Psicologia transpessoal

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"A Psicologia Transpessoal surge no cenário da história do movimento psicológico internacional nos anos 60 como um desdobramento e expansão da então nascente psicologia humanista. Abraham Maslow, um dos principais representantes e fundadores das duas abordagens, destaca este novo paradigma como a “quarta força” em psicologia, que foi precedida pelo behaviorismo (1ª força), psicanálise (2ª força) e o próprio humanismo (3ª força), apontando assim o seu surgimento:

"Devo dizer que considero a Psicologia Humanista, ou terceira Força da Psicologia, apenas transitória, uma preparação para a Quarta Psicologia ainda “mais elevada”, transpessoal, transhumana, centrada mais no cosmo do que nas necessidades e interesses humanos, indo além do humanismo, da identidade, da individuação e quejandos. (MASLOW, s/d, p. 12)".

De acordo com Vich (1988) e mais recentemente Taylor (1996) e Friedman e  Hartelius (2013), o termo “transpessoal” foi utilizado pela primeira vez por William James  em uma palestra realizada em 1905 na Universidade Harvard, colocando-o segundo Scotton et al. (1996) como o pai da moderna Psicologia Transpessoal. Krippner (1991, p.17) coloca que

[...] a palavra ‘transpessoal’ foi usada pela primeira vez na língua inglesa pela escritora esóterica Alice A. Bailey e mais tarde encontrou seu caminho nos escritos do psicólogo Gardner Murph, do psiquiatra Roberto Assagioli e muitos outros.

Claúdio Naranjo atribui o termo transpessoal ao compositor e astrólogo Dane Rudhyar e indica que transpessoal "[...] está além do “pessoal” no sentido de personalidade condicionada e individual" . Rowan (2005) propõe que a visão de Rudhyar se aproxima muito da perspectiva assumida pelos autores transpessoais. Rudhyar (1975, p. 117) indica que:

[...] vamos usar outra palavra mais significativa - Transpessoal. O tipo pessoal de comportamento (ou sentimento, ou pensamento) é enraizado no significado e na forma condicionada de personalidade. Uma forma transpessoal de comportamento é aquela que parte do Self não-condicionado do Homem, utiliza a personalidade apenas como um instrumento.

A paternidade do termo pode ainda ser dividida com Carl Jung , pois, como indica Daniels (2005), apesar de Jung não ter usado diretamente o termo transpessoal em seus escritos, o “inconsciente coletivo” é “überpersönlich” ou “além do pessoal”, o que de acordo com Strohl (1998) conduziu os tradutores ingleses e americanos de Jung, a partir de 1942, a usarem o termo überpersönlich como sinônimo de “transpessoal” para se referirem ao “inconsciente coletivo” .

No que diz respeito à definição da Psicologia Transpessoal, Lajoie e Shapiro (1992) realizaram um levantamento temático de 202 definições desta abordagem publicados em inglês e presentes em livros, capítulos de livros, artigos e cartas no período de 23 anos (1968-1991). Eles apontam cinco grandes campos temáticos que estão presentes na maioria das definições encontradas acerca da Psicologia Transpessoal: “1. Estados de consciência. 2. Potencial Alto ou último. 3. Além do ego ou self. 4. Transcendência. 5. Espiritual.” (LAJOIE; SHAPIRO, 1992, p. 90). A partir destes campos sintetizam que

A Psicologia Transpessoal está relacionada com o estudo do potencial mais alto da humanidade, e com o reconhecimento, compreensão e realização de estados unitivo, espirituais e transcendentes de consciência. (LAJOIE; SHAPIRO, 1992, p. 91)

Dando continuidade a esta análise temática acerca das definições de Psicologia Transpessoal, Shapiro, Lee e Gross (2002) estudaram 80 definições publicadas em língua inglesa de 1991 a 2001. O corpus delimitado foi de 40 definições de livros, 13 de artigos de revistas, 8 de websites, 5 de brochuras, 5 de boletins, 4 de dicionários, 3 de enciclopédias, 1 de catálogos escolares, 4 de cartas ou panfletos e 1 de artigos de congressos. Os autores indicam que:

A análise temática dessas passagens revelaram duas categorias que ocorreram mais frequentemente, 53 (66.2%) e 49 (61.2%) vezes, foram respectivamente: (a) ir além ou transcender o individual, ego, self, o pessoal, personalidade, ou identidade pessoal; existência de um profundo, verdadeiro, ou autêntico Self; e (b) espiritualidade, psicoespiritual, desenvolvimento psicoespiritual, o espiritual, espírito. Outros temas, menos frequentes, incluíam: estados especiais de consciência; interconectividade/unidade; ir além de outras escolas da psicologia; ênfase no modelo científico; misticismo; gama completa de consciência; grande potencial; inclusão de psicologias não ocidentais; meditação; existência de uma realidade mais ampla. (SHAPIRO; LEE; GROSS, 2002, p. 19, tradução livre)

Em síntese, apontam que, passada uma década do estudo anterior, as:

[...] visões contemporâneas da essência da Psicologia Transpessoal na última década favorecem o tema de ir além do pessoal e o tema da espiritualidade. (SHAPIRO; LEE; GROSS, 2002, p. 32)

Assim, a Psicologia Transpessoal permanece profundamente influenciada pelas primeiras definições de seus fundadores. Nas quais o sentido original do “trans” foi agregado ao pessoal na palavra “transpessoal” para situar uma ampla gama de pesquisas que indicavam a dimensão de transcendência humana ou o “principio da transcendência” . (FERREIRA; SILVA; SILVA, 2016)


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A Psicologia transpessoal é uma abordagem da Psicologia considerada por Abraham Maslow (1908-1970) como a "Quarta Força da Psicologia", sendo a primeira força a Psicanálise, seguida da Psicologia comportamental, e a terceira a Psicologia humanista. É uma forma de sincretismo teórico, que abarca conteúdos de muitas escolas psicológicas, como as teorias de Carl G. Jung, Abraham Maslow, Viktor Frankl, Ken Wilber e Stanislav Grof. Surgiu em 1967 junto com Movimentos do Potencial Humano e New Age nos EUA, pelo pensamento de Maslow, que dizia que o ser humano necessitava transcender sua Psique (pessoal), conectando-se ao Todo, ou a outras realidades mais abrangentes (transpessoais).

A Psicologia transpessoal tem como objeto o estudo da Consciência e de seus Estados não ordinários e, neste sentido, congrega vários Recursos Técnicos como a Hipnose, a Meditação, o Relaxamento, e (no campo da pesquisa) experiência com alucinógenos (Grof, Huxley), além dos Estados Místicos de Tradições Espirituais. Vários autores como Ken Wilber, e Stanislav Grof, propõem Cartografias da Consciência. A Abordagem Transpessoal tem atraído cientistas de diferentes áreas como na Física Goswami e Rocha Filho, que fazem a conexão entre o conhecimento científico padrão e as observações e proposições transpessoais. No Brasil o estudo dos estados não ordinários de consciência encontraram ressonância no Movimento Espírita, sobretudo no tange à questões da Mediunidade.

Como vem acontecendo com relação à Psicologia analítica, também a Psicologia transpessoal tem construído um diálogo produtivo com a Física quântica, especialmente na busca da compreensão dos fenômenos que violam princípios energéticos e temporais próprios da Física clássica, e que são estudados em linhas de pesquisa diferenciadas como Física e Psicologia.

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Histórico[editar | editar código-fonte]

Durante a década de 1950, nos EUA, havia um grande descontentamento com as escolas de pensamento Behaviorista e Freudiana, muito em função do baixo retorno às questões sociais em face do reducionismo característico dessas abordagens clássicas da Psicologia. Maslow era um dos principais críticos, que enfatizava que o Behaviorismo, estudando o comportamento humano comparativamente ao comportamento animal, era incapaz de abarcar toda a complexidade do fenômeno humano. Ele destacou a necessidade de que, além do comportamento, a consciência também devia ser estudada. Quanto à Psicanálise, Maslow dizia que era excessivamente centrada nos aspectos sexuais e patológicos da natureza humana.

Abraham Maslow e Anthony Sutich fundaram a Associação de Psicologia Humanista, lançando uma revista acadêmica para divulgar a escola. A proposta foi muito bem aceita por um grande número de psicólogos, tanto que muitos contribuíram com suas teorias naquela mesma época. A saber: Carl Rogers, com sua Abordagem Centrada na Pessoa (ACP); Viktor Frankl, com a Logoterapia; Fritz Perls e sua Gestalt-Terapia; e Alexander Lowen, com a Bioenergética. A ênfase destas teorias humanistas está no presente, no aqui e agora, e na capacidade de mudança, de escolha, baseado nas escolas filosóficas Fenomenologia e Existencialismo, respectivamente. Maslow afirmava que a Psicologia Humanista era apenas o berço de uma escola mais abrangente, a Psicologia transpessoal.

Os trabalhos de Tabone (2003), "A Psicologia Transpessoal: Introdução à nova visão da Consciência em Psicologia e Educação", e Boainain Jr. (1998), "Tornar-se Transpessoal: Transcendência e Espiritualidade" na obra de Carl Rogers apresentam respectivamente uma visão geral de algumas das principais abordagens transpessoais e um histórico do movimento.

Principais temas[editar | editar código-fonte]

  • Lajoie e Shapiro (1992) revisaram quarenta definições de Psicologia Transpessoal citadas na literatura entre 1969 e 1991 e selecionaram os cinco principais temas encontrados nessas definições. 1) Estados alterados de consciência; 2) o Eu superior; 3) além do ego ou além do self pessoal; 4) transcendência e 5) espiritualidade.
  • Walsh e Vaughan (1993) fizeram críticas a muitas das definições de psiclogia transpessoal, por estarem carregadas de pressupostos ontológicos e metodológicos. Eles também desafiaram as definições que ligam a Psicologia transpessoal apenas a estados saudáveis, ou à Filosofia Perene. Esses autores definiram a Psicologia transpessoal como um ramo da psicologia ligado às experiências transpessoais e fenômenos correlatos, destacando que "Esses fenômenos incluem as causas, efeitos e outros correlatos de experiências transpessoais, bem como as disciplinas e práticas inspiradas por esses fenômenos" (Walsh & Vaughan, 1993, p.203).

Psicologia Transpessoal no Brasil[editar | editar código-fonte]

Segundo o pesquisador Aurino Lima Ferreira, em seu livro Psicologia Transpessoal: Histórias, Conquistas e Desafios (2016)

na história da Psicologia brasileira dois nomes destacam-se como os “pais” da Psicologia transpessoal: o primeiro é o do psicólogo Dr. Pierre Weil, pioneiro na introdução da teoria transpessoal no campo acadêmico. Weil percorreu nas décadas de 80 e 90 várias regiões do país divulgando e anunciando o surgimento dessa nova escola no mundo acadêmico; até a sua morte atuou com contribuição teórica inestimável, bem como montou centros formadores espalhados por todo Brasil e a Universidade Internacional Holística da Paz em Brasília. O segundo é Léo Matos que influenciou intensamente a formação das primeiras gerações de psicoterapeutas transpessoais, além de ter aberto, com seus cursos na Índia, um canal de comunicação com as Psicologias orientais. A abordagem transpessoal vem gradativamente se inserindo no espaço acadêmico formal brasileiro desde os anos 70, inicialmente através do pioneirismo de Pierre Weil e Léo Matos que introduziram a primeira disciplina de Psicologia transpessoal na Universidade Federal de Minas Gerais. De acordo com o levantamento efetuado por Lisboa e Barbosa (2009), temos um total de 37 universidades públicas federais (dentre elas, a UFRN) que oferecem curso de Psicologia, sendo encontrado neste universo de cursos um total de 6 (16,22%) universidades que apresentavam na grade curricular do curso de graduação temáticas envolvendo a Psicologia transpessoal. Não foram levantados dados de universidades e faculdades particulares, o que com certeza elevaria em muito esses números. Os dados coletados sugerem a inserção da Psicologia transpessoal no espaço acadêmico, apontando, portanto, o seu reconhecimento e legitimação na formação inicial dos psicólogos brasileiros. Foram encontrados um total de 9 cursos de especialização que tratam da temática da psicologia transpessoal. Sendo 7 cursos de especialização específicos de psicologia transpessoal. As universidades federais de Pernambuco e da Paraíba apresentam disciplinas nos cursos de especialização que tratam da abordagem transpessoal. Todos os cursos de especialização investigados apresentam os requisitos necessários ao seu funcionamento, sendo todos reconhecidos pelo MEC. Além desses cursos de especialização, há ainda no contexto nacional, agências formadoras que realizam sistematicamente a formação em pós graduação de psicólogos transpessoais, e que mesmo não vinculadas diretamente a uma universidade, são reconhecidas como centros formadores de excelência, tais como a Associação Luso Brasileira de Psicologia Transpessoal (ALUBRAT), a Associação Brasileira de Psicologia Transpessoal (ABPT), a Rede Nordestina de Psicologia Transpessoal, a PHOENIX – Centro de Estudos Transpessoais, o Terra Viva e o Espaço Ser e Transcender. Foram levantados dois programas de pós-graduação que oferecem a disciplina transpessoal para alunos de mestrado e doutorado, além de apresentarem linhas de pesquisa sobre a Psicologia Transpessoal. A UNICAMP foi uma das primeiras universidades brasileiras a oferecer a disciplina de Psicologia transpessoal, disponibilizando em sua biblioteca virtual um acervo de dissertações e teses enfocando a temática transpessoal. A UFPE apresenta um Núcleo de Pesquisa no Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) que oferece uma linha de pesquisa especifica em Psicologia Transpessoal, além de uma disciplina de Psicologia Transpessoal que atende alunos do mestrado e doutorado".

Abaixo relação de livros e periódicos publicados no Brasil:

PUBLICAÇÃO EM TRANSPESSOAL
OBRA/livros/artigos AUTOR(ES) EDITORA ANO
Psicologia e psicoterapia transpessoal Arino, Salete, Eliege
Psicoterapia e Psicologia Transpessoal: ampliando as fronteiras da consciência Aurino Lima Ferreira (org)
Psicologia e psicoterapia transpessoal: desaios e conquistas na contemporaneidade Aurino Lima Ferreira (org)
Psicologia transpessoal Vera Saldanha UNIJUI 2008
Tratado da Psicologia Transpessoal  (Vol.1) Tavares, MFA; Azevedo, CRF; Bezerra, MA EDUFRN 2012
Psicologia do Sagrado Eliana Bertolucci Summus 1992
Psicologia transpessoal: reflexões e pesquisas no campo academico brasileiro Ferreira, AL; Aclioly-Régnier, N; Tavares, MFA; Bezerra, MA Top Produções: Recife 2012
psicologi e processo interatios nos espaços de periferia: A formação humana em questão Ferreira,AL; Acioly-Régnier, N. Editora Universitária UFPE 2011
A consciência em expansão: os caminhos da abordagem transpessoal na educação, na clíunica e nas organizações Maria Cristina Monteiro de Barros (org) Edipucrs 1998
Aprendizagem em treinamento corporativo: inovação, método e resultados sob uma abordagem transpessoal Isabel Campos Altana 2006
Argonautas dos espaços interiores:uma introudção à psicologia transpessoal Anna Mathilde Pacgeco e Chaves Nagelshmidt Vetor 2010
Ciência espiritualidade e cura Francisco Di Biasi:Mário Sérgio R. da Rocha Qualitymark 2008
Conceito de homem:mais humanis, mais transpessoal Odete Maria de Oliveira Injui 2004
Despertando a cura: do brincar ao sonhar - aspectos psíquicos e espirituais da cura existencia Rita de Cássia Macieira (og) Livro Pleno 2011
Didática transpessoal: facilitanto o ato de ensinar e de aprender Ana Montanari;Carlos França;Vera Saldanha;Viviane Dias Mercado das Letras 2010
Educação transpessoal: um jeito de educar a partir da interioridade Jorge Trevisol Paulinas 2008
Psicologia transpessoal  e uma sociedade secreta Cristina França Grafica e Editora Virória 2005
Psicologia Transpessoal:introudção à nova visão da Consciência em psicologia e Educação Márcia Tabone Cultrix 1991
Psicoterapia Transpessoal Vera Saldanha Rosa dos Tempos 1999
Tornar-se transpessoal: transcendência e espiritualidade na obra de Carl Rogers Elias Boainain JR Summus Editorial 1996
Psicologia do futuro Stalislav Grof
Cura Profunda - a perspectiva holotrópica Stalislav Grof Numina 2015
Além do Cérebro Stalislav Grof McGraw hill
Fronteiras da evolução e da morte Pierre Weil Vozes 1985
Consciência Cósmica - introdução a psicologia transpessoal Pierre Weil Vozes 1988
Mistica e Ciência Pierre Weil Vozes 1982
Cartografia da consciência Pierre Weil Vozes 1982
Cadernos temáticos do CRP 2016  volume 2 e 3 vários autores CRP-SP 2016

Críticas e Desafios[editar | editar código-fonte]

  • A principal crítica à Psicologia Transpessoal decorre de sua proximidade com o universo religioso, sobretudo espírita. Muitos profissionais que se autodeclaram "psicoterapeutas transpessoais", ou que afirmam ter suas práticas profissionais situadas no campo da Psicologia Transpessoal precisam esclarecer melhor de que modo se dá a interface de suas práticas e teorias com o saber religioso e o conhecimento cientifico;
  • As bases epistêmicas da Psicologia transpessoal se situam nas abordagens Inter e Transdisciplinar estudos mais aprofundados sobre essas bases são requeridos, bem como sobre suas dimensões hermenêuticas. Além disso, o diálogo com a Psicologia da religião, e as Ciências da Religião e Psicologia anomalística podem ser aprofundados;
  • No âmbito da ciência Psicológica as bases epistêmicas da Psicologia transpessoal podem contribuir para ampliar o diálogo da Psicologia, ciência e profissão, com outras racionalidades "médicas" possibilitando que esta Psicologia contribua para a construção de Políticas públicas, como por exemplo a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALVAREZ, Mani - Transpedagogia: educar para a consciência, ed. All Print, São Paulo, 2008
  • ALVAREZ, Mani - Psicologia Transpessoal: a aliança entre espiritualidade e ciência, ed. All Print, São Paulo, 2006
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  • ASSAGIOLI, Roberto - O Ato da Vontade, Editora Cultrix, São Paulo - 1985
  • ASSAGIOLI, Roberto - Psicossíntese: Manual de Princípios e Técnicas, SP.
  • BERNI, Luiz Eduardo V. - Self-Empowerment: Jornada de Transformação - Um Método Transpessoal de Personal Coaching, (tese de doutorado), IPUSP, 2010
  • BOAINAIN JUNIOR, Elias - Tornar-se Transpessoal, SP: Summus, 1999.
  • CARLSON, R. e SHIELD, B. - Curar, Curar-se, SP, Ed. Cultrix, 1997
  • CREMA,R. BRANDÃO, D.H.S - Novo Paradigma Holístico: Ciência, Filosofia, Arte Ed. Summus, 1991
  • CREMA, R. - Saúde de e Plenitude: um Caminho para o Ser , Ed.Summus, 1995
  • CREMA, R.- BRANDÃO, D.H.S.- Visão Holística em Psicologia e Educação Ed;Summus, 1991
  • CREMA, R. Antigos e Novos Terapeutas: Abordagem Transdisciplinar em Terapia, Ed.Vozes, 2002
  • Crema, R.; Weil, P.; Leloup, Jean-Ives. Normose. Verus, 2003.
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  • FERREIRA, A. L.; SILVA, S.C. R.; SILVA, S.C.R PSICOLOGIA TRANSPESSOAL: HISTÓRIAS, CONQUISTAS E DESAFIOS. UFPE,Recife, 2016. https://www.amazon.com.br/Psicologia-transpessoal-hist%C3%B3rias-conquistas-desafios-ebook/dp/B01GF0GAW0/ref=sr_1_3?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1464957083&sr=1-3&keywords=transpersonal+psychology
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  • KUBLER-ROSS, E. - O Túnel e a Luz, Ed. Verus
  • KUBLER-ROOS,E. - Morte: Estágio Final da Evolução, Ed. Nova Era
  • KUBLER-ROOS,E. KELLER, D. - Os Segredos da Vida, Ed. Sextante, S. Paulo.
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  • LELOUP.J.Y. – O Romance de Maria Madalena, Ed. Verus.
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  • LELOUP, J.Y.; HENNEZEL, M. – A Arte de Morrer: tradições religiosas e espiritualidade humanista diante da morte na atualidade, Ed.Vozes, Petrópolis, 1999.
  • LELOUP, J.Y. - Além da Luz e da Sombra: Sobre o Viver, o Morrer e o Ser, Ed. Vozes, Petrópolis, 2004.
  • LELOUP.J.Y. - Amar... Apesar de Tudo: Encontro com Marie de Solemne, Ed. Verus.
  • LELOUP, J.Y. – O Absurdo e a Graça, Ed. Verus
  • LELOUP, J.Y. – Caminhos da Realização: dos medos do eu ao mergulho no ser, Ed. Vozes, Petrópolis, RJ.
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  • ROCHA FILHO, João Bernardes da - Física e Psicologia - 4ª Edição, 2004 - EdiPUCRS
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  • WILBER, K.- Uma Breve História do Universo, Ed. Nova Era, 2001.
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