Reino de Alba

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A Pedra do Destino (clach Sgàin) era a pedra cerimonial que empregavam os reis de Alba na sua coroação. Em 1296 Eduardo I da Inglaterra levou-a para Inglaterra e mandou construir um trono no que inseriu a pedra, o Trono de Eduardo, o Confessor no qual foram coroados quase todos os reis da Inglaterra e do Reino Unido até a atualidade.

O Reino de Alba é referente ao período do Reino da Escócia compreendido entre a morte de Donald II, ano 900, e a de Alexandre III em 1286 que levou às Guerras de independência da Escócia. Alba é o nome em gaélico escocês da Escócia e é utilizado precisamente por nesta época ser a elite de cultura gaélica e mais tarde normando-escocesa, em contraposição com a época dos Stuarts na que a elite era na sua maior parte de cultura anglo.

Corte[editar | editar código-fonte]

Não se conhece a estrutura da Corte escocesa antes da chegada dos normandos à Escócia. No século XII os principais cargos da Corte eram:

  • Senescal ou dapifer, hereditários desde o reinado de David I, tinha ao seu cuidado a casa do rei.
  • Chanceler, tinha ao seu cargo a capela real que estava associada com os copistas reais, responsáveis de manter a documentação. Era um sacerdote.
  • Chamberlain, tinha o controle e a responsabilidade das finanças reais.
  • Condestável, hereditário desde David I, tinha a seu cargo os recursos militares da coroa.
  • Mordomo
  • Marechal, era o responsável da cavalaria real.

No século XIII, todos os oficios exceto o de chanceler tenderam a ser hereditários ao tempo que se criaram outros oficios, o mais importante era o hostarius, a cargo da guarda real.

Origem[editar | editar código-fonte]

Donald II foi o primeiro que recebeu o nome de rei de Alba (rí Alban), concretamente à sua morte no castelo de Dunnottar no ano 900. Os seus predecessores recebiam o nome de reis dos pictos ou rei de Fortriu.

Fontes[editar | editar código-fonte]

Fontes primárias[editar | editar código-fonte]

  • Anderson, Alan Orr, Early Sources of Scottish History: AD 500–1286, 2 Vols, (Edinburgh, 1922)
  • Anderson, Alan Orr, Scottish Annals from English Chroniclers: AD 500–1286, (London, 1908), republished, Marjorie Anderson (ed.) (Stamford, 1991)
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  • Guillaume le Clerc, Fergus of Galloway, tr. D.D.R. Owen, (London, 1991)
  • Skene, William F. (ed.), Chronicles of the Picts and Scots: And Other Memorials of Scottish History, (Edinburgh, 1867)

Fontes secundárias[editar | editar código-fonte]

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  • Bannerman, John, “The Kings Poet”, in The Scottish Historical Review, V. LXVIII, (1989)
  • Barron, Evan MacLeod, The Scottish War of Independence: A Critical Study, 2nd Edition, (Inverness, 1934)
  • Barrow, G.W.S., The Anglo-Norman Era in Scottish History, (Oxford, 1980)
  • Barrow, G.W.S., Feudal Britain, (London, 1956)
  • Barrow, G.W.S., The Kingdom of the Scots, (Edinburgh, 2003)
  • Barrow, G.W.S., Kingship and Unity: Scotland, 1000–1306, (Edinburgh. 1981)
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