Ramal de Alfarelos

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Automotora tipo 0450 em Bifurcação de Lares, ao PK 207,2 da Linha do Oeste, junto ao entroncamento com o Ramal de Alfarelos.
Ramal de Alfarelos
Automotora 0362 circulando perto de Reveles
Automotora 0362 circulando perto de Reveles
Ramal de Alfarelos.png
Comprimento: 16,5 km
Bitola: Bitola larga
Unknown route-map component "CONTgq" Unknown route-map component "STR+r"
000000 L.ª Norte
Unknown route-map component "CONTgq" Unknown route-map component "STR+r"
000000 L.ª Norte Campanhã
Station on track
221,380 Alfarelos
Unknown route-map component "SPLa+vBHF"
221,380 Alfarelos
Unknown route-map component "ABZgl" Unknown route-map component "CONTfq"
000000 L.ª Norte
Unknown route-map component "vSTRgl" Unknown route-map component "CONTfq"
000000 L.ª Norte Santa Apolónia
Stop on track
219,569 Montemor
Unknown route-map component "ABZgl" Unknown route-map component "KBSTeq"
220,995 Ramal Terminal TMI
Water
Unknown route-map component "RP2q" + Level crossing
Mondego
Unknown route-map component "RP2+r" Straight track
Unknown route-map component "RP2ensRP2"
Unknown route-map component "RP2q" + Level crossing
× EN347
Unknown route-map component "RP2" Stop on track
219,569 Montemor
Unknown route-map component "SKRZ-G2u"
× EM341
Unknown route-map component "lCSTR" + Unknown route-map component "SKRZ-G2u"
Unknown route-map component "CSTR"
Bridge over water
P.te V. R. 2 × Vala Real 16,0 m
Unknown route-map component "DSTR"
SRE
Bridge over water + Unknown route-map component "GRZq"
× Arunca 120,8 m
Unknown route-map component "DSTR"
MMV
Bridge over water
P.te V. R. 1 × Vala Real 16,4 m
Unknown route-map component "DSTRef"
Unknown route-map component "RP2q" + Level crossing
× R. Estr. Nacional
Stop on track
216,259 Marujal
Station on track
213,835 Verride
Stop on track
208,982 Reveles
Stop on track + Unknown route-map component "lDSTR-R"
208,982 Reveles
Unknown route-map component "CSTR-L"
Unknown route-map component "CSTR-L" + Unknown route-map component "lDSTR-R"
Unknown route-map component "DSTR"
Small bridge over water
P.te V. C.po 2 × Vala do Campo 11,0 m
Unknown route-map component "DSTR"
Small bridge over water
P.te V. C.po 1 × Vala do Campo 11,0 m
Unknown route-map component "DSTR"
Junction both to and from left Unknown route-map component "CONTfq"
000000 L.ª Oeste
Unknown route-map component "SHI1r" + Unknown route-map component "kSTR2"
207,331 C.ª Verride
Unknown route-map component "vSTR-" + Unknown route-map component "STRc2" + Unknown route-map component "kSTRc1"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "kSTRl+4" + Unknown route-map component "STR3+l"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "lCONTfq"
000000 L.ª Oeste Cacém
Station on track
207,247 Bifurcação de Lares
Unknown route-map component "lvBHF" + Unknown route-map component "vSTR-STR+1"
Unknown route-map component "STRc4"
Unknown route-map component "SPLe"
207,342
Unknown route-map component "CONTgq" One way rightward
000000 L.ª Oeste
Unknown route-map component "CONTgq" One way rightward
000000 L.ª Oeste Figueira da Foz
Aspecto da estação de Alfarelos, ao PK 0,0 do Ramal de Alfarelos; as vias em primeiro plano fazem parte da Linha do Norte.
A estação de Alfarelos localiza-se junto na margem esquerda do Mondego, no extremo norte da povoação de Granja do Ulmeiro.

O Ramal de Alfarelos é um caminho de ferro de via larga em Portugal, com cerca de 16,5 quilómetros de extensão, que une as Estações de Alfarelos, na Linha do Norte, e Bifurcação de Lares, na Linha do Oeste.[1] Estabelece uma importante ligação entre estas duas linhas, completando a ligação ferroviária entre Coimbra e a Figueira da Foz, e permitindo o acesso direto à Linha do Oeste de tráfego proveniente do Norte. Foi construído pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, tendo sido aberto à exploração em 8 de Junho de 1889.[2]

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Descrição física[editar | editar código-fonte]

Este caminho de ferro estende-se entre as Estações de Bifurcação de Lares, na Linha do Oeste, e Alfarelos, na Linha do Norte, apresentando um comprimento de cerca de 16,5 quilómetros.[1] O tipo de via utilizado é de bitola larga.[1]

Entre Lares e Reveles, a linha atravessa duas pontes da vala do Campo, com uma distância de cerca de 100 metros entre elas; no troço entre Reveles e Verride, existem dois pontões.[3] A linha passa, entre Marujal e Montemor, por outras três pontes, da Vala Real 1, do Rio Soure, e da Vala Real 2.[4] No troço de Montemor a Alfarelos, a linha apenas possui um pontão, de Montemor-o-Velho.[4]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Em 2007, o ramal era percorrido por serviços entre as Estações de Coimbra-B e Figueira da Foz, com paragens em Alfarelos, Montemor, Marujal, Verride, Reveles, e Bifurcação de Lares.[5]

Material circulante[editar | editar código-fonte]

Entre o material circulante que realizou serviços neste ramal, contam-se as automotoras da Série 0750[6], as locomotivas da Série 1200, e as locomotivas a vapor da Série 070 a 097.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

O troço entre Soure e Taveiro, no qual se insere a estação de Alfarelos, entrou ao serviço em 7 de Julho de 1864.[8]

Quando se iniciou o planeamento da Linha da Beira Alta, observou-se o preceito de tornar Coimbra num grande centro ferroviário, onde convergiriam as linhas da Figueira da Foz e da Beira Alta.[9] Considerava-se que esta organização, ao facilitar os transportes entre a região, a sua capital e o Porto de Figueira da Foz, fomentaria o desenvolvimento económico da região e da cidade de Coimbra em si, e traria grandes vantagens do ponto de vista da defesa militar.[9] Caso a Linha da Beira Alta se iniciasse em Coimbra, previa-se a construção de apenas uma linha de entre aquela cidade e a Figueira da Foz, que seguiria ao longo da margem direita do Rio Mondego, por Tentúgal e Montemor-o-Velho, numa zona de elevada produção agrícola.[9] No entanto, o ponto inicial da Linha da Beira Alta foi modificado para a Pampilhosa, obrigando igualmente à redefinição do ramal que devia continuar esta linha à Figueira da Foz.[9]

Planeamento e construção[editar | editar código-fonte]

Em 1880, foi apresentado no Parlamento um contrato com a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, para a construção de um caminho de ferro entre Lisboa e Pombal, passando por Torres Vedras, Caldas da Rainha, e Marinha Grande; no entanto, este plano foi abandonado devido à queda do governo, pelo que, em 1882, a Companhia Real apresentou uma nova proposta, ligando Alcântara à Figueira da Foz, com um ramal para a Estação de Alfarelos, na Linha do Norte.[2] Em 23 de Novembro de 1883, foi assinado o contrato com a Companhia Real para a concessão da linha entre Torres Novas a Figueira da Foz, com o ramal para Alfarelos[10], enquanto que a parte de Lisboa a Torres foi inicialmente entregue à casa Burnay.[2] Em 1885, a casa Burnay trespassou a sua concessão para a Companhia Real.[2]

Em 21 de Agosto de 1885, foi entregue à firma Dauderni & Bartissol a empreitada da construção da Linha de Torres Vedras à Figueira e Alfarelos.[11]

O troço entre Leiria e Figueira da Foz foi inaugurado em 17 de Julho de 1888.[2]

Inauguração[editar | editar código-fonte]

O troço entre Amieira e Alfarelos entrou ao serviço em 8 de Junho de 1889[12], estabelecendo a ligação entre as Linhas do Oeste e do Norte.[13] Este ramal também permitiu a ligação directa entre a cidade de Coimbra e o Porto da Figueira da Foz.[9]

Em 25 de Maio de 1891, entrou ao serviço a Concordância de Alfarelos ou de Lares, com cerca de 627 metros de comprimento, que permitia uma ligação directa do Ramal de Alfarelos para a Figueira da Foz, deixando de serem necessárias as manobras dos comboios na Estação de Lares.[2][1] Com a abertura deste troço, o ponto de origem do Ramal deixou de ser na Amieira, e passou a ser em Lares.[3]

Em 1895, a Companhia Real criou vários serviços trenvias entre Coimbra e a Figueira da Foz, que tiveram um grande sucesso, devido à sua grande frequência e preço reduzido.[14]

Horários em 1917, incluindo os comboios da Figueira a Alfarelos e Coimbra.

Século XX[editar | editar código-fonte]

A partir de 1930, iniciou-se a renovação a nível nacional das pontes ferroviárias, incluindo no Ramal de Alfarelos.[15]

Em 1961, existiam 14 comboios de passageiros entre Caldas da Rainha e Alfarelos, 7 em cada sentido.[16]

Modernização[editar | editar código-fonte]

No âmbito do II Plano de Fomento, foi prevista a electrificação da Linha do Norte e de várias linhas e ramais anexos, como o troço de Alfarelos à Figueira da Foz.[17] Em 1968, o Ministério das Comunicações assinou um contrato com o Groupement d'Étude et d'Électrification de Chemin de Fer en Monophasé 50 Hz para electrificar, entre outros troços, o Ramal de Alfarelos.[18] Em Agosto desse ano, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses estava a preparar um contrato com um consórcio formado pelas empresas nacionais SOMAFEL e Somapre, e pelas casas francesas A. Borie e A. Dehé, para a remodelação de várias vias férreas, incluindo a renovação parcial do troço entre Alfarelos e Figueira da Foz.[19]

A electrificação de Alfarelos à Figueira da Foz foi concluída nos finais da Década de 1970, possibilitando a introdução de melhor material circulante.[1]

Em 1995, entraram ao serviço automotoras triplas eléctricas entre Coimbra e a Figueira da Foz.[20]

Suburbanos - Coimbra
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros,
na região de Coimbra)

Serviços: BSicon fBHFq.svg em funcionamento
BSicon BHFq black.svg extinto em 2009 • BSicon BHFq.svg extinto em 2004


 
Unknown route-map component "STR+l" Unknown route-map component "STR+r"
 
(ʟ) Lobazes 
Station on track Station on track
 Moinhos (ʟ)
(ʟ) Miranda do Corvo 
Station on track Station on track
 Trémoa (ʟ)
(ʟ) Padrão 
Station on track Station on track
 Vale de Açor (ʟ)
(ʟ) Meiral 
Station on track Station on track
 Ceira (ʟ)
(ʟ) Lousã-A 
Station on track Station on track
 Conraria (ʟ)
(ʟ) Lousã 
Station on track Station on track
 Carvalhosas (ʟ)
(ʟ) Prilhão-Casais 
Station on track Station on track
 S. José (Calhabé) (ʟ)
(ʟ) Serpins 
End station
End station + Unknown route-map component "HUBa"
 Coimbra-Parque (ʟ)
(ʟ) Coimbra 
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "HUBaq"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "dKBHF-La_black"
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fdKBHF-Ra"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "HUBr"
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c"
 
 
Unknown route-map component "d"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "dSTR_black"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fABZg+l"
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fSTR+r"
Unknown route-map component "d"
 
(ʟ)(n) Coimbra-B 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dBHF-L_black" Unknown route-map component "fdKBHF-Re" Unknown route-map component "fdSTRc2" Unknown route-map component "fdSTR3"
 
(n) Souselas 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fdSTR+1"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fSTRc4"
Unknown route-map component "c"
 
(f)(n) Pampilhosa 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Bencanta (n)
(f) Mala 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Espadaneira (n)
(f) Silvã-Feiteira 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Casais (n)
(f) Enxofães 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Taveiro (n)
(f) Murtede 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 V. Pouca Campo (n)
(f) Cordinhã 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Amial (n)
(f) Cantanhede 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Pereira (n)
(f) Limede-Cadima 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Formoselha
(f) Casal 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Alfarelos (a)(n)
(f) Arazede 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Montemor (a)
(f) Bebedouro 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Marujal (a)
(f) Liceia 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Verride (a)
(f) Santana-Ferreira 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Reveles (a)
(f) Costeira 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Bif. de Lares (a)(o)
(f) Alhadas 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Lares (o)
(f) Carvalhal 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Fontela (o)
(f) Maiorca 
Unknown route-map component "BHF_black" Unknown route-map component "fBHF"
 Fontela-A (o)
 
Unknown route-map component "KBHF-Le_black" Unknown route-map component "fKBHF-Re"
 Figueira da Foz (f)(o)

Linhas: a R. Alfarelosf R. Figueira da Foz
ʟ R. Lousãn L. Norteo L. Oeste
Fonte: Diagrama oficial (2001)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e SILVA e RIBEIRO, 2007:111
  2. a b c d e f TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  3. a b SILVA e RIBEIRO, 2007:112
  4. a b SILVA e Ribeiro, 2007:113
  5. SILVA e RIBEIRO, 2007:111-112
  6. REIS et al, 2006:166
  7. SILVA e RIBEIRO, 2007:114-115
  8. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  9. a b c d e URBANO, Abel (1 de Abril de 1933). «A Defesa do País e a Rêde Ferroviária da Bacia do Mondego» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1087). p. 199-201. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  10. MARTINS et al, 1996:248
  11. RODRIGUES et al, 1993:297
  12. NONO, Carlos (1 de Junho de 1950). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1499). p. 149-150. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  13. REIS et al, 2006:12
  14. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1147). 1 de Outubro de 1935. p. 405. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  15. MARTINS et al, 1996:121
  16. SILVA et al, 1961:198
  17. SARAIVA e GUERRA, 1998:167
  18. «Otros países, otras notícias». Via Libre (em espanhol). 5 (59). Madrid: Red Nacional de Ferrocarriles Españoles. 1 de Novembro de 1968. p. 28 
  19. «Vão melhorar os serviços da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 81 (1928). 16 de Agosto de 1968. p. 96. Consultado em 23 de Fevereiro de 2016 
  20. REIS et al, 2006:150

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • RODRIGUES, Luís; TAVARES, Mário; SERRA, João (1993). Terra de Águas. Caldas da Rainha História e Cultura 1.ª ed. Caldas da Rainha: Câmara Municipal de Caldas da Rainha. 527 páginas 
  • SARAIVA, José; GUERRA, Maria (1998). Diário da História de Portugal. Volume 3 de 3. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 9789727092741 
  • SILVA, Carlos; ALARCÃO, Alberto; CARDOSO, António (1961). A Região a Oeste da Serra dos Candeeiros. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 767 páginas 
  • SILVA, José; RIBEIRO, Manuel (2007). Os Comboios em Portugal. Volume 3 de 5 1.ª ed. Lisboa: Terramar - Editores, Distribuidores e Livreiros, Lda. 203 páginas. ISBN 978-972-710-408-6 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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