Rádio Haroldo de Andrade

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Rádio Haroldo de Andrade
País Brasil Flag of Brazil.svg
Frequência(s) 1060 kHz
Sede Rio de Janeiro
Slogan A Rádio Para Quem Tem Opinião
Fundação 7 de novembro de 2005
Extinção 5 de maio de 2008
Idioma português
Prefixo ZYJ 495

A Rádio Haroldo de Andrade foi uma emissora de rádio brasileira da cidade do Rio de Janeiro. Ocupava o dial 1060 kHz em AM.

História[editar | editar código-fonte]

Inaugurada no dia 7 de novembro de 2005 pelo tradicional radialista e comunicador Haroldo de Andrade, a Rádio Haroldo de Andrade era transmitida para todo o público fluminense pela frequência 1060 AM, no lugar da antiga Rádio Mauá.

Além do próprio Haroldo, a estação contava com nomes como Áureo Ameno, Manhoso e Mário Esteves. Por ela já passaram também nomes como o humorista Maurício Menezes e a apresentadora, atriz e deputada Cidinha Campos, esta última tendo saído da emissora em condições polêmicas. Os filhos de Haroldo, Wilson Andrade e Haroldo Júnior, também comandaram atrações na estação.

A programação da emissora contou com nomes tradicionais do rádio brasileiro misturados com jovens promessas, como Alex de Souza, lançado pelo próprio Haroldo de Andrade, e que comandou o "Madrugada a 1060", Victor Grinbaum, à frente do "Vibração a 1060", e Sheyene de Carvalho. O destaque religioso dos 1060 AM ficou por conta de Frei Neylor Tonin. A rádio contou ainda com a competência do regente e compositor João Roberto Kelly, que apresentava o programa "Parece Que Foi Ontem", com destaque para as composições de outrora.

Haroldo de Andrade, criador da rádio, faleceu aos 73 anos em 1º de março de 2008 e um mês depois de sua morte a programação da rádio foi suspensa. A emissora dispensou todo a sua parte administrativa, técnica e seus comunicadores. No dia 5 de maio de 2008 a emissora foi extinta e passou a ser a filial carioca da Rádio Canção Nova, integrando a Rede Canção Nova de Rádio, com sede em Cachoeira Paulista, no Interior do Estado de São Paulo, pertencente a Comunidade Católica Canção Nova, liderada pelo Monsenhor Jonas Abib.

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