Quantitative easing

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Quantitative easing (QE), conhecido também como flexibilização quantitativa é a criação de quantidades significantes de dinheiro novo (geralmente electronicamente) por um banco, mas autorizado pelo Banco Central, mediante o cumprimento das normas de percentuais pré estabelecidos. É um jargão para uma ação de política monetária do Banco Central.

A quantidade produzida é denominada valor expandido e é criado maciçamente pelas instituições bancárias, por isso é chamado um relaxamento (flexibilização). Os Bancos Centrais, que nem sempre são públicos, somente imprimem dinheiro físico para inserção no mercado e também para comprar títulos. Este dinheiro é criado para estimular a economia, em particular para promover empréstimos pelos bancos. Os bancos centrais usam o dinheiro criado para comprar grandes quantidades de títulos bancários. Isto aparece como depósitos e entrega dinheiro novo para os bancos emprestarem. Estes títulos podem ser títulos do governo, empréstimos comerciais ou até ações. Quantitative easing geralmente é usado para estimular a economia e novos empréstimos. O inventor desta estratégia em 2013 renegou e criticou esta estratégia.[1]

Os bancos centrais utilizam-se desta estratégia há muito tempo e mantém a sua prática como forma de reanimar a economia sem realizar confeccionar o dinheiro físico.

Perspectivas[editar | editar código-fonte]

QE incentivar as empresas e consumidores a gastar mais dinheiro eis que volátil a sua utilização tal qual é a sua criação e isto enfraquece a moeda, tanto quanto, coloca em risco a economia de todo um País.

Riscos[editar | editar código-fonte]

Os países economicamente sólidos, como a Suécia por exemplo, poderiam responsabilizar países como o Brasil e os EUA pela extensão incalculável de sua prática e o risco iminente seria um colapso onde o contribuinte teria de cobrir as suas perdas e não existindo este volume de dinheiro o país quebraria uma vez que, comprovadamente, o QE é um mecanismo que deveria ser utilizado por um pequeno período mas que arrasta-se até aos dias de hoje.

Não bastante, os maiores críticos deste sistema alertam que, a compra de títulos dos Bancos Centrais enfraquecem também as necessárias reformas político-econômicas pois se o governo pode esperar que o Banco Central, que no Brasil é órgão vinculado ao governo, embora se intitule "juridicamente autônomo", produz recursos para cobrir as suas perdas, a exemplo das taxas de juros, através da manutenção do sistema o país incorre em cada vez mais dívidas.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]