Região Metropolitana de Manaus

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Região Metropolitana de Manaus
Localização
Localização da Região Metropolitana de Manaus
Satellite picture of the Amazon River.jpg
Unidade federativa  Amazonas
Lei LCE 52/2007
Data da criação 30 de maio de 2007 (9 anos)
Número de municípios 13
Cidade-sede Manaus
Características geográficas
Área 127 168,682 km²[1]
População 2 568 817 hab. (11º) Estimativa IBGE/2016[2]
Densidade 20,2 hab./km²
IDH 0,720 – alto PNUD/2010[3]
PIB R$ 69 300 462 mil IBGE/2013[4]
PIB per capita R$ 28 502,21 IBGE/2013[4]

A Região Metropolitana de Manaus (RMM), também conhecida como Grande Manaus, é a maior metrópole da Região Norte do Brasil com cerca de 2,6 milhões de habitantes e a décima primeira do país.[5] Reúne 13 municípios do estado do Amazonas em relativo processo de conurbação. O termo refere-se à rede urbana da capital amazonense, que além de interligar os municípios do perímetro metropolitano, interliga até mesmo municípios situados em diferentes estados, formando uma metrópole regional.[6][7] Foi criada em 2007 pela Lei Complementar Estadual nº 52.

A região metropolitana é formada pelos municípios de Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Novo Airão, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Silves.[8]

Em 24 de outubro de 2011, foi inaugurada a Ponte Rio Negro com 3.595 metros de comprimento, a maior ponte fluvial estaiada do Brasil. O empreendimento, que liga Manaus ao município de Iranduba, representa muito mais que uma solução logística para o escoamento da produção e o transporte de pessoas. A ponte abre uma leque de novas oportunidades e de desenvolvimento socioeconômico para os municípios da Região Metropolitana de Manaus e interior do estado.[9]

Aspectos econômicos[editar | editar código-fonte]

O Produto Interno Bruto da Grande Manaus, calculado em R$ 69,300 bilhões em 2013, é o maior da Região Norte do Brasil. Já a renda per capita atingiu cerca de R$ 28.502.

Indústria[editar | editar código-fonte]

O setor industrial fica por conta da Zona Franca de Manaus. Trata-se de um modelo de desenvolvimento econômico implantado pelo governo brasileiro objetivando viabilizar uma base econômica na Amazônia Ocidental, promover a melhor integração produtiva e social dessa região ao país, garantindo a soberania nacional sobre suas fronteiras.

A mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento regional, o modelo leva à região de sua abrangência (estados da Amazônia Ocidental: Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá) desenvolvimento econômico aliado à proteção ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida às suas populações.

Vista aérea do Pólo Industrial de Manaus, o principal motor econômico da RMM.

A ZFM compreende três pólos econômicos: comercial, industrial e agropecuário. O primeiro teve maior ascensão até o final da década de 80, quando o Brasil adotava o regime de economia fechada. O industrial é considerado a base de sustentação da ZFM. O pólo Industrial de Manaus possui aproximadamente 600 indústrias de alta tecnologia gerando mais de meio milhão de empregos, diretos e indiretos, principalmente nos segmentos de eletroeletrônicos, duas rodas e químico. Entre os produtos fabricados destacam-se: aparelhos celulares e de áudio e vídeo, televisores, motocicletas, concentrados para refrigerantes, entre outros. O pólo Agropecuário abriga projetos voltados à atividades de produção de alimentos, agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras, formando um dos mais modernos pólos industriais da América Latina.[10]

Foi aprovado em 2015 o Projeto de Lei que visa estender a área da Zona Franca de Manaus, cujo objetivo é fazer coincidir com os perímetros da Região Metropolitana de Manaus. A proposta visa a maior abrangência física legal em relação à promoção ao desenvolvimento regional dos municípios envolvidos em face do incremento das atividades econômicas existentes.[11][12]

No município de Itacoatiara, a produção industrial está voltada para atividades agropecuárias, produção de minerais não metálicos, metalúrgica, mecânica, materiais elétricos, material de transporte, madeira, mobiliário, papel, borracha, couro, produtos farmacêuticos e veterinários, materiais plásticos, têxtil, vestuário, bebida, fumo, editorial e gráfica, calçados e construção.

Petroquímica[editar | editar código-fonte]

A RMM abriga algumas das maiores multinacionais presentes no país, como a Samsung, Sony, LG Electonics, Coca-Cola Company, Honda, P&G, entre outros. Na foto, edifícios empresariais no bairro Adrianópolis, em Manaus.

A Refinaria Isaac Sabbá, pertencente à Petrobras, localizada às margens do Rio Negro, em Manaus, iniciou suas operações em 6 de setembro de 1956 com a denominação de Companhia de Petróleo da Amazônia (Copam). Fundada pelo empresário Isaac Sabbá, a refinaria foi inaugurada oficialmente em 3 de janeiro de 1957, com a presença do Presidente Juscelino Kubitschek.

Opera desde o ano 2000 com capacidade de processamento de 7 milhões e 300 mil litros de petróleo por dia, ou seja, 46 mil barris por dia. A refinaria é autossuficiente em energia, dispondo de uma central termoelétrica que produz e distribui 5,8 megawatts, uma capacidade suficiente para atender a demanda por energia de uma cidade com 35 mil habitantes. Atende aos mercados de Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Acre e Roraima.[13]

O gasoduto Urucu-Coari-Manaus iniciou as operações em 2009 e tem capacidade de transportar 5,5 milhões de metros cúbicos/dia. A Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) pretende expandir a distribuição de gás natural para as áreas residências até o primeiro semestre de 2017.[14]

Biotecnologia[editar | editar código-fonte]

A Grande Manaus vem ocupando e consolidando uma importante posição econômica em nível nacional. Com todos os seus municípios recebendo incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, comporta um parque industrial abrangente, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização. Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, bem como o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA). É uma iniciativa conjunta da comunidade científica, do setor privado, do governo federal, e dos governos estaduais da Região Amazônica e visa: contribuir para o desenvolvimento da bioindústria no país e em especial na região amazônica; atuar fortemente na geração de conhecimento e transferência de tecnologia de ponta, mediante diversas modalidades de parcerias com instituição de pesquisa e o setor privado; e contribuir para diversificação da estrutura produtiva da Zona Franca de Manaus, no que se refere à ampliação das oportunidades de investimento na região.[15]

Comércio e serviços[editar | editar código-fonte]

Os setores de comércio e serviços são muito importantes para a RMM, sendo fortemente concentrados na cidade de Manaus. A metrópole apresenta uma grande concentração pontos comerciais, instituições financeiras, representantes de empresas dos mais variados seguimentos, serviços e órgãos públicos que servem à toda região.

O município de Itacoatiara, segunda maior economia, mantém fortes transações comerciais com Manaus. Entre os produtos que importa aparecem em primeiro lugar gêneros alimentícios, tecidos, medicamentos, ferragens e material elétrico.[16] De acordo com dados de 2008, a sede municipal conta com 1198 estabelecimentos de comércio, gerando aproximadamente 10 458 empregos diretos com salários de R$ 93.537, uma média de 4 salários mínimos.[17]

Vista do Manaus Plaza Shopping, situado no bairro da Chapada, na zona Centro-Sul da cidade.
Millenniun Center, um dos principais shoppings de Manaus.
Amazonas Shopping Center

Aspectos Gerais[editar | editar código-fonte]

Área[editar | editar código-fonte]

A área da Região Metropolitana de Manaus é de 127.168,682 quilômetros quadrados.[1] É a maior área metropolitana brasileira, superior à área de alguns estados brasileiros como Pernambuco, Santa Catarina e Rio de Janeiro (sendo mais do que duas vezes superior a este último) e tem aproximadamente as mesmas dimensões de algumas nações como, Islândia (103.000 km²) e Coreia do Sul (99.538 km²), e superiores à de países como Hungria (93.032 km²) e Portugal (92.391 km²).

A área urbanizada da metrópole passou de 266,53 km², entre 2000 e 2005, para 377 km² até o fim da década. É a maior área urbana por município das regiões Norte e Nordeste.[18][19]

Em 2010, a Grande Manaus possuía um grau de urbanização de 94% e cerca de 60% da população estadual residia na RM. A população do município-núcleo, Manaus, correspondia, em 2010, a 85% da população metropolitana. A taxa de crescimento da população da RM de Manaus, entre 2000 e 2010, foi de 2,5% ao ano.[20]

A metrópole, ao contrário de muitas regiões metropolitanas, ainda não apresenta um processo de conurbação intenso. Logo após a inauguração da Ponte Rio Negro, notou-se o crescimento urbano do município de Iranduba, localizado na margem direita do rio Negro. O mesmo abrigará a Cidade Universitária da Universidade do Estado do Amazonas. Além do campus universitário, a cidade terá casas residenciais, comércio, serviços públicos, eixos viários, áreas de lazer e de turismo, entre outros elementos próprios de uma cidade urbana. A Cidade reunirá todas as unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) de Manaus em apenas um pólo. Será construído ainda um hospital escola com 200 leitos, Vila Olímpica e Centro Tecnológico de pesquisas.

O plano diretor prevê áreas para implantação de empreendimentos habitacionais, condomínios horizontais e verticais, comércios, shopping center e business center, destinados para atender a população que vai trabalhar a cidade.[21]

Demografia[editar | editar código-fonte]

A população, segundo estimativa do IBGE, divulgada em 30 agosto de 2016 era de 2 568 817 habitantes. O que corresponde mais da metade da população do Amazonas e 14,5% da população da Região Norte do Brasil [2]

Posição Município População (hab.) Mesorregião
Mais de 500.000 habitantes
1 Manaus 2 094 391 Centro Amazonense
Mais de 50.000 habitantes
2 Itacoatiara 98 503 Centro Amazonense
3 Manacapuru 95 330 Centro Amazonense
Mais de 40.000 habitantes
4 Iranduba 46 703 Centro Amazonense
Mais de 30.000 habitantes
5 Autazes 37 752 Centro Amazonense
6 Careiro 36 922 Centro Amazonense
7 Presidente Figueiredo 33 703 Centro Amazonense
8 Rio Preto da Eva 31 274 Centro Amazonense
Mais de 20.000 habitantes
9 Manaquiri 29 327 Centro Amazonense
10 Careiro da Várzea 28 592 Centro Amazonense
Mais de 10.000 habitantes
11 Novo Airão 18 133 Norte Amazonense
12 Silves 9 147 Centro Amazonense
13 Itapiranga 9 040 Centro Amazonense

Municípios[editar | editar código-fonte]

Foto Município Área
territorial (km²)[22]
População
(2016)[23]
PIB (2013)

(em mil de reais)[24]

IDH-M
(2010)[25]
Autazes-Amazonas.png
Autazes 7623,268 37.752 199.332 0,577
baixo
Careiro-Castanho-Amazonas.jpg
Careiro 6090,838 36.922 196.594 0,557
baixo
Careiro da Varzea.jpg
Careiro da Várzea 2631,144 28.592 234.453 0,568
baixo
Praça.Iranduba.JPG
Iranduba 2214,251 46.703 497.398 0,613
médio
Itacoatiara-Amazonas.jpg
Itacoatiara 8892,038 98.503 1.445.182 0,644
médio
Itapiranga-Amazonas.jpg
Itapiranga 4231,152 9.040 68.935 0,654
médio
Manacapuru-Amazonas.jpg
Manacapuru 7330,074 95.330 1.229.982 0,614
médio
Manaquiri.jpg
Manaquiri 3975,276 29.327 182.581 0,596
baixo
Noturnamao 2014.jpg
Manaus 11401,092 2.094.391 64.025.434 0,737
alto
Novo-airao.jpg
Novo Airão 37796,238 18.133 92.669 0,570
baixo
Presidente Figueiredo AM.JPG
Presidente Figueiredo 25421,254 33.703 717.416 0,647
médio
Cristo Redentor em Rio Preto da Eva.jpg
Rio Preto da Eva 5813,224 31.274 326.547 0,611
médio
Silves-Amazonas.jpg
Silves 3748,833 9.147 83.939 0,632
médio
Total 127.168,682 2.568.817 69.300.462 0,720
alto

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

BR-174, que liga Manaus ao município de Presidente Figueiredo.

Transporte rodoviário[editar | editar código-fonte]

Rodovias Federais

BR-174 (escudo).svg Manaus - Boa Vista

BR-319.svg Álvaro Maia

Rodovias Estaduais

AM-010 - ManausRio Preto da EvaItacoatiara

AM-070 - ManausIrandubaManacapuru

AM-352 - ManacapuruNovo Airão

Com 3.595 metros, a Ponte Rio Negro conecta os municípios de Manaus e Iranduba.

Aeroporto Internacional de Manaus[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional de Manaus atende a Grande Manaus e municípios do interior do estado. Moderno e bem equipado, conta com dois terminais de passageiros, um para atender a aviação regular e outro, a aviação regional. Também dispõe de um complexo de logística de carga, que foi implantado em três etapas, sendo o Terminal de Logística 1, inaugurado em 1976, o Terminal de Logística 2, em 1980 e o Terminal de Logística 3, em 2004.[26]

Manaus também abriga o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), responsável por coordenar e controlar a execução das atividades relacionadas com os serviços de controle do tráfego aéreo, de meteorologia aeronáutica, de telecomunicações aeronáuticas, de informações aeronáuticas e de busca e salvamento, em sua área de jurisdição.[27] Responde pela a cobertura de aproximadamente 60% do território nacional, o CINDACTA IV atua em uma área de 5,2 milhões de quilômetros quadrados, abrangendo os estados do Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Amapá, Acre, Mato Grosso, Tocantins e parte do Maranhão.[28]

Portos de Manaus e Itacoatiara[editar | editar código-fonte]

O Porto de Manaus, considerado o maior porto flutuante do mundo, é capaz de operar tranquilamente com quatro navios simultaneamente em qualquer período do ano e mais três navios durante a cheia do Rio Negro. Atende aos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Acre e áreas do norte do Mato Grosso. Construído em um cais flutuante e projetado por ingleses, foi inaugurado em 1907 quando a cidade vivia o apogeu da época áurea da borracha.

O Porto de Manaus teve sua estrutura para recepção de turistas reformada recentemente. Além de servir para embarque e desembarque de passageiros e mercadorias que vão e vem das cidades do interior do Estado, recebe grandes transatlânticos de turistas de várias partes do mundo. Também desembarca produtos destinados ao Pólo Industrial de Manaus, assim como serve de embarque para produtos fabricados na cidade e que se destinam a várias partes do Brasil e do mundo.[29]

Itacoatiara conta desde 1997 com um porto graneleiro, sendo uma das rotas nacionais de exportação de soja oriunda da Região Centro-Oeste do Brasil. Trata-se de uma obra conjunta do Governo do Amazonas com a empresa mato-grossense Amaggi e teve um custo total de R$ 28 milhões. No terminal, transatlânticos de até 60 mil toneladas são carregados a uma velocidade de 1,5 mil toneladas/hora, sem filas de espera como ocorre nos portos do Sul do País. As instalações do porto de Itacoatiara estão projetadas para um movimento de dois milhões de toneladas de grãos por ano. [30]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  2. a b «IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2016. Consultado em 30 de agosto de 2016. 
  3. http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/ranking
  4. a b http://www.cidades.ibge.gov.br/comparamun/compara.php?lang=&coduf=13&idtema=152&codv=v07&search=amazonas%7Cautazes%7Csintese-das-informacoes-2013
  5. «IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2016 (atualizado às 18:00h do dia 30/08/2016)». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 30 de agosto de 2016. 
  6. http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=1246
  7. http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv40677.pdf
  8. http://al-am.jusbrasil.com.br/noticias/1034898/regiao-metropolitana-ale-inclui-mais-cinco-municipios
  9. http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/releases/presidenta-dilma-inaugura-a-ponte-rio-negro-que-liga-manaus-a-iranduba-no-estado-do-amazonas
  10. «Pólo Industrial de Manaus». 
  11. http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=2EA224B02D8B8C47E10A6D6076454257.proposicoesWeb2?codteor=1406741&filename=Avulso+-PL+2918/2015
  12. http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2015/12/comissoes-da-camara-aprovam-pl-que-amplia-zona-franca-de-manaus.html
  13. «Refinaria Isaac Sabbá (Reman)». 
  14. http://www.acritica.com/channels/manaus/news/gas-natural-residencial-em-manaus-sera-realidade-em-2017
  15. http://www.suframa.gov.br/cba/ainstituicao.cfm
  16. Feriastur (2008). «Características econômicas». Consultado em 1 de fevereiro de 2011. 
  17. Cidades@ - IBGE (2008). «Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2008». Consultado em 1 de fevereiro de 2011. 
  18. IBGE. . "IBGE disponibiliza conjunto de mapas das “Áreas Urbanizadas do Brasil - 2005”" (em pt-br). Portal IBGE.
  19. http://www.suframa.gov.br/zfm_turismo_manaus.cfm
  20. «Ipea - Região Metropolitana de Manaus». Região Metropolitana de Manaus. 2007. 
  21. «AMAZONAS: UEA GANHARÁ NOVA CIDADE UNIVERSITÁRIA». UNE - União Nacional dos Estudantes. Consultado em 2016-05-07. 
  22. http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/areaterritorial/area.shtm
  23. http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2016/estimativa_dou.shtm
  24. http://www.cidades.ibge.gov.br/comparamun/compara.php?lang=&coduf=13&idtema=152&codv=v07&search=amazonas%7Cautazes%7Csintese-das-informacoes-2013
  25. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 01 de agosto de 2013. 
  26. «Aeroporto Internacional de Manaus - Eduardo Gomes». 
  27. «DO». www.cindacta4.decea.gov.br. Consultado em 2016-05-07. 
  28. «» CINDACTA IV | DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo». www.decea.gov.br. Consultado em 2016-05-09. 
  29. «Porto de Manaus». 
  30. «Folha de S.Paulo - Amazonas ganha porto graneleiro - 26/1/1997». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 2016-05-07. 
  31. IBGE (30 de agosto de 2016). «População das Regiões Metropolitanas, Regiões Integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas com mais de Um Milhão de Habitantes». Consultado em 09 de setembro de 2016. 
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