Rial Racing

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Alemanha Rial
Nome completo Rial Racing
Sede Fußgönheim, Alemanha
Chefe de equipe Alemanha Günther Schmidt
Pilotos Itália Andrea De Cesaris
Alemanha Christian Danner
Alemanha Volker Weidler
França/Argélia Pierre-Henri Raphanel
Luxemburgo/Bélgica/França Bertrand Gachot
Suíça Gregor Foitek
Chassis ARC1
ARC2
Motor Ford
Pneus Goodyear
Histórico na Fórmula 1
Estréia Brasil GP do Brasil, 1988
Último GP Austrália GP da Austrália, 1989
(não-classificado)
Corridas concluídas 32 (20 largadas)
Campeã de construtores 0 (9° lugar em 1988)
Campeã de pilotos 0
Vitórias 0 (4° no GP dos EUA-Leste de 1988, com Andrea De Cesaris, e no GP do Canadá de 1989, com Christian Danner)
Pole Position 0
Voltas rápidas 0
Pontos 6
Posição no último campeonato
(1989)
13° (3 pontos)

Rial Racing foi uma equipe de Fórmula 1 da Alemanha e participou dos campeonatos de 1988 e 1989.

Foi uma equipe com pouco dinheiro, mas com muita competência. No seu ano de estreia, contou com o experiente italiano Andrea De Cesaris, vindo da Brabham. O carro, batizado Rial ARC1 e apelidado "Ferrari azul", era relativamente bom, e De Cesaris conseguiu se classificar em todas as corridas da temporada. Várias vezes o carro possuía problemas, alguns boatos diziam que a escuderia não dispunha de um carro que tinha autonomia de combustível, mesmo cheio de gasolina (naquela época o reabastecimento era proibido).

No GP do Canadá, De Cesaris estava próximo dos primeiros pontos do time, mas um problema no carro tirou o italiano da zona de pontuação, ficando em 9° lugar (na época, 6 pilotos pontuavam). Na corrida seguinte, em Detroit, o italiano finalmente consegue levar o time alemão aos primeiros pontos na sua história, com um 4º lugar num GP desgastante. O carro resistiu e chegou ao final atrás apenas de Ayrton Senna e Alain Prost (McLaren), e de Thierry Boutsen (Benetton). Na última corrida do ano, em Adelaide, a Rial estava de novo nos pontos, mas um problema no final da corrida estragou a festa da equipe, ficando em 8° lugar. A Rial chegou ao final do ano com 3 pontos, pouco para o que ela fez na temporada inteira - caso os problemas não atrapalhassem o desempenho, marcaria, no máximo, 7 ou 8 pontos.

Em 1989, a Rial teve um carro bem mais fraco do que na temporada anterior. Ainda assim, conquistou novamente 3 pontos e ficou numa honrosa 12º posição na temporada, e os pontos foram marcados pelo alemão Christian Danner, ao chegar em quarto lugar no GP do Canadá. Entre as etapas do Brasil e da Hungria, outro alemão, Volker Weidler, não conseguiu vaga no grid, chegando inclusive a ficar 8 vezes consecutivas na pré-classificação. Para seu lugar, veio o francês Pierre-Henri Raphanel, egresso da Coloni, e embora conseguisse chegar ao treino classificatório em 6 oportunidades, não teve sucesso em largar em nenhuma corrida - chegou perto no GP da Espanha, ficando a apenas 736 centésimos do brasileiro Maurício Gugelmin (March).

O suíço Gregor Foitek e o belga Bertrand Gachot substituíram Danner logo após o GP de Portugal, também não se classificando para nenhuma etapa. Após o encerramento da temporada, a equipe encerrou suas operações na F-1 por falta de dinheiro.

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