Rodrigo Amorim

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Rodrigo Amorim
Deputado estadual do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2019[1]
até a atualidade
Dados pessoais
Nome completo Rodrigo Martins Pires de Amorim
Nascimento 21 de novembro de 1978 (40 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileiro
Partido Atual:
PSL (2018–presente)
Anterior:
PRP
Profissão Advogado
Político
Website [1]

Rodrigo Martins Pires de Amorim (Rio de Janeiro, 21 de novembro de 1978) é um político brasileiro filiado ao Partido Social Liberal (PSL). Foi eleito deputado estadual do Rio de Janeiro em 2018, com 140 666 votos, a maior votação no estado.[2]

Nas eleições de 2016 foi candidato a vice-prefeito do Rio de Janeiro pelo Partido Republicano Progressista (PRP) junto a Flávio Bolsonaro, do Partido Social Cristão (PSC).[3] Juntos obtiveram 424 307 votos, obtendo o quarto lugar na eleição.[4]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Placa em homenagem a Marielle Franco[editar | editar código-fonte]

Antes da eleição, quebrou uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco assassinada em 2018, junto ao candidato Daniel Silveira.[5][6] Eles declararam que quebraram uma placa ilegalmente instalada em lugar de outra que homenageava Floriano Peixoto.[7] O então deputado estadual e eleito senador Flávio Bolsonaro endossou esta declaração.[8][9] Um movimento com o objetivo de confeccionar placas homenageando a vereadora, em protesto contra a remoção dessa placa, arrecadou 28 mil reais até 4 de outubro.[10]

Aldeia Maracanã[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2019, Rodrigo Amorim declarou em reportagem do jornal O Globo que a Aldeia Maracanã, que ocupa um terreno de 14,3 mil metros quadrados ao lado do Estádio do Maracanã, era um "lixo urbano" e que seria necessária uma "faxina" no local a fim de "restaurar a ordem". Segundo Amorim, o local oferecia risco a moradores e turistas por ser um terreno com mato e lixo acumulado e por servir de ponto de consumo de drogas. O político sugeriu que o espaço ocupado pela aldeia virasse, por exemplo, uma área de lazer ou um estacionamento.[11]

Em março de 2019, uma visita repentina à Aldeia Maracanã feita pelos deputados estaduais Rodrigo Amorim e Alexandre Knoploch, ambos filiados ao Partido Social Liberal (PSL), com o objetivo de vistoriar o local, transformou-se em confusão. De acordo com os parlamentares, um grupo de ocupantes do espaço cercou-os e chamou-os de "nazista" e "racista".[12]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Barreira, Gabriel (1º de fevereiro de 2019). «Deputados estaduais tomam posse na Alerj nesta sexta-feira». G1. Consultado em 29 de março de 2019 
  2. «Rodrigo Amorim 17777 (PSL) Deputado Estadual | Rio de Janeiro | Eleições 018». especiais.gazetadopovo.com.br. Consultado em 2 de novembro de 2018 
  3. «Rodrigo Amorim 20 PRP (Vice-Prefeito) Rio de Janeiro – Guia Eleições 2016». Guia dos Candidatos 
  4. «Flávio Bolsonaro 20». Eleições 2016. Consultado em 2 de novembro de 2018 
  5. «Candidatos do PSL destroem placa com homenagem a Marielle Franco – Política – Estadão». Estadão 
  6. «Candidatos do PSL destroem homenagem a Marielle». VEJA.com 
  7. «Candidatos do PSL destroem homenagem a Marielle Franco». Terra. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  8. «Filho de Bolsonaro diz que destruição de placa de Marielle Franco foi para 'restaurar a ordem' – Jovem Pan Online». Filho de Bolsonaro diz que destruição de placa de Marielle Franco foi para ‘restaurar a ordem’ – Jovem Pan Online. 4 de outubro de 2018. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  9. «Placa de Marielle foi quebrada para restaurar a ordem, diz Flávio Bolsonaro». UOL Eleições 2018. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  10. «Após ataques, campanha por placas de Marielle já arrecada R$ 28 mil». Agência Brasil. 4 de outubro de 2018. Consultado em 18 de dezembro de 2018 
  11. Cappelli, Paulo (4 de janeiro de 2019). «'Aldeia Maracanã é lixo urbano. Quem gosta de índio, vá para a Bolívia', diz Rodrigo Amorim». O Globo. Consultado em 1º de abril de 2019 
  12. Cappelli, Paulo (23 de março de 2019). «Visita surpresa de deputado Rodrigo Amorim à Aldeia Maracanã acaba em confusão». O Globo. Consultado em 1º de abril de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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