | |
| 10 | Francisco Ferreira dos Santos Azevedo | 19 de março de 1842 | 10 de junho de 1842 | |
| 11 | José de Assis Mascarenhas | 10 de junho de 1842 | 9 de novembro de 1842 | |
| 12 | Francisco Ferreira dos Santos Azevedo | 9 de novembro de 1842 | 17 de outubro de 1843 | |
| 13 | José de Assis Mascarenhas | 17 de outubro de 1843 | 29 de março de 1844 | |
| 14 | Francisco Ferreira dos Santos Azevedo | 29 de março de 1844 | 30 de junho de 1844 | |
| 15 | José de Assis Mascarenhas | 30 de junho de 1844 | 19 de setembro de 1845 | |
| 16 | Joaquim Inácio Ramalho | 19 de setembro de 1845 | 19 de fevereiro de 1848 | |
| 17 | Antônio de Pádua Fleury | 19 de fevereiro de 1848 | 11 de junho de 1849 | |
| 18 | Eduardo Olímpio Machado | 11 de junho de 1849 | 11 de julho de 1850 | |
| 19 | Antônio Joaquim da Silva Gomes | 11 de julho de 1850 | 20 de dezembro de 1852 | |
| 20 | Francisco Mariani | 20 de dezembro de 1852 | 25 de abril de 1854 | |
| 21 | Antônio Augusto Pereira da Cunha | 25 de abril de 1854 | 8 de maio de 1854 | |
| 22 | Antônio Cândido da Cruz Machado | 8 de maio de 1854 | 28 de setembro de 1855 | |
| 23 | Antônio Augusto Pereira da Cunha | 28 de setembro de 1855 | 1º de agosto de 1857 | |
| 24 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 1º de agosto de 1857 | 8 de outubro de 1857 | |
| 25 | Francisco Januário da Gama Cerqueira | 8 de outubro de 1857 | 1º de maio de 1860 | |
| 26 | Antônio Manuel de Aragão e Melo | 1º de maio de 1860 | 21 de abril de 1861 | |
| 27 | José Martins Pereira de Alencastre | 21 de abril de 1861 | 26 de junho de 1862 | |
| 28 | Caetano Alves de Sousa Filgueiras | 26 de junho de 1862 | 5 de novembro de 1862 | |
| 29 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 5 de novembro de 1862 | 8 de janeiro de 1863 | |
| 30 | José Vieira Couto de Magalhães | 8 de janeiro de 1863 | 5 de abril de 1864 | |
| 31 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 5 de abril de 1864 | 27 de abril de 1865 | |
| 32 | Augusto Ferreira França | 27 de abril de 1865 | 29 de abril de 1867 | |
| 33 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 29 de abril de 1867 | 11 de outubro de 1868 | |
| 34 | Ernesto Augusto Pereira | 11 de outubro de 1868 | 6 de outubro de 1870 | |
| 35 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 6 de outubro de 1870 | 25 de abril de 1871 | |
| 36 | Antero Cícero de Assis | 25 de abril de 1871 | 6 de outubro de 1871 | |
| 37 | João Bonifácio Gomes de Siqueira | 6 de outubro de 1871 | 8 de outubro de 1871 | |
| 38 | Antero Cícero de Assis | 8 de outubro de 1871 | 25 de junho de 1878 | |
| 39 | Teodoro Rodrigues de Morais | 25 de junho de 1878 | 22 de agosto de 1878 | |
| 40 | Luís Augusto Crespo | 22 de agosto de 1878 | 14 de janeiro de 1879 | |
| 41 | Teodoro Rodrigues de Morais | 14 de janeiro de 1879 | 18 de março de 1879 | |
| 42 | Aristides de Sousa Spínola | 18 de março de 1879 | 28 de dezembro de 1880 | |
| 43 | Teodoro Rodrigues de Morais | 28 de dezembro de 1880 | 1º de fevereiro de 1881 | |
| 44 | Joaquim de Almeida Leite Morais | 1º de fevereiro de 1881 | 9 de dezembro de 1881 | |
| 45 | Teodoro Rodrigues de Morais | 9 de dezembro de 1881 | 20 de junho de 1882 | |
| 46 | Cornélio Pereira de Magalhães | 20 de junho de 1882 | 20 de setembro de 1882 | |
| 47 | Teodoro Rodrigues de Morais | 20 de setembro de 1882 | 22 de fevereiro de 1883 | |
| 48 | Antônio Gomes Pereira Júnior | 22 de fevereiro de 1883 | 25 de outubro de 1883 | |
| 49 | Antônio José Caiado | 25 de outubro de 1883 | 6 de fevereiro de 1884 | |
| 50 | Camilo Augusto Maria de Brito | 6 de fevereiro de 1884 | 3 de setembro de 1884 | |
| 51 | Antônio José Caiado | 3 de setembro de 1884 | 1º de novembro de 1884 | |
| 52 | José Acioli de Brito | 1º de novembro de 1884 | 17 de outubro de 1885 | |
| 53 | Júlio Barbosa de Vasconcelos | 17 de outubro de 1885 | 7 de janeiro de 1886 | |
| 54 | Guilherme Francisco Cruz | 7 de janeiro de 1886 | 27 de fevereiro de 1886 | |
| 55 | Júlio Barbosa de Vasconcelos | 27 de fevereiro de 1886 | 14 de agosto de 1886 | |
| 56 | Luís Silvério Alves Cruz | 14 de agosto de 1886 | 9 de agosto de 1887 | |
| 57 | Antônio Pereira de Abreu Júnior | 9 de agosto de 1887 | 9 de agosto de 1887 | |
| 58 | José Joaquim de Sousa | 9 de agosto de 1887 | 11 de agosto de 1887 | |
| 59 | Felicíssimo do Espírito Santo | 11 de agosto de 1887 | 20 de outubro de 1887 | |
| 60 | Fulgêncio Firmino Simões | 20 de outubro de 1887 | 3 de janeiro de 1888 | |
| 61 | Felicíssimo do Espírito Santo | 3 de janeiro de 1888 | 6 de janeiro de 1888 | |
| 62 | Fulgêncio Firmino Simões | 6 de janeiro de 1888 | 20 de fevereiro de 1888 | |
| 63 | Felicíssimo do Espírito Santo | 20 de fevereiro de 1888 | 6 de março de 1889 | |
| 64 | Elísio Firmo Martins | 6 de março de 1889 | 4 de agosto de 1889 | |
| 65 | Eduardo Augusto Montandon | 4 de agosto de 1889 | 6 de dezembro de 1889 |
Municípios
[editar | editar código]Esse são os prováveis municípios da província.
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ «Constituição Política do Império do Brasil». planalto.gov.br. 25 de março de 1824. Consultado em 20 de maio de 2023
- ↑ a b ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer (2025). O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] p. 7
- ↑ ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer (2025). O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] pp. 12–15
- ↑ a b c ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer (2025). O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] p. 51
- ↑ a b c d e f g h i j k l m Bento Fleury. «Goyaz no sesquicentenário da Guerra do Paraguai». DM. Consultado em 3 de abril de 2016
- ↑ a b c ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer (2025). O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] pp. 101–102
- ↑ a b ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer (2025). O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] p. 99
- ↑ ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer. O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] p. 106
- ↑ O PUBLICADOR GOYANO: órgão dos interesses do povo. Goiás: Perseverança, 23 jun. 1888. p. 3 Disponível em: https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/716774/per716774_1888_00174.pdf. Acesso em: 16 dez. 2025.
- ↑ a b ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliézer. O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: [s.n.] p. 107
- ↑ a b c d Karla Alves Coelho Tertuliano De Barros. «EDUCAÇÃO E "INGÊNUOS" EM GOIÁS 1871-1888» (PDF). Universidade Federal de Goiás Câmpus Catalão Programa de Pós-Graduação em Educação. Consultado em 3 de abril de 2016
- ↑ William Scully (1868). Brazil. Londres: Trübner & company, pp. 146-147
- ↑ Scully, 1868: 215
Ligações externas
[editar | editar código]- Bandeiras de Goiás (em inglês)
