Ríver Atlético Clube

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2014). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Ríver
R PIAUI.png
Nome Ríver Atlético Clube
Alcunhas O Eterno Campeão
Tricolor Mafrense
Galo Carijó
Torcedor/Adepto Riverino
Mascote Galo Carijó
Fundação 1 de março de 1946 (69 anos)
Estádio Albertão
Capacidade 44 200 pessoas
Localização Teresina.PNG Teresina, Piauí PI, Brasil Brasil
Mando de jogo em Albertão
Capacidade (mando) 44 200 pessoas
Presidente Brasil Elizeu Aguiar
Treinador Brasil Flávio Araújo
Patrocinador Brasil Unimed
Brasil Noroeste
Brasil Serv Cozinha
Brasil Martins Imóveis
Brasil Chopizza
Material esportivo Brasil Kanxa
Competição Piauí Campeonato Piauiense
Brasil Copa do Nordeste de Futebol
Brasil Campeonato Brasileiro Série D
Piauí PI 2015
Brasil D 2014
Brasil Nordestão 2015
Campeão
27° colocado
Website Ríver Atlético Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar


O Ríver Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Teresina, no Estado do Piauí. Fundado em 1946, é o clube que mais vezes conquistou o Campeonato Piauiense, com 29 títulos ao todo.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O dia 1º de março de 1946 é considerado pelo Ríver a data oficial de fundação do clube. Um grupo de estudantes do "Ginásio Leão XIII", à época dirigido pelo professor Antilhon Ribeiro Soares, se reuniu, para tratar da fundação de uma sociedade desportiva que tomaria o nome de Ríver Atlético Clube.

Todavia, o projeto não foi posto em prática, haja vista que não ocorreu a sua legalização nos órgãos desportivos competentes, como também não existe registro de qualquer atividade nos anos de 1946 e 1947. O primeiro registro histórico data de 15 de fevereiro de 1948. Nesse dia foi disputado o primeiro jogo foi disputado do Ríver contra o Amarantino. O primeiro gol do Ríver foi marcado, nesse jogo, por Antônio Freire (Freirinho). O jogo foi realizado na cidade de Amarante-PI e o Ríver ganhou por 4x3. Quase um mês depois, em 12 de março de 1948, houve a chamada 'reorganização' do clube, liderada por Afrânio Messias Alves Nunes (Presidente mais vitorioso do Ríver - 11 títulos). Em 15 de março de 1948, o Ríver já havia sido admitido na Federação Piauiense de Desportos. No mesmo ano, disputou o campeonato da temporada, do qual sagrou-se campeão. Em 1967 o Ríver Atlético Clube inaugura sua sede própria no Bairro dos Noivos, área nobre da Capital Piauiense. Afrânio Nunes, mais uma vez, foi o mentor do projeto da sede

Campeão do Centenário[editar | editar código-fonte]

O ano de 1952, era considerado o centenário de Teresina, foi marcado por um torneio que reuniu os times do Ríver e Botafogo (ambos de Teresina), Comercial (de Campo Maior), Ferroviário (de Parnaíba) e Sampaio Corrêa-MA. O Ríver conquistou o titulo ao vencer o Botafogo por 3-2.

Quebra de Jejum[editar | editar código-fonte]

Em 1973, o Ríver estava há 10 anos sem ganhar um título piauiense. Naquele ano, Afrânio Nunes montou um time mais forte que o Flamengo e Tiradentes, que estavam no auge na época. A decisão foi numa quarta feira à noite, no Estádio Lindolfo Monteiro.

A final foi entre Ríver e Tiradentes que terminou em 0-0 no tempo normal e na prorrogação. A decisão foi para as grandes penalidades e na quinta cobrança Derivaldo marcou o gol que deu titulo ao Ríver. A torcida invadiu o campo e arrancou as traves e levou para sede. Os jogadores do time campeão foram: Nilson, Bruno, Nelson, Osíris e Luizinho; Gerson Andreoti, Chubinho e Derivaldo; Botelho, Cesar e Batistinha.

Por todas as adversidades daquele ano, esse foi considerado o maior time do Ríver de todos os tempos.

Em 1977, foi realizado o maior campeonato piauiense de todos os tempos, quebrando recorde de público e renda, levando 100 mil pessoas ao Albertão. Na final foram 40 mil e o clássico terminou empatado em 2-2, com gols de Dema (Fla) Sima (2) (River) e Dote (Fla). . O gol do título foi marcado por Nivaldo (Qualhada) aos 9 min do 1º tempo da prorrogação.

Copa do Brasil 2008[editar | editar código-fonte]

Com o Albertão interditado, os dois representantes piauienses, o Barras e o River tiveram que escolher outros mandos para realizar suas partidas. O Barras encarou o Corinthians, que se encontrava na Série B, em Brasília. Em função da diferença técnica das duas equipes, o time paulista goleou sem dificuldades por 6 a 0. Restava o River.

Na primeira fase encontrou o Jaguaré, do Espírito Santo. Na partida de ida, fora de casa, perdeu por 3 a 2 com o gol da vitória do time adversário marcado aos 50' do segundo tempo pelo jogador Diogo. Os gols riverinos foram marcados por Jorginho e Kuriri. Na partida de volta, no Estádio Tibério Nunes, em Floriano, o River despachou a equipe do Jaguaré pelo placar de 2 a 0 (4 a 3 para o River no placar agregado), com gols de Maurício Pantera e Kuriri, ambos no segundo tempo.

Na segunda fase o River fez um grande duelo com o Botafogo. Naquela época o time carioca possuía bons jogadores como o goleiro uruguaio Castillo, o lateral direito Alessandro, os volantes Diguinho e Túlio, o meia Lúcio Flávio e os atacantes Jorge Henrique e Wellington Paulista. Cuca era o técnico do time.

Mesmo com grandes jogadores, o time treinado até então por Luís Carlos Winck não se intimidou. O mando de campo era na cidade maranhense de Bacabal e o estádio ficou dividido em riverinos, botafoguenses e, a grande maioria, simples expectadores que foram prestigiar ao clássico.

Aos 16 minutos do primeiro tempo, Alex Mineiro cobra falta a favor do River. Um chute forte faz a bola quicar em frente ao goleiro Castillo matando o goleiro uruguaio. Já aos 26 minutos Jorge Henrique toca para Wellington Paulista que manda um pombo sem asas de fora da área, sem chances para o goleiro Fábio. 1 a 1.

Já no segundo tempo, aos cinco minutos Luciano toca para Kemerson, que chuta forte no canto esquerdo. O segundo gol do Galo fez com que a maioria absoluta dos torcedores passassem a incentivar ao River, que heroicamente resistiu à ofensiva do Botafogo e levou a pequena vantagem para o segundo jogo, no Rio.

No jogo da volta, o Engenhão ficou lotado e a pressão da torcida adversária foi enorme, e o time não conseguiu segurar o resultado. Derrota por 2 a 0, gols do atacante André Lima no primeiro tempo, e do atacante Wellington Paulista no segundo tempo. 3 a 2 no placar agregado para o Botafogo, o que não apaga a boa campanha do maior piauiense nessa edição da Copa do Brasil.

Time do River em River 2 x 1 Botafogo: Fábio; Jorginho, Alex Mineiro, Zezé e Índio; Joãozinho, Diego Marangon, Luciano (Cláudio) e Kemerson (Lúcio), Kuriri e Maurício Pantera (Zezinho). Técnico: Luís Carlos Winck.

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Dalton
Brasil Naylson
Brasil Robson
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Paulo Paraíba Z
Brasil Índio Z
Brasil Bruno Lopes Z
Brasil Rafael Araújo Z
Brasil Gabriel Z
Brasil Tote L
Brasil Hugo Figueiredo L
Brasil Sinderval L
Brasil George Michael L
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Amarildo V
Brasil Rogério V
Brasil Kassio V
Brasil Thiago Dias V
Brasil Peter Coutinho V
Brasil Junior Xuxa M
Brasil Esquerdinha M
Brasil Thiago Marabá M
Brasil Luís Augusto M
Brasil Uilliams Bomfim M
Atacantes
Jogador
Brasil Warley
Brasil Eduardo
Brasil Fábio Paulista
Brasil Fabinho
Brasil Rhuann
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Flávio Araújo T
Brasil Hélio Pinheiro AS

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

(1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1973, 1975, 1977, 1978, 1980, 1981, 1989, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002, 2007, 2014 e 2015).


(2006).


  • Trophy(transp).png Torneio Início: 10
(1949, 1950, 1951, 1953, 1955, 1959, 1962, 1964, 1971 e 1978).


Regionais[editar | editar código-fonte]

(1980).


Outras Conquistas[editar | editar código-fonte]

  • Torneio Centenário de Teresina: 1952.
  • Torneio Democracia: 1957.
  • Torneio Petrônio Portela: 1965.
  • Torneio da Fraternidade: 1966.
  • Taça Afrânio Nunes: 1967.
  • Quadrangular Carlos Carvalho: 1969.
  • Taça João Silva Filho: 1970.
  • Torneio Murilo Rezende: 1973.
  • Taça Cidade de Teresina: 1975, 2014.
  • Torneio Acelino Souza: 1991.
  • Piauí Torneio Gov. Wellington Dias: 2004.

Temporadas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Piauí Campeonato Piauiense 68 Campeão (29 vezes) 1948 2015
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste 1 Grupos (2015) 2015 2015
Brasil Campeonato Brasileiro 8 13ª colocado (1963) 1962 1982 1
Série B 10 9º colocado (1972) 1971 2000
Série C 8 12º colocado (2006) 1996 2007
Série D 2 27º colocado (2014) 2014 2015
Copa do Brasil 9 2ª Fase (2008) 1990 2015

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Brasil Brasil BandeirasNordesteBrasil.gif Nordeste Piauí Piauí
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa do Nordeste Campeonato Piauiense
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Div. Pos.
2006 C 12º 27 18 8 3 7 29 23 1D
2007 C 37º 8 6 2 2 2 9 11 1D
2008 C Não classificado 2F 1D
2009 D Não classificado 1D
2010 D Não classificado 1D
2011 D Não classificado 1D
2012 D Não classificado 1D
2013 D Não classificado 1D
2014 D 27º [e] 9 8 3 4 1 16 9 1D
2015 D A disputar 1F Grupos 1D



Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em dezembro de 2014

  • Posição (Brasil): 152º com 255 pontos[1]
  • Posição (Piauí): 4º

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes do Brasil[2] .

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

  • TEG - Torcida Esporão do Galo - Desde 2001, a maior torcida organizada do Piauí, onde se faz presente acompanhando o Ríver Atlético Clube, tendo como presidente Danilo Felix.
  • Torcida River Chopp - 2015 torcida alcoolizada do River Atlético Clube.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. RNC - RANKING NACIONAL DOS CLUBES 2015 Confederação Brasileira de Futebol - acessado em 11 de dezembro de 2014
  2. Cruzeiro lidera o Ranking Nacional de Clubes 2015 CBF

Ligações externas[editar | editar código-fonte]