Raimundo Carrero

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Raimundo Carrero
Nascimento 20 de dezembro de 1947 (69 anos)
Salgueiro, Pernambuco
Residência Recife
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Ocupação Escritor e jornalista
Prémios Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (1995, 2015)

Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional (2009)
Prêmio São Paulo de Literatura (2010)

Movimento literário Armorial
Magnum opus A minha alma é irmã de Deus

Raimundo Carrero (Salgueiro, 20 de dezembro de 1947) é um jornalista e escritor brasileiro.

Como jornalista, trabalhou no Diario de Pernambuco durante 25 anos, tendo exercido vários cargos, como os de crítico literário e editor chefe da redação.

No início da década de 1970, participou ativamente, como romancista e contista, do Movimento Armorial, idealizado pelo escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, cuja principal orientação era e é a realização da uma obra erudita com base nos símbolos e insígnias da cultura popular. Raimundo sempre declarou ter em Ariano um de seus mestres, tendo também colaborado para sua formação os escritores Hermilo Borba Filho e Gilberto Freyre, de quem foi assessor.

Foi assessor de imprensa na Fundação Joaquim Nabuco e funcionário da Universidade Federal de Pernambuco. Integrou o Conselho Municipal (Recife) de Cultura durante oito anos e o Movimento de Cultura Popular.

Até 1998, foi presidente da Fundação de Patrimônio Artístico e Histórico de Pernambuco (Fundarpe).

Em 11 de outubro de 2004, foi eleito para a cadeira 3 da Academia Pernambucana de Letras, tomando posse em 20 de janeiro de 2005.

Seu livro Somos pedras que se consomem foi incluído entre os dez melhores livros de 1995, escolhidos pelo jornal O Globo (RJ), e entre as dez melhores obras de ficção de 1995, selecionadas pelo Jornal do Brasil (RJ).

Desde a década de de 1990 ministra a própria Oficina de Criação Literária, que revelou alguns escritores nacionalmente conhecidos e premiados, como Marcelino Freire.

Principais obras[editar | editar código-fonte]

  • As sombrias ruínas da alma
  • Os segredos da ficção
  • A preparação do escritor
  • A história de Bernarda Soledade - A tigre do sertão (1975)
  • As sementes do sol - O semeador (1981)
  • A dupla face do baralho - Confissões do comissário Félix Gurgel (1984)
  • Sombra severa (1986)
  • Maçã agreste (1989)
  • Sinfonia para vagabundos (1992)
  • Extremos do arco-íris (1992)
  • Somos pedras que se consomem (1995)
  • Minha alma é irmã de Deus (2010)
  • Tangolomango (2013)
  • O senhor agora vai mudar de corpo (2015)

Prêmios literários[editar | editar código-fonte]

1984
1986
1987
1995
2000
Precedido por
Charles Kiefer / Rubens Figueiredo / João Inácio Padilha
Jabuti 01.jpg
Prêmio Jabuti - Contos e Crônicas

2000
Sucedido por
Mário Pontes / Rodolfo Konder / Lygia Fagundes Telles

2010

2015

Projetos relacionados[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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