Kiruna

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Suécia Kiruna

Quiruna

Kiruna

 
  Cidade  
No sentido horário, de cima: horizonte de Kiruna de noite, Igreja de Kiruna, Hotel de Gelo em Jukkasjärvi, lançamento do foguete em Esrange, torre sineira na Igreja de Kiruna.
No sentido horário, de cima: horizonte de Kiruna de noite, Igreja de Kiruna, Hotel de Gelo em Jukkasjärvi, lançamento do foguete em Esrange, torre sineira na Igreja de Kiruna.
Brasão de armas de Kiruna
Brasão de armas
Kiruna está localizado em: Suécia
Kiruna
Localização de Kiruna
Coordenadas 67° 51' N 20° 13' E
Região Norlândia
Província Lapônia
Condado Bótnia Setentrional
Comuna Kiruna
Área [1]
 - Total 19 447 km²
População (2010)
 - Total 16 936
Sítio kiruna.se

Kiruna[2][3] ou Quiruna[4] é uma cidade da Suécia da província da Lapônia, no condado da Bótnia Setentrional, na comuna de Kiruna. Segundo censo de 2017, tinha 16 936 habitantes. Tem um caráter marcadamente influenciado pelas duas grandes minas de ferro de Luossavaara e Kiirunavaara.[5][6][7][8]

Etimologia e uso[editar | editar código-fonte]

O nome geográfico Kiruna foi introduzido em 1900, substituindo Luossavaara. A palavra sueca Kiruna, é uma suequização do finlandês Kiiruna, por sua vez uma finlandização do lapão Giron, uma abreviação do termo Gironvárri ("montanha da perdiz branca"). No brasão da cidade, esta ave está representada junto ao símbolo do ferro. O ferro simboliza a indústria mineira, de vital importância para a economia da cidade.[9]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Kiruna alcançou o estatuto de cidade em 1948, e foi já tida como a maior cidade do mundo em área, mas após a reforma das comunas da Suécia, na década de 1970, o termo "cidade" deixou de usar-se. Hoje em dia é um dos maiores comunas do mundo em área, com 20 000 quilômetros quadrados, ultrapassado por poucos outros, como Mount Isa, na Terra da Rainha, Austrália, com 42 904 quilômetros quadrados, Xunquim, na China, com 82 000 e Altamira, no Brasil, com 159 695,938 quilômetros quadrados.[carece de fontes?]

O monte Kebnekaise, na comuna de Kiruna, é a montanha mais alta da Suécia e tem 2.117 m de altitude. Há mais de 6.000 lagos na comuna, sendo o lago Torne o maior de todos. A comuna é cruzada por sete grandes rios: Cálix, Torne, Lainio, Rautas e Vittangi, além de Könkämä e Muonio, que fazem fronteira com a Finlândia. Na região situa-se também o Parque nacional de Abisko, junto à fronteira com a Noruega, fundado em 1909.[carece de fontes?]

Encontra-se a 145 quilómetros a norte do Círculo Polar Árctico, e o Sol da meia-noite é visível desde aproximadamente 30 de maio a 15 de julho. As noites polares são um par de semanas mais curtas, durando desde 13 de dezembro até 5 de janeiro. Dispõe de importantes vias de comunicação: E10, comboio (trem) e aeroporto (código KIR).[carece de fontes?]

Economia[editar | editar código-fonte]

A extracção de minério de ferro é a indústria principal da zona, sendo a cidade muito dependente da empresa mineira estatal LKAB. Enormes quantidades de minério são extraídas e transportada por via férrea. Em 2004, decidiu-se transladar o centro da cidade (N67°49'48'', E20°25'48''), por problemas geológicos de subsidência. A mudança deverá ser feita ao longo da próxima década.[carece de fontes?]

Nos últimos anos tentou-se reduzir a dependência da atividade mineira com alternativas como ciência (investigação e desenvolvimento), diversas atividades governamentais e o turismo.[carece de fontes?] A Estação de Kiruna, da rede de contacto com satélites ESTRACK, da Agência Espacial Europeia, encontra-se na comuna.[10]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Na aldeia próxima de Jukkasjärvi existe um hotel de gelo (site do hotel), reconstruído durante o mês de Outubro todos os anos, com arquitectura distinta de ano para ano. A igreja de madeira, de estilo Arte Nova e construída em 1907, é uma das maiores da Suécia.[carece de fontes?]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Ernby, Birgitta; Gellerstam, Martin; Malmgren, Sven-Göran; Axelsson, Per; Fehrm, Thomas (2001). «Luleå». Norstedts första svenska ordbok (em sueco). Estocolmo: Norstedts ordbok. p. 767. ISBN 91-7227-186-8 
  • Lello, José; Lello, Edgar (1981). «Kiruna». Lello Universal. 1. Porto: Lello & Irmão. p. 1375. ISBN 9789724800059 
  • Séguier, Jaime de (1966). «Quiruna». Dicionário prático ilustrado: novo dicionário enciclopédico luso-brasileiro. Porto: Lello & Irmão 
  • Wahlberg, Mats (2003). «Kiruna». Svenskt ortnamnslexikon (Dicionário das localidades suecas) (em sueco). Upsália: Språk- och folkminnesinstitutet e Institutionen för nordiska språk vid Uppsala universitet. ISBN 91-7229-020-X 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Kiruna