Robert Bresson

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Robert Bresson
Nascimento 25 de setembro de 1901[1]
Bromont-Lamothe, França
Nacionalidade França francês
Morte 18 de dezembro de 1999 (98 anos)
Paris, França
Ocupação Director, roteirista, artista plástico, filósofo
Atividade 1934  — 1983
Cônjuge Marie-Madeleine van der Mersch
Festival de Cannes
Melhor Director:
1956 - Un condamné à mort s'est échappé
Melhor Director
1983 - L'argent
IMDb: (inglês)

Robert Bresson (Bromont-Lamothe, 25 de setembro de 1901Paris, 18 de dezembro de 1999) foi um diretor de cinema francês. Bresson é considerado um dos maiores cineastas franceses do século XX e um dos grandes mestre do movimento minimalista.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Graduado em artes plásticas e filosofia, Robert Bresson tentou a carreira como pintor antes de se tornar roteirista. Mas foi o cinema que Bresson resolveu seguir. Seu primeiro trabalho foi o média metragem Les affaires publiques, de 1934. No início da Segunda Guerra Mundial, Bresson foi enviado como prisioneiro de guerra a um campo de concentração alemão, onde ficou preso por mais de um ano. O cineasta definia o cinema como "um movimento interior". "A incomunicação está por trás de tudo o que faço".

Em 1943, ele produziu o seu primeiro longa-metragem, Les anges du péché. Em seguida, adaptou a obra Jacques le fataliste, de Denis Diderot, que serviu de inspiração para seu filme Les dames du Bois de Boulogne, em 1945, com roteiro de Jean Cocteau.

A partir de O diário de um padre, de 1950, surge o estilo minimalista no cinema bressoniano, que passou a caracterizar as obras seguintes do diretor. Bresson passou a ser conhecido como o "jansenista" do cinema francês.

Em 1975, Bresson publicou o clássico Notes sur le cinématographe (Notas sobre o Cinematógrafo, na edição portuguesa, trad. Pedro Mexia), uma coletânea de anotações e aforismos próprios, aos quais o diretor defende seus pontos de vista sobre a "sétima arte". Para se ter uma idéia da importância desta obra para o cinema, o livro de Bresson inspirou o movimento Dogma 95, dos dinamarqueses Lars Von Trier e Thomas Vintenberg.

Em 1995, o cineasta recebeu o prêmio René Clair, da Academia Francesa, pelo conjunto de sua obra cinematográfica. Robert Bresson faleceu aos 98 anos, por causas naturais.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Morre Robert Bresson, o moralista do cinema Agências internacionais Folha de S.Paulo (Quarta-feira, 22 de dezembro de 1999). Visitado em 7 de Fevereiro de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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II Ciclo Cultural Georges Bernanos , da Literatura ao Cinema : Homenagem aos 110 anos de Robert Bresson. Lançamento dos livros "Bresson", de Jean Sémolué e "O Processo de Joana D'Arc", de Robert Bresson.