Unificação da China

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Disambig grey.svg Nota: Para as guerras que conduziram à unificação da China sob a dinastia Qin, veja Guerras de unificação da China. Para a reunificação da China em 1928, veja Reunificação chinesa de 1928.
Território controlado pela República Popular da China (roxo) e pela República da China (laranja). (O tamanho das pequenas ilhas foram exagerados neste mapa para facilitar a identificação)

Unificação da China ou Unificação Chinesa (chinês tradicional: 中國統一, chinês simplificado: 中国统一, pinyin: Zhōngguó tǒngyī, literalmente ‘Unificação da China’), também conhecido como Reunificação Chinesa ou Reunificação China-Taiwan, refere-se a potencial unificação política da República Popular da China e da República da China em um Estado soberano único.

A República da China foi fundada em 1912 e controlava a China continental, que a República Popular da China atualmente administra, após derrotar o governo imperial Qing. Em 1945, as forças japonesas em Taiwan se renderam a Chiang Kai-shek, o líder da República da China, em nome dos Aliados da Segunda Guerra Mundial, e Taiwan se tornou parte da China. Durante os últimos anos da Guerra Civil Chinesa (1946-1949), a República da China perdeu a China continental para o Partido Comunista Chinês (PCC) e estabeleceu seu governo em Taiwan. O PCC estabeleceu a República Popular da China sobre o território continental perdido em 1949.

O governo da República Popular da China alega que Taiwan é uma "província rebelde" e que a recuperação de Taiwan é uma alta prioridade, estabelecendo a Política de Uma China para clarificar a sua intenção. A República Popular da China já ameaçou invadir Taiwan caso considere que a incorporação pacífica não seja possível.[1]

A maioria da população taiwanesa se opõem à adesão a República Popular da China, por várias razões, incluindo receios de perda de democracia e dos direitos humanos. Os oponentes são favoráveis tanto a manutenção do status quo da República da China administrando Taiwan ou da busca pela independência de Taiwan.[2] A Constituição da República da China declara que o seu território inclui o continente, porém a política oficial do governo da República da China depende de qual coalizão está no poder.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. JAIME SPITZCOVSKY (5 de Setembro de 1999). «Cresce a rivalidade entre as duas Chinas». Folha de S.Paulo [ligação inativa]
  2. Taiwan Independence vs. Unification with the Mainland Trend Distribution in Taiwan - Election Study Center, National Chengchi University (gráfico)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bush, R (2006). Untying the Knot: Making Peace in the Taiwan Strait. [S.l.]: Brookings Institution Press. ISBN 0-8157-1290-1 
  • Carpenter, T. (2006). America's Coming War with China: A Collision Course over Taiwan. [S.l.]: Palgrave Macmillan. ISBN 1-4039-6841-1 
  • Cole, B. (2006). Taiwan's Security: History and Prospects. [S.l.]: Routledge. ISBN 0-415-36581-3 
  • Copper, J. (2006). Playing with Fire: The Looming War with China over Taiwan. [S.l.]: Praeger Security International General Interest. ISBN 0-275-98888-0 
  • Federation of American Scientists; et al. (2006). «Chinese Nuclear Forces and U.S. Nuclear War Planning» (PDF). Federation of American Scientists 
  • Gill, B (2007). Rising Star: China's New Security Diplomacy. [S.l.]: Brookings Institution Press. ISBN 0-8157-3146-9 
  • Shirk, S. (2007). China: Fragile Superpower: How China's Internal Politics Could Derail Its Peaceful Rise. [S.l.]: Oxford University Press. ISBN 0-19-530609-0 
  • Tsang, S. (2006). If China Attacks Taiwan: Military Strategy, Politics and Economics. [S.l.]: Routledge. ISBN 0-415-40785-0 
  • Tucker, N.B. (2005). Dangerous Strait: the U.S.-Taiwan-China Crisis. [S.l.]: Columbia University Press. ISBN 0-231-13564-5