Religiões afro-brasileiras

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Religiões afro-brasileiras
Casa branca engenho velho.jpg


Religiões afro-brasileiras
Princípios Básicos

Deus Ketu | Olorum | Orixás
Jeje | Mawu | Vodun
Bantu | Nzambi | Nkisi


Templos afro-brasileiros
Babaçuê | Batuque | Cabula
Candomblé | Culto de Ifá
Culto aos Egungun | Macumba | Omoloko | Quimbanda | Tambor-de-Mina | Terecô | Umbanda
| Xambá | Xangô do Nordeste
Sincretismo | Confraria


Literatura afro-brasileira
Terminologia
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Hierarquia


Religiões semelhantes
Religiões Africanas

Abakuá

Obeah

Winti

Kenbwa

Regla de Arará

Palo ou Regla de Congo

Lukumí ou Regla de Ocha

Religiões Maroon do Suriname

Vodu Haitiano

Vodu de Nova Orleans

Culto a Maria Lionza

As religiões afro-brasileiras são assim chamados por causa da origem de seus principais portadores: os escravos traficados da África para o Brasil, mas também porque até meados do século XX funcionavam exclusivamente como ritos de preservação do estoque cultural dos diferentes grupos étnicos negros que compunham a população dos antigos escravos e seus descendentes, embora seja cada vez maior o número de brancos, e até mesmo de descendentes de japoneses e coreanos, que estão aderindo ao candomblé e, mais ainda, à umbanda.[1]

Formação Histórica[editar | editar código-fonte]

Em quatros séculos de tráfico negreiro, cerca de 3,5 milhões de africanos aportaram no Brasil na condição de escravos, o equivalente a 37% do total do continente americano:[2] iorubás, fons, mahis, hauçás, éwés, ashantis, congos, quimbundos, umbundos, macuas, lundas e diversos outros povos, cada qual com sua própria religião e cosmogonia.

A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente. Quando, nas últimas décadas do século XIX, no período final da escravidão, os africanos trazidos em levas para o Brasil foram assentados nas cidades, eles puderam viver em maior contato uns com os outros, num processo de interação e liberdade de movimentos que antes não conheciam. A fixação urbana dos escravos forneceu as condições favoráveis à sobrevivência de algumas tradições religiosas africanas, com o aparecimento de grupos de culto organizados.

As religiões afro-brasileiras formaram-se em diferentes regiões e estados do Brasil e em diferentes momentos da nossa história. Por isso, elas adotam não só diferentes formas rituais e diferentes versões mitológicas derivadas de tradições africanas diversificadas, como também adotam nome próprio diferente.

Além disso, as religiões tradicionais africanas, bem como o islamismo dos chamados malês (como os mahis e hauçás) entraram em contato e absorveram maiores ou menores quantidades de elementos de religiões indígenas, do Catolicismo e, mais recentemente, da Doutrina Espírita.

Sincretismo Religioso[editar | editar código-fonte]

O orixá Obaluaiyê (acima) é frequentemente sincretizado com São Lázaro nos candomblés ketu e angola e ambos são associados ao vodum Sapatá no candomblé jeje e no tambor de mina.

Uma característica muito presente nas religiões afro-brasileiras é o sincretismo religioso. Herkowitz (1958, apud HURBON, 1987) utiliza o conceito de reinterpretação para explicar esse fenômeno, ''o processo pelo qual antigas significações são atribuídas a novos elementos ou novos valores, o que muda a significação cultural das formas antigas". A reinterpretação se faz em função do quadro cultural pré-existente e das novas reorientações que ele se dá em presença de situações novas.

No caso da escravidão africana nas Américas, "as antigas significações" se referem à bagagem cultural do povos africanos traficados, que tiveram de se adaptar às "situações novas", ou seja, a negação de suas culturas em terras americanas e a imposição do catolicismo ou do protestantismo, dependendo da região.

Roger Bastide não nega o conceito de reinterpretação de Herkowitz, mas defende que a reinterpretação também está ligada às estruturas e mobilidades sociais. Defende que o fenômeno da reinterpretação está em parte condicionado pela discriminação entre classes sociais e em parte condicionado pela discriminação racial dentro da Igreja (como ocorreu no Brasil). Distingue ainda a aculturação material (com suporte nos conteúdos culturais em contato, onde está inserido o sincretismo religioso) e a aculturação formal (baseada na mudança de mentalidade).[3]

Essas, entre outras hipóteses, explicam como foi possível no Brasil a existência, por exemplo, do culto a Ogum (orixá guerreiro dos iorubás) “disfarçado” de reverência ao guerreiro católico São Jorge da Capadócia. Ou ainda, a correlação entre os santos gêmeos São Cosme e São Damião e os os ibêjis, orixás gêmeos dos iorubás.[4]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Censo oficial do IBGE de 2010, apenas 0,3% da população brasileira se declarou como adepta de religiões de origem afro. A Região Sul é a que apresenta a maior população relativa (0,6%), enquanto as regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram as menores (0,1%).

O censo revelou ainda uma forte concentração de afro-religiosos em municípios do sul do Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai, bem como na zona pantaneira do Mato Grosso do Sul, nas zonas metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, no Triângulo Mineiro, no Recôncavo Baiano e nas proximidades da cidade de Codó (Maranhão). Nesses locais, o percentual varia de de 0,6% a 5,9% dos habitantes destes municípios, índices muito acima da média nacional.[5]

Os cinco estados com a maior proporção de afro-religiosos são o Rio de Janeiro (1,61% ), Rio Grande do Sul (0,94%), São Paulo (0,42%), Bahia (0,33%) e Mato Grosso do Sul (0,26%). [6]

Babaçuê[editar | editar código-fonte]

O babaçuê é uma religião presente no estado especialmente no Pará, mas também no Amazonas e no Maranhão. De tradição jeje-nagô, possui fortes elementos indígenas. Está intimamente ligada ao tambor de mina e ao terecô do Maranhão. "Babaçuê" possivelmente é uma corruptela de "Barba Soeira", nome pelo qual o terecô maranhense também é conhecido.

No início do século XX, pesquisadores de visibilidade nacional davam notícias vagas sobre um tipo de culto na Amazônia denominado “batuque” ou “babaçuê”, que teria se curvado às tradições ameríndias, ou seja, à pajelança (CAMPELO, Marilu; DE LUCA, Taíssa; apud Carneiro, 1964).[7]

As danças rituais constituem a parte mais externa e pública do culto. Através das danças, toques e cânticos, as entidades são homenageados, invocadas e se apossam dos iniciados e assim participam dos ritos. Os cânticos do babaçuê recebem o nome genérico de doutrina.

Como o tambor de mina e o terecô, o babaçuê se baseia a tradição jeje (fon) de culto aos voduns. Porém, também é realizado o culto aos orixás (tradição nagô), em especial Iansã (orixá dos ventos e protetora das mulheres, sincretizada com Santa Bárbara) e Xangô (orixá dos raios e da justiça, protetor dos homens). Além de voduns e orixás, cultuam-se os "caboclos" ou "encantados", ou seja, os espíritos dos ancestrais indígenas. Narra Carneiro (2014):

"[...] Alvarenga inicia seus registros sobre babassuê ou pajelança em Belém, tomando como base o pajé Sátiro Ferreira de Barros, ele 'tinha 43 anos. Nascido em Belém do Pará, no ano de 1895, era negro e filho de João Batista de Oliveira e Maria Teodora de Barros, ambos paraenses da capital. Disse que não trabalhava, vivia do babassuê e que era chefe do terreiro Babau Mataitá' (ALVARENGA, 1950, p.21).

Segundo o relato de Alvarenga (1950) 'Satiro afirmava que em Belém existiam três linhas de culto africanas: a cambinda, trazidas pelos primeiros que chegaram à cidade; a nagô, que veio depois; e a jeje que chamava o batuque pelo nome de “tambô di mina” (p. 22). A autora segue durante toda a sua obra descrevendo atividades realizadas por Sátiro em sua casa, e chama atenção em seu texto para o fato de que na pajelança de Sátiro, o pajé negro, não haver uso ou referência à pena e ao maracá. Ela procura destacar que, mesmo invocando espíritos como o de Japetequara (um velho índio que mora nos matos da Ilha do Marajó), Sátiro cultua os voduns jeje, 'entidades trazidas pelos escravos africanos do antigo reino do Daomé'.

Esse registro das atividades de Sátiro nos permite perceber que as práticas de pajelança no Pará apresentavam um outro elemento marcante, além da hegemonia da figura do índio pajé e do caboclo pajé, há o negro pajé que introduz na configuração da pajelança amazônica elementos africanos. Alvarenga (1950) parece querer estabelecer que a pajelança amazônica seria o resultado da amalgamação de religiões de origem africana e de cultos praticados pelos índios da região. A pajelança, chamada de babassuê por Sátiro, seria o exemplo concreto de uma religião primitivamente brasileira: o babassuê. Nessa prática se teria a base de todas as crenças brasileiras, construída com a predominância de elementos negros e índios"[8].

Batuque[editar | editar código-fonte]

Festa de Ibeji - Sociedade Beneficente Africana São Gerônimo - Porto Alegre.

A estruturação do Batuque no estado do Rio Grande do Sul deu-se no início do século XIX, entre os anos de 1833 e 1859 (Correa, 1988 a:69). Tudo indica que os primeiros terreiros foram fundados na região de Rio Grande e Pelotas. Tem-se notícias, em jornais desta região, matérias sobre cultos de origem africana datadas de abril de 1878, (Jornal do Comércio, Pelotas).[9]

Candomblé[editar | editar código-fonte]

Representação de Chibinda Ilunga, ancestral mítico do povo chokwê e divindade do candomblé de Angola.

Candomblé Ketu[editar | editar código-fonte]

Candomblé Jeje[editar | editar código-fonte]

Candomblé Angola[editar | editar código-fonte]

Candomblé de Caboclo[editar | editar código-fonte]

Antes da abolição da escravatura em 1888, os negros escravizados fugidos das fazendas, reuniam-se em lugares afastados nas florestas em agrupamentos ou comunidades chamadas quilombos, depois da libertação, os africanos libertos reuniam-se em comunidades nas cidades que passaram a chamar de candomblé.Candomblé é o nome genérico que se dá para todas as casas de candomblé independente da nação. A palavra candomblé a princípio era usado para designar qualquer festa dos africanos, teria sua origem nas línguas bantu da palavra Candombe que no Uruguai é um ritmo musical afro-uruguaio que deve existir também em outros países que receberam escravos africanos.

Iniciação[editar | editar código-fonte]

Foto antiga de um ritual de candomblé bantu

Nas religiões afro-brasileiras, vários termos são usados para designar iniciação.

Cada uma das religiões tem seus termos próprios, iniciação, feitura, feitura de santo, raspar santo, são mais usados nos terreiros de candomblé, Candomblé de Caboclo, Cabula, Omoloko, Tambor de Mina, Xangô do Nordeste, Xambá, no Batuque usa-se o termo fazer a cabeça ou feitura. No Culto de Ifá e no Culto aos Egungun usam o termo iniciação porém os preceitos são diferentes das outras religiões.

No candomblé o período de iniciação é de no mínimo sete anos, se inserem os rituais de passagem, que indicam os vários procedimentos dentro de um período de reclusão que geralmente é de 21 dias (podendo chegar a 30 dias dependendo da região), o aprendizado de rezas, cantigas, línguas sagradas, uso das folhas (folhas sagradas), catulagem, raspagem, pintura, imposição do adoxú e apresentação pública, é individual e faz parte dos preceitos de cada pessoa que entra para a religião dos orixás.

No Candomblé Jeje a iniciação ao culto dos voduns é complexa e longa, de no mínimo sete anos, o período de reclusão pode chegar a durar um ano, que pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados, dentro do convento ou terreiro hunkpame, onde os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.

A princípio, nessas cerimônias, tem que haver o desprendimento total, na iniciação deve-se morrer para renascer com outro nome para uma nova vida, no candomblé Ketu o Orunkó do Orixá (só dito em público no dia do nome), no Candomblé bantu além do nome do Nkisi (jamais revelado), tem a dijína pelo qual será chamado o iniciado pelo resto da vida.

Quando uma pessoa iniciada morre é feito o desligamento do Egum, Nvumbe na cerimônia fúnebre e no Axexê, conhecido pelos nomes de sirrum e zerim, que varia dependendo do grau iniciático do morto.

Na Umbanda e Quimbanda não incluem os ritos de passagem, nem feitura de santo propriamente dita, uma vez que não incorporam Orixás incorporam os Falangeiros de Orixás, usa-se o termo fazer a cabeça onde pode existir a catulagem e pintura, porém a cabeça não é raspada completamente, e não tem imposição do adoxú. A reclusão nesses casos é de três a sete dias, é feita a instrução esotérica, aprendizado das rezas e pontos riscados e cantados, e é feita a apresentação pública.

O Babaçuê é de origem indigena, porém já adota algumas influências da Umbanda.

O "Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira" (Cenarab), a Baixada Fluminense tem 3,8 mil terreiros contra apenas 1,2 mil na área de Salvador e do Recôncavo Baiano, informação dada por Jairo Pereira, do Cenarab em 1997.

Crenças[editar | editar código-fonte]

De todas as religiões afro-brasileiras, a mais próxima da Doutrina Espírita é um segmento (linha) da Umbanda denominado de "Umbanda branca", e que não tem nenhuma ligação com o Candomblé, o Xambá, o Xangô do Recife ou o Batuque. Embora popularmente se acredite que estas últimas sejam um tipo de "espiritismo", na realidade trata-se de religiões iniciáticas animistas, que não partilham nenhum dos ensinamentos relacionados com a Doutrina Espírita. Entretanto, outros segmentos da Umbanda podem ter algumas semelhanças com a Doutrina Espírita, mas também com o Candomblé por causa da figura dos Orixás.

No tocante específicamente ao Candomblé, crê-se na sobrevivência da alma após a morte física (os Eguns), e na existência de espíritos ancestrais que, caso divinizados (os Orixás, cultuados coletivamente), não materializam; caso não divinizados (os Egungun), materializam em vestes próprias para estarem em contacto com os seus descendentes (os vivos), cantando, falando, dando conselhos e auxiliando espiritualmente a sua comunidade. Observa-se que o conceito de "materialização" no Candomblé, é diferente do de "incorporação" na Umbanda ou na Doutrina Espírita.

  • Em princípio os Orixás só se apresentam nas festas e obrigações para dançar e serem homenageados. Não dão consulta ao público assistente, mas podem eventualmente falar com membros da família ou da casa para deixar algum recado para o filho. O normal é os Orixás se expressarem através do jogo de Ifá, (oráculo) e merindilogun.
  • Dependendo da nação ou linha de candomblé, os candomblés tradicionais não fazem a princípio contato com espíritos através da incorporação para consultas, é possível mas não é aceito.
  • Já o candomblé de caboclo tem uma ligação muito forte com caboclos e exus que incorporam para dar consultas, os caboclos são diferentes da Umbanda.
  • E existem os candomblés cujos pais de santo eram da Umbanda e passaram para o candomblé que cultuam paralelamente os Orixás e os guias de Umbanda.

No Candomblé, todo e qualquer espírito deve ser afastado principalmente na hora da iniciação, para não correr o risco de um deles incorporar na pessoa e se passar por orixá, o Iyawo recolhido é monitorado dia e noite, recorrendo-se ao Ifá ou jogo de búzios para detectar a sua presença. A cerimónia só ocorre quando este confirma a ausência de Eguns no ambiente de recolhimento.

Afastam todo e qualquer espírito (egun), ou almas penadas, forças negativas, influências negativas trazidas por pessoas de fora da comunidade. Acredita-se que pessoas trazem consigo boas e más influências, bons e maus acompanhantes (espíritos), através do jogo de Ifá poderá se determinar se essas influências são de nascimento Odu, de destino ou adquiridas de alguma forma.

Os espíritos são cultuados, nas casas de Candomblé, em uma casa em separado, sendo homenageados diariamente uma vez que, como Exu, são considerados protetores da comunidade.

Existem Orixás que já viveram na terra, como Xangô, Oyá, Ogun, Oxossi, viveram e morreram, os que fizeram parte da criação do mundo esses só vieram para criar o mundo e retiraram-se para o Orun, o caso de Obatalá, e outros chamados Orixá funfun (branco).

Existem as árvores sagradas que são as mesmas das religiões tradicionais africanas onde Orixás são cultuados pela comunidade como é o caso de Iroko, Apaoká, Akoko, e também os orixás individuais de cada pessoa que é uma parte do Orixá em si e são a ligação da pessoa, iniciada com o Orixá divinizado.

Ou seja uma pessoa que é de Xangô, seu orixá individual é uma parte daquele Xangô divinizado com todas as características, ou como chamam arquétipo.

Existe muita discussão sobre o assunto: uns dizem que o Orixá pessoal é uma manifestação de dentro para fora, do Eu de cada um ligado ao orixá divinizado, outros dizem ser uma incorporação mas é rejeitada por muitos membros do candomblé, justificam que nem o culto aos Egungun é de incorporação e sim de materialização. Espíritos (Eguns) são despachados (afastados) antes de toda cerimônia ou iniciação do candomblé.

Culto aos Egungun[editar | editar código-fonte]

Culto de Ifá[editar | editar código-fonte]

Jurema[editar | editar código-fonte]

Omolokô[editar | editar código-fonte]

Pajelança[editar | editar código-fonte]

Tambor de Mina[editar | editar código-fonte]

Terecô ou Tambor da Mata[editar | editar código-fonte]

Umbanda[editar | editar código-fonte]

Quimbanda[editar | editar código-fonte]

Quiumbanda[editar | editar código-fonte]

Xambá[editar | editar código-fonte]

Xangô[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. GAARDER; HELLERN; NOTAKER, Jostein; Victor; Henry (2000). O Livro das Religiões. São Paulo: Cia das Letras. pp. p. 317 
  2. CHIAVENATO, Júlio José (1999). O Negro no Brasil: Da senzala à abolição. São Paulo: Moderna. pp. p.122 
  3. HURBON, Laënnec (1987). O Deus da Resistência Negra: o Vodu Haitiano. São Paulo, Porto Príncipe (Haiti): Paulinas. p. 95-97 
  4. BRAICK, MOTA, Patrícia, Mírian (2007). História: das Cavernas ao Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna 
  5. «Censo Demográfico 2010: Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência» (PDF). 2010. p. p. 92 e 97  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  6. NERI, Marcelo (2011). «Novo Mapa das Religiões» (PDF). Fundação Getúlio Vargas. p. 37. Consultado em 21 de maio de 2017 
  7. CAMPELO; DE LUCA, Marilu; Taíssa (1 de junho de 2007). «As duas africanidades estabelecidas no Pará» (PDF). Revista Aulas: Universidade Federal de Campinas. Consultado em 21 de maio de 2017 
  8. CORDEIRO;, Maria Audirene de Souza (3 de junho de 2014). «Pajelança e Babassuê: as faces do Xamanismo amazônico no final do século XIX» (PDF). 29ª Reunião Brasileira de Antropologia (Natal/RN, 2014). p. 11. Consultado em 21 de maio de 2017 
  9. Religiões Afro-Brasileiras do Rio Grande do Sul: Passado e Presente

Ligações externas[editar | editar código-fonte]