Jovem Pan

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Jovem Pan
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Rádio Panamericana S/A
País  Brasil
Frequência(s)
Canais
Sede
Slogan
  • Sempre ao seu lado.
  • A melhor rede de rádios do Brasil. (secundário)
Fundação 3 de maio de 1944 (1944-05-03)
Fundador
Pertence a Grupo Jovem Pan
Proprietário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho
Antigo proprietário
Outras emissoras
Audiência RMSP: 4° lugar[1]
Formato Rede de rádio comercial
Género
Idioma Português
Prefixo
Rádio AM
  • ZYH 709 (Brasília)
  • ZYK 521 (São Paulo)
  • ZYK 644 (S. J. do Rio Preto)
Rádio FM
  • ZYD 825 (São Paulo)
Prefixo(s) anterior(es) PRH 7
Nome(s) anterior(es) Rádio Panamericana (1944-1965)
Cobertura 37% dos municípios do Brasil (aprox.).[nota 1]
Potência
Rádio AM
  • 10 kW (S. J. do Rio Preto)
  • 50 kW (São Paulo)
  • 50 kW (Brasília)
Rádio FM
  • 60 kW (São Paulo)
Webcast Ouvir o sinal online
Aplicativo móvel
Sítio oficial jovempan.com.br

A Jovem Pan é uma rede de emissoras de rádio brasileira voltada ao jornalismo e transmissão esportiva pertencente ao Grupo Jovem Pan. Fica sediada na Avenida Paulista, número 807, 24º andar, na cidade de São Paulo, SP. A rede foi criada a partir da inauguração da Rádio Panamericana em 1944, que posteriormente foi adquirida por Paulo Machado de Carvalho, sendo integrada ao seu conjunto de rádios conhecidas como Emissoras Unidas. A partir da década de 1960 começou a ser conhecida pelo atual nome fantasia, "Jovem Pan", e na década seguinte passou a ser administrada pelo filho de Paulo, o Tuta, que deu uma programação jornalística e esportiva para a emissora.[3]

A rede Jovem Pan possui cerca de 77 emissoras próprias e afiliadas, que também estão divididas em outras redes de rádio.[2] [4] A Jovem Pan FM possui uma programação musical voltada ao público jovem e a Jovem Pan News transmite principalmente notícias durante toda a programação, além de transmitir esportes em sua grade.[2]

História[editar | editar código-fonte]

1942-1964: Os primeiros passos, a venda para Paulo Machado de Carvalho e mudança para "a emissora dos esportes"[editar | editar código-fonte]

A Jovem Pan, que inicialmente era conhecida pelo nome de "Rádio Panamericana", foi constituída como empresa no dia 6 de outubro de 1942.[5] Porém, a emissora só foi ao ar quando foi inaugurada por seus então diretores, Julio Cosi e Oduvaldo Vianna, em 3 de maio de 1944.[6] [7] [8] [9] A sua primeira sede era localizada no primeiro andar do número 279 da Rua São Bento, região central de São Paulo.[6] [8] [9] O ministério da Viação aprovou o local para a operação da rádio no ano anterior ao de sua inauguração, em 1943.[10]

A festa de inauguração da emissora contou com a presença de seus diretores, radialistas, intelectuais e da imprensa, que cobriu o evento de estreia da rádio.[8] Os artistas da rádio fizeram uma apresentação que contou com efeitos de luzes, seguida da transmissão do programa de inauguração, que começou a ser transmitido às 21 horas.[8]

O primeiro indicativo de chamada da emissora foi o PRH 7, além de possuir também como seu prefixo as primeiras notas da Quinta Sinfonia de Beethoven, que representava a letra V, que simboliza vitória no código Morse.[6] [8] [9]

Ainda em 1944, no mês de novembro, o empresário paulista Paulo Machado de Carvalho adquiriu a emissora, fazendo que com que ela passasse a integrar o seu grupo de emissoras de rádio, conhecidas como Emissoras Unidas.[6] [9] [11]

Antes de ser vendida para Paulo Machado de Carvalho, a Rádio Panamericana tinha sido criada originalmente para transmitir novelas, mas a partir de 1945, já sob o seu controle, a rádio foi transformada em "a emissora dos esportes", com o projeto executado pelo então empossado diretor-geral Paulo Machado de Carvalho Filho, o Paulinho.[9]

Antônio Augusto Amaral de Carvalho, conhecido pelo apelido de Tuta, filho caçula de Paulo Machado de Carvalho, inicia a sua carreira em 1949, quando se tornou um estagiário da Rádio Panamericana.[6] [9] Já em 1951, Tuta se tornou o diretor-geral da rádio, ocupando a função que antes era de seu irmão, Paulinho. Tuta ficou no cargo até 1953, quando foi convidado por seu pai para ser diretor da então futura TV Record, canal 7 de São Paulo.[6] [9] [12] [13] [14] O radialista Casimiro Pinto Neto, que era diretor do departamento comercial da emissora, assumiu a função no lugar de Tuta.[15] :48

Ainda em 1951, a emissora fez a sua primeira mudança de endereço. A rádio sai da Rua São Bento e se instala em um prédio na Rua Riachuelo, número 275, 13° andar, que fica no mesmo bairro.[6] [15] :30 A emissora mudaria de endereço novamente três anos mais tarde, em 1954, para um prédio no número 713 da Avenida Miruna, no mesmo bairro onde se concentrava as sedes das empresas que compunham Emissoras Unidas.[6]

1964-1990: Grandes mudanças: de nome, de programação e de direção[editar | editar código-fonte]

Anúncio publicado na edição de 27 de junho de 1976 do jornal O Estado de S. Paulo, falando da estreia da Jovem Pan FM (então Jovem Pan 2) e proclamando Paulo Machado de Carvalho como patrono da emissora.

A direção emissora volta a ser administrada por Tuta a partir de 1964.[6] [12] [13] [14] Mesmo reassumindo a direção da Panamericana, Tuta continuou atuando na TV Record até 1973.[16] A rádio começou a sofrer uma grande transformação a partir de então. Já no ano seguinte, em 1965, surge o atual nome fantasia da rádio, "Jovem Pan".[13] [14] O nome foi dado por Paulo Machado de Carvalho, e foi escolhido pelo termo "jovem" ser uma tendência para diversos nomes usados durante a década de 1960, como em jovem guarda por exemplo.[13] Junto com a mudança de nome, os artistas dos festivais musicais organizados pela TV Record a partir de então passaram a influenciar a programação da emissora, que foi reestruturada devido a problemas financeiros.[13] [9] [16]

Já na década de 1970, a emissora passou a investir fortemente em jornalismo. Foi nesse época que surgiu o jornal Equipe Sete e Trinta, que depois foi renomeado como Jornal de Integração Nacional e em seguida mudou o nome para Jornal da Manhã, como é conhecido desde então, sendo ele uma referência no jornalismo de rádio em todo o país até hoje.[14] [9] Feito isso, em 1973, Tuta adquiriu a totalidade das ações da emissora dos irmãos Paulo Machado de Carvalho Filho e Alfredo de Carvalho, o que o fez assumir o controle de rádio de vez.[6] [9] [13] [14]

A emissora, em 1976, preparava-se para uma nova mudança de endereço, dessa vez para o número 807, no edifício Sir Winston Churchill, localizado na já movimentada Avenida Paulista.[6] [14] [9] Com a mudança, foi inaugurada a nova antena transmissora da rádio, no topo do edifício, e no dia 1 de julho de 1976, a Jovem Pan FM, na frequência de 100.9 MHz.[17] O projeto que foi executado pelo filho de Tuta, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha.[6] [9] [13] Assim, Tuta tomava conta da programação da rádio AM, enquanto seu filho formatava o que seria a rádio FM.[13]

1990-2000: Criação da TV Jovem Pan, início da rede SAT e entrada na internet[editar | editar código-fonte]

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A Jovem Pan iniciou a década de 1990 com a inauguração da TV Jovem Pan no canal 16 UHF de São Paulo.[13] [18] A emissora recebeu a concessão do canal das mãos do então presidente em exercício, José Sarney, em 1987.[19] Tuta fundou a emissora em sociedade com o empresário João Carlos Di Genio, dono do Grupo Objetivo, e teve a sua sede, estúdios e transmissores instalados no bairro da Barra Funda.[13] [18] Após brigas com Di Genio, que desconfiava que a compra dos equipamentos da emissora foram superfaturados, Tuta saiu da sociedade e posteriormente as instalações da TV Jovem Pan foram vendidas para a Rede Record de Edir Macedo.[16] [13] [18] [20]

Outros sócios da TV Jovem Pan incluíam também o então diretor vice-presidente da rádio, Fernando Luiz Vieira de Mello, e posteriormente, Hamilton Lucas de Oliveira, presidente da Indústria Brasileira de Formulários (IBF).[13] [18] [19] Hamilton Lucas de Oliveira entrou na sociedade após Fernando Luiz Vieira de Mello desistir do negócio.[19] Ele já havia comprado diversas empresas de comunicação, e tendo a compra da Rede Manchete do Grupo Bloch a mais notável delas.[13] [19] Após o envolvimento da IBF no esquema de PC Farias, que foi só mais um dos casos que compunham o escândalo de corrupção do governo de Fernando Collor de Mello, Hamilton Lucas vendeu suas ações para João Carlos Di Genio, que se tornou o único sócio.[19] [21] Di Genio, após ser proibido de usar o nome "Jovem Pan" na emissora, mudou o nome para Canal Brasileiro da Informação (CBI), e fechou contrato para vender horários da programação para o Shop Tour.[19] Após o fim do contrato com a empresa, a CBI se tornou a atual Mega TV.[nota 2] [19] [18]

Já em 1993, a emissora deu início ao projeto de rede, chamado de "Jovem Pan SAT", que começou a ser implantado em 1994.[6] [13] [9] A Jovem Pan SAT foi uma das primeiras redes de rádio com sinal de áudio totalmente digital, transmitindo via satélite para várias regiões do país.[13] [9] A Jovem Pan FM de Piracicaba, cidade do interior de São Paulo, foi uma das primeiras emissoras da rede.[22]

2000-2013: Compra das rádios de Brasília e São José do Rio Preto, Pânico na TV e briga com Milton Neves[editar | editar código-fonte]

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O Sistema Globo de Rádio, que é uma subsidiária do Grupo Globo (à época era conhecida como Organizações Globo), tinha uma emissora própria de rádio em Brasília, que transmitia a programação da rede de notícias CBN em AM 750 kHz.[13] [23] A empresa vendeu a emissora para a Jovem Pan em fevereiro de 2000 por R$ 3,5 milhões.[23] Após a venda, a emissora ficou conhecida como rádio Jovem Pan Brasil.[23] A emissora, no ano seguinte, também comprou a rádio AM 900 kHz de São José do Rio Preto, cidade do interior do estado de São Paulo.[24]

No ano de 2003, surgiu na imprensa informações de que o presidente da Jovem Pan FM, Tutinha, estava negociando com as redes de televisão uma versão televisiva do programa Pânico, exibido pela rádio desde 1993.[25] [26] A maioria delas acabou recusando a proposta apresentada por Tutinha.[25] Sendo assim, a rádio acabou fechando uma parceira com a novata RedeTV!, lançando o Pânico na TV.[27] A versão radiofônica já era exibida com vídeo pela internet.[28] O humorístico estreou em 28 de setembro de 2003, e fez com que a RedeTV! marcasse números expressivos de audiência, segundos dados do Ibope, chegando a vencer uma das maiores audiências da época, o Domingo Legal (SBT), que tinha, até então, uma briga fervorosa com o Domingão do Faustão (Globo), fazendo com que o Pânico se tornasse a maior audiência entre os programas exibidos pela RedeTV!.[29] [30] [31] [32] [33] [34]

O humorístico foi exibido inédito pela RedeTV! até o final de 2011, quando o programa saiu de férias e se iniciaram as reprises de verão. A RedeTV!, no momento, passava por uma crise financeira, na qual demonstrava dificuldade de saldar as suas dívidas e pagar os seus funcionários em dia.[35] [36] Essa crise causou um insatisfação por parte da equipe do Pânico com a RedeTV!, fazendo com que eles saíssem dela para ingressar na Rede Bandeirantes.[37] [38] [39] [40] [41] Na nova casa, estrearam no dia 1 de abril de 2012 o Pânico na Band, sucessor do Pânico na TV.[37] [42] Por causa da saída da equipe do Pânico de seu elenco, a RedeTV! os colocou em uma lista negra, na qual proíbe a menção, durante a sua programação, de diversos artistas nos quais a rede teve algum atrito.[43] [44]

2013-presente: Reestruturação da rede, novas contratações e mudanças na programação[editar | editar código-fonte]

Com o anúncio de que a então presidente da república, Dilma Rousseff, iria sancionar um decreto em que as emissoras que operam em onda média (AM) iram migrar para a faixa do rádio FM, a Jovem Pan apresentou um novo projeto de rádio de notícias, a Jovem Pan News, que irá substituir a atual programação da emissora que é transmitida em emissoras que fazem parte da rede AM.[45] [46] [47] A emissora foi inaugurada em 7 de outubro de 2013, e inicialmente era transmitida apenas para a internet.[46] Só a partir de 2 de dezembro, as emissoras próprias da Jovem Pan nas cidades de São José do Rio Preto e Brasília passaram a fazer parte da nova rede, quando o decreto da migração das rádios já havia sido sancionado.[48] [49] [50]

Além da inauguração da nova rede, o programa Jovem Pan Morning Show, que até então era apresentado apenas na rádio Jovem Pan FM de São Paulo, passou a ser transmitido também na rede AM da emissora.[45] [51] [52] Enquanto na FM o programa transmite músicas, no sinal AM é apresentada um bloco com notícias apresentadas pelos repórteres da emissora.[51] [52]

Já em 2014, a emissoras deu início a expansão da Jovem Pan News, contando com novas emissoras afiliadas, sendo uma das primeira a rádio Jovem Pan News de Vitória, capital do Espírito Santo.[53] A emissora também estreou o programa Os Pingos nos Is, ancorado pelo comentarista político Reinaldo Azevedo, que faz um resumo dos principais fatos da política nacional.[54] [55] O novo programa fez com que a Jovem Pan alcançasse a liderança no rádio da Região Metropolitana de São Paulo durante a sua exibição, segundo pesquisas feitas pelo instituto Ibope.[2] [56] [57]

Em parceira com o portal de internet UOL e o SBT, a Jovem Pan realizou os debates de primeiro e segundo turno das eleições gerais de 2014, além de promover sabatinas com os candidatos.[58] [59] [60] [61] [62] [63] A emissora conseguiu uma liminar que suspendia a veiculação obrigatória de A Voz do Brasil para todas as emissoras de que fazem parte da sua rede de rádio, podendo assim transmitir o debate que foi realizado no mesmo horário que o programa estatal vai ao ar.[64] [65]

A emissora também foi a primeira a iniciar os testes para a migração do rádio AM para o FM.[66] [67] [68] Em algumas regiões metropolitanas, como no caso de São Paulo, as emissoras que operam em AM devem migrar para uma nova faixa comercial de FM, que ficará entre as frequências de 76-88 MHz, já que não há espaço nas tradicionais frequências de 88-108 MHz.[67] A migração definitiva deve ocorrer após o desligamento do sinal aberto de televisão analógico, já que ele ocupa essas frequências nos canais 4, 5 e 6.[67] A rádio de testes está sendo transmitida em 84.7 MHz e exibe a mesma programação, em caráter experimental, da AM 620 kHz.[67] [66] [68]

A partir do final do ano de 2014, a emissora começa a sua fase de novas contratações. A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do telejornal SBT Brasil, foi contratada pela emissora para fazer parte do Jornal da Manhã da emissora, ao lado de Joseval Peixoto, que também é âncora do SBT Brasil, e o historiador Marco Antonio Villa, que já faziam parte do jornal.[69] [70] A emissora permitiu com que Sheherazade pudesse fazer o seus comentários como fazia no telejornal, até ser proibida após o governo federal ameaçar de cortar verbas publicitárias para o SBT.[70] [71] [72]

Danilo Gentili, apresentador do The Noite com Danilo Gentili, também foi contratado pela emissora para um quadro de humor no mesmo jornal chamado de Acorda, Danilo.[73] [74] [75] [76] No quadro, Rachel Sheherazade ligava durante o jornal para Gentili, que fazia comentários sarcásticos e piadas com as notícias do dia.[74] [75] O quadro só teve sete episódios e nunca mais foi ao ar.[77] Em resposta a um seguidor em sua conta na rede social Twitter, Gentili alegou que não aguentava acordar cedo para fazer o quadro e por isso desistiu de fazê-lo.[78]

Além de de Sheherazade e de Gentili, que são oriundos do SBT, o jornalista Mauro Beting também foi contratado para fazer parte da equipe esportiva da emissora.[79] [80] [81]

No mês de outubro de 2015, a jornalista Rachel Sheherazade acabou saindo da rádio por um motivo parecido com o de Danilo Gentili, já que tinha que conciliar a sua jornada na Jovem Pan com o trabalho no SBT, ficando sobrecarregada e sem tempo livre para passar com a sua família.[82] [83] [84] O contrato da jornalista com a rádio foi rescindido amigavelmente e o Jornal da Manhã de 19 de outubro de 2015 foi ao ar já sem a sua presença.[82] [83] [84] As jornalistas Maria Cristina Poli e Silvia Poppovic foram cogitadas como uma das possíveis substitutas de Sheherazade.[82] Porém, Poppovic foi escolhida pela rádio e acabou sendo contratada, estreando no posto no dia 3 de novembro.[85] [86] [87] [88] [89] Depois de seis meses na emissora, em 5 de abril de 2016, Poppovic foi demitida da emissora após apresentar a edição do dia do Jornal da Manhã.[90] [91] Segundo a coluna de Flávio Ricco, publicada no UOL, a apresentadora foi demitida após não ter muitas vezes seguido a opinião da emissora, que é contrária ao governo Dilma Rousseff.[90] Poppovic, em entrevista para o site da Veja São Paulo, disse não saber o motivo de sua demissão.[92] A Jovem Pan inicialmente não se pronunciou sobre o assunto, mas limitou-se a dizer que a sua política não permite detalhar esse tipo de caso.[92] [91] O repórter Thiago Uberreich assumiu a vaga de Poppovic no Jornal da Manhã.[90]

Pioneirismo e tradição[editar | editar código-fonte]

Detalhe da canopla dos microfones usados pela emissora. A canopla da primeira foto, de cima para a baixo, foi o modelo usado até 2013, quando foi substituído por uma outra com o atual logotipo da emissora, da foto abaixo.

A Jovem Pan é uma das mais antigas emissoras de rádio noticiosas da cidade de São Paulo, estando entre as mais ouvidas no rádio AM. O formato de jornalismo e prestação de serviços começou na década de 1970 e perdura até hoje.[9] Nessa época, junto com a então Rádio Eldorado, a Jovem Pan era uma das únicas rádios de notícias de São Paulo.[9]

A emissora é conhecida por seus tradicionais jingles, músicas e vinhetas. Às 7 horas da manhã, diariamente, são tocados trechos da Sinfonia Paulistana, do compositor Billy Blanco, consideradas por muitos como um hino dos paulistanos.[9] [93] A Jovem Pan chegou a tentar mudar o horário da execução desta música logo no início dos anos 2000, mas devido as reclamações dos ouvintes, a sinfonia voltou ao seu horário original.[9]

A tradicional vinheta do Jornal da Manhã da emissora, o "vambora, vambora, olha a hora, vambora, vambora", que é um trecho de uma das partes da Sinfonia Paulistana, já foi citada pelos apresentadores do telejornal Bom Dia São Paulo da TV Globo.[94] [95] Sendo assim uma referência em jornalismo, o SBT já fez uma oferta para criar uma versão televisiva do Jornal da Manhã, mas ela acabou sendo recusada pelo Tuta, dono da emissora.[16]

Grande parte dos repórteres da emissora trabalha há décadas por lá. Narciso Vernizzi, por exemplo, foi por 57 anos repórter esportivo e meteorológico na rádio, e ficou conhecido como "homem do tempo", além de ter criado o Instituto Jovem Pan de Meteorologia.[96] [97] Porém, recentemente, alguns dos profissionais mais antigos da emissora foram demitidos. Os comentaristas esportivos Claudio Carsughi e Vander Luiz, o âncora Anchieta Filho e o locutor Roberto Muller, acabaram sendo demitidos da emissora.[98] [99] [100] [101] [102] Recentemente, José Nêumanne Pinto também deixou a emissora.[103]

Emissoras[editar | editar código-fonte]

A rede Jovem Pan possui afiliadas em todas as regiões do Brasil, em sua maioria transmitidas em onda média, sendo uma das maiores redes de rádio do Brasil em quantidade de emissoras afiliadas. Além das afiliadas, a rádio possui três emissoras próprias nas cidades de São Paulo, São José do Rio Preto e Brasília.[2] [4]

Programas[editar | editar código-fonte]

Os programas que são transmitidos pela rádio Jovem Pan são formados principalmente por programas jornalísticos, que a emissora tem como marca registrada desde a década de 1970, onde passou a investir no formato do jornalismo popular.[carece de fontes?] O Jornal da Manhã é um dos carros-chefes da programação da emissora, sendo considerado uma das redações jornalísticas mais tradicionais do rádio.[carece de fontes?]

A emissora possui em sua grade de programação transmissões de jornadas esportivas, das quais transmite as partidas dos principais campeonatos de futebol do país.[carece de fontes?]

Programas atuais[editar | editar código-fonte]

A Jovem Pan atualmente transmite os programas listados abaixo.[104]

Programas extintos[editar | editar código-fonte]

  • É Noite... Tudo Se Sabe (substituído pelo Pan News)
  • No Pique da Pan (substituído pelo Pan News)
  • Jornal da Meia-Noite (substituído pelo Pan News)
  • Show da Madrugada (substituído pelo Pan News)
  • Emoções
  • 620 Kilobytes
  • Show da Manhã (substituído pelo Jornal de Serviço e pelo Jovem Pan Morning Show)
  • SP Agora
  • O Som do Brasil
  • Jornal de Serviço (substituído pelo Jovem Pan Morning Show)
  • Hora da Verdade (substituído pelo Os Pingos nos Is)
  • Hora da Noticia
  • Gente
  • Planeta Jovem Pan
  • Estilo de Vida
  • Jovem Pan e a Nossa Música
  • Rádio ao Vivo (substituído pelo Pan News)
  • Jornal da Noite
  • Rico Dinheirinho (substituído pelo Radioatividade)

Contratados[editar | editar código-fonte]

Locutores
  • Antônio Freitas
  • César Rosa
  • Davi Roque (voz padrão)
  • Franco Netto
  • Gilson Dutra
  • Leonardo Muller
  • Madeleine Lacsko
  • Maria Paula Uchôa
  • Oliveira Júnior
  • Patrick Santos
  • Paulo Pontes
  • Thiago Uberreich
  • Victor LaRegina
Repórteres
  • Anderson Costa
  • Antonio Maldonado
  • Caio Blinder (correspondente nos EUA)
  • Carlos Aros
  • Carolina Ercolin
  • Daniel Lian
  • Fernando Martins
  • Guilherme Amaral
  • Helen Braun
  • Izilda Alves
  • José Maria Trindade
  • Luciana Verdolin (Brasília)
  • Marcelo Mattos
  • Renata Perobelli
  • Rodrigo Viga (correspondente no Rio de Janeiro)
  • Thiago Uberreich
  • Tiago Muniz
  • Ulisses Neto (correspondente na Grã Bretanha)

Colunistas[editar | editar código-fonte]

Equipe esportiva[editar | editar código-fonte]

Narradores
Comentaristas
Repórteres
  • Luis Carlos Quartarollo
  • Wanderley Nogueira
  • Marcio Spimpolo
  • Felipe Motta
  • Fredy Júnior
  • Daniel Lian
  • Eduardo Mainardi
  • Zeca Cardoso
  • Rodrigo Viga (no RJ)
Plantão esportivo
  • André Ranieri
  • Alfredo Luís Filho
  • Zeca Cardoso
  • Raphael Thebas
Ancoragem do intervalo
  • Felipe Motta
  • Marcio Spimpolo
  • Wanderley Nogueira
  • Bruno Prado
Produção
  • Zeca Cardoso
  • Alfredo Luís Filho
  • Eduardo Mainardi
  • Aloísio Mathias
  • Raphael Thebas
Coordenação de esportes

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Os 37% representam a cobertura de cerca de 2.000 cidades citadas no mídia kit da emissora, sendo que o Brasil possui ao todo 5.570 municípios.[2]
  2. Antes de se chamar Mega TV, a emissora já se chamou Mix TV, sem relação com o canal que atualmente usa o mesmo no nome, sendo que ele também pertence ao mesmo grupo.

Referências

  1. «Audiência do rádio AM na Grande São Paulo». Bastidores do Rádio. 13 de janeiro de 2016. Consultado em 18 de janeiro de 2016. 
  2. a b c d e «Mídia Kit Jovem Pan» (PDF). Jovem Pan. 2016. Consultado em 4 de abril de 2016. 
  3. «Jovem Pan Online: 70 anos - Rádio Jovem Pan». Jovem Pan. Arquivado desde o original em 5 de agosto de 2013. Consultado em 29 de janeiro de 2015. 
  4. a b «Afiliadas». Jovem Pan. Consultado em 27 de julho de 2015. 
  5. «Rádio Panamericana S/A». Junta Comercial do Estado de São Paulo. Consultado em 29 de julho de 2015. 
  6. a b c d e f g h i j k l m «Sobre a Jovem Pan». Consultado em 28 de abril de 2015. 
  7. Edmundo Ferreira da Rocha (20 de janeiro de 2009). «Campello - Plínio Freire de Sá». Campos do Jordão Cultura. Consultado em 26 de julho de 2015. «[...] Juntamente com Oduvaldo Viana e Julio Cosi, foi um dos fundadores da Rádio Panamericana de São Paulo, hoje Jovem Pan. [...]» 
  8. a b c d e (4 de maio de 1944) "A Rádio Panamericana iniciou ontem suas atividades". Folha da Manhã (6.177): 5. Visitado em 25 de julho de 2015.
  9. a b c d e f g h i j k l m n o p q r «Rádio Jovem Pan comemora 69 anos». Bastidores do Rádio. 3 de maio de 2015. Consultado em 27 de julho de 2015. 
  10. (14 de março de 1943) "Rádio Panamericana S/A". Folha da Manhã (5.832): V. Visitado em 25 de julho de 2015.
  11. Marcelo Rozenberg. «Paulo Machado de Carvalho». Terceiro Tempo. BOL. Consultado em 26 de julho de 2015. 
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  14. a b c d e f «Inovação, na TV e no rádio». Observatório da Imprensa. 22 de setembro de 2009. Consultado em 26 de julho de 2015. 
  15. a b Amaral de Carvalho, Antônio Augusto (2009). Ninguém Faz Sucesso Sozinho. Bastidores dos Anos de Ouro da TV Record e da Jovem Pan (São Paulo: Escrituras). p. 432. ISBN 9788575313442. 
  16. a b c d Cristina Padiglione (21 de setembro de 2009). «Ele trocou TV por rádio. E se deu bem». Geral. O Estado de S. Paulo. Consultado em 26 de julho de 2015. 
  17. Silva, Walter (31 de maio de 1976). "A música em FM". Folha de S.Paulo (17.246): 22. Visitado em 25 de dezembro de 2015.
  18. a b c d e Fernando Morgado (18 de julho de 2008). «A história da TV Jovem Pan». Consultado em 28 de julho de 2015. 
  19. a b c d e f g Anderson Diniz; Arthur Ankerkrone (17 de julho de 2009). «A história da Jovem Pan TV». Midiclipping. Consultado em 27 de julho de 2015. 
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