Rodovia Augusto Montenegro

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Rodovia Augusto Montenegro
Belém-PA,  Brasil
Trecho da Avenida no Km 2,5. Em destaque canaleta do BRT.
Nomes anteriores Estrada Municipal BL-17
Tipo Avenida
Inauguração 1978
Extensão 14 km
Início Complexo rodoviário do Entroncamento
Bairro(s) Entroncamento, Mangueirão, Parque Verde, Coqueiro, Tenoné, Parque Guajará, Águas Negras, Agulha, Campina de Icoaraci
Fim Rua dois de Dezembro, Distrito de Icoaraci

A Avenida Augusto Montenegro, (considerada antes como Rodovia) é uma das principais avenidas de Belém. É uma importante via da Região Metropolitana, pois corta vários bairros,como Parque Guajará, Tenoné, Agulha , Águas Negras, Benguí, Parque Verde, Coqueiro e Campina de Icoaraci, através dela também se tem acesso a Ilha de Caratateua (Outeiro). Nela está localizado o Estádio do Mangueirão, o Parque Shopping Belém, a Secretaria de Estado de Educação do Pará (SEDUC-PA),a CELPA, e o Comando Geral Da Policia Militar Do Pará.

História[editar | editar código-fonte]

Seu traçado segue o da antiga estrada de ferro Belém-Bragança, como um dos seus ramais que antes era conhecido como Ramal do Pinheiro que partia do Entroncamento com paradas no Benguí, Tapanã, Tenoné e seguia até o seu destino final na Estação do Pinheiro em Icoaraci.[1] Em meados da década de 1960 com a desativação da estrada de ferro o ramal ficou abandonado e inutilizável. No ano de 1975 começaram os trabalhos para a construção da Rodovia Augusto Montenegro, uma obra que levaria três anos pra ser concluída. Os cerca de 15 km duplicados de pistas foram concluídos e inaugurados em 1978. Com isso surgiram vários Conjuntos habitacionais as margens da Rodovia favorecidos pelo estado através das vigentes políticas habitacionais da década de 70. Estas políticas foram financiadas pelo Banco Nacional de Habitação (BNH) através da Companhia de Habitação do Estado do Pará (COHAB-PA). A partir da construção desses conjuntos a rodovia foi sendo habitada, além também da ocupação irregular com invasões e implantação de órgãos públicos, desenvolvendo-se e compondo parte da Região metropolitana de Belém, entre os anos 90 e os anos 2000 se viu a instalação de Conjuntos e condomínios particulares com o passar do tempo. Por ter um grande número de acidentes, a rodovia chegou a ser conhecida como Rodovia da Morte. Durante o mandato do Prefeito Hélio Gueiros a avenida ganharia passarelas para pedestres, enquanto que no mandato do Prefeito Edmilson Rodrigues a avenida ganharia sua primeira reforma urbanística e reconstrução com novo pavimento asfáltico, instalação de semáforos e ciclofaixa.[2]

Atualmente[editar | editar código-fonte]

No início da Década de 2010, a via passou a ser reconhecida oficialmente como Avenida pelo município. Desde 2015 no mandato do Prefeito Zenaldo Coutinho vem sendo implantando na avenida o sistema BRT Belém, onde através deste projeto a avenida vem recebendo obras de reestruturação asfáltica,drenagem e urbanização em toda sua extensão. O projeto contempla duas pistas com três faixas de rolamento em cada sentido e uma canaleta exclusiva para os ônibus expressos e do BRT.[3][4][5][6]

Principais confluências[editar | editar código-fonte]

Km 1,5 - Cruzamento com a Rua da Marinha

Km 2 - Acesso a Rodovia Transcoqueiro (pista sentido Centro>Bairro)

Km 3 - Acesso a Avenida Mangueirão (pista sentido Bairro>Centro)

Km 3,8 - Entroncamento das Avenidas Centenário / Avenida Independência / Elevado Engenheiro José Augusto Affonso[7]

Km 4,4 - Estrada do Benguí

Km 6,1 - Rua do Sideral

Km 7 - Entroncamento da Estrada do Tapanã / Rodovia Mário Covas

Km 9 - Avenida Principal (Conjunto Maguari)

Km 9,5 - Rua Alacid Nunes (acesso ao bairro do Tenoné)

Km 12,9 - Estrada da Maracacuera (acesso a Ilha de Caratateua)

Km 13 - Rua Oito de Maio (acesso ao bairro do Paracuri)

Km 14 - Avenida Dr. Lopo de Castro / Travessa São Roque (acesso a Campina de Icoaraci)

Características[editar | editar código-fonte]

No final do Século XX, era considerada uma Rodovia estilo rural pois ao longo do seu percurso inicialmente prevaleciam várias chácaras, indústrias, sítios e por interligar a capital a uma parte antes considerada distante que era Icoaraci. Nos dias atuais, agora em seu estado de avenida a mesma possui inúmeros conjuntos e condomínios residencias, escolas, faculdades, restaurantes, órgãos públicos e estabelecimentos comerciais.

Conjuntos residencias e condomínios[editar | editar código-fonte]

  • Conjuntos residencias:
Lista de conjuntos residencias abertos
Conjunto Bejamim Sodré
Conjunto Castro Moura
Conjunto Eduardo Angelin
Conjunto Icoaraci I,II e III (Cohab Icoaraci)
Conjunto Jardim Augusto Montenegro
Conjunto Maguari
Conjunto Marambaia II & III (também conhecido como Conjunto Gleba)
Conjunto Natália Lins
Conjunto Orlando Lobato
Conjunto Panorama XXI
Conjunto Pedro Teixeira
Conjunto Jardim Sevilha
Residencial Augusto Montenegro II & III
Residêncial Jardim Maricá
Residencial Morada do Sol
Residencial Tenoné II


  • Condomínios:
Listas de condomínio particulares
Campo Bello Residence
Chácaras Montenegro
Cidade Jardim I
Cidade Jardim II
Cond. Jardim Portugal
Montenegro Boulevard
Condomínio Parkville
Condomínio Parque Valparaíso
Condomínio Planetarium Marte
Condomínio Planetarium Terra
Condomínio Enéas Resque
Condomínio Residencial João Coelho
Condomínio Sol Dourado
Condomínio Sol Nascente
Condomínio Summer
Conunto Residencial Parklândia
Eco Independência
Mirante do Parque
Ilhas Pochart
Greenville Exclusive
Greenville I
Greenville II
Jardim Bela Vida
Marina Residence Club
Multi Icoaraci
Planetarium Júpiter
Parque Jardins
Porto Bello Residence
Residencial Boa Ventura
Residencial Costa Dourada
Residencial Icoaraci
Residencial Green Park
Residencial Rio das Pedras
Residencial  Vila Pinheiro
Safira Park
Summer Total Life
Total Life Club Home
Total Ville Bella Cittá
Verano Residencial Clube
Ville Laguna
Ville Solare
Residencial Castanheira

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Pinheiro -- Estações Ferroviárias do Pará». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 30 de julho de 2019 
  2. «ESPAÇO URBANO E EXPANSÃO DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELÉM: O CASO DA AVENIDA AUGUSTO MONTENEGRO» (PDF). Consultado em 30 de julho de 2019  line feed character character in |titulo= at position 51 (ajuda)
  3. «Você sabe quem foi Augusto Montenegro?». Status Construções. 1 de fevereiro de 2019. Consultado em 30 de julho de 2019 
  4. «Prefeitura inicia construção de terminal de integração e sistema de drenagem do BRT » SeMOB». Consultado em 30 de julho de 2019 
  5. «Nova Augusto Montenegro | BRT - Belém». www.agenciabelem.com.br. Consultado em 30 de julho de 2019 
  6. Soares Mendes, Luis Augusto (19 de janeiro de 2014). «Espaços Elitizados de Moradia e Consumo: A reestruturação urbana da Avenida Augusto Montenegro no quadro das centralidades da Região Metropolitana de Belém» (PDF). ppgeo-propesp.ufpa.br. Consultado em 30 de julho de 2019  line feed character character in |titulo= at position 41 (ajuda)
  7. «Agência Belém». www.agenciabelem.com.br. Consultado em 9 de agosto de 2019 
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