Riacho da Cruz

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Município de Riacho da Cruz
Bandeira de Riacho da Cruz
Brasão de Riacho da Cruz
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 9 de maio de 1962 (56 anos)
Gentílico riachocruzense
Prefeito(a) Maria Bernadete Nunes Rêgo Gomes (DEM)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Riacho da Cruz
Localização de Riacho da Cruz no Rio Grande do Norte
Riacho da Cruz está localizado em: Brasil
Riacho da Cruz
Localização de Riacho da Cruz no Brasil
05° 56' 09" S 37° 56' 45" O05° 56' 09" S 37° 56' 45" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar IBGE/2008[1]
Microrregião Pau dos Ferros IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Itaú; Sul: Viçosa e Portalegre; Leste: Umarizal e Apodi; e Oeste: Taboleiro Grande.
Distância até a capital 366 km
Características geográficas
Área 127,223 km² [2]
População 3 526 hab. IBGE/2016[3]
Densidade 27,72 hab./km²
Altitude 163 m
Clima Semiárido Bsh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,584 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 21 775 mil IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 6 406,22 IBGE/2013[5]

Riacho da Cruz é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte. Localiza-se na Microrregião de Pau dos Ferros e Mesorregião do Oeste Potiguar, a uma distância de 366 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de aproximadamente 127 km², e sua população na estimativa em 2016 era de 3.526 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o Vigésimo segundo município menos populoso do Rio Grande do Norte.

História[editar | editar código-fonte]

A história do atual município de Riacho da Cruz, localizado na porção oeste do estado do Rio Grande do Norte, começa a partir do surgimento das primeiras explorações agrícolas, às margens do riacho Forquilha. No século XVIII, o Capitão Antônio Barbalho Bezerra, junto com os senhores Bento Carneiro, Manoel Rodrigues Taborda e Matias Lima, eram os proprietários das quatro sesmarias que lá existiam.[6]

Algum tempo depois, teve início o povoamento do local e seu consequente crescimento, tanto populacional quanto econômico, de base voltada exclusivamente para a agricultura. Mas o crescimento se deu em um processo muito lento e que durou muitos anos. Finalmente, em 9 de maio de 1962, por força da lei estadual nº 2.764, Riacho da Cruz desmembrou-se de Portalegre e tornou-se município do Rio Grande do Norte. O nome faz referência a uma cruz fincada na beira do riacho Forquilha, indicando uma sepultura cristã.[6]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Riacho da Cruz está localizado na mesorregião do Oeste Potiguar e microrregião de Pau dos Ferros, estado do Rio Grande do Norte,[1] distante 366 km de Natal, capital estadual,[7] e 1 969 km de Brasília, capital federal.[8] Ocupa uma área territorial de 127,223 km²[2] e se limita a norte com Itaú e Taboleiro Grande; a sul com Viçosa e Portalegre; a leste com Umarizal, Apodi e novamente Itaú e a oeste novamente Taboleiro Grande.[9]

O relevo do município, com altitudes predominando entre 100 e 200 metros, é constituído pela Depressão Sertaneja, que compreende uma série de terrenos de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi. Riacho da Cruz está situado em área de abrangência das rochas metamórficas do embasamento cristalino, originárias do período pré-cambriano médio, com idade entre um bilhão e 2,5 bilhões de anos. Geomorfologicamente predominam formas de relevos tabulares, com diferentes aprofundamentos de drenagens e ordens de grandeza, geralmente separados por vales com fundo plano.[9]

O tipo de solo predominante é o luvissolo ou bruno não cálcico, pedregoso, pouco profundo e típico das áreas com relevo de suave a ondulado, apresentando textura constituída de areia e/ou argila e grau de fertilidade entre médio e alto.[9] Há também os solos podzólicos vermelhos amarelos equivalentes eutróficos e os litossolos (solos litólicos).[10]

A formação vegetal mais comum é a caatinga hiperxerófila, de pequeno porte, sem folhas na estação seca. Entre as espécies mais encontradas estão o facheiro (Pilosocereus pachycladus), o faveleiro (Cnidoscolus quercifolius), a jurema-preta (Mimosa hostilis), o marmeleiro (Cydonia oblonga), o mufumbo (Combretum leprosum) e o xique-xique (Pilosocereus polygonus). Todo o território municipal situa-se na bacia hidrográfica do rio Apodi/Mossoró.[9]

Riacho da Cruz possui clima semiárido quente (tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[11] com temperatura média anual em torno de 27 °C e chuvas concentradas entre fevereiro e maio.[12] A umidade relativa do ar média anual é de 70% e o tempo de insolação chega a 2 700 horas/ano.[9] Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), desde 1959 o maior acumulado de precipitação em 24 horas registrado em Riacho da Cruz foi de 177 mm em 3 de abril de 2008.[13] Outros grandes acumulados foram 160 mm em 27 de janeiro de 2004,[14] 114 mm em 5 de abril de 2002,[15] 155 mm em 5 de março de 2008,[13] 145 mm em 15 de abril de 1986,[16] 144,6 mm em 20 de abril de 2013,[17] 137 mm em 5 de maio de 1975,[18] 136,5 mm em 23 de janeiro de 2009,[19] 132,4 mm em 12 de abril de 1966,[20] 128,1 mm em 21 de fevereiro de 2009,[19] 127 mm em 30 de abril de 1991,[21] 123,1 mm em 11 de fevereiro de 2017,[22] 113 mm em 26 de abril de 2002,[15] 108 mm em 2 de março de 1986,[23] 106 mm em 20 de março de 1985,[24] 102,5 mm em 20 de abril de 1979, 102,4 mm em 5 de fevereiro de 2015[25] e 100 mm em 20 de janeiro de 1961.[26]

Dados climatológicos para Riacho da Cruz
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 33 32,1 31,2 30,7 30,5 30,6 30,9 32 33 33,5 33,6 33,4 32
Temperatura média (°C) 27,8 27,3 26,8 26,4 26,1 25,8 25,7 26,2 27,1 27,6 27,9 27,9 26,9
Temperatura mínima média (°C) 22,6 22,5 22,4 22,2 21,8 21 20,6 20,5 21,2 21,7 22,2 22,5 21,8
Precipitação (mm) 58 99 215 201 95 50 28 5 3 5 5 21 785
Fonte: Climate-Data.[12]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
19702 014
19802 33616,0%
19912 5589,5%
20002 6674,3%
20103 16518,7%
Est. 20163 526[3]11,4%
Fonte: CNM/IBGE (1872-2010).[27][28]

A população de Riacho da Cruz no censo demográfico de 2010 era de 3 165 habitantes, sendo o décimo nono município menos populoso do Rio Grande do Norte, apresentando uma densidade demográfica de 24,88 km².[28] Desse total, 2 674 habitantes viviam na zona urbana (84,49%) e 491 na zona rural (15,51%). Ao mesmo tempo, 1 617 pessoas eram do sexo masculino (50,19%) e 1 548 do sexo feminino (49,81%), tendo uma razão de sexo de 104,46.[29][30] Quanto à faixa etária, 2 056 pessoas tinham entre 15 e 64 anos (64,96%), 805 menos de quinze anos (25,43%) e 304 65 anos ou mais (9,61%).[31] Ainda segundo o mesmo censo, a população era formada por 1 592 pardos (50,3%), 1 103 brancos (34,85%), 93 pretos (12,6%) e 61 amarelos (1,93%) e dez indígenas (0,32%).[32]

Considerando-se a nacionalidade, toda a população municipal era de brasileiros natos,[33] sendo 1 896 nascidos em Riacho da Cruz (59,89%) e 1 269 naturais de outros municípios (40,11%).[34] Em relação à região e ao estado de nascimento, 3 119 eram nascidos na Região Nordeste (98,55%), dos quais 3 028 no Rio Grande do Norte (95,68%), 51 no Ceará (1,6%), 33 na Paraíba (1,04%), cinco na Bahia (0,15%) e três no Maranhão (0,08%); trinta no Sudeste (0,94%), todos no estado de São Paulo e doze no Centro-Oeste (0,03%), sete em Goiás (0,23%) e cinco no Distrito Federal (0,15%), além de quatro sem especificação (0,13%). Entre os naturais de unidades da federação, havia nove cearenses (0,58%), oito paraibanos (0,48%), dois paranaenses (0,12%) e um baiano (0,07%).[35]

Capela do Sagrado Coração de Jesus, padroeiro de Riacho da Cruz. O município pertence à paróquia de Portalegre.

O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado baixo, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,584, sendo o 131° maior do Rio Grande do Norte e o 4 540 ° do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,751, o valor do índice de renda é de 0,545 e o de educação 0,487.[4] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até 140 reais reduziu 40,9%, de 70,1% para 41,4%. Em 2010, 58,6% da população vivia acima da linha de pobreza, 22,1% abaixo da linha de indigência e 19,3% entre as linhas de indigência e de pobreza. No mesmo ano, o índice de Gini era 0,47 e os 20% mais ricos eram responsáveis por 50,9% do rendimento total municipal, valor quase dezenove vezes superior à dos 20% mais pobres, de apenas 2,7%.[31][36]

Religião[editar | editar código-fonte]

Na Igreja Católica, Riacho da Cruz está inserido na Diocese de Mossoró e pertence à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, com sede em Portalegre (que também abrange os municípios de Francisco Dantas, São Francisco do Oeste, Taboleiro Grande e Viçosa), possuindo três capelas, duas na área urbana (Sagrado Coração de Jesus e Santa Luzia) e uma em zona rural (São Francisco de Assis). No censo de 2010 o catolicismo era a religião da maioria da população, com 2 835 seguidores, ou 89,57% dos habitantes.[37]

Riacho da Cruz também possui alguns credos protestantes. Em 2010 250 habitantes se declararam evangélicos (7,91%), dos quais 248 das igrejas pentecostais (7,83%), sendo que 147 eram da Assembleia de Deus (4,63%), 29 da Igreja Deus é Amor (0,92%) e 72 de outras pentecostais (2,28%). Outros dois seguiam outras religiões evangélicas (0,09%). Além do catolicismo e do protestantismo, outros oitenta não tinham religião (2,52%).[37]

Política[editar | editar código-fonte]

Centro Administrativo, onde funciona Prefeitura de Riacho da Cruz, sede do poder executivo municipal.

O poder executivo do município de Riacho da Cruz é exercido pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários e eleito pelo voto direto para um mandato de quatro anos.[38] A atual chefe do executivo municipal é Maria Bernadete Nunes Rêgo Gomes, eleita nas eleições municipais de 2012 com 56,22% dos votos válidos, tendo como vice Adiel Pinheiro Régis.

Palácio Francisco de Oliveira Silva (Câmara Municipal), sede do legislativo.

O poder legislativo é exercido pela Câmara Municipal, formada por nove vereadores eleitos para mandatos quadrienais.[38] Na atual legislatura, iniciada em 2013, a casa legislativa é constituída por seis cadeiras do Democratas (DEM), duas do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e uma do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).[39] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[38]

Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem alguns conselhos municipais em atividade: Alimentação Escolar, Assistência Social, Direito da Criança e do Adolescente, FUMAC, Saúde e Tutelar.[9] Riacho da Cruz se rege por sua lei orgânica, promulgada em 1990,[40] e é termo de comarca de Portalegre, de primeira entrância.[41] De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município pertence à 63ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte[42] e possuía, em dezembro de 2014, 2 711 eleitores, o que representa 0,117% do eleitorado estadual.[43]

Economia[editar | editar código-fonte]

Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do município de Riacho da Cruz em 2013 era de R$ 21 775 mil, dos quais R$ 14 759 da administração, saúde e educação; R$ 4 298 mil do setor terciário; R$ 996 mil de impostos; R$ 947 mil do setor primário e R$ 774 mil do setor secundário. O PIB per capita era de R$ 6 406,22.[5]

Em 2014 o município possuía um rebanho de 2 500 galináceos (frangos, galinhas, galos e pintinhos), 1 615 bovinos, 1 278 caprinos, 1 250 ovinos, 521 suínos e 82 equinos.[44] Na lavoura temporária do mesmo ano foram produzidos cana-de-açúcar (250 t, batata-doce (42 t), feijão (83 t), milho (70 t) e arroz (5 t),[45] e na lavoura permanente coco-da-baía (doze mil frutos), banana (18 t), manga (8 t) e castanha de caju (6 t).[46] Ainda no mesmo ano o município também produziu 213 mil litros de leite de 423 vacas ordenhadas; quatro mil dúzias de ovos de galinha e 810 quilos de mel de abelha.[44]

Em 2010, considerando-se a população municipal com idade igual ou superior a dezoito anos, 63,1% era economicamente ativa ocupada, 24% ativa desocupada e 12,9% inativa. Ainda no mesmo ano, levando-se em conta a parcela da população ativa ocupada na mesma faixa etária, 37,31% trabalhavam no setor de serviços, 34,13% na agropecuária, 12,01% no comércio, 5,63% na construção civil, 2,47% na utilidade pública e 0,9% em indústria extrativas.[31] Conforme a Estatística do Cadastral de Empresas de 2013, Riacho da Cruz possuía trinta unidades (empresas) locais, todas atuantes. Salários juntamente com outras remunerações somavam 3 534 mil reais e o salário médio mensal era de 1,7 salários mínimos.[47]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

O serviço de abastecimento de água do município é feito pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).[48] A empresa responsável pelo abastecimento de energia elétrica em Riacho da Cruz é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[49] A voltagem da rede é de 220 volts.[50] Em 2010, o município possuía 88,78% de seus domicílios com água canalizada,[51] 100% com eletricidade e 87,61% possuíam coleta de lixo.[52]

A frota municipal em 2014 era de 361 motocicletas, 166 automóveis, quarenta caminhonetes, 33 motonetas, oito caminhões, seis camionetas, três micro-ônibus, um ônibus, dois utilitários, além de um em outras categorias, totalizando 621 veículos.[53] O município é cortado por duas rodovias, ambas estaduais, a RN-076 e a RN-177, que ligam Riacho da Cruz a Umarizal e Viçosa, respectivamente.[54]

O código de área (DDD) de Riacho da Cruz é 084[55] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 59820-000.[56] Desde 10 de novembro de 2008 o município é servido pela portabilidade, juntamente com outras cidades de DDDs 33 e 38, em Minas Gerais; 44, no Paraná; 49, em Santa Catarina; além de outros municípios com código 84, no Rio Grande do Norte.[57] Conforme dados do censo de 2010, do total de domicílios, 74,13% tinham somente telefone celular, 4,97% possuíam celular e fixo e 0,38% apenas telefone fixo (0,38%).[58]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Hospital Maternidade Vicente do Rêgo Filho

A rede de saúde de Riacho da Cruz dispunha, em 2009, de dois estabelecimentos, ambos públicos, municipais e prestando atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), com um total de dezenove leitos para internação.[59] O município pertence à VI Unidade Regional de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (URSAP-RN), sediada em Pau dos Ferros.[60] Em 2010, a expectativa de vida ao nascer do município era de 70,03 anos, com um índice de longevidade de 0,751, e a taxa de mortalidade infantil até um ano de idade era de 26,6 por mil nascidos vivos.[31]

Em abril do mesmo ano, a rede profissional de saúde era constituída por dez auxiliares de enfermagem, cinco médicos (três clínicos gerais, um médico de família e um cirurgião geral), três farmacêuticos, três enfermeiros, dois cirurgiões-dentistas, totalizando 23 profissionais.[61] Segundo dados do Ministério da Saúde, um caso de AIDS foi registrado em Riacho da Cruz entre 1990 e 2012 e, entre 2001 e 2011, foram notificados 179 casos de dengue e um de leishmaniose.[62]

Educação[editar | editar código-fonte]

IDEB de Riacho da Cruz[63]
Ano Anos
iniciais
Anos
finais
2005 2,7 2,9
2007 2,6 2,9
2009 2,5 2,1
2011 3,8 2,4
2013 4,1 -

O fator "educação" do IDH no município atingiu em 2010 a marca de 0,487,[31] ao passo que a taxa de alfabetização da população acima dos dez anos indicada pelo último censo demográfico do mesmo ano foi de 75,6% (83,1% para as mulheres e 68,2% para os homens).[64] As taxas de conclusão dos ensinos fundamental (15 a 17 anos) e médio (18 a 24 anos) eram de 31,5% e 31,4%, respectivamente.[63]

Ainda em 2010, Riacho da Cruz possuía uma expectativa de anos de estudos de 8,52 anos, valor inferior à média estadual (9,54 anos). O percentual de crianças de cinco a seis anos na escola era de 98,39% e de onze a treze anos concluindo o fundamental de 86,31%. Entre os jovens, a proporção na faixa de quinze a dezessete anos com fundamental completo era de 44,27% e de 18 a 20 anos com ensino médio completo de 21,31%. Considerando-se apenas a população com idade maior ou igual a 25 anos, 32,8% não sabiam ler ou escrever, 22,56% possuíam fundamental completo, 15,02% médio completo e apenas 3,33% o ensino superior completo.[31] Em 2014, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 16,6% para os anos iniciais e 29,2% nos anos finais, sendo essa defasagem no ensino médio de 36,2%.[63]

Em 2012 Riacho da Cruz possuía uma rede de três escolas de ensino fundamental (com trinta docentes), uma do pré-escolar (quatro docentes) e uma de ensino médio (nove docentes), com 711 alunos matriculados.[65]

Cultura[editar | editar código-fonte]

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura é o órgão da prefeitura responsável pela área cultural do município de Riacho da Cruz, cabendo a ela a organização de atividades e projetos culturais, além do setor educacional.[66]

Pórtico de entrada de Riacho da Cruz

No calendário cultural do município, destaca-se a festa de emancipação política, realizada no mês de maio, cuja programação inclui a alvorada festiva, o hasteamento das bandeiras, além de desfiles, atrações musicais e outros eventos.[67][68] No mês de junho ocorrem as festas juninas, em destaque para o tradicional São Pedro, no final do mês, com apresentações de danças folclóricas, desfiles, quadrilhas e outras atrações.[69] Em outubro ou novembro, acontece a festa do Sagrado Coração de Jesus, que se inicia com a missa de abertura e prossegue durante nove noites de novena, encerrando com a procissão com a imagem do padroeiro, além da programação sociocultural.[70] Em novembro, ocorre o concurso "A Mais Bela Voz".[71] Em dezembro, é realizada a festa de Santa Luzia,[72] além das comemorações natalinas.[73]

Também são realizados eventos com ênfase no setor esportivo, como o Campeonato Municipal de Futsal.[74] O município possui ainda alguns atrativos turísticos, entre eles as avenidas Camila de Léllis (Avenida Principal) e dos Coqueiros, o Bosque Municipal, o Marco do Município, o Pórtico de Entrada, a Praça de Eventos e a Trilha Poço da Vaca.[75][76] O artesanato é outra forma espontânea da expressão cultural riachocruzense, sendo possível encontrar uma produção feita com matérias-primas regionais, como a argila (barro) e o bordado, além de materiais recicláveis, e criada de acordo com a cultura e o modo de vida local.[77][78]

Praça de Eventos de Riacho da Cruz decorada durante o período das festas juninas.

Referências

  1. a b c «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. a b «Área territorial oficial». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  3. a b «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 de janeiro de 2017. 
  4. a b «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 04 de setembro de 2013.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  5. a b c «Rio Grande do Norte » Riacho da Cruz » produto interno bruto dos municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2013. Consultado em 4 de janeiro de 2016.. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2016 
  6. a b «Histórico» (PDF). Consultado em 25 de janeiro de 2012.. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2012 
  7. «Distância entre Natal e Riacho da Cruz». Consultado em 9 de outubro de 2015. 
  8. «Distância entre Brasília e Riacho da Cruz». Consultado em 9 de outubro de 2015. 
  9. a b c d e f «RIACHO DA CRUZ» (PDF). Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte. 2008. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada (PDF) em 9 de outubro de 2015 
  10. «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Riacho da Cruz, RN» (PDF). Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada (PDF) em 9 de outubro de 2015 
  11. «Municípios localizados no Semi-árido». Banco do Brasil. Consultado em 4 de outubro de 2015. 
  12. a b «CLIMA: RIACHO DA CRUZ». Climate-Data. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  13. a b «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2008 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  14. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2004 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  15. a b «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2002 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
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  17. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2013 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  18. Agência Nacional de Águas. «Chuvas - Médias diárias - 5/1975 - Estação Riacho da Cruz». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  19. a b «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2009 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  20. Agência Nacional de Águas. «Chuvas - médias diárias - 4/1966 - Estação Riacho da Cruz». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  21. Agência Nacional de Águas. «Chuvas - médias diárias - 4/1991 - Estação Riacho da Cruz». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 9 de outubro de 2015.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 
  22. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2017 - Posto: Riacho da Cruz (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 26 de junho de 2017.. Cópia arquivada em 26 de junho de 2017 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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