Ricardo Pais

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Wikitext.svg
Esta página ou seção precisa ser wikificada (desde abril de 2015).
Por favor ajude a formatar esta página de acordo com as diretrizes estabelecidas.
Ricardo Pais
Nascimento 1945 (74 anos)
Leiria, Portugal Portugal
Nacionalidade Portugal Portugal
Ocupação Ator e encenador
IMDb: (inglês)

Ricardo Pais GOIH (Maceira, Leiria, 1945) é um ator e encenador português.

Muito jovem foi atraído pelo teatro, em parte devido à influência do seu pai, que era responsável pelo grupo de teatro da Casa de Pessoal da Empresa de Cimentos de Leiria[1]. Estudante de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, integrou o CITAC, até decidir trocar Coimbra por Lisboa e, de seguida, Portugal pelo Reino Unido[2]. Aí viria a obter o Diretor's Course Diploma, pelo Drama Centre London, em 1971.

Regressado após a Revolução de 25 de Abril de 1974, a sua primeira encenação é uma peça baseada numa obra de Carl Sternheim, As cuecas da vida heroica da burguesia[3]. Entre 1975 e 1983 foi professor de Direção de Atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 1985 fundou o Núcleo de Ação Cultural Área Urbana, em Viseu, para assumir de seguida a coordenação do serviço municipal Fórum Viseu, em 1987. Entre 1988 e 1990 foi funcionário da Secretaria de Estado da Cultura. Entre 1989 e 1990 dirigiu o Teatro Nacional D. Maria II. Em 1992 foi comissário-geral de Coimbra – Capital do Teatro.

Entre 1995 e 2000 assumiu a direção do [[Teatro Nacional São João ]], ao qual regressou em 2002, permanecendo até 2009. Na sua atividade de encenador destacam-se as peças Dois Verdugos de Fernando Arrabal, D. Perlimpim de Federico García Lorca, As Cuecas de Carl Sternheim, A Mandrágora de Nicolau Maquiave, Ninguém – Frei Luís de Sousa, a partir de textos de Almeida Garrett, Maria Velho da Costa e Alexandre O'Neill, Anatol de Arthur Schnitzler, Fausto, Fernando, Fragmentos, a partir de textos de Fernando Pessoa, Clamor de Luísa Costa Gomes, sobre Sermões de Padre António Vieira, ou Madame, de Maria Velho da Costa.

Foi membro do júri do programa da SIC, Portugal Tem Talento, juntamente com Zé Diogo Quintela e Conceição Lino.

A 7 de junho de 2013, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.[4]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. RDP
  2. Anabela Mota Ribeiro
  3. Público
  4. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Ricardo Pais". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 12 de novembro de 2018