Ricardo Pavoni

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Ricardo Pavoni
Ricardo Pavoni
Ricardo Elbio Pavoni, El Chivo.
Informações pessoais
Nome completo Ricardo Elbio Pavoni Cúneo
Data de nasc. 8 de julho de 1943
Local de nasc. Montevidéu, Uruguai
Informações profissionais
Posição Defensor
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
Uruguai Defensor Sporting
Argentina Independiente
Seleção nacional
1962–1974 Flag of Uruguay.svg Uruguai 13 (2)

Ricardo Elbio Pavoni Cúneo (Montevidéu, 8 de julho de 1943) é um ex-futebolista uruguaio, que atuava como defensor.

É um dos maiores ídolos da história do Independiente, onde jogou 495 partidas entre 1965 e 1976, sendo considerado o melhor zagueiro da história do clube,[1] do qual é o segundo jogador com mais troféus (doze) e mais atuações, estando em ambos os quesitos atrás somente da lenda Ricardo Bochini.[2][3]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Independiente[editar | editar código-fonte]

Chegou do Defensor Sporting ao Rojo para substituir outro uruguaio da mesma posição, Tomás Rolán, que havia se contundido seriamente no joelho, e acabaria por tornar-se um símbolo do time.[1]

Forte e de boa técnica com a bola nos pés, era um grande marcador do ponta-esquerda adversário, além de poderoso chute com a perna esquerda. Ganhou a Taça Libertadores da América de 1965 e também na recordista série seguida de quatro títulos que os diablos conquistaram no torneio na década de 1970, além da primeira Intercontinental do clube (em 1973), três Interamericanas e três títulos argentinos. Na finalíssima da Libertadores de 1974, marcou o gol do título, sobre o São Paulo dos compatriotas Pablo Forlán e Pedro Rocha, com quem foi à Copa do Mundo de 1974. Um ano depois, deu início à vitória de virada na decisão sobre outra equipe brasileira, o Cruzeiro.[1]

A Libertadores também lhe reservaria o momentos amargos. Na de 1976, o clube esteve perto de alcançar a quinta final seguida, mas foi eliminado nas semifinais pelo River Plate. "Foi a noite mais triste da minha vida. Sabia que não só se havia cumprido um ciclo da equipe, como também se aproximava minha aposentadoria". A competição o fez declarar também que "na década de 1970, o Independiente era mais famoso que o Santos de Pelé. Nos reconheciam em todos os lados". Desde seu retiro, trabalha nas categorias de base rojas, chegando a dirigir a equipe principal como técnico interino em várias necessidades. Diego Maradona o reconhece como uma das poucas pessoas a quem pediu um autógrafo.[1]

Seleção[editar | editar código-fonte]

Pavoni fez parte do elenco da Seleção Uruguaia de Futebol, na Copa do Mundo de 1974. [4]

Referências

  1. a b c d POMATO, Alberto (abril de 2011). Ricardo Elbio Pavoni. El Gráfico Especial n. 29 - "100 Ídolos de Independiente". Revistas Deportivas, pp. 78-79
  2. POMATO, Alberto (abril de 2011). Los Top 10. El Gráfico Especial n. 29 - "100 Ídolos de Independiente". Revistas Deportivas, p. 120
  3. POMATO, Alberto (abril de 2011). Los que más jugaron. El Gráfico Especial n. 29 - "100 Ídolos de Independiente". Revistas Deportivas, p. 121
  4. «Elenco na Copa de 74». Consultado em 13 de fevereiro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]