Roberto Ayala

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Roberto Ayala
Roberto Ayala
Ayala em 2018
Informações pessoais
Nome completo Roberto Fabián Ayala
Data de nasc. 14 de abril de 1973 (49 anos)
Local de nasc. Paraná, Entre Ríos, Argentina
Nacionalidade argentino
espanhol
Altura 1,77 m
destro
Apelido El Ratón[1]
Informações profissionais
Clube atual aposentado
Posição zagueiro
Clubes de juventude
Ferro Carril Oeste
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1991–1994
1994–1995
1995–1998
1998–2000
2000–2007
2007–2009
2010–2011
Ferro Carril Oeste
River Plate
Napoli
Milan
Valencia
Zaragoza
Racing
00072 0000(1)
00040 0000(0)
00093 0000(1)
00035 0000(0)
00248 000(12)
00082 0000(4)
00021 0000(0)
Seleção nacional
1994–2007 Argentina 00116 0000(7)
Medalhas
Jogos Pan-Americanos
Ouro Mar del Plata 1995 Equipe
Jogos Olímpicos
Prata Atlanta 1996 Futebol
Ouro Atenas 2004 Futebol

Roberto Fabián Ayala (Paraná, 14 de abril de 1973) é um ex-futebolista argentino que atuava como zagueiro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Revelado em 1991 pelo Club Ferro, em 1994 foi contratado pelo River Plate, onde atuou por duas temporadas. Migrou para o futebol europeu em 1995, chegando ao Napoli para substituir Fabio Cannavaro, vendido ao Parma por causa dos problemas financeiros do time.[2]

Com o destaque nos Gli Azzurri, Ayala foi contratado pelo Milan em 1998, permanecendo no clube de Milão até 2000, quando migrou para o Valencia. Pelo clube espanhol, onde jogou por sete anos, o zagueiro tornou-se ídolo e conquistou dois títulos da La Liga, nas temporadas 2001–02[3] e 2003–04, além da Copa da UEFA de 2003–04.[4] No total, atuou em 248 partidas e marcou 12 gols pelos Los Che.

Após deixar o Valencia em 2007, Ayala chegou a um acordo para jogar no Villarreal, mas não teve a transferência oficializada; assim, acabou sendo contratado pelo Zaragoza no dia 14 de julho.[5] Permaneceu no clube de La Romareda até o final de 2009, quando acertou seu retorno ao futebol argentino e foi anunciado pelo Racing.

No dia 31 de dezembro de 2010, aos 37 anos, o zagueiro decidiu não renovar seu contrato com o Racing e anunciou que se aposentadoria dos gramados em 2011.[6]

Seleção Nacional[editar | editar código-fonte]

Pela Seleção Argentina, Ayala disputou três Copas do Mundo FIFA: na de 1998, realizada na França, foi convocado por Daniel Passarella; na de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão,[7] foi chamado pelo técnico Marcelo Bielsa; já na de 2006, realizada na Alemanha, foi convocado por José Pékerman.

Participou também de duas Olimpíadas, em 1996 e 2004, onde sagrou-se campeão. Também disputou quatro edições da Copa América, sendo a última a de 2007, realizada na Venezuela. Nomeado capitão pelo treinador Alfio Basile, Ayala vinha fazendo uma boa competição; o zagueiro havia sido titular em quatro das cinco partidas da Argentina até então. No entanto, na final realizada no dia 15 de julho, contra o Brasil, Ayala teve uma péssima atuação, marcou um gol contra e a favorita Argentina foi derrotada por 3 a 0.[8] Ao final da partida, o zagueiro anunciou que seu ciclo na Seleção chegava ao fim. No total, atuou em 116 jogos e marcou sete gols pela Albiceleste.[9]

Títulos[editar | editar código-fonte]

River Plate
Milan
Valencia
Seleção Argentina

Referências

  1. «Ayala - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  2. Nelson Oliveira. «Anos de Roberto Ayala na Itália se dividem entre capitania do Napoli e fracasso no Milan». Calciopédia. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  3. «Há 20 anos, Valencia quebrava jejum de títulos do Espanhol com ajuda brasileira; relembre». GloboEsporte.com. 5 de maio de 2022. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  4. Leandro Stein (10 de maio de 2019). «Em 2004, o Valencia atingia seu ápice: campeão espanhol e da Copa da Uefa num intervalo de dez dias». Trivela. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  5. «Zaragoza atravessa Villarreal e fecha com argentino Ayala». Extra. 14 de julho de 2007. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  6. «Zagueiro Ayala anuncia aposentadoria aos 37 anos». ESPN Brasil. 31 de dezembro de 2010. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  7. Bruno Bonsanti (12 de junho de 2002). «Favorita, Argentina despediu-se da Copa de 2002 como uma grande decepção». Trivela. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  8. «Brasil rouba o 'jogo bonito' da favorita Argentina para levar o bi». UOL. 15 de julho de 2007. Consultado em 5 de outubro de 2022 
  9. «AFA rinde homenaje a Messi y Kun Agüero por su récord de partidos» (em espanhol). Mediotiempo. 2 de julho de 2021. Consultado em 5 de outubro de 2022 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]