Rodrigo Pacheco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Rodrigo Pacheco
Deputado Federal por Minas Gerais
Período 1º de fevereiro de 2015
até a atualidade
Dados pessoais
Nome completo Rodrigo Otavio Soares Pacheco
Nascimento 3 de novembro de 1976 (41 anos)
Porto Velho, RO, Brasil
Nacionalidade  Brasil
Progenitores Mãe: Marta Maria Soares Pacheco
Pai: Helio Cota Pacheco
Partido DEM
Profissão Advogado


Rodrigo Otavio Soares Pacheco (Porto Velho, 3 de novembro de 1976) é um advogado e político brasileiro. Filiado ao Democratas, é deputado federal por Minas Gerais e o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados do Brasil.[1][2]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Nasceu na capital de Rondônia, Porto Velho, em 1976, mas foi criado na cidade de Passos, Minas Gerais, para onde seus pais, Helio Cota Pacheco e Marta Maria Soares Pacheco, retornaram depois de seu nascimento.

Formação, atividade profissional e associativa[editar | editar código-fonte]

Em Passos, estudou na Escola Estadual Wenceslau Braz e no Colégio Imaculada Conceição. Ainda muito jovem, mudou-se para Belo Horizonte, onde continuou seus estudos e iniciou sua carreira.

Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) no ano de 2000, especializou-se em direito penal econômico pelo Instituto Brasileiro de Ciências Econômicas Criminais (IBCCRIM), militando como advogado criminalista, inclusive em sociedade com advogados como Maurício de Oliveira Campos Junior em escritório recorrentemente listado entre os mais admirados da área, atuante em processos como os do Mensalão e do qual se desligou em 2016[3][4][5][6]. Foi defensor dativo da Justiça Federal, membro do Conselho de Criminologia e Política Criminal do Estado de Minas Gerais, auditor do Tribunal de Justiça Desportiva, além de professor universitário.

Na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Rodrigo Pacheco foi conselheiro seccional por dois mandatos e presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas dos Advogados. Em 2012, foi eleito Conselheiro Federal da OAB por Minas Gerais, sendo o mais jovem advogado a integrar o Conselho, defendendo a atuação da Ordem no sentido de inibir a corrupção na política e promover eleições limpas[7]. No Conselho Federal, foi também presidente da Comissão Nacional de Apoio aos Advogados em Início de Carreira.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Foi eleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo PMDB, com 92.743 mil votos. Em seu primeiro mandato, passou a coordenar a bancada do PMDB, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde se tornou primeiro vice-presidente e depois presidente.

Votou no Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[8] Em 2016, disputou a Prefeitura de Belo Horizonte, ficando em terceiro lugar com 118.772 votos. Foi favorável à PEC do Teto dos Gastos Públicos.[8]

Em 23 de março de 2017, foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados do Brasil. Em abril de 2017, votou na Reforma Trabalhista[8][9]. Presidiu a sessão na CCJ que recomendou a continuidade do processo contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, no entanto, na votação em plenário, se absteve.

Em 2018, deixando o atual MDB, filiou-se ao Democratas, como pré-candidato ao governo de Minas.

Referências

  1. «Biografia de Rodrigo Pacheco no portal da Câmara dos Deputados». Gazeta do Povo. 11 de outubro de 2014. Consultado em 12 de agosto de 2015 
  2. Alencastro, Catarina (23 de março de 2017). «Peemedebista Rodrigo Pacheco é eleito presidente da CCJ da Câmara». Jornal O Globo. Consultado em 5 de janeiro de 2018 
  3. «Rodrigo Pacheco diz temer ditadura do judiciário». Correio do Vale do Rio Grande. 14 de fevereiro de 2014. Consultado em 8 de janeiro de 2018 
  4. «Conheça os Deputados: Rodrigo Pacheco». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 8 de janeiro de 2018 
  5. «Doutores dos Tribunais». Revista Encontro. 29 de agosto de 2011. Consultado em 8 de janeiro de 2018 
  6. Marques, José (7 de julho de 2017). «Advogado, presidente da CCJ integra defesa de condenado no mensalão». Folha de S. Paulo. Consultado em 8 de janeiro de 2018 
  7. «Choque de Ética». Folha da Manhã. 8 de fevereiro de 2014. Consultado em 8 de janeiro de 2018 
  8. a b c «Título ainda não informado (favor adicionar)» 
  9. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 


Ícone de esboço Este artigo sobre um político é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.