Região Metropolitana de Manaus

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Região Metropolitana de Manaus
Localização
Localização da Região Metropolitana de Manaus
Satellite picture of the Amazon River.jpg
Unidade federativa  Amazonas
Lei LCE 52/2007
Data da criação 30 de maio de 2007
Número de municípios 8
Cidade-sede Manaus
Características geográficas
Área 101 475,124 km²[1]
População 2 568 817 hab. (11º) Estimativa IBGE/2016[2]
Densidade 25,31 hab./km²
IDH 0,720 – alto PNUD/2010[3]
PIB R$ 51,396 Bilhões IBGE/2012[4]
PIB per capita R$ 19.943,94 IBGE/2011[4]

A Região Metropolitana de Manaus (RMM), também conhecida como Grande Manaus, foi criada em 2007 pela Lei Complementar Estadual nº 52. Reúne 8 municípios do estado do Amazonas em relativo processo de conurbação.

Com pouco mais de 2,5 milhões de habitantes, é a região metropolitana mais populosa da Região Norte do Brasil e a décima primeira do país.[5]

A metrópole, sozinha, representa 52% da população do estado do Amazonas e cerca de 12% da população de toda a Região Norte do Brasil.[6]

Em 24 de outubro de 2011, foi inaugurada a Ponte Rio Negro, com o objetivo de conurbar os municípios de Iranduba, Manacapuru e Novo Airão com a capital amazonense.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Manaus, sede da região metropolitana, abriga um dos mais modernos pólos industriais da América Latina. Trata-se de uma grande concentração de indústrias de ponta das áreas de eletroeletrônica, veículos de duas rodas, produtos ópticos, produtos de informática, indústria química, etc.[7] O Governo do Amazonas estuda ampliar os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus aos municípios da Região Metropolitana. A proposta encontra-se em trâmite no Senado.[8]

A metrópole apresenta grande importância, sendo caracterizada por possuir enorme contingente populacional, infraestrutura urbana, forte comércio, universidades, serviços de saúde e educação, centros de pesquisas, instituições financeiras e demais serviços que atendem toda a população.

A Refinaria Isaac Sabbá opera, desde o ano 2000, com capacidade de processamento de 7 milhões e 300 mil litros de petróleo por dia, ou seja, 46 mil barris por dia. A refinaria é autossuficiente em energia, dispondo de uma central termoelétrica que produz e distribui 5,8 megawatts, uma capacidade suficiente para atender a demanda por energia de uma cidade com 35 mil habitantes. Atende aos mercados de Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Acre e Roraima.[9]

O gasoduto Urucu-Coari-Manaus iniciou as operações em 2009 e tem capacidade de transportar 5,5 milhões de metros cúbicos/dia.

O gasoduto liga as unidades de produção localizadas no Pólo Arara, em Urucu, até a cidade de Manaus. A extensão deste caminho é de 663,2 km (trecho Urucu - Manaus), além de um total de 139,3 km em nove ramais para Coari.

O gás natural transportado neste gasoduto chega às usinas Manauara, Tambaqui, Jaraqui, Aparecida, Mauá, Cristiano Rocha e Ponta Negra - Urucu-Coari-Manaus. Nelas ele gera 760 MW de energia elétrica.[10]

A Ponte Rio-Negro faz a conurbação dos municípios de Manaus e Iranduba.

A Ponte Rio Negro é o principal meio de conurbação entre os municípios da Grande Manaus. Esta foi inaugurada em 24 de outubro de 2011, data de aniversário do município de Manaus, como uma comemoração aos 342 anos da capital do Amazonas. A ponte possui 3.595 metros e seu custo foi de R$ 1,099 bilhões.[11]

É a maior ponte estaiada de 400 metros (seção suspensa por cabos) do Brasil para o rio, e a segunda maior ponte fluvial no mundo, superada apenas pela ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela. Foram usados aço e cimento em quantidade suficiente para erguer três estádios do Maracanã. Devido a acidez das águas do Rio Negro, adicionou-se pozolana (material silicioso anticorrosivo) ao concreto empregado nas estacas e no tabuleiro.[12]

Sua largura total é de 20,70 metros no trecho convencional e 22,60 metros na parte estaiada. A via tem quatro faixas de tráfego, duas em cada sentido, além da faixa de passeio para pedestres nos dois lados. O mastro central apoia dois vãos de 200 metros para cada lado. A estrutura, em forma de diamante, é dividida em três partes: um cone de ponta-cabeça abaixo do tabuleiro, um cone acima do tabuleiro e o topo do mastro. O formato aerodinâmico foi adotado para diminuir o atrito com o vento. A malha viária inclui, além da ponte, 1,9km de acesso viário no lado de Manaus e 5,5km de pista em Iranduba, a implantação de sistema de pilares contra choque de embarcações e sistema de sinalização náutica, além da iluminação cênica da parte estaiada da ponte. O formato aerodinâmico foi adotado para diminuir o atrito com o vento.[12] A malha viária inclui, além da ponte, 1,9 km de acesso viário no lado de Manaus e 5,5 km de pista em Iranduba, a implantação de sistema de pilares contra choque de embarcações e sistema de sinalização náutica, além da iluminação cênica da parte estaiada da ponte.[11]

Vista aérea de Manaus.

Itacoatiara, segundo maior município, apresenta 4 agências bancárias: Banco do Brasil; Bradesco; Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia S/A – BASA , conta com uma importante rede comercial, supermercados de grande porte e lojas de nível regional como: Bemol; Armazém Paraíba e Esplanada. A cidade exporta madeira beneficiada e soja em larga escala através da empresa Hermasa e Grupo Maggi.

A cidade possui excelente plano viário planejado originalmente em 1911 pelo engenheiro francês Legeandre Decluy, depois reconfigurado pelo engenheiro Cassiano Secundo. No governo do ex-prefeito Isaac Peres (1926-1929), a cidade foi muito bem cuidada, foi renovado o seu código de posturas, uma versão antigo do atual plano diretor. Nessa mesma época foi criado o calçadão principal abrigado sobre oitizeiros, com duas pistas laterais, com a denominação de Rua Ruy Barbosa, atual Avenida Parque, que se destaca hoje como um dos principais cartões postais da cidade de Itacoatiara, por sua beleza cênica e pelo agradável abrigo que dá aos seus transeuntes, sob um imponente túnel verde com mais de 2 quilômetros de extensão. A zona rural tem 3 vilas estruturadas: Lindóia, Novo Remanso, Engenho e Batista, conta ainda com 240 comunidades.

Suas ruas são largas e o traçado urbano central lembrando um tabuleiro de xadrez, por apresentar ruas retas cruzando-se em paralelas horinzontais e verticais quase perfeitas, distribuídas em 24 bairros.[13]

Vista parcial.

Iranduba abrigará a Cidade Universitária da Universidade do Estado do Amazonas. Além do compus universitário, a cidade terá casas residenciais, comércio, serviços públicos, eixos viários, áreas de lazer e de turismo, entre outros elementos próprios de uma cidade urbana.

A Cidade reunirá todas as unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) de Manaus em apenas um polo. Será construído ainda um hospital escola com 200 leitos, Vila Olímpica e Centro Tecnológico de pesquisas.

O plano diretor prevê áreas para implantação de empreendimentos habitacionais, condomínios horizontais e verticais, comércios, shopping center e business center, destinados para atender a população que vai trabalhar a cidade.[14]

Área territorial[editar | editar código-fonte]

Entrada da cidade de Iranduba.

A área da Região Metropolitana de Manaus - 101.474 km² [1] é a maior área metropolitana brasileira. É superior à área de alguns estados brasileiros como Pernambuco, Santa Catarina e Rio de Janeiro (sendo mais do que duas vezes superior a este último) e tem aproximadamente as mesmas dimensões de algumas nações como, Islândia (103.000 km²) e Coreia do Sul (99.538 km²), e superiores à de países como Hungria (93.032 km²) e Portugal (92.391 km²)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Município Área
(km²)[1]
PIB
(2009)[4]
IDH
(2000)[15]
Manaus 11401,058 40.486.107 0,778
médio
Itacoatiara 8891,993 919.967 0,711
médio
Manacapuru 7329,234 397.942 0,663
médio
Iranduba 2215,033 188.023 0,694
médio
Presidente Figueiredo 25422,235 304.599 0,741
médio
Rio Preto da Eva 5813,197 216.236 0,677
médio
Careiro da Várzea 2631,128 112.120 0,658
médio
Novo Airão 37771,246 61.709 0,656
médio
Total 101.475,124 40.024.898,050 -

Aspectos econômicos[editar | editar código-fonte]

A região metropolitana de Manaus é a mais rica da Região Norte do Brasil, com PIB superior à soma dos PIBs da Região Metropolitana de Macapá e da Região Metropolitana de Belém.

Nos últimos anos, a região de Manaus vem ocupando e consolidando uma importante posição econômica nos níveis estadual e nacional. Com todos os seus municípios recebendo incentivos fiscais do Polo Industrial de Manaus, comporta um parque industrial abrangente, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização. Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, bem como do Aeroporto Eduardo Gomes – o terceiro maior terminal aéreo de cargas do País – [16], localizado no município de Manaus.

Em 2007, o Aeroporto Eduardo Gomes, o segundo mais movimentado da região amazônica, registrou um fluxo de cargas embarcadas e desembarcadas em voos internacionais de cerca de 131.475.741 toneladas.[16] De cada três toneladas de mercadorias exportadas e importadas, uma passa pelo aeroporto[16], que também responde por 18,1% do fluxo aéreo total de cargas no Brasil.[16].

O município de Itacoatiara, segundo maior da RM, apresenta como principal atividade econômica o trabalho com as indústrias madeireiras que, apesar de estarem passando por sérias dificuldades nos últimos anos, ainda respondem pelo maior índice de geração de emprego e renda para a população. A cidade exporta madeira beneficiada, e se destaca na exportação de soja através da empresa Hermasa e Grupo Maggi.

Itacoatiara possui também um porto graneleiro voltado para a exportação da soja produzida no cerrado mato-grossense. A pecuária é outra atividade econômica de fundamental importância para o município, que possui o quinto maior rebanho bovino do Amazonas.[13]

Em Manacapuru, a agricultura é uma das principais fontes econômicas. O município é o maior produtor nacional de juta, tendo destaque também para outros produtos como a mandioca, banana, milho, laranja, feijão, café e hortaliças

Manacapuru especialmente pela coleta de borracha e castanha, exploração de caça, pesca, pecuária extensiva nos campos naturais e incipiente agricultura itinerante nas terras firmes, salientando-se nos últimos anos a cultura da juta e da pimenta-do-reino. Com relação à Manacapuru, observa-se que, embora tenha nas indústrias extrativas animal e vegetal expressiva fonte de riqueza, é a agricultura, em particular a cultura da juta, a base econômica do município.[17]

Iranduba apresenta a economia baseada principalmente no setor primário. Cultivo de produtos como milho, arroz, mandioca, maracujá, repolho, pepino, couve, alface, coentro, feijão de metro, melancia, pimentão, tomate, mandioca, milho, feijão, maracujá, citros e mamão havaí. Já o setor secundário, destaca-se: olarias, serrarias, frigoríficos, laticínios, panificadores.[18]

Produto Interno Bruto (PIB)[editar | editar código-fonte]

A produção industrial diversificada – com ênfase em setores dinâmicos e de alto input científico / tecnológico, notadamente no município de Manaus – vem resultando em crescentes ganhos de competitividade nos mercados interno e externo.

A região exibe um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 51,396 bilhões.[4] Sua renda per capita é bastante significativa e é superior à de alguns estados da Região Norte.

Vista parcial de Manaus, centro econômico da Região Metropolitana.

Demografia[editar | editar código-fonte]

A RM possui uma população de 2 523 901 habitantes, segundo estimativa de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[5]. O que corresponde mais da metade da população do Amazonas e 14,4% da população da Região Norte do Brasil[19]. Apenas em Manaus concentra-se 81,5% do total de habitantes.

Posição Município População (hab.) Mesorregião
Mais de 1.000.000 habitantes
1 Manaus 2 057 711 Centro Amazonense
Mais de 50.000 habitantes
2 Itacoatiara 97 122 Centro Amazonense
3 Manacapuru 94 175 Centro Amazonense
Mais de 40.000 habitantes
4 Iranduba 45 984 Centro Amazonense
Mais de 30.000 habitantes
5 Presidente Figueiredo 32 812 Centro Amazonense
6 Rio Preto da Eva 30 530 Centro Amazonense
Mais de 20.000 habitantes
7 Careiro da Várzea 27 981 Centro Amazonense
Mais de 10.000 habitantes
8 Novo Airão 17 671 Norte Amazonense

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

BR-174, que liga Manaus ao município de Presidente Figueiredo.
Terminal 1 do Aeroporto Internacional de Manaus. (Ainda em obras de ampliação e modernização no final de 2013).

Transporte rodoviário[editar | editar código-fonte]

Vista do Porto de Manaus.

Transporte aéreo e fluvial[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes atende a Grande Manaus e municípios do interior do estado. O complexo aeroportuário possui dois terminais de passageiros, um para atender a aviação regular e outro, a aviação regional. Também dispõe de um complexo de logística de carga, que foi implantado em três etapas, sendo o Terminal de Logística 1, inaugurado em 1976, o Terminal de Logística 2, em 1980 e o Terminal de Logística 3, em 2004.[20]

Manaus abriga o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), responsável por coordenar e controlar a execução das atividades relacionadas com os serviços de controle do tráfego aéreo, de meteorologia aeronáutica, de telecomunicações aeronáuticas, de informações aeronáuticas e de busca e salvamento, em sua área de jurisdição.[21] Responsável pela a cobertura de cerca de 60 % do território nacional, o CINDACTA IV atua em uma área de 5,2 milhões de quilômetros quadrados, abrangendo os estados do Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Amapá, Acre, Mato Grosso, Tocantins e parte do Maranhão.[22]

O Porto de Manaus, considerado o maior porto flutuante do mundo, é capaz de operar tranquilamente com quatro navios simultaneamente em qualquer período do ano e mais três navios durante a cheia do Rio Negro.[23]

Itacoatiara conta desde 1997 com um porto graneleiro, sendo uma das rotas nacionais de exportação de soja oriunda da Região Centro-Oeste do Brasil.[24]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Lista de municípios do Amazonas por população

Lista de regiões metropolitanas do Brasil por população

Lista de regiões metropolitanas do Brasil por PIB

Referências

  1. a b c IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  2. «IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2016. Consultado em 30 de agosto de 2016. 
  3. Sala de Imprensa (2015). «População das RMS, Rides e Aglomerações Urbanas com mais de 1 milhão de habitantes». Seção Região Metropolitana. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 22 de outubro de 2015. 
  4. a b c d «Produto Interno Bruto dos Municípios 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 17 de janeiro de 2015. 
  5. a b «IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2015 (atualizado às 18:00h do dia 28/08/2015)». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 28 de agosto de 2016. 
  6. " «Manaus diferente em tudo mas com a cara do Brasil». Prefeitura de Manaus. 30 de outubro de 2008. 
  7. «Pólo Industrial de Manaus». 
  8. «Comissão aprova aumento de abrangência da Zona Franca de Manaus». www2.camara.leg.br. Consultado em 2016-05-07. 
  9. «Refinaria Isaac Sabbá (Reman)». 
  10. «Gasoduto Urucu-Coari-Manaus: Principais Operações | Petrobras». Petrobras. Consultado em 2016-05-07. 
  11. a b «(...)Dilma estende ZFM aos municípios da Região metropolitana». G1.Globo.com. Consultado em 16 de novembro de 2011. 
  12. a b «Governo-do-amazonas-conclui-ponte-rio-negro-um-marco-para-a-integracao-da-regiao-metropolitana-de-manaus». Governo do Amazonas. 
  13. a b «História de Itacoatiara». Festival da Canção de Itacoatiara - FECANI. 2011-11-21. Consultado em 2016-05-04. 
  14. «AMAZONAS: UEA GANHARÁ NOVA CIDADE UNIVERSITÁRIA». UNE - União Nacional dos Estudantes. Consultado em 2016-05-07. 
  15. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 27 de maio de 2008. 
  16. a b c d «Movimento nos Aeroportos». Infraero. Dezembro de 2007. Consultado em 30 de maio de 2008. 
  17. «História | Câmara Municipal de Manacapuru». Câmara Municipal de Manacapuru. Consultado em 2016-05-04. 
  18. «Iranduba - AM - Informações | Portal Férias». www.ferias.tur.br. Consultado em 2016-05-04. 
  19. " «Manaus diferente em tudo mas com a cara do Brasil». Prefeitura de Manaus. 
  20. «Aeroporto Internacional de Manaus - Eduardo Gomes». 
  21. «DO». www.cindacta4.decea.gov.br. Consultado em 2016-05-07. 
  22. «» CINDACTA IV | DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo». www.decea.gov.br. Consultado em 2016-05-09. 
  23. «Porto de Manaus». 
  24. «Folha de S.Paulo - Amazonas ganha porto graneleiro - 26/1/1997». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 2016-05-07. 
  25. IBGE (30 de agosto de 2016). «População das Regiões Metropolitanas, Regiões Integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas com mais de Um Milhão de Habitantes». Consultado em 09 de setembro de 2016. 
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