Raquel Muniz

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Deputada Raquel Muniz durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma, no plenário da Câmara

Tânia Raquel de Queiroz Muniz, (Montes Claros, 24 de julho de 1963), é médica geriatra e do trânsito, pedagoga, professora universitária, empresária e política brasileira, do estado de Minas Gerais. Ex-deputada federal e ex-presidente da comissão de cultura da câmara federal. Atualmente exerce a função de médica e diretora geral da Faculdades Unidas do Norte de Minas (FUNORTE), instituição de ensino superior privado, fundado pela Dra.Raquel Muniz e pelo seu marido Dr.Ruy Muniz.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Plenário do Senado Federal durante sessão solene do Congresso Nacional destinada ao lançamento da Campanha Institucional "Mulher na Política", do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como incentivo à participação da mulher no Parlamento.
8º Fórum Mundial da Água - Conferência parlamentar com o tema: "O papel dos Parlamentos e o direito à água".Em discurso, deputada Raquel Muniz (PSD-MG).Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Foi eleita deputada federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo PSC. Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff, ganhando notoriedade por elogiar a administração de seu marido, então prefeito do município de Montes Claros, sendo que ele foi preso no dia seguinte por crimes como corrupção, falsidade ideológica, estelionato e prevaricação.[1] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[1] Em abril de 2017 votou a favor da Reforma Trabalhista.[1] [2] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[1][3] Em 2018 tentou reeleger-se Deputada Federal pelo PSD, mas não conseguiu votos suficientes em coligação com o PSDB, que acumulou derrotas por todo o Brasil. A deputada responde a inquérito por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica[4].

Referências

  1. a b c d G1 (18 de abril de 2016). «Deputada elogia marido e ele é preso por corrupção no dia seguinte» 
  2. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  3. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  4. «Deputada que teve marido preso após voto do impeachment é investigada no Supremo». O Globo. 17 de junho de 2016 
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