Resultados e estatísticas do Campeonato Brasileiro de Futebol

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Esta é uma lista com todos os resultados e estatísticas do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Campeões[editar | editar código-fonte]

No período em que o Campeonato Brasileiro era disputado em sistema eliminatório (1959-1968), foram campeões invictos, Palmeiras (1960), Santos (1963, 1964 e 1965) e Cruzeiro (1966).[1] No período em que era adotado sistemas mistos (1967-2002), o único campeão invicto foi o Internacional em 1979. Desde que passou para o sistema de "todos contra todos" (2003), nenhuma equipe conseguiu ser campeã invicta.

Sobre títulos consecutivos, a sequência máxima obtida ao longo da competição foi o pentacampeonato do Santos (1961-62-63-64-65). Afora isso, houve o tricampeonato do São Paulo (2006-07-08) e diversos bicampeonatos consecutivos. O Palmeiras alcançou três vezes (1967,[nota 1] 1972-73, 1993-94), enquanto que tal feito foi conseguido uma vez pelo Internacional (1975-76), pelo Flamengo (1982-83), pelo Corinthians (1998-99) e pelo Cruzeiro (2013-14).

O Santos é o único time que conseguiu vencer a Copa Libertadores da América e o Campeonato Brasileiro no mesmo ano, feito realizado em 1962 e 1963. Esse clube também tornou-se, em 1962, a primeira equipe brasileira a conquistar a "Quádrupla coroa", ao vencer todos os títulos oficiais que disputou na temporada. Foi campeão paulista, campeão brasileiro, campeão sul-americano e campeão mundial.[2]

Em 2003, o Cruzeiro tornou-se o primeiro clube a conquistar a "Tríplice coroa" ao vencer no mesmo ano o título de seu estado (no caso o Campeonato Mineiro), a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro.

Por 23 vezes o campeão brasileiro também venceu o campeonato estadual no mesmo ano: Bahia (1959 e 1988), Santos (1961, 1962, 1964, 1965 e 1968), Cruzeiro (1966, 2003 e 2014), Botafogo (1968), Palmeiras (1972, 1993 e 1994), Internacional (1975 e 1976), Fluminense (1984 e 2012), São Paulo (1991), Grêmio (1996), Corinthians (1999 e 2017), Atlético Paranaense (2001) e Flamengo (2009).

Ano Campeão Placar(es) Vice 3.º lugar 4.º lugar
1959
Detalhes
Bahia
Bahia
3 – 2
0 – 2
3 – 1
São Paulo
Santos
Rio Grande do Sul
Grêmio
Distrito Federal do Brasil (1891–1960)
Vasco da Gama
1960
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
3 – 1
8 – 2
Ceará
Fortaleza
Guanabara
Fluminense
Pernambuco
Santa Cruz
1961
Detalhes
São Paulo
Santos
1 – 1
5 – 1
Bahia
Bahia
Guanabara
America
Pernambuco
Náutico
1962
Detalhes
São Paulo
Santos
4 – 3
1 – 3
5 – 0
Guanabara
Botafogo
Rio Grande do Sul
Internacional
Pernambuco
Sport
1963
Detalhes
São Paulo
Santos
6 – 0
2 – 0
Bahia
Bahia
Rio Grande do Sul
Grêmio
Guanabara
Botafogo
1964
Detalhes
São Paulo
Santos
4 – 1
0 – 0
Guanabara
Flamengo
Ceará
Ceará
São Paulo
Palmeiras
1965
Detalhes
São Paulo
Santos
5 – 1
1 – 0
Guanabara
Vasco da Gama
Pernambuco
Náutico
São Paulo
Palmeiras
1966
Detalhes
Minas Gerais
Cruzeiro
6 – 2
3 – 2
São Paulo
Santos
Pernambuco
Náutico
Guanabara
Fluminense
1967[nota 2]
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
[nota 3] Rio Grande do Sul
Internacional
São Paulo
Corinthians
Rio Grande do Sul
Grêmio
1967[nota 4]
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
3 – 1
1 – 2
2 – 0
Pernambuco
Náutico
Rio Grande do Sul
Grêmio
Minas Gerais
Cruzeiro
1968[nota 2]
Detalhes
São Paulo
Santos
[nota 3] Rio Grande do Sul
Internacional
Guanabara
Vasco da Gama
São Paulo
Palmeiras
1968[nota 4]
Detalhes
Guanabara
Botafogo
2 – 2
4 – 0
Ceará
Fortaleza
Minas Gerais
Cruzeiro
Pernambuco
Náutico
1969
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
[nota 3] Minas Gerais
Cruzeiro
São Paulo
Corinthians
Guanabara
Botafogo
1970
Detalhes
Guanabara
Fluminense
[nota 3] São Paulo
Palmeiras
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Minas Gerais
Cruzeiro
1971
Detalhes
Minas Gerais
Atlético Mineiro
[nota 5] São Paulo
São Paulo
Guanabara
Botafogo
São Paulo
Corinthians
1972
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
0 – 0 Guanabara
Botafogo
Rio Grande do Sul
Internacional
São Paulo
Corinthians
1973
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
[nota 3] São Paulo
São Paulo
Minas Gerais
Cruzeiro
Rio Grande do Sul
Internacional
1974
Detalhes
Guanabara
Vasco da Gama
2 – 1 Minas Gerais
Cruzeiro
São Paulo
Santos
Rio Grande do Sul
Internacional
1975
Detalhes
Rio Grande do Sul
Internacional
1 – 0 Minas Gerais
Cruzeiro
Rio de Janeiro
Fluminense
Pernambuco
Santa Cruz
1976
Detalhes
Rio Grande do Sul
Internacional
2 – 0 São Paulo
Corinthians
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio de Janeiro
Fluminense
1977
Detalhes
São Paulo
São Paulo
0 – 0 (pro)
3 – 2 (pen)
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Mato Grosso do Sul
Operário-MS
Paraná
Londrina
1978
Detalhes
São Paulo
Guarani
1 – 0
1 – 0
São Paulo
Palmeiras
Rio Grande do Sul
Internacional
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
1979
Detalhes
Rio Grande do Sul
Internacional
2 – 0
2 – 1
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
Paraná
Coritiba
São Paulo
Palmeiras
1980
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
0 – 1
3 – 2
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio Grande do Sul
Internacional
Paraná
Coritiba
1981
Detalhes
Rio Grande do Sul
Grêmio
2 – 1
1 – 0
São Paulo
São Paulo
São Paulo
Ponte Preta
Rio de Janeiro
Botafogo
1982
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
1 – 1
0 – 0
1 – 0
Rio Grande do Sul
Grêmio
São Paulo
Guarani
São Paulo
Corinthians
1983
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
1 – 2
3 – 0
São Paulo
Santos
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Paraná
Atlético Paranaense
1984
Detalhes
Rio de Janeiro
Fluminense
1 – 0
0 – 0
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
Rio Grande do Sul
Grêmio
São Paulo
Corinthians
1985
Detalhes
Paraná
Coritiba
1 – 1 (pro)
6 – 5 (pen)
Rio de Janeiro
Bangu
Rio Grande do Sul
Brasil de Pelotas
Minas Gerais
Atlético Mineiro
1986
Detalhes
São Paulo
São Paulo
1 – 1
3 – 3 (pro)
4 – 3 (pen)
São Paulo
Guarani
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio de Janeiro
America
1987
Detalhes
Pernambuco
Sport
0 – 0
1 – 0
São Paulo
Guarani
Rio de Janeiro
Flamengo
Rio Grande do Sul
Internacional
1988
Detalhes
Bahia
Bahia
2 – 1
0 – 0
Rio Grande do Sul
Internacional
Rio de Janeiro
Fluminense
Rio Grande do Sul
Grêmio
1989
Detalhes
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
1 – 0 São Paulo
São Paulo
Minas Gerais
Cruzeiro
Rio de Janeiro
Botafogo
1990
Detalhes
São Paulo
Corinthians
1 – 0
1 – 0
São Paulo
São Paulo
Rio Grande do Sul
Grêmio
Bahia
Bahia
1991
Detalhes
São Paulo
São Paulo
1 – 0
0 – 0
São Paulo
Bragantino
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio de Janeiro
Fluminense
1992
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 0
2 – 2
Rio de Janeiro
Botafogo
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
São Paulo
Bragantino
1993
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
1 – 0
2 – 0
Bahia
Vitória
São Paulo
Corinthians
São Paulo
São Paulo
1994
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
3 – 1
1 – 1
São Paulo
Corinthians
São Paulo
Guarani
Minas Gerais
Atlético Mineiro
1995
Detalhes
Rio de Janeiro
Botafogo
2 – 1
1 – 1
São Paulo
Santos
Minas Gerais
Cruzeiro
Rio de Janeiro
Fluminense
1996
Detalhes
Rio Grande do Sul
Grêmio
0 – 2
2 – 0
São Paulo
Portuguesa
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Goiás
Goiás
1997
Detalhes
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
0 – 0
0 – 0
São Paulo
Palmeiras
Rio Grande do Sul
Internacional
Minas Gerais
Atlético Mineiro
1998
Detalhes
São Paulo
Corinthians
2 – 2
1 – 1
2 – 0
Minas Gerais
Cruzeiro
São Paulo
Santos
São Paulo
Portuguesa
1999
Detalhes
São Paulo
Corinthians
2 – 3
2 – 0
0 – 0
Minas Gerais
Atlético Mineiro
Bahia
Vitória
São Paulo
São Paulo
2000
Detalhes
Rio de Janeiro
Vasco da Gama
1 – 1
3 – 1
São Paulo
São Caetano
Minas Gerais
Cruzeiro
Rio Grande do Sul
Grêmio
2001
Detalhes
Paraná
Atlético Paranaense
4 – 2
1 – 0
São Paulo
São Caetano
Rio de Janeiro
Fluminense
Minas Gerais
Atlético Mineiro
2002
Detalhes
São Paulo
Santos
2 – 0
3 – 2
São Paulo
Corinthians
Rio Grande do Sul
Grêmio
Rio de Janeiro
Fluminense
2003
Detalhes
Minas Gerais
Cruzeiro
[nota 6] São Paulo
Santos
São Paulo
São Paulo
São Paulo
São Caetano
2004
Detalhes
São Paulo
Santos
[nota 6] Paraná
Atlético Paranaense
São Paulo
São Paulo
São Paulo
Palmeiras
2005
Detalhes
São Paulo
Corinthians
[nota 6] Rio Grande do Sul
Internacional
Goiás
Goiás
São Paulo
Palmeiras
2006
Detalhes
São Paulo
São Paulo
[nota 6] Rio Grande do Sul
Internacional
Rio Grande do Sul
Grêmio
São Paulo
Santos
2007
Detalhes
São Paulo
São Paulo
[nota 6] São Paulo
Santos
Rio de Janeiro
Flamengo
Rio de Janeiro
Fluminense
2008
Detalhes
São Paulo
São Paulo
[nota 6] Rio Grande do Sul
Grêmio
Minas Gerais
Cruzeiro
São Paulo
Palmeiras
2009
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
[nota 6] Rio Grande do Sul
Internacional
São Paulo
São Paulo
Minas Gerais
Cruzeiro
2010
Detalhes
Rio de Janeiro
Fluminense
[nota 6] Minas Gerais
Cruzeiro
São Paulo
Corinthians
Rio Grande do Sul
Grêmio
2011
Detalhes
São Paulo
Corinthians
[nota 6] Rio de Janeiro
Vasco da Gama
Rio de Janeiro
Fluminense
Rio de Janeiro
Flamengo
2012
Detalhes
Rio de Janeiro
Fluminense
[nota 6] Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio Grande do Sul
Grêmio
São Paulo
São Paulo
2013
Detalhes
Minas Gerais
Cruzeiro
[nota 6] Rio Grande do Sul
Grêmio
Paraná
Atlético Paranaense
Rio de Janeiro
Botafogo
2014
Detalhes
Minas Gerais
Cruzeiro
[nota 6] São Paulo
São Paulo
Rio Grande do Sul
Internacional
São Paulo
Corinthians
2015
Detalhes
São Paulo
Corinthians
[nota 6] Minas Gerais
Atlético Mineiro
Rio Grande do Sul
Grêmio
São Paulo
São Paulo
2016
Detalhes
São Paulo
Palmeiras
[nota 6] São Paulo
Santos
Rio de Janeiro
Flamengo
Minas Gerais
Atlético Mineiro
2017
Detalhes
São Paulo
Corinthians
[nota 6] São Paulo
Palmeiras
São Paulo
Santos
Rio Grande do Sul
Grêmio


Campeões por década[editar | editar código-fonte]

Século XX

Década de 1950[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Bahia e Palmeiras 1

Década de 1960[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Santos 6
Palmeiras 3
Cruzeiro, Botafogo e Fluminense 1

Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Internacional 3
Palmeiras 2
Atlético Mineiro, Vasco da Gama, São Paulo, Guarani e Flamengo 1

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Flamengo 2
Grêmio, Fluminense, Coritiba, São Paulo, Sport, Bahia, Vasco da Gama e Corinthians 1

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Corinthians, Palmeiras e Vasco da Gama 2
São Paulo, Flamengo, Botafogo e Grêmio 1
Século XXI

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
São Paulo 3
Santos 2
Atlético Paranaense, Cruzeiro, Corinthians, Flamengo e Fluminense 1

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos
Corinthians 3
Cruzeiro 2
Fluminense e Palmeiras 1
Clube com mais títulos

Melhores campanhas[editar | editar código-fonte]

Em sistemas mistos[editar | editar código-fonte]

Durante o período entre 1967 e 2002, em que era adotado sistemas mistos, os campeões com melhor desempenho foram:

Pos. Clube Ano J V E D %
1.º Internacional 1976 23 19 1 3 84,1%
2.º Internacional 1979 23 16 7 0 79,7%
3.º Palmeiras 1993 22 16 4 2 78,8%
4.º Flamengo 1982 23 15 6 2 73,9%
5.º Santos 1968 19 12 4 3 73,7%
6.º Flamengo 1980 22 14 6 2 72,7%
7.º Palmeiras 1973 40 25 12 3 72,5%
8.º Internacional 1975 30 19 8 3 72,2%
9.º Palmeiras 1994 31 20 6 5 71,0%
10.º Guarani 1978 32 20 8 4 70,8%

Em pontos corridos[editar | editar código-fonte]

A partir de 2003, quando o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado no sistema de pontos corridos, os campeões com melhor desempenho foram:

Pos. Clube Ano J V E D %
1.º Cruzeiro 2003 46 31 7 8 72,5%
2.º Corinthians 2015 38 24 9 5 71,1%
3.º Palmeiras 2016 38 24 8 6 70,2%[3]
4.º Cruzeiro 2014 38 24 8 6 70,2%
5.º São Paulo 2006 38 22 12 4 68,4%
6.º São Paulo 2007 38 23 8 7 67,5%
7.º Fluminense 2012 38 22 11 5 67,5%
8.º Cruzeiro 2013 38 23 7 8 66,7%
9.º São Paulo 2008 38 21 12 5 65,8%
10.º Santos 2004 46 27 8 11 64,5%

Maiores jejuns de títulos[editar | editar código-fonte]

Contando os maiores períodos entre um título e outro.

Pos. Clube Período Jejum
1.º Atlético Mineiro 1971-atualmente 47 anos
2.º Guarani 1978-atualmente 40 anos
3.º Internacional 1979-atualmente 39 anos
4.º Cruzeiro 1966-2003 37 anos
5.º Santos 1968-2002 34 anos
6.º Coritiba 1985-atualmente 33 anos
7.º Sport 1987-atualmente 31 anos
8.º Bahia 1988-atualmente 30 anos
9.º Bahia 1959-1988 29 anos
10.º Botafogo 1968-1995 27 anos

Temporadas entre os quatro primeiros[editar | editar código-fonte]

Durante as 60 edições do Campeonato Brasileiro, realizadas entre 1959 e 2017, 32 equipes diferentes terminaram o torneio entre os quatro primeiros colocados,[4] conforme dados atualizados em 3 de dezembro de 2017.

Total G4 Clubes Participações 1.º 2.º 3.º 4.º
20 São Paulo Palmeiras 54 9 4 0 7
19 São Paulo Santos 57 8 7 3 1
São Paulo Corinthians 49 7 3 4 5
São Paulo São Paulo 50 6 6 3 4
Minas Gerais Cruzeiro 57 4 5 6 4
Rio Grande do Sul Grêmio 58 2 3 6 6
18
Rio Grande do Sul Internacional 51 3 6 6 3
Minas Gerais Atlético Mineiro 54 1 5 7 5
15 Rio de Janeiro Fluminense 51 4 0 5 6
12 Rio de Janeiro Vasco da Gama 50 4 4 2 2
11 Rio de Janeiro Botafogo 53 2 3 2 4
10 Rio de Janeiro Flamengo 52 5 1 3 1
5 Bahia Bahia 45 2 2 0 1
São Paulo Guarani 29 1 2 2 0
Paraná Atlético Paranaense 41 1 1 2 1
Pernambuco Náutico 34 0 1 2 2
3 Paraná Coritiba 39 1 0 1 1
São Paulo São Caetano 7 0 2 0 1
2 Pernambuco Sport 39 1 0 0 1
Ceará Fortaleza 20 0 2 0 0
Bahia Vitória 38 0 1 1 0
Rio de Janeiro Bangu 11 0 1 0 1
São Paulo Bragantino 9 0 1 0 1
São Paulo Portuguesa 35 0 1 0 1
Rio de Janeiro America 20 0 0 1 1
Goiás Goiás 39 0 0 1 1
Pernambuco Santa Cruz 24 0 0 0 2
1 Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 4 0 0 1 0
Ceará Ceará 21 0 0 1 0
Paraná Londrina 7 0 0 0 1
Mato Grosso do Sul Operário-MS 10 0 0 1 0
São Paulo Ponte Preta 24 0 0 1 0

Por clube[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
São Paulo Palmeiras 9 (1960, 1967[nota 2], 1967[nota 4], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994 e 2016) 4 (1970, 1978, 1997 e 2017) 0 7 (1964, 1965, 1968[nota 2], 1979, 2004, 2005 e 2008)
São Paulo Santos 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[nota 2], 2002 e 2004) 7 (1959, 1966, 1983, 1995, 2003, 2007 e 2016) 3 (1974, 1998 e 2017) 1 (2006)
São Paulo Corinthians 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017) 3 (1976, 1994 e 2002) 4 (1967[nota 2], 1969, 1993 e 2010) 5 (1971, 1972, 1982, 1984 e 2014)
São Paulo São Paulo 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008) 6 (1971, 1973, 1981, 1989, 1990 e 2014) 3 (2003, 2004 e 2009) 4 (1993, 1999, 2012 e 2015)
Rio de Janeiro Flamengo 5 (1980, 1982, 1983, 1992 e 2009) 1 (1964) 3 (1987, 2007 e 2016) 1 (2011)
Minas Gerais Cruzeiro 4 (1966, 2003, 2013 e 2014) 5 (1969, 1974, 1975, 1998 e 2010) 6 (1967[nota 4], 1973, 1989, 1995, 2000 e 2008) 3 (1968[nota 4], 1970 e 2009)
Rio de Janeiro Vasco da Gama 4 (1974, 1989, 1997 e 2000) 4 (1965, 1979, 1984 e 2011) 3 (1959, 1968[nota 2] e 1992) 1 (1978)
Rio de Janeiro Fluminense 4 (1970, 1984, 2010 e 2012) 0 5 (1960, 1975, 1988, 2001 e 2011) 6 (1966, 1976, 1991, 1995, 2002 e 2007)
Rio Grande do Sul Internacional 3 (1975, 1976 e 1979) 6 (1967[nota 2], 1968[nota 2], 1988, 2005, 2006 e 2009) 6 (1962, 1972, 1978, 1980, 1997 e 2014) 3 (1973, 1974 e 1987)
Rio Grande do Sul Grêmio 2 (1981 e 1996) 3 (1982, 2008 e 2013) 6 (1984, 1990, 2002, 2006, 2012 e 2015) 8 (1959, 1963, 1967[nota 2], 1967[nota 4], 1988, 2000, 2010 e 2017)
Rio de Janeiro Botafogo 2 (1968[nota 4] e 1995) 3 (1962, 1972 e 1992) 2 (1963 e 1971) 4 (1969, 1981, 1989 e 2013)
Bahia Bahia 2 (1959 e 1988) 2 (1961 e 1963) 0 1 (1990)
Minas Gerais Atlético Mineiro 1 (1971) 5 (1977, 1980, 1999, 2012 e 2015) 6 (1970, 1976, 1983, 1986, 1991 e 1996) 5 (1985, 1994, 1997, 2001 e 2016)
São Paulo Guarani 1 (1978) 2 (1986 e 1987) 2 (1982 e 1994) 0
Paraná Atlético Paranaense 1 (2001) 1 (2004) 1 (2013) 1 (1983)
Paraná Coritiba 1 (1985) 0 1 (1979) 1 (1980)
Pernambuco Sport 1 (1987) 0 0 1 (1962)
São Paulo São Caetano 0 2 (2000 e 2001) 0 1 (2003)
Ceará Fortaleza 0 2 (1960 e 1968[nota 4]) 0 0
Pernambuco Náutico 0 1 (1967[nota 4]) 3 (1965, 1966 e 1968[nota 4]) 1 (1961)
Bahia Vitória 0 1 (1993) 1 (1999) 0
São Paulo Bragantino 0 1 (1991) 0 1 (1992)
São Paulo Portuguesa 0 1 (1996) 0 1 (1998)
Rio de Janeiro Bangu 0 1 (1985) 0 0
Rio de Janeiro America 0 0 1 (1961) 1 (1986)
Goiás Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 0 1 (1985) 0
Ceará Ceará 0 0 1 (1964) 0
Mato Grosso do Sul Operário 0 0 1 (1977) 0
São Paulo Ponte Preta 0 0 1 (1981) 0
Pernambuco Santa Cruz 0 0 0 2 (1960 e 1975)
Paraná Londrina 0 0 0 1 (1977)

Por cidade[editar | editar código-fonte]

Cidade Títulos Vices Terceiro
lugar
Quarto
lugar
São Paulo 23 14 7 17
Rio de Janeiro 15 9 14 13
Santos 8 7 3 1
Porto Alegre 5 9 12 11
Belo Horizonte 5 10 12 8
Salvador 2 3 1 1
Curitiba 2 1 2 2
Campinas 1 2 3 0
Recife 1 1 3 4
Fortaleza 0 2 1 0
São Caetano do Sul 0 2 0 1
Bragança Paulista 0 1 0 1
Goiânia 0 0 1 1
Campo Grande 0 0 1 0
Pelotas 0 0 1 0
Londrina 0 0 0 1

Por estado[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
 São Paulo 31 (1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967[nota 2], 1967[nota 4], 1968[nota 2], 1969, 1972, 1973, 1977, 1978, 1986, 1990, 1991, 1993, 1994, 1998, 1999, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2011, 2015, 2016 e 2017) 26 (1959, 1966, 1970, 1971, 1973, 1976, 1978, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002, 2003, 2007, 2014, 2016 e 2017) 13 (1967[nota 2], 1969, 1974, 1981, 1982, 1993, 1994, 1998, 2003, 2004, 2009, 2010 e 2017) 20 (1964, 1965, 1968[nota 2], 1971, 1972, 1979, 1982, 1984, 1992, 1993, 1998, 1999, 2003, 2004, 2005, 2006, 2008, 2012, 2014 e 2015)
 Rio de Janeiro 15 (1968[nota 4], 1970, 1974, 1980, 1982, 1983, 1984, 1989, 1992, 1995, 1997, 2000, 2009, 2010 e 2012) 9 (1962, 1964, 1965, 1972, 1979, 1984, 1985, 1992 e 2011) 13 (1960, 1961, 1963, 1968[nota 2], 1971, 1975, 1987, 1988, 1992, 2001, 2007 2011 e 2016) 14 (1959, 1966, 1969, 1976, 1978, 1981, 1986, 1989, 1991, 1995, 2002, 2007, 2011 e 2013)
 Minas Gerais 5 (1966, 1971, 2003, 2013 e 2014) 10 (1969, 1974, 1975, 1977, 1980, 1998, 1999, 2010, 2012 e 2015) 12 (1968[nota 4], 1970, 1973, 1976, 1983, 1986, 1989, 1991, 1995, 1996, 2000 e 2008) 8 (1967[nota 4], 1970, 1985, 1994, 1997, 2001, 2009 e 2016)
 Rio Grande do Sul 5 (1975, 1976, 1979, 1981 e 1996) 9 (1967[nota 2], 1968[nota 2], 1982, 1988, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013) 15 (1959, 1962, 1967[nota 4], 1972, 1978, 1980, 1984, 1985, 1990, 1997, 2002, 2006, 2012, 2014 e 2015) 9 (1963, 1967[nota 2], 1973, 1974, 1987, 1988, 2000, 2010 e 2017)
Bahia Bahia 2 (1959 e 1988) 3 (1961, 1963 e 1993) 1 (1999) 1 (1990)
 Paraná 2 (1985 e 2001) 1 (2004) 3 (1979, 1987 e 2013) 3 (1977, 1980 e 1983)
 Pernambuco 1 (1987) 1 (1967[nota 4]) 2 (1965 e 1966) 5 (1960, 1961, 1962, 1968[nota 4] e 1975)
 Ceará 0 2 (1960 e 1968[nota 4]) 1 (1964) 0
 Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
 Mato Grosso do Sul 0 0 1 (1977) 0

Maiores sequências de títulos por estado[editar | editar código-fonte]

Estado Período Títulos seguidos Clubes
 São Paulo 1960-1965 6 Palmeiras (1960) e Santos (1961-65)
 São Paulo 2004-2008 5 Santos (2004), Corinthians (2005), São Paulo (2006-08)
 São Paulo 1967-1968 3 Palmeiras (1967[nota 7]) e Santos (1968)
 Rio de Janeiro 1982-1984 Flamengo (1982-83) e Fluminense (1984)
 São Paulo 2015-2017 Corinthians (2015 e 2017) e Palmeiras (2016)

Por região[editar | editar código-fonte]

Região Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
Sudeste 51 45 38 42
Sul 7 10 17 11
Nordeste 3 6 4 6
Centro-Oeste 0 0 2 1

Rodadas na liderança na era dos pontos corridos[editar | editar código-fonte]

Total de rodadas que cada clube esteve na liderança desde 2003,[5][6] ano que começou o sistema de pontos corridos. Atualizado até a 38° rodada do Brasileirão 2017.

Clube Liderança Disputadas %
São Paulo Corinthians 125 552 22,64
Minas Gerais Cruzeiro 107 590 18,14
São Paulo São Paulo 68 590 11,53
São Paulo Palmeiras 53 506 10,47
Rio de Janeiro Fluminense 46 590 7,80
Minas Gerais Atlético MG 32 552 5,80
São Paulo Santos 30 590 5,08
Rio de Janeiro Botafogo 20 506 3,95
Rio Grande do Sul Grêmio 20 548 3,65
Paraná Atlético PR 15 552 2,72
Rio Grande do Sul Internacional 15 552 2,72
Rio de Janeiro Flamengo 13 590 2,20
Rio de Janeiro Vasco da Gama 10 476 2,10
São Paulo Ponte Preta 9 362 2,49
Pernambuco Sport 5 304 1,64
Santa Catarina Criciúma 4 168 2,38
Santa Catarina Figueirense 3 438 0,68
Paraná Coritiba 476 0,63
Paraná Juventude 2 210 0,95
Santa Catarina Chapecoense 2 152 1,32
Goiás Goiás 1 438 0,22
Pernambuco Náutico 190 0,52
Paraná Paraná 210 0,47
São Paulo São Caetano 172 0,58
Bahia Vitória 385 0,26
Santa Catarina Avaí 190 0,52
Pernambuco Santa Cruz 76 1,32
Bahia Bahia 236 0,42

Sobre pontos[editar | editar código-fonte]

Clubes que mais pontuaram[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir apresenta os clubes que mais pontuaram de 1959 e 2017, considerando dois pontos por vitória entre 1959 e 1994. Vale salientar que, entre 1975 e 1977, cada vitória por 2 ou mais gols de diferença dava um ponto extra ao vencedor. Em 1978 a regra do ponto extra se manteve, porém apenas para vitórias por 3 ou mais gols de diferença. Na edição de 1988, todos os jogos que terminassem empatados tinham decisões por pênaltis; vitória no tempo normal dava 3 pontos para o vencedor e zero pontos para o derrotado; vitória na decisão por pênaltis dava 2 pontos para o vencedor e 1 ponto para o derrotado.

Clube Total
São Paulo São Paulo 2.022
Minas Gerais Cruzeiro 1.998
São Paulo Santos 1.963
São Paulo Corinthians 1.943
Rio Grande do Sul Internacional 1.936
Rio Grande do Sul Grêmio 1.922
Minas Gerais Atlético Mineiro 1.905
São Paulo Palmeiras 1.864
Rio de Janeiro Flamengo 1.852
Rio de Janeiro Fluminense 1.711
Rio de Janeiro Vasco da Gama 1.677
Rio de Janeiro Botafogo 1.582
Paraná Atlético Paranaense 1.401
Goiás Goiás 1.256
Paraná Coritiba 1.248
Bahia Bahia 1.116
Bahia Vitória 1.088
Pernambuco Sport 1.065
São Paulo Guarani 912
São Paulo Portuguesa 911

Tabela acumulada de pontos da Era dos pontos corridos[editar | editar código-fonte]

Durante os 12 anos em que o Campeonato Brasileiro adotou a fórmula de pontos corridos (desde 2003), 40 equipes já participaram. Na tabela abaixo, é possível verificar o desempenho de todas as equipes que disputaram o campeonato desde a primeira edição, em 2003. Números em negrito indicam o recorde (número mais positivo ou negativo) de cada coluna apresentada.[7]

Pos Equipes Temp. Pts J V E D GP GC SG % R Baixa Média Melhor
1 São Paulo São Paulo 15 977 590 276 149 165 893 655 +238 55,2 3 1 3 2 0 65,1
2 Minas Gerais Cruzeiro 15 941 590 272 125 193 917 738 +179 53,1 3 1 1 1 0 62,7
3 São Paulo Santos 15 919 590 256 151 183 902 713 +189 51,9 1 3 1 1 0 61,3
4 São Paulo Corinthians 14 886 552 243 155 154 747 598 +149 53,5 4 0 1 1 1 63,1
5 Rio Grande do Sul Internacional 14 849 552 237 136 179 738 632 +106 51,2 0 3 1 0 1 60,6
6 Rio de Janeiro Flamengo 15 847 590 226 173 191 771 731 +40 47,8 1 0 2 1 0 56,7
7 Rio de Janeiro Fluminense 15 846 590 228 160 202 821 772 +49 47,8 2 0 1 1 0 56,3
8 Rio Grande do Sul Grêmio 14 832 548 232 136 180 747 621 +126 50,6 0 2 3 2 1 59,4
9 Minas Gerais Atlético Mineiro 14 797 552 217 146 189 802 641 +161 48,2 0 2 0 1 1 56,9
10 Paraná Atlético Paranaense 14 781 552 217 130 205 750 724 +26 47,1 0 1 1 0 1 55,8
11 São Paulo Palmeiras 13 748 506 207 127 172 713 642 +71 49,2 1 1 0 3 1 57,5
12 Rio de Janeiro Botafogo 13 693 473 183 144 146 676 648 +28 45,6 0 0 0 1 1 53,3
13 Rio de Janeiro Vasco da Gama 12 634 476 165 139 172 629 681 –52 44,4 0 1 0 0 3 52,8
14 Paraná Coritiba 12 615 476 162 129 185 582 600 –18 43 0 0 0 0 3 51,3
15 Goiás Goiás 11 596 438 165 101 172 626 606 +20 45,3 0 0 1 0 2 54,2
16 Santa Catarina Figueirense 11 550 438 142 124 172 530 622 –92 41,8 0 0 0 0 3 50
17 São Paulo Ponte Preta 9 433 362 114 91 157 414 534 –120 39,7 0 0 0 0 3 48,1
18 Bahia Vitória 9 431 358 114 89 155 456 518 –62 40,1 0 0 0 0 3 47,9
19 Pernambuco Sport 8 378 304 99 81 124 373 424 –51 41,4 0 0 0 0 2 47,3
20 Paraná Paraná 5 281 210 79 44 87 294 312 –18 44,6 0 0 0 0 1 56,2
21 Bahia Bahia 6 274 236 68 70 98 257 318 –61 38,7 0 0 0 0 1 45,7 12º
22 Rio Grande do Sul Juventude 5 266 210 71 50 89 268 327 –59 42,2 0 0 0 0 1 53,2
23 Santa Catarina Avaí 5 216 190 54 54 82 222 293 –71 37,8 0 0 0 0 3 43,2
24 São Paulo São Caetano 4 215 172 65 41 66 209 199 +10 41,6 0 0 0 1 1 53,8
25 Pernambuco Náutico 5 200 190 54 38 98 224 318 –94 35,1 0 0 0 0 2 40 12º
26 Santa Catarina Chapecoense 4 196 151 51 43 57 169 190 –21 43,2 0 0 0 0 0 51,3
27 Santa Catarina Criciúma 4 188 168 50 38 80 195 266 –71 37,3 0 0 0 0 1 47 14º
28 Goiás Atlético Goianiense 4 156 152 39 39 74 176 225 –49 34,2 0 0 0 0 2 39,0 13º
29 São Paulo Guarani 3 147 130 36 39 55 140 180 –40 37,6 0 0 0 0 2 49,0 13º
30 Pará Paysandu 3 146 134 41 31 62 193 245 –52 36,3 0 0 0 0 1 51,3 14º
31 Ceará Fortaleza 3 142 126 36 34 56 155 200 –45 41,5 0 0 0 0 2 47,3 13º
32 São Paulo Portuguesa 3 127 114 31 38 45 137 157 –20 38,3 0 0 0 0 2 43,7 16º
33 Ceará Ceará 2 86 76 20 26 30 82 108 –26 37,7 0 0 0 0 1 43,0 12º
34 São Paulo Grêmio Barueri 2 77 76 19 23 34 98 116 –18 35,1 0 0 0 0 1 40,0 11º
35 Minas Gerais América Mineiro 2 65 76 15 20 41 74 127 –53 28,5 0 0 0 0 2 32,5 19º
36 Pernambuco Santa Cruz 2 59 76 15 14 47 86 145 –59 25,9 0 0 0 0 2 29,5 19º
37 São Paulo Santo André 1 41 38 11 8 19 46 61 –15 36,0 0 0 0 0 1 41,0 18º
38 Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 1 41 42 10 11 21 47 67 –20 36,0 0 0 0 0 1 41,0 22º
39 Minas Gerais Ipatinga 1 35 38 9 8 21 37 67 –30 30,7 0 0 0 0 1 35,0 20º
40 Santa Catarina Joinville 1 31 38 7 10 21 26 48 –22 27,2 0 0 0 0 1 31,0 20º
41 Rio Grande do Norte América de Natal 1 17 38 4 5 29 24 80 –56 14,9 0 0 0 0 1 17,0 20º

Status dos clubes no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2018:

Série A de 2018
Série B de 2018
Série C de 2018
Série D de 2018
Sem divisão

Melhores ataques e defesas[editar | editar código-fonte]

Melhores ataques[editar | editar código-fonte]

Edição Melhor ataque Gols marcados Jogos Média
1959 Bahia Bahia 25 14 1,7
1960 Rio de Janeiro Fluminense 21 9 2,3
1961 São Paulo Santos 18 5 3,6
1962 Paraíba Campinense 18 9 2
1963 Sergipe Confiança 16 8 2
1964 São Paulo Santos 20 6 3,3
1965 Rio Grande do Sul Grêmio 22 9 2,4
1966 Minas Gerais Cruzeiro 25 8 3,1
1967 São Paulo Palmeiras 39 20 1,9
1967 Rio Grande do Sul Grêmio 16 7 2,2
Paraíba Treze 10 1,6
1968 São Paulo Santos 44 19 2,3
1968 Bahia Bahia 17 9 1,8
1969 Minas Gerais Atlético Mineiro 31 16 1,9
São Paulo Corinthians 19 1,6
1970 Minas Gerais Cruzeiro 32 19 1,6
1971 Minas Gerais Atlético Mineiro 39 27 1,4
1972 São Paulo São Paulo 49 28 1,7
1973 São Paulo Santos 56 37 1,5
1974 Minas Gerais Atlético Mineiro 41 24 1,7
Rio de Janeiro Flamengo
São Paulo Santos 27 1,5
1975 Rio de Janeiro Fluminense 51 28 1,8
Rio Grande do Sul Internacional 30 1,7
1976 Rio Grande do Sul Internacional 59 23 2,5
1977 Minas Gerais Atlético Mineiro 55 21 2,6
1978 Rio de Janeiro Vasco da Gama 61 30 2
1979 Minas Gerais Cruzeiro 43 19 2,2
1980 Rio de Janeiro Flamengo 46 22 2,1
Minas Gerais Atlético Mineiro
1981 Rio de Janeiro Vasco da Gama 41 19 2,1
1982 São Paulo Guarani 53 20 2,6
1983 Rio de Janeiro Flamengo 57 26 2,1
1984 Rio de Janeiro Vasco da Gama 51 26 1,9
1985 Rio de Janeiro Bangu 55 31 1,7
1986 São Paulo São Paulo 62 34 1,8
1987 Pernambuco Sport 29 20 1,4
1988 Rio Grande do Sul Internacional 40 29 1,3
1989 Pernambuco Náutico 27 18 1,5
Rio de Janeiro Vasco da Gama 19 1,4
1990 Rio Grande do Sul Grêmio 28 23 1,2
1991 Minas Gerais Atlético Mineiro 29 21 1,3
Rio de Janeiro Fluminense
São Paulo Bragantino 23 1,2
1992 Rio de Janeiro Botafogo 46 27 1,7
1993 São Paulo Palmeiras 40 22 1,8
1994 São Paulo Palmeiras 58 31 1,8
1995 São Paulo Santos 52 27 1,9
1996 Rio Grande do Sul Grêmio 52 29 1,8
1997 Rio de Janeiro Vasco da Gama 69 33 2,1
1998 São Paulo Corinthians 57 32 1,7
1999 São Paulo Corinthians 61 29 2,1
2000 São Paulo São Caetano 77 33 2,3
2001 Paraná Atlético Paranaense 68 31 2,2
2002 São Paulo São Paulo 59 27 2,1
São Paulo Santos 31 1,9
2003 Minas Gerais Cruzeiro 102 46 2,2
2004 São Paulo Santos 103 46 2,2
2005 São Paulo Corinthians 87 42 2,1
2006 São Paulo São Paulo 66 38 1,7
2007 Minas Gerais Cruzeiro 73 38 1,9
2008 Rio de Janeiro Flamengo 67 38 1,7
2009 Rio Grande do Sul Grêmio 67 38 1,7
2010 Rio Grande do Sul Grêmio 68 38 1,7
2011 Rio de Janeiro Fluminense 60 38 1,5
2012 Minas Gerais Atlético Mineiro 64 38 1,6
2013 Minas Gerais Cruzeiro 77 38 2
2014 Minas Gerais Cruzeiro 67 38 1,7
2015 São Paulo Corinthians 71 38 1,8
2016 São Paulo Palmeiras 62 38 1,6
2017 São Paulo Palmeiras 61 38 1,6
Times em verde também foram campeões dessa edição.

Melhores defesas[editar | editar código-fonte]

Edição Melhor defesa Gols sofridos Jogos Média
1959 Rio Grande do Sul Grêmio 5 6 0,8
1960 Espírito Santo (estado) Rio Branco 2 3 0,6
1961 Pernambuco Náutico 1 2 0,5
1962 Bahia Bahia 3 3 1
Minas Gerais Cruzeiro 4 4
Rio de Janeiro Rio Branco
Pernambuco Sport 6 6
Paraíba Campinense 9 9
1963 Goiás Vila Nova 2 5 0,4
1964 Espírito Santo (estado) Rio Branco 5 7 0,7
1965 Paraíba Campinense 5 6 0,8
1966 Rio Grande do Sul Grêmio 2 4 0,5
1967 Rio Grande do Sul Grêmio 18 20 0,9
1967 Ceará América-CE 3 6 0,5
1968 Rio Grande do Sul Grêmio 11 16 0,6
1968 Rio Grande do Sul Grêmio 0 4 0
1969 São Paulo Corinthians 15 19 0,8
1970 Rio de Janeiro Flamengo 9 16 0,5
1971 São Paulo Santos 16 25 0,6
1972 São Paulo Palmeiras 19 30 0,6
1973 São Paulo Palmeiras 13 40 0,3
1974 Rio Grande do Sul Grêmio 11 24 0,4
1975 Rio Grande do Sul Internacional 12 30 0,4
1976 São Paulo Palmeiras 11 21 0,5
1977 São Paulo Corinthians 7 19 0,3
1978 São Paulo Palmeiras 19 32 0,6
1979 Paraíba Campinense 8 16 0,5
1980 São Paulo Santos 12 18 0,6
1981 São Paulo São Paulo 15 23 0,6
1982 São Paulo Ponte Preta 9 14 0,6
1983 São Paulo Botafogo-SP 3 6 0,5
1984 Rio de Janeiro Fluminense 13 26 0,5
Minas Gerais Uberlândia 3 6
1985 Pernambuco Sport 16 28 0,6
1986 São Paulo Guarani 18 34 0,5
1987 Minas Gerais Cruzeiro 7 17 0,4
1988 Rio de Janeiro Vasco da Gama 16 25 0,6
1989 São Paulo Palmeiras 13 18 0,7
São Paulo Corinthians
São Paulo Portuguesa
Minas Gerais Atlético Mineiro
Rio de Janeiro Flamengo
1990 Rio Grande do Sul Grêmio 16 23 0,7
1991 São Paulo São Paulo 15 23 0,6
1992 São Paulo Bragantino 17 25 0,6
1993 Paraná Paraná 12 16 0,7
1994 São Paulo Portuguesa 20 25 0,8
1995 São Paulo Palmeiras 19 23 0,8
1996 São Paulo Guarani 17 25 0,6
1997 São Paulo Palmeiras 28 33 0,8
1998 Rio de Janeiro Vasco da Gama 24 23 1
1999 São Paulo Ponte Preta 23 24 0,9
2000 Paraná Paraná 4 4 1
2001 São Paulo São Caetano 31 31 1
2002 Rio Grande do Sul Grêmio 32 29 1,1
2003 São Paulo São Caetano 37 46 0,8
2004 São Paulo São Paulo 43 46 0,9
2005 Goiás Goiás 41 42 0,9
2006 São Paulo São Paulo 32 38 0,8
2007 São Paulo São Paulo 19 38 0,5
2008 Rio Grande do Sul Grêmio 35 38 0,9
2009 São Paulo São Paulo 42 38 1,1
2010 Rio de Janeiro Fluminense 36 38 0,9
2011 São Paulo Corinthians 36 38 0,9
2012 Rio de Janeiro Fluminense 33 38 0,8
Rio Grande do Sul Grêmio
2013 São Paulo Corinthians 22 38 0,5
2014 Rio Grande do Sul Grêmio 24 38 0,6
2015 São Paulo Corinthians 31 38 0,8
2016 São Paulo Palmeiras 32 38 0,8
Paraná Atlético Paranaense
2017 São Paulo Corinthians 30 38 0,7
Times em verde também foram campeões dessa edição.

Artilharia[editar | editar código-fonte]

  • O primeiro artilheiro da história do campeonato brasileiro foi Léo do Bahia em 1959 com oito gols.
  • O primeiro gol da história do Brasileirão foi de Alencar, do Bahia contra o CSA, em 1959.
  • O Santos é o clube com o maior número de artilheiros nas edições de 1959 a 2016 do certame nacional: Foram 12 artilharias no total (Pelé em 1961 e 1964; Coutinho em 1962; Toninho Guerreiro em 1966 e 1968; Serginho Chulapa em 1983; Paulinho McLaren em 1991; Guga em 1993; Viola em 1998; Kléber Pereira em 2008, Borges em 2011 e Ricardo Oliveira em 2015).
  • Dario (1971, 1972 e 1976), Túlio (1989, 1994 e 1995) e Romário (2000, 2001 e 2005) são os jogadores que mais vezes foram artilheiros: três, menos uma com o título: 1971 e 1976 para Dario, 1995 para Túlio e 2000 para Romário.
  • Uma artilharia do Romário, todavia, é contestada; para alguns, ele teria dividido a de 2000 com Dill e Magno Alves, com os três, jogadores de clubes do Módulo Azul (virtual primeira divisão), tendo marcado cada um 20 vezes. Outros entendem que naquela edição a artilharia foi de Adhemar, que somou 22 tentos no Módulo Amarelo e Fase Final. A discordância permanece por conta do fato de ainda não haver uma lista oficial relativa ao assunto.
  • Romário é também o mais velho a sagrar-se artilheiro, com 39 anos em 2005.
  • Roberto Dinamite é quem mais fez gols em campeonatos brasileiros: 190. Também é quem mais tempo levou entre uma artilharia e outra: a primeira em 1974 (sendo campeão) e a segunda dez anos depois, em 1984 (vice-campeão).
  • O recorde de mais de gols marcados por um mesmo jogador em uma mesma partida do Brasileiro: Edmundo - 6 gols marcados contra o União São João de Araras, em 1997 (e ele ainda perdeu um pênalti).[8]
  • Washington, jogando em 2004 pelo Atlético Paranaense, foi o maior artilheiro de um único Campeonato Brasileiro, com 34 gols. Por outro lado, o "Coração Valente" alcançou a marca na fórmula dos pontos corridos, com mais de trinta rodadas. Edmundo conseguiu marcar 29 gols em 1997 com o campeonato, ainda com uma primeira fase em turno único e uma fase final em mata-mata, prevendo assim menos partidas (28 jogos). Continua, entretanto, insuperável a marca obtida por Reinaldo que, jogando pelo Atlético Mineiro em 1977, marcou 28 gols em apenas 18 jogos, atingindo uma impressionante média de 1,55 gols por partida.
  • Os irmãos Edu (em 1969) e Zico (em 1980 e 1982) são os únicos parentes que sagraram-se artilheiros. O Galinho teve mais sorte, sendo campeão nas duas vezes em que terminou o campeonato como maior goleador.
  • Apenas três foram artilheiros por equipes diferentes: Dario (duas vezes pelo Atlético Mineiro, em 1971 e 1972, e outra pelo Internacional, em 1976); Túlio (Goiás em 1989 e duas pelo Botafogo, em 1994 e 1995); e Washington (pelo Atlético Paranaense em 2004 e Fluminense em 2008).
  • A artilharia veio com o título em menos da metade das das 59 edições, em 19; Léo (1959), Pelé (1961 e 1964), Coutinho (1963), César Maluco (1967, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa), Ferretti (1968, pela Taça Brasil), Dario (1971 e 1976), Roberto Dinamite (1974), Flávio Minuano (1975), Zico (1980 e 1982), Careca (1986), Túlio (1995), Paulo Nunes (1996), Edmundo (1997), Romário (2000), Adriano (2009) e Fred (2012). Serão 18 se considerarem que Romário não foi artilheiro em 2000 e sim Adhemar.
  • Por outro lado, Josiel é o único artilheiro cujo clube terminou rebaixado (Paraná, em 2007).
  • O uruguaio Pedro Rocha ainda hoje é o único estrangeiro a ter alcançado a artilharia, em 1972.
  • Jairo, do Corinthians, é o goleiro que mais tempo ficou sem levar gols na história dos Campeonatos Brasileiro. Foram 1132 minutos, ou 12 jogos e meio de invencibilidade, no campeonato de 1978.
  • O São Paulo é a equipe com maior média de gols marcados em toda a história do campeonato, com 1,56 por partida. O Internacional (RS) tem a menor média de gols sofridos entre times com mais de 10 participações: 1 gol por jogo.
  • O gol mais rápido da história do campeonato foi aos 8 segundos, marcado por Nivaldo, do Náutico, na partida contra o Atlético Mineiro, no Estádio dos Aflitos, em 18 de outubro de 1989.

Clubes com mais artilharias[editar | editar código-fonte]

Pos. Clube Total
1.º São Paulo Santos 12
2.º Rio de Janeiro Vasco da Gama 8
3.º Minas Gerais Atlético Mineiro 7
4.º Rio de Janeiro Fluminense 5
5.º Rio de Janeiro Flamengo 4
Goiás Goiás 4
São Paulo São Paulo 4
8.º Rio de Janeiro Botafogo 3
Rio Grande do Sul Grêmio 3
Rio Grande do Sul Internacional 3
12.º Rio de Janeiro America 2
Paraná Atlético Paranaense 2
Bahia Bahia 2
São Paulo Guarani 2
Pernambuco Náutico 2
17.º Sergipe Confiança 1
São Paulo Corinthians 1
Paraná Coritiba 1
Minas Gerais Cruzeiro 1
Ceará Fortaleza 1
São Paulo Palmeiras 1
Paraná Paraná 1
São Paulo Ponte Preta 1
Pernambuco Sport 1
Pernambuco Santa Cruz 1
Paraíba Treze 1

Sobre partidas históricas[editar | editar código-fonte]

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

Abaixo segue a lista das maiores goleadas da história do Brasileirão.[9]

N.º Edição Mandante Placar Visitante Data
1 1983 Corinthians São Paulo 10–1 Piauí Tiradentes 9 de fevereiro de 1983
2 1984 Vasco da Gama Rio de Janeiro 9–0 Pará Tuna Luso 14 de fevereiro de 1984
3 1960 Fluminense Rio de Janeiro 8–0 Rio de Janeiro Fonseca 31 de agosto de 1960
1967 Grêmio Rio Grande do Sul 8–0 Santa Catarina Perdigão 19 de novembro de 1967
1981 Flamengo Rio de Janeiro 8–0 Ceará Fortaleza 4 de fevereiro de 1981
6 1968 Santos São Paulo 9–2 Bahia Bahia 10 de outubro de 1968
7 1982 Guarani São Paulo 8–1 Piauí River-PI 4 de fevereiro de 1982
1976 Flamengo Rio de Janeiro 8–1 Maranhão Sampaio Corrêa 16 de setembro de 1976
1980 Vitória Bahia 8–1 Rio Grande do Norte América de Natal 23 de março de 1980
1982 Guarani São Paulo 8–1 Ceará Ceará 7 de fevereiro de 1982
11 1977 Bahia Bahia 7–0 Espírito Santo (estado) Vitória-ES 2 de novembro de 1977
1978 Guarani São Paulo 7–0 Bahia Itabuna 30 de abril de 1978
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–0 Maranhão Moto Club 24 de janeiro de 1982
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–0 Rio Grande do Sul Inter de Santa Maria 10 de março de 1982
1984 Palmeiras São Paulo 7–0 Alagoas CRB 30 de março de 1984
1985 Flamengo Rio de Janeiro 7–0 Pernambuco Santa Cruz 13 de março de 1985
1997 Internacional Rio Grande do Sul 7–0 São Paulo Bragantino 8 de novembro de 1997
2003 Goiás Goiás 7–0 Rio Grande do Sul Juventude 27 de abril de 2003
2003 Bahia Bahia 0–7 Minas Gerais Cruzeiro 14 de dezembro de 2003
2004 São Paulo São Paulo 7–0 Pará Paysandu 28 de setembro de 2004
21 1960 Palmeiras São Paulo 8–2 Ceará Fortaleza 28 de dezembro de 1960
1986 Guarani São Paulo 8–2 Piauí Piauí 12 de outubro de 1986
1993 Guarani São Paulo 8–2 Pará Remo 5 de dezembro de 1993
24 1980 Coritiba Paraná 7–1 Ceará Ferroviário 16 de abril de 1980
1980 Coritiba Paraná 7–1 Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária 4 de maio de 1980
1982 Atlético Mineiro Minas Gerais 7–1 Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária 14 de fevereiro de 1982
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 Mato Grosso do Sul Operário-MS 14 de março de 1982
1983 Flamengo Rio de Janeiro 7–1 Amazonas Rio Negro 19 de fevereiro de 1983
1997 São Paulo São Paulo 7–1 São Paulo União São João 26 de outubro de 1997
2001 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 São Paulo Guarani 5 de agosto de 2001
2001 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 São Paulo São Paulo 25 de novembro de 2001
2004 Fluminense Rio de Janeiro 7–1 Rio Grande do Sul Juventude 27 de outubro de 2004
2005 Corinthians São Paulo 7–1 São Paulo Santos 6 de novembro de 2005
2008 Figueirense Santa Catarina 1–7 Rio Grande do Sul Grêmio 24 de julho de 2008

Partidas com maiores públicos[editar | editar código-fonte]

Partidas finais[editar | editar código-fonte]

  • De 1959 a 2002, quando existiram os confrontos finais entre apenas dois clubes, só foram repetidos três confrontos em sete ocasiões: Bahia e Santos (1959, 1961 e 1963), Botafogo e Santos (1962 e 1995) e Flamengo e Santos (1964 e 1983).
  • A maior goleada em confrontos finais pertence ao Palmeiras que venceu o Fortaleza por 8 a 2 em 1960.
  • Os campeonatos de 1967,[nota 2]1968,[nota 2]1969, 1970, 1971 e 1973 não tiveram um único confronto final: o de 1967 foi decidido num quadrangular entre Palmeiras, Internacional, Corinthians e Grêmio; o de 1968 foi decidido num quadrangular entre Santos, Internacional, Vasco da Gama e Palmeiras; o de 1969 foi decidido num quadrangular entre Palmeiras, Cruzeiro, Corinthians e Botafogo; o de 1970 foi decidido num quadrangular entre Fluminense, Palmeiras, Atlético Mineiro e Cruzeiro; o de 1971 foi decidido num triangular entre Atlético Mineiro, São Paulo e Botafogo; o de 1973 foi decidido num quadrangular entre Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e Internacional.
  • A final de 1980 entre Atlético Mineiro e Flamengo, disputada em dois jogos, foi a que teve mais pagantes, 269.497:
    • 28 de maio de 1980, 115.142, Atlético versus Flamengo, no Mineirão (Belo Horizonte);
    • 1 de junho de 1980, 154.355, Flamengo versus Atlético, no Maracanã (Rio de Janeiro).
  • O Santos é quem mais participou de finais seguidas (6): 1961, 1962, 1963, 1964, 1965 e 1966, vencendo de 1961 a 1965.
  • Fluminense e Vasco da Gama fizeram a primeira final entre clubes de uma mesma cidade, no Campeonato Brasileiro de 1984. Como os dois clubes haviam levado quase 120.000 pagantes em seus jogos com mando de campo pelas semifinais, as duas diretorias optaram por um grande aumento no preço dos ingressos para evitarem-se tumultos, numa época em que não era comum a venda antecipada de ingressos para as partidas.
  • Em apenas duas finais não houve participação de equipes paulistas ou cariocas: Em 1975 (Internacional versus Cruzeiro) e 1988 (Bahia versus Internacional).
  • Em 8 vezes, a final foi disputada por equipes do mesmo estado:
    • 1978: Guarani vs. Palmeiras
    • 1984: Fluminense vs. Vasco
    • 1986: São Paulo vs. Guarani
    • 1990: Corinthians vs. São Paulo
    • 1991: São Paulo vs. Bragantino
    • 1992: Flamengo vs. Botafogo
    • 1994: Palmeiras vs. Corinthians
    • 2002: Santos vs. Corinthians
    • Palmeiras versus São Paulo definiu o título de 1973, mas se tratava de jogo pela última rodada de um quadrangular.
  • Desde 2003, o Campeonato Brasileiro é disputado por pontos corridos, como na maioria dos países filiados à FIFA, desde então, não havendo mais uma decisão entre apenas duas equipes.

Partidas de clássicos[editar | editar código-fonte]

O Palmeiras detém o maior tabu da história da competição em clássicos, com 25 jogos de invencibilidade sobre o São Paulo de 20 de fevereiro de 1974 a 2 de setembro de 2000, quando perdeu por 3 a 0 para o Tricolor. Durante o período foram 11 vitórias palmeirenses e 14 empates.[10]

Clubes com mais de mil partidas[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir apresenta os clubes com mais de 1000 jogos disputados no Campeonato Brasileiro entre 1959 e 2017.[11]

Pos. Clube Total
1.º Minas Gerais Cruzeiro 1405
2.º São Paulo Santos 1403
3.º Rio Grande do Sul Grêmio 1399
4.º Rio de Janeiro Flamengo 1394
5.º São Paulo São Paulo 1386
6.º Minas Gerais Atlético Mineiro 1382
7.º São Paulo Corinthians 1368
8.º Rio Grande do Sul Internacional 1367
9.º Rio de Janeiro Fluminense 1320
10.º São Paulo Palmeiras 1314
11.º Rio de Janeiro Botafogo 1309
12.º Rio de Janeiro Vasco da Gama 1295
13.º Paraná Atlético Paranaense 1062
14.º Goiás Goiás 1052
15.º Paraná Coritiba 1031

O Bahia tem um total de 978 jogos no Campeonato Brasileiro de Futebol, podendo alcançar os 1000 jogos em 2018, caso a fórmula de disputa não seja alterada. [12] Vitória, com 933, e Sport com 915, são os outros clubes com mais de 900 jogos ao final da edição de 2017.[13]

Clubes com mais de quinhentas vitórias[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir apresenta os clubes com mais de 500 vitórias no Campeonato Brasileiro entre 1959 e 2017.[14]

Pos. Clube Total
1.º Minas Gerais Cruzeiro 615
2.º São Paulo São Paulo 614
3.º São Paulo Corinthians 613
4.º São Paulo Santos 598
5.º Rio Grande do Sul Grêmio 595
6.º Rio Grande do Sul Internacional 593
7.º São Paulo Palmeiras 585
8.º Minas Gerais Atlético Mineiro 583
9.º Rio de Janeiro Flamengo 560
10.º Rio de Janeiro Fluminense 511

O Vasco (499) e o Botafogo (466) são os únicos clubes não listados acima com mais de 400 vitórias, com o Atlético Paranaense (395) vindo a seguir.

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Mais jovens[editar | editar código-fonte]

Mais novos a entrar em campo em cada edição do Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003):

Ano Jogador Posição Clube Idade Ref.
2003 Atacante Corinthians 16 anos e 3 meses [15]
2004 Zé Eduardo Atacante Palmeiras 16 anos e 9 meses [15]
2005 Bruno Mezenga Atacante Flamengo 16 anos e 8 meses [15]
2006 Alexandre Pato Atacante Internacional 17 anos e 2 meses [15]
2007 Michel Schmöller Zagueiro Figueirense 16 anos e 9 meses [15]
2008 Müller Atacante Ipatinga 17 anos e 1 mês [15]
2009 Neymar Atacante Santos 17 anos e 3 meses [15]
2010 Felipe Anderson Meia Santos 17 anos e 5 meses [15]
2011 Yuri Mamute Atacante Grêmio 16 anos e 4 meses [15]
2012 Victor Andrade Atacante Santos 16 anos e 9 meses [15]
2013 Saullo Meia Náutico 16 anos e 8 meses [15]
2014 Malcom Atacante Corinthians 17 anos e 2 meses [15]
2015 Lincoln Meia Grêmio 16 anos e 6 meses [15]
2016 Dodô Lateral-direito Coritiba 17 anos e 5 meses [15]
2017 Yuri Alberto Atacante Santos 16 anos e 7 meses [16]

Jogadores, capitães e treinadores campeões[editar | editar código-fonte]

Treinadores com mais jogos[editar | editar código-fonte]

Atualizado até 3 de dezembro de 2017

Posição Treinador Jogos
Vanderlei Luxemburgo 710
Abel Braga 503
Muricy Ramalho 501
Antônio Lopes 494
Celso Roth 489
Levir Culpi 454
Geninho 444
Cuca 438
Emerson Leão 413
10º Dorival Júnior 401

Jogadores mais vezes campeões[editar | editar código-fonte]

A tabela abaixo traz os jogadores que mais ganharam o Campeonato Brasileiro de Futebol, contando os títulos conquistados desde 1959. Os maiores vencedores são Pelé, Pepe e Lima, campeões seis vezes pelo Santos durante a década de 1960.[21][22]

Jogador Títulos Anos dos títulos
Pelé 6 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965, Santos-1968
Pepe 6 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965, Santos-1968
Lima 6 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965, Santos-1968
Mauro 5 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965
Mengálvio 5 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965
Dorval 5 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965
Coutinho 5 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965
Zito 5 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965
Gilmar 5 Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964, Santos-1965, Santos-1968
Ademir da Guia 5 Palmeiras-1967, Palmeiras-1967, Palmeiras-1969, Palmeiras-1972, Palmeiras-1973
Dudu 5 Palmeiras-1967, Palmeiras-1967, Palmeiras-1969, Palmeiras-1972, Palmeiras-1973
César Maluco 5 Palmeiras-1967, Palmeiras-1967, Palmeiras-1969, Palmeiras-1972, Palmeiras-1973
Dagoberto 5 Atlético-PR-2001, São Paulo-2007, São Paulo-2008, Cruzeiro-2013, Cruzeiro-2014
Calvet 4 Santos-1961, Santos-1962, Santos-1963, Santos-1964
Raul Plassmann 4 Cruzeiro-1966, Flamengo-1980, Flamengo-1982, Flamengo-1983
Lula 4 Palmeiras-1967, Fluminense-1970, Internacional-1975, Internacional-1976
Emerson Leão 4 Palmeiras-1969, Palmeiras-1972, Palmeiras-1973, Grêmio-1981
Mauro Galvão 4 Internacional-1979, Grêmio-1996, Vasco-1997, Vasco-2000
Andrade 4 Flamengo-1980, Flamengo-1982, Flamengo-1983, Vasco-1989
Júnior 4 Flamengo-1980, Flamengo-1982, Flamengo-1983, Flamengo-1992
Antônio Carlos Zago 4 São Paulo-1991, Palmeiras-1993, Palmeiras-1994, Santos-2004
Zinho 4 Flamengo-1992, Palmeiras-1993, Palmeiras-1994, Cruzeiro-2003
Amaral 4 Palmeiras-1993, Palmeiras-1994, Corinthians-1998, Vasco-2000
Borges 4 São Paulo-2007, São Paulo-2008, Cruzeiro-2013, Cruzeiro-2014
Emerson Sheik 4 Flamengo-2009, Fluminense-2010, Corinthians-2011, Corinthians-2015
Danilo 4 São Paulo-2006, Corinthians-2011, Corinthians-2015, Corinthians-2017

Capitães campeões[editar | editar código-fonte]

Ano Capitão Clube Ref.
1959 Leone Bahia [23]
1960 Julinho Botelho Palmeiras [24]
1961 Zito Santos [25]
1962 Zito Santos
1963 Zito Santos
1964 Zito Santos
1965 Zito Santos
1966 Piazza Cruzeiro [26]
1967 Djalma Santos Palmeiras [27]
1967 Dudu Palmeiras [28]
1968 Carlos Alberto Torres Santos [29]
1968 Afonsinho Botafogo [30]
1969 Ademir da Guia Palmeiras [31]
1970 Denílson Fluminense [32]
1971 Oldair Atlético Mineiro [33]
1972 Ademir da Guia Palmeiras
1973 Ademir da Guia Palmeiras
1974 Alcir Portela Vasco da Gama
1975 Figueroa Internacional
1976 Figueroa Internacional
1977 Chicão São Paulo
1978 Édson Guarani
1979 Falcão Internacional
1980 Zico Flamengo
1981 Emerson Leão Grêmio
1982 Zico Flamengo
1983 Zico Flamengo
1984 Duílio Fluminense
1985 Almir Coritiba
1986 Careca São Paulo
1987 Estevam Soares Sport [34]
1988 Bobô Bahia [35]
1989 Zé do Carmo Vasco da Gama
1990 Neto Corinthians
1991 Raí São Paulo
1992 Júnior Flamengo
1993 César Sampaio Palmeiras
1994 Antônio Carlos Palmeiras
1995 Wilson Gottardo Botafogo
1996 Dinho Grêmio
1997 Edmundo Vasco da Gama
1998 Gamarra Corinthians
1999 Rincón Corinthians
2000 Romário Vasco da Gama
2001 Nem Atlético Paranaense
2002 Paulo Almeida Santos
2003 Alex Cruzeiro
2004 Ricardinho Santos
2005 Tévez Corinthians
2006 Rogério Ceni São Paulo
2007 Rogério Ceni São Paulo
2008 Rogério Ceni São Paulo
2009 Bruno Flamengo
2010 Fred Fluminense
2011 Alessandro Corinthians
2012 Fred Fluminense
2013 Fábio Cruzeiro
2014 Fábio Cruzeiro
2015 Ralf Corinthians
2016 Dudu Palmeiras
2017 Cássio Corinthians

Mais vezes campeões[editar | editar código-fonte]

Capitão Títulos Anos dos títulos
Zito 5 1961, 1962, 1963, 1964, 1965 (Santos)
Ademir da Guia 3 1969, 1972, 1973 (Palmeiras)
Zico 3 1980, 1982, 1983 (Flamengo)
Rogério Ceni 3 2006, 2007, 2008 (São Paulo)
Figueroa 2 1975, 1976 (Internacional)
Fred 2 2010, 2012 (Fluminense)
Fábio 2 2013, 2014 (Cruzeiro)

Outros recordes[editar | editar código-fonte]

  • O goleiro Rogério Ceni é o jogador que mais atuou pelo Campeonato Brasileiro. Foram ao todo 577 partidas entre os anos de 1993 e 2015.
  • O atacante Roberto Dinamite é o jogador que mais fez gols em Campeonatos Brasileiros: 190 gols. Jogando pelo Vasco da Gama, entre 1971 e 1988 e em 1989 pela Portuguesa.
  • O jogador mais jovem da história a marcar um gol no Campeonato Brasileiro foi ponta-direita Paulinho, do Vasco da Gama, com dezessete anos e nove dias, sendo também o primeiro jogador nascido nos anos 2000 a marcar um gol pelo Campeonato Brasileiro.[36]
  • O jogador mais jovem da história do futebol a conquistar o título de campeão brasileiro foi o meia Diego, do Santos, com dezessete anos e nove meses.
  • O jogador mais velho a conquistar o título de campeão brasileiro foi o lateral-esquerdo Zé Roberto, do Palmeiras, com 42 anos e quatro meses.[37]
  • O artilheiro mais jovem é do Santos: Em 1962, Coutinho, 19 anos e 10 meses, com sete gols.[38]
  • Apenas quatro jogadores de linha disputaram todas as 38 partidas pela Era dos Pontos Corridos após a estabilização da fórmula de disputa: Conca (Fluminense em 2010), Renê (Sport em 2014), Renato (Santos em 2016) e Gustavo Scarpa (Fluminense em 2017).[39][40]
  • O árbitro que mais apitou, foi Arnaldo Cézar Coelho, do Rio de Janeiro, em 291 oportunidades.[41]
  • O jogo com o maior número de expulsões da história do Campeonato Brasileiro teve o Goiás Esporte Clube como protagonista. A partida, contra o Cruzeiro, foi válida pelo Brasileirão de 1979. Foram 14 expulsões, sendo 9 do Goiás. O Goiás vencia por 3 a 1 quando o árbitro Aluísio Felisberto da Silva encerrou o jogo, por falta de jogadores.[42]
  • Primeiro caso de Doping: Em 18/11/1973, Campos, do Atlético-MG, foi o primeiro jogador flagrado no exame antidoping na história do Brasileiro. Após a marcar os gols do seu time na vitória por 2 a 1 contra o Vasco, foi constatada a presença da substância efedrina em sua urina. Ele ficou seis meses suspenso.[43]
  • A edição que contou com maior número de participantes foi a de 1979, que comportou 94 clubes.[43]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. Em 1967 foram realizados dois Campeonatos Brasileiros: Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa.
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t Em 1967 e 1968, foram realizados dois Campeonatos Brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Torneio Roberto Gomes Pedrosa.
  3. a b c d e Não houve partida final. Foi disputado um quadrangular final para decidir o campeão.
  4. a b c d e f g h i j k l m n o p q r Em 1967 e 1968, foram realizados dois Campeonatos Brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Taça Brasil.
  5. Não houve partida final. Foi disputado um triangular final para decidir o campeão.
  6. a b c d e f g h i j k l m n o Campeonato disputado por pontos corridos.
  7. Em 1967 foram realizados dois Campeonatos Brasileiros: Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa, ambos conquistados pelo Palmeiras.

Referências

  1. O Globo (4 de junho de 2012). «Unificação dos Títulos Brasileiros» 
  2. «Dracena e seu plano ambicioso: conquistar uma 'quádrupla coroa'». Globo Esporte 
  3. «Palmeiras faz melhor turno e 2ª melhor campanha desde 2006». Revista Placar. Consultado em 13 de fevereiro de 2017 
  4. RSSSFBrasil. «Número de presenças dos clubes brasileiros de futebol no G-4 em campeonatos e copas nacionais.». Consultado em 4 de novembro de 2012 
  5. Agência Corinthians (2 de agosto de 2016). «Corinthians é o segundo time que mais esteve na liderança na era dos pontos corridos». Consultado em 2 de agosto de 2016 
  6. brasileirao.org. «Brasileirão Séria A 2011». Consultado em 15 de dezembro de 2011 
  7. [1] Ranking de Pontos do Campeonato Brasileiro a partir de 2003
  8. globoesporte.globo.com/ Recorde de gols de Edmundo no Brasileirão completa a maioridade
  9. «Maiores Goleadas - Campeões do Futebol». Campeões do Futebol. Consultado em 12 de julho de 2016 
  10. globoesporte.globo.com/ Numerólogos: Invencibilidade em clássicos
  11. Revista Brasileirão 2015 Super Campeonato, Editora Alto Astral 2017, atualizada após o fim do Campeonato Brasileiro de 2017.
  12. Futpédia - Esporte Clube Bahia - Campeonato Brasileiro Unificado
  13. Revista Brasileirão 2015 Super Campeonato, Editora Alto Astral 2017, atualizada após o fim do Campeonato Brasileiro de 2017.
  14. Revista Brasileirão 2017 Super Campeonato, Editora Alto Astral.
  15. a b c d e f g h i j k l m n futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/ Vinícius Júnior e os mais novos a estrear no Brasileirão desde 2003
  16. «Quinto jogador mais jovem a estrear no Santos, Yuri Alberto vibra: "Alegria imensa"». Gazeta Esportiva 
  17. «CBF oficializa títulos nacionais de 1959 a 70 com homenagem a Pelé». Globo Esporte. Consultado em 19 de novembro de 2016 
  18. «Hexacampeões Pepe e Lima levam troféus brasileiros à Vila e Santos planeja desfile em carro aberto». Band. Consultado em 19 de novembro de 2016 
  19. «Treinadores campeões do Brasileirão». Doentes por Futebol. Consultado em 18 de julho de 2016 
  20. «Cuca é o 6.º técnico campeão brasileiro no Palmeiras e o 37.º desde a Taça Brasil». iG Esporte. 28 de novembro de 2017. Consultado em 25 de janeiro de 2017 
  21. «CBF oficializa títulos nacionais de 1959 a 70 com homenagem a Pelé». Globo Esporte. Consultado em 11 de janeiro de 2017 
  22. «Hexacampeões Pepe e Lima levam troféus brasileiros à Vila e Santos planeja desfile em carro aberto». Band. Consultado em 25 de janeiro de 2017 
  23. «Capitão do Bahia na conquista da taça de 1959 morre em Minas Gerais». Globoesporte.com 
  24. «Dudu pode entrar para a lista dos capitães que foram campeões com o Palmeiras». Estadão 
  25. «A história do maior capitão do Santos FC». Santos FC 
  26. «"A grande virada : Santos 2 x 3 Cruzeiro … Conquistando o Brasil"». Globoesporte.com 
  27. «Dudu pode entrar para a lista dos capitães que foram campeões com o Palmeiras». Estadão 
  28. «Campeão único: Palmeiras 2 x 0 Náutico, campeão da Taça Brasil-67». Nosso Palestra 
  29. «Parceiro no Santos relembra liderança de Capita: "Nem o Pelé escapava"». Globoesporte.com 
  30. «Afonsinho». Joga de Terno 
  31. «Dudu pode entrar para a lista dos capitães que foram campeões com o Palmeiras». Estadão 
  32. «Os 11 Guerreiros de Copas: Denílson». ESPN 
  33. «Os capitães que já levantaram a taça do Brasileirão». Estadão 
  34. «Trinta anos depois, grupo campeão de 87 pelo Sport lamenta ausência da final contra Fla». Globoesporte.com 
  35. «Os capitães que já levantaram a taça do Brasileirão». Estadão 
  36. «Mais jovem a marcar na história da Série A, Paulinho comemora noite decisiva». ESPN. 23 de julho de 2017 
  37. «Zé Roberto nega aposentadoria após título do Brasileirão». OChute. Consultado em 27 de novembro de 2016 
  38. «Gabriel Jesus pode superar Coutinho e ser o artilheiro mais jovem da história do Brasileirão». Correio Braziliense. Consultado em 19 de julho de 2016 
  39. DE SÁ, Edgard Maciel - Site Globoesporte.com - Entre vaias e aplausos, Scarpa fica a um jogo de repetir marca de Conca no Flu, página editada em 27 d enovembro de 2017 e disponível em 3 de dezembro de 2017.
  40. Site Globoesporte.com - Dourado não marca, mas Flu consegue vaga na Sul-Americana: 1 a 1 contra o Atlético-GO, página editada e disponível em 3 de dezembro de 2017.
  41. «Arnaldo Cezar Coelho, um dos árbitros mais importantes do Brasil». Tio Oda. Consultado em 19 de julho de 2016 
  42. campeoesdofutebol.com.br/ Curiosidades do Campeonato Brasileiro
  43. a b esporte.ig.com.br/ Especial Brasileirão: As 40 maiores polêmicas da história da competição