Rachel Bluwstein

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Rachel Bluwstein
Nascimento 20 de setembro de 1890
Saratov
Morte 16 de abril de 1931 (40 anos)
Tel Aviv
Ocupação poetisa, escritora, tradutora
Causa da morte tuberculose

Rachel Bluwstein (Saratov, Rússia, 20 de setembro de 1890Tel Aviv, 16 de abril de 1931) foi uma poetisa hebraica da então colônia sionista na Palestina, hoje Israel.

Rachel chegou à Terra de Israel com 19 anos. Ela trabalho como operária em Rehovot, e depois matriculou-se umna escola agrícola perto do Mar da Galileia. Em 1913 partiu a França para estudar agronomia e desenho. Ela voltou à Rússia após do começo da primeira guerra mundial para trabalhar com crianças de refugiados, onde ela se infectou com tuberculose. Em 1919 retornou à Terra de Israel e morava em Degania.

Devido à sua doença, ela não podia mais trabalhar com crianças e mudou-se para Tel Aviv, one ela vivia seus últimos anos. Ela está enterrada em Kibutz Kinneret.

Rachel foi um dos poetas mais importantes na literatura de Israele e até hoje a coleção dos seus poemas é vendido com muito sucesso.

Nos seus poemas trata-se , utilizando uma linguagem simples mas profunda, da dificuldade na vida com doença, de amor ao pais, de amor a pessoas, de saudades e da morte.

Um dos poemas mais conhecidos de Rachel é "estéril", expressando a sua própria tristeza de não poder ter filhos:

בֵּן לוּ הָיָה לִי! יֶלֶד קָטָן,

שְׁחֹר תַּלְתַּלִים וְנָבוֹן.

לֶאֱחֹז בְּיָדוֹ וְלִפְסֹעַ לְאַט

בִּשְׁבִילֵי הַגָּן.

יֶלֶד.

קָטָן.


אוּרִי אֶקְרָא לוֹ, אוּרִי שֶׁלִּי!

רַךְ וְצָלוּל הוּא הַשֵּׁם הַקָּצָר.

רְסִיס נְהָרָה.

לְיַלְדִּי הַשְּׁחַרְחַר

"אוּרִי!" –

אֶקְרָא!


עוֹד אֶתְמַרְמֵר כְּרָחֵל הָאֵם.

עוֹד אֶתְפַּלֵּל כְּחַנָּה בְּשִׁילֹה.

עוֹד אֲחַכֶּה

לוֹ.


Se eu tivesse um filho, uma pequena criança

com cachos pretos e inteligente

para segurar sua mão e andar devagar

nas trilhas do jardim

um pequeno menino


Uri! chamá-lo-ei, meu Uri

macio e claro é o curto nome

um fragmento iluminante

para meu menino moreno

Uri- chamarei


Ainda amargarei-me como Raquel a mãe

Ainda orarei como Ana em Siló

Ainda esperá-lo-ei

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