Relações entre Estados Unidos e Filipinas

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Relações entre Estados Unidos e Filipinas
Bandeira dos Estados Unidos   Bandeira das Filipinas
Mapa indicando localização dos Estados Unidos e das Filipinas.


As relações entre Estados Unidos e Filipinas são as relações diplomáticas estabelecidas entre os Estados Unidos da América e a República das Filipinas. Os Estados Unidos reconheceram as Filipinas como um Estado independente e estabeleceram relações diplomáticas em 1946. Com exceção do período entre 1942-1945, com a ocupação do país pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial, as Filipinas estiveram sob administração dos Estados Unidos desde o fim da Guerra Hispano-Americana em 1898.[1]

Defesa[editar | editar código-fonte]

Os Estados Unidos e as Filipinas têm uma relação complexa e de longa duração na área de segurança. Com base em um tratado de defesa forjado nos primeiros anos da Guerra Fria, Washington e Manila realizam exercícios conjuntos e outras formas de treinamento militar para reforçar o grau de preparação das Forças Armadas das Filipinas (FAP), em resposta às crises e desastres humanitários. O relacionamento também é visto como um dos pilares do reequilíbrio estratégico dos EUA na Ásia. Os militares norte-americanos fornecem a segurança vital para as Filipinas em um momento de tensões sobre a soberania marítima e a persistente preocupação com forças militantes no país. A aliança concede igualmente aos Estados Unidos um ponto de apoio para melhor promover a estabilidade e a paz em uma região cada vez mais volátil.[2]

As Filipinas enfrentam dificuldades para gerenciar os confrontos com grupos insurgentes, como a Frente Moro de Libertação Nacional e a Frente Moro de Libertação Islâmica, e grupos terroristas como o Abu Sayyaf e Jemaah Islamiyah, particularmente em suas regiões do sul. Com início em 2002, os militares dos EUA foram mobilizados para as Filipinas com o intuito de aconselhar e assistir os militares filipinos como parte da Operação Liberdade Duradoura, um amplo programa para erradicar as células de terrorismo na sequência dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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