Refugiados árabes-palestinos

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O conceito de refugiados árabes-palestinos originalmente correspondia somente àqueles que saíram da Palestina em decorrência da Guerra árabe-israelense de 1948/Nakba e que tiveram seu direito de retorno sustentado pela Resolução 194 da Assembleia Geral das Nações Unidas[1].

Durante a Guerra de 1948, cerca de 85% da população árabe-palestina (720 mil pessoas) deixou suas casas no território do Estado de Israel, impulsionada pela força ou pelo medo, para se fixar, principalmente, na Cisjordânia, na Faixa de Gaza, no Líbano, na Síria e na Jordânia[2].

Em 2012, estimava-se que o total dos refugiados em decorrência da Guerra de 1948 e seus descendentes seria de 5 milhões de pessoas[3] [4].

Referências

  1. 194 (III). Palestine -- Progress Report of the United Nations Mediator (parágrafo 11), em inglês, acesso em 24 de dezembro de 2013.
  2. DUMPER, Michael. "Palestinian Refugee Repatriation: Global Perspectives". Taylor & Francis, 2006, p 2.
  3. U.S. State Department Affirms Support for 5 Million ‘Palestinian Refugees’, em inglês, acesso em 24 de dezembro de 2013.
  4. TOTAL REGISTERED REFUGEES PER COUNTRY AND AREA, em inglês, acesso em 26 de dezembro de 2013.