Ribeirão dos Índios

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Município de Ribeirão dos Índios
Bandeira de Ribeirão dos Índios
Brasão de Ribeirão dos Índios
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 6 de agosto
Fundação 6 de agosto de 1995 (24 anos)
Gentílico ribeiríndio
Prefeito(a) José Amauri Lenzoni (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Ribeirão dos Índios
Localização de Ribeirão dos Índios em São Paulo
Ribeirão dos Índios está localizado em: Brasil
Ribeirão dos Índios
Localização de Ribeirão dos Índios no Brasil
21° 50' 13" S 51° 36' 14" O21° 50' 13" S 51° 36' 14" O
Unidade federativa São Paulo
Mesorregião Presidente Prudente IBGE/2008[1]
Microrregião Presidente Prudente IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Dracena e Junqueirópolis,
Sul: Santo Anastácio,
Leste: Emilianópolis e Presidente Bernardes,
Oeste: Piquerobi.
Distância até a capital 630 km
Características geográficas
Área 196,991 km² [2]
População 2 187 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 11,1 hab./km²
Altitude 386 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,754 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 25 447,000 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 11 016,02 IBGE/2008[5]

Ribeirão dos Índios é um município brasileiro do estado de São Paulo.

História[editar | editar código-fonte]

Há 7.000 anos, nesta região do Estado de São Paulo, já existiam indígenas que confeccionavam artefatos de pedra lascada. Há 1.000 anos, outras populações originárias já produziam pedra polida e cerâmica, segundo indicam os sítios arqueológicos próximos à cidade, conhecida atualmente como Ribeirão dos Índios (informações coletadas de pesquisas realizadas pela Unesp). Obviamente, após o holocausto indígena, pós-chegada dos colonizadores portugueses, essas populações desapareceram completamente. Decorridos muitos séculos, em meados do ano de 1922, existiam na região latifúndios que ainda conservavam a mata tropical intacta, existindo apenas estreitos picadões que serviam de ligação entre as propriedades.

No final do mesmo ano, o Cel. Joao Gomes Martins, de nacionalidade portuguesa, iniciou o retalhamento de pequenas glebas de terras de sua propriedade, situada ao longo do rio Ribeirão dos Índios, afluente do Rio do Peixe.

Em meados de 1923, Antonio Feitor fixou-se naquelas terras, onde semeou as primeiras culturas. Após algum tempo, começaram a chegar os primeiros colonos que adquiriram pequenas glebas. Esses colonos vieram da zona velha do estado, onde predominavam imigrantes de origem italiana. Nessa época, chegaram as famílias de João e José Basso, Domingos Grilo, Carlos Crepaldi, Ermínio e Francisco Cancian, Benjamim Cacheffo, Domingos Scalon, Vicente Zanutto, Manoel Real, Irmãos Bortolan, os Seleguini e os Zanforlin, Joaquim da Costa e Jácio Cotrin, integraram a primeira grande leva de colonizadores de Ribeirão dos Índios, com o passar dos meses integraram-se mais outras famílias, das famílias Marin, Volpe, Icheco e Silvestre.

Em 1924, foi aberta no meio da mata uma estrada para facilitar a comunicação com o município sede Santo Anastácio. Finalmente em 1925 surge um pequeno povoado as margens do rio Ribeirão dos Índios, cujo nome certamente reconhece a presença de indígenas num passado longínquo. Pela Lei n° 2793, de 26 de dezembro de 1936, tal povoado foi elevado a distrito do município de Santo Anastácio, por Armando de Sales Oliveira.

Em 1995 o distrito de Ribeirão dos Índios passou a ser município Através da Lei n°9330 de 27 de dezembro de 1995, assinada pelo então Governador Mário Covas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 21º58'33" sul e a uma longitude 51º39'05" oeste, estando a uma altitude de 386 metros. Sua população estimada em 2016 é de 2.244 habitantes.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2010

População total: 2.187

  • Urbana: 1.850
  • Rural: 337
  • Homens: 1.080
  • Mulheres: 1.107

Densidade demográfica (hab./km²): 11,1

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,48

Expectativa de vida (anos): 71,98

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,06

Taxa de alfabetização: 84,27%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,754

  • IDH-M Renda: 0,633
  • IDH-M Longevidade: 0,783
  • IDH-M Educação: 0,845

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

A cidade era atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[6], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[7], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[8] para suas operações de telefonia fixa.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking IDHM Municípios 2010». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 7 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2017 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  6. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  7. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  8. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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