Romance dos Três Reinos

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Romance dos Três Reinos
Pintura em seda de Sekkan Sakurai (1715-1790) em uma edição ilustrada do romance, mostrando os personagens Liu Bei (esquerda), Guan Yu (atrás) e Zhang Fei (direita).
Autor(es) Luo Guanzhong
País  China
Linha temporal século XIV

O Romance dos Três Reinos (chinês tradicional: 三國演義; chinês simplificado: 三国演义; pinyin: sānguó yǎnyì), escrito por Luo Guanzhong no século XIV, é um romance histórico chinês baseado em eventos dos anos turbulentos próximos do fim da Dinastia Han e da era dos Três Reinos da China, começando em 169 e terminando com a reunificação do reino em 280.[1]

A história (em parte, histórica; em parte, lendária; em parte, mítica) romantiza e dramatiza a vida dos senhores feudais (e seus apoiadores) que tentaram substituir a declinante dinastia Han ou restaurá-la. Embora a novela possua centenas de personagens, o seu foco são os três blocos de poder que emergiram com o fim da dinastia Han, e que constituiriam os estados de Cao Wei, Shu Han e Wu Oriental. A novela descreve as intrigas e batalhas entre os três estados em busca da supremacia ao longo de quase cem anos.

É aclamado como um dos Quatro Grandes Romances Clássicos da literatura chinesa, com um total de 800 000 palavras, quase mil personagens,[2] a maioria históricos, em 120 capítulos. Está entre as mais aclamadas obras de literatura do Leste Asiático,[3] e sua influência literária na região foi comparada aos trabalhos de Shakespeare em relação à literatura inglesa. É a mais lida novela histórica do período final da China imperial e da China contemporânea.[4]

Visão geral[editar | editar código-fonte]

Mitos a respeito da era dos Três Reinos já existiam como tradição oral antes das compilações escritas. Com seu foco na história dos hanes, as histórias cresceram em popularidade durante o reinado dos imperadores mongóis da dinastia Yuan. Durante a posterior dinastia Ming, o interesse em peças de teatro e novelas resultou em ainda maior difusão das histórias entre o povo.

O primeiro trabalho escrito que combinou essas histórias foi Sanguozhi Pinghua (chinês simplificado: 三国志平话; chinês tradicional: 三國志平話; pinyin: Sānguózhì Pínghuà; literalmente: "História dos registros dos Três Reinos"), publicado em algum ponto entre 1321 e 1323. Esta versão combinou temas de lenda, magia e moralidade que atraíam as pessoas comuns, que não tinham conhecimento de chinês literário. Elementos de reencarnação e carma faziam parte dessa versão da história.

Expansão da história[editar | editar código-fonte]

O Romance dos Três Reinos é, tradicionalmente, atribuído a Luo Guanzhong, [5] um dramaturgo que viveu em um período entre 1315 e 1400 (final da dinastia Yuan e início da dinastia Ming). Ele era conhecido por compilar peças de teatro comuns na dinastia Yuan.[6] Foi impresso pela primeira vez em 1522[7] como Sanguozhi Tongsu Yanyi (三國志通俗演義/三国志通俗演义), numa edição que teve um prefácio talvez falso de 1494. O texto pode ter circulado antes de ambas as datas através de manuscritos.[8]

De qualquer forma, tenha o livro sido escrito numa data anterior ou posterior, tenha sido Luo Guanzhong o autor ou não, o autor fez uso de registros históricos disponíveis, incluindo os "Registros dos Três Reinos" compilados por Chen Shou, que cobrem eventos desde a Revolta dos Turbantes Amarelos em 184 até a unificação dos Três Reinos sob a dinastia Jin em 280. A novela também inclui materiais poéticos da época da dinastia Tang, óperas da época da dinastia Yuan e interpretações pessoais de elementos como virtude e legitimidade. O autor combinou seu conhecimento histórico com seu dom de contar histórias e conseguiu criar uma rica variedade de personagens.[9]

Recensões e texto padronizado[editar | editar código-fonte]

Muitas versões do Sanguozhi expandido existem hoje. A versão de Luo Guanzhong em 24 volumes, conhecido como Sanguozhi Tongsu Yanyi, é conservada hoje na Biblioteca de Xangai na China, na Biblioteca Central de Tenri no Japão, e em várias outras bibliotecas importantes. Várias recensões de dez, doze e vinte volumes da obra de Luo Guanzhou, confeccionadas entre 1522 e 1690, também são conservadas em várias bibliotecas pelo mundo. Entretanto, o texto padrão conhecido pela maioria das pessoas é uma recensão de Mao Lun e seu filho Mao Zonggang.

Na década de 1660, durante o reinado do imperador Kangxi, da dinastia Qing, Mao Lun e Mao Zonggang editaram significativamente o texto, encaixando-o em 120 capítulos, e abreviando o título para Sanguozhi Yanyi.[10] O texto foi reduzido de 900 000 para 750 000 caracteres; foi feita significativa edição para melhorar o fluxo da narrativa; o uso de poemas de terceiros foi reduzido, e foi alterado seu formato tradicional de versos para um formato menor; e a maioria das passagens que louvavam os conselheiros e generais de Cao Cao foi removida.[11] Há muito, os acadêmicos debatem se o ponto de vista de Mao é anti-Qing (identificando os sobreviventes da dinastia Ming do Sul com Shu-Han) ou pró-Qing.[12]

As famosas linhas de abertura da novela, "o império, há muito tempo dividido, precisa ser reunificado; há muito tempo unido, precisa ser dividido. Sempre foi assim" (话说天下大事.分久必合,合久必分),[13] que há muito tempo se pensavam fazer parte da introdução e da filosofia cíclica de Luo, foram, na verdade, adicionadas pelos Maos na sua substancialmente revisada edição de 1679. Nenhuma das edições anteriores continha essa frase. Mao também adicionou o poema "Os imortais do rio",[14] de Yang Shen, como o famoso poema introdutório (que começa com "As águas jorrantes do Rio Yangtzé se derramam e desaparecem no leste") (滚滚长江东逝水) da novela. As edições iniciais também gastam menos tempo com o processo de divisão, o qual elas acham doloroso, e gastam muito mais tempo com o processo de reunificação e a luta dos heróis que se sacrificam por ele.[15]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Uma das maiores conquistas de "Romance dos três reinos" é a extrema complexidade de suas histórias e personagens. A novela contém numerosas subtramas. A seguir, um resumo do enredo central da novela e alguns conhecidos destaques da mesma:

Revolta dos Turbantes Amarelos e os Dez Eunucos[editar | editar código-fonte]

Nos anos finais da dinastia Han do Leste, eunucos traiçoeiros e oficiais malfeitores enganaram o imperador e perseguiram os oficiais honestos. O governo, gradualmente, se tornou extremamente corrupto em todos os seus níveis, levando à ampla deterioração do império Han. Durante o reinado do imperador Lingdi, a Revolta dos Turbantes Amarelos eclodiu, sob a liderança de Zhang Jiao.

A rebelião foi suprimida incompletamente pelas forças imperiais lideradas pelo general He Jin. Com a morte do imperador Lingdi, He Jin instalou o jovem Shao no trono e assumiu o controle do governo central. Os Dez Eunucos, um grupo de influentes eunucos da corte, temendo que He Jin estivesse se tornando muito poderoso, o atraíram para o palácio e o assassinaram. Em vingança, os apoiadores de He Jin invadiram o palácio e mataram indiscriminadamente qualquer pessoa que se parecesse com um eunuco. No caos que se seguiu, Shao e seu mais jovem meio-irmão Xiandi desapareceram do palácio.

A tirania de Dong Zhuo[editar | editar código-fonte]

O imperador e o príncipe desaparecidos foram encontrados por soldados do chefe militar Dong Zhuo, que adquiriu o controle sobre a capital imperial, Luoyang, sob o pretexto de proteger o imperador. Em seguida, Dong Zhuo depôs o imperador Shao e o substituiu pelo príncipe de Chenliu (imperador Xian), que era apenas um governante títere sob seu controle. Dong Zhuo monopolizou o poder estatal, perseguiu seus inimigos políticos e oprimiu o povo a troco de ganho pessoal. Houve dois atentados contra sua vida: o primeiro por um oficial militar, Wu Fu (伍孚), que falhou e sofreu uma morte horrível; o segundo por Cao Cao, que falhou e teve de fugir.

Cao Cao fugiu de Luoyang, retornou a sua cidade natal e enviou vários editos falsos convocando oficiais regionais e chefes militares a marchar contra Dong Zhuo. Sob a liderança de Yuan Shao, dezoito chefes militares formaram um exército de coalizão e lançaram uma campanha punitiva contra Dong Zhuo. Este se sentiu ameaçado após perder as batalhas do Passo de Sishui e do Passo de Hulao. Dong Zhuo evacuou Luoyang e transferiu a capital para Changan. Ele forçou os residentes de Luoyang a acompanhá-lo e ateou fogo à cidade. A coalizão acabou por se fragmentar devido a falta de liderança e interesses conflitantes entre seus membros. Enquanto isso, em Changan, Dong Zhuo foi traído e assassinado por seu filho adotivo Lü Bu por causa de uma disputa acerca da serva Diaochan, o que era parte de uma intriga orquestrada pelo ministro Wang Yun.

Conflito entre os vários chefes militares e nobres[editar | editar código-fonte]

Enquanto isso, o império Han já se desintegrava em uma guerra civil, com os chefes militares disputando território e poder. Sun Jian encontrou o selo imperial nas ruínas de Luoyang e o guardou secretamente consigo. Yuan Shao e Gongsun Zan estavam em guerra no norte enquanto Sun Jian e Liu Biao combatiam no sul. Outros como Cao Cao e Liu Bei, que não tinham inicialmente títulos ou terras, foram gradualmente formando seus próprios exércitos e assumindo o controle de territórios.

Durante esses tempos de revolta, Cao Cao salvou o imperador Xian das forças remanescentes de Dong Zhuo, estabeleceu a nova capital imperial em Xu e se tornou o novo líder do governo central. Ele derrotou chefes militares rivais como Lü Bu, Yuan Shu e Zhang Xiu em uma série de guerras na China central antes de conseguir uma vitória decisiva contra Yuan Shao na batalha de Guandu. Através dessas conquistas, Cao Cao uniu o centro e o norte da China sob seu comando. Os territórios que ele conquistou serviriam de base para a criação do estado de Cao Wei no futuro.

Sun Ce constrói uma dinastia em Jiangdong[editar | editar código-fonte]

Enquanto isso, uma emboscada tirou a vida de Sun Jian na batalha de Xiangyang contra Liu Biao. Seu filho mais velho, Sun Ce, entregou o selo imperial como um tributo ao novo pretendente, Yuan Shu, em troca de reforços. Sun Ce assegurou, a si próprio, um estado nas ricas terras fluviais de Jiangdong, na região de Wu, onde o estado de Wu Oriental viria a ser fundado posteriormente. Tragicamente, Sun Ce também morreu no auge de sua carreira, devido ao pavor gerado por seu encontro com o fantasma de Yu Ji, um respeitado mago que ele havia acusado falsamente de heresia e matado por ciúme. Entretanto, Sun Quan, seu irmão mais jovem e sucessor, provou ser um governante capaz e carismático. Com a assistência de Zhou Yu, Zhang Zhao e outros, Sun Quan inspirou talentos ocultos como Lu Su a servi-lo, acumulou poder militar e manteve a estabilidade em Jiangdong.

Ambição de Liu Bei[editar | editar código-fonte]

Liu Bei e seus irmãos de juramento Guan Yu e Zhang Fei juraram lealdade ao império Han no Juramento do Jardim de Pêssegos, e prometeram fazer o melhor pelo povo. Entretanto, suas ambições não foram cumpridas pois eles não receberam a devida recompensa por ter ajudado a suprimir a Rebelião dos Turbantes Amarelos e por ter participado da campanha contra Dong Zhuo. Depois que Liu Bei sucedeu a Tao Qian como governador da província de Xu, ele ofereceu abrigo a Lü Bu, que acabara de ser derrotado por Cao Cao. Entretanto, Lü Bu traiu seu anfitrião, assumiu o controle da província e atacou Liu Bei. Liu Bei juntou suas forças com as de Cao Cao e derrotou Lü Bu na batalha de Xiapi. Liu Bei, então, seguiu Cao Cao de volta à capital imperial Xu, onde o imperador Xian o honrou como seu "Tio Imperial". Quando Cao Cao deu sinais de que queria usurpar o trono, o imperador Xian escreveu um decreto secreto em sangue a seu sogro Dong Cheng e o ordenou se livrar de Cao. Secretamente, Dong Cheng contactou Liu Bei e outros e eles planejaram matar Cao Cao. No entanto, o plano foi descoberto e Cao Cao mandou prender Dong Cheng e os outros, bem como suas famílias, e os executou.

Liu Bei já havia deixado a capital imperial quando o plano foi descoberto. Ele retirou o controle da província de Xu das mãos de Che Zhou, o novo governador que havia sido indicado por Cao Cao. Em retaliação, Cao Cao atacou a província de Xu e derrotou Liu Bei, forçando-o a se abrigar sob a proteção de Yuan Shao por um certo tempo. Eventualmente, Liu Bei deixou Yuan Shao e estabeleceu uma nova base no condado de Runan, onde ele foi derrotado por Cao Cao novamente. Ele recuou para o sul, para a província de Jing, onde ficou sob a proteção do governador Liu Biao. Liu Biao deu, a Liu Bei, a responsabilidade de administrar o condado de Xinye. Nesse condado, Liu Bei visitou Zhuge Liang três vezes, e o recrutou como conselheiro. Também preparou seus homens para o combate contra as forças de Cao Cao.

Batalha dos Penhascos Vermelhos[editar | editar código-fonte]

Em seguida à sua unificação do centro e do norte da China, Cao Cao, tendo sido apontado grão-chanceler pelo imperador Xian, liderou suas forças numa campanha sulista para eliminar Liu Bei e Sun Quan. Embora Liu Bei conseguisse repelir dois ataques de Cao Cao em Xinye, ele foi eventualmente obrigado a fugir devido ao poder avassalador do inimigo. Ele liderou seus seguidores e os civis num êxodo ainda mais para o sul, até alcançar a prefeitura de Jiangxia.

Liu Bei enviou Zhuge Liang para se encontrar com Sun Quan e discutir a formação de uma aliança contra Cao Cao. Sun Quan concordou com a aliança e colocou Zhou Yu no comando de seu exército em preparação para a guerra contra Cao Cao. Zhuge Liang permaneceu temporariamente no território de Wu para ajudar Zhou Yu. Este, no entanto, acho que Zhuge poderia se tornar uma ameaça a Sun Quan no futuro e tentou matá-lo em algumas ocasiões, mas sempre acabou falhando e foi forçado a cooperar com ele. As forças de Sun e Liu conseguiram uma vitória decisiva sobre Cao Cao na Batalha dos Penhascos Vermelhos.

Após a vitória, Sun Quan e Liu Bei começaram a competir pelo controle do sul da província de Jing. Liu foi vitorioso e assumiu o controle dos territórios do general de Cao Cao, Cao Ren. Sun Quan, descontente por não ganhar nada, enviou mensageiros a Liu Bei pedindo que "devolvesse" os territórios para ele, mas Liu Bei dispensou os mensageiros, cada vez com uma desculpa diferente. Sun Quan, no entanto, não estava disposto a ceder, e decidiu seguir o plano de Zhou Yu de enganar Liu Bei, fazendo com que este viesse ao território de Sun Quan e desposasse a irmã deste, Sun Shangxiang. Ele, então, tornaria, Liu Bei, refém, e exigiria, em troca da libertação deste, a posse da província de Jing. Entretanto, o plano falhou e o casal recém-formado voltou são e salvo para a província de Jing. Mais tarde, Zhou Yu morreu de frustração depois que Zhuge Liang repetidamente frustrou seus planos de conquista da província de Jing.

Liu Bei assume o controle da província de Yi[editar | editar código-fonte]

As relações entre Liu Bei e Sun Quan se deterioraram após a morte de Zhou Yu, mas não ao ponto de ambos guerrearem entre si. Seguindo o plano de Zhuge Liang, Liu Bei liderou suas forças na diração oeste, rumo à província de Yi, e assumiu o controle das terras do governador Liu Zhang. Nessa altura, Liu Bei tinha o controle de vastas extensões de terra, desde a província de Yi até o sul da província de Jing. Posteriormente, esses territórios serviriam de base para a fundação do estado de Shu Han. Liu Bei se declarou rei de Hanzhong depois de derrotar Cao Cao na campanha de Hanzhong e conquistar a prefeitura de Hanzhong.

Ao mesmo tempo, o imperador Xian concedeu, a Cao Cao, o título de rei vassalo (rei de Wei), ao passo que Sun Quan era conhecido como duque de Wu. No leste da China, as forças de Cao Cao e Sun Quan se enfrentaram em várias batalhas ao longo do rio Yangtzé, incluindo as batalhas de Hefei e Ruxu, mas nenhum lado conseguiu alcançar uma vantagem significativa sobre o adversário.

Morte de Guan Yu[editar | editar código-fonte]

Enquanto isso, Sun Quan planejou tomar a província de Jing depois de se cansar das repetidas recusas de Liu Bei em entregar a província. Secretamente, fez as pazes e se aliou a Cao Cao contra Liu Bei. Enquanto Guan Yu, que protegia os territórios de Liu Bei na província de Jing, estava distante atacando Cao Ren na batalha de Fancheng, Sun Quan enviou seu general Lü Meng numa incursão secreta à província de Jing. Guan Yu foi incapaz de capturar Fancheng, então ele recuou. Mas foi, então, pego de surpresa pela invasão de Lü Meng, e constatou que havia perdido o controle da província de Jing. Com a moral do seu exército em queda e as deserções aumentando, Guan Yu e seus homens remanescentes recuaram para Maicheng, onde eles foram encurralados pelas forças de Sun Quan. Em desespero, Guan Yu tentou romper o cerco mas falhou e foi capturado em uma emboscada. Sun Quan o executou depois que Guan Yu se recusou a se render.

Logo após a morte de Guan Yu, Cao Cao morreu vítima de um tumor cerebral em Luoyang. Seu filho e sucessor, Cao Pi, forçou o imperador Xian a abdicar do trono em seu favor, e estabeleceu o estado de Cao Wei para substituir a dinastia Han. Após aproximadamente um ano, Liu Bei se declarou imperador e fundou o estado de Shu Han como uma continuação da dinastia Han. Enquanto Liu Bei planejava vingar Guan Yu, Zhang Fei foi assassinado por seus subordinados enquanto dormia.

Batalha de Yiling[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

  1. Wu, Jonathan. «Romance of the Three Kingdoms Novel and History Introduction». Consultado em 11 de novembro de 2007. 
  2. Roberts 1991, pg. 940
  3. Internet archive. Disponível em https://web.archive.org/web/20111225205804/http://koreajoongangdaily.joinsmsn.com/news/article/article.aspx?aid=2892148. Acesso em 11 de setembro de 2018.
  4. Ng, On-cho; Wang, Q. Edward (2005). Mirroring the Past: The Writing and Use of History in Imperial China. Honolulu: University of Hawaii Press. p. 86. ISBN 0824829131.
  5. Encyclopedia of Literary Translation into English. Taylor & Francis. 1998. pp. 1221–1222. ISBN 1-884964-36-2.
  6. Lo, Kuan-chung (2002). Romance of the Three Kingdoms. 1. C.H. Brewitt-Taylor (Translator), Robert E. Hegel (Introduction). Tuttle. pp. viii. ISBN 978-0-8048-3467-4.
  7. Lo, Kuan-chung (2002). Romance of the Three Kingdoms. 1. C.H. Brewitt-Taylor (Translator), Robert E. Hegel (Introduction). Tuttle. pp. viii. ISBN 978-0-8048-3467-4.
  8. Moss Roberts, "Afterword," in Luo, Three Kingdoms (Berkeley: University of California Press, 1991), pp. 938, 964.
  9. Moss Roberts, "Afterword," in Luo, Three Kingdoms (Berkeley: University of California Press, 1991), pp. 946-53.
  10. Moss Roberts, "Afterword," in Luo, Three Kingdoms (Berkeley: University of California Press, 1991), pp. 980.
  11. Moss Roberts, "Afterword," in Luo, Three Kingdoms (Berkeley: University of California Press, 1991), pp. 965.
  12. Moss Roberts, "Afterword," in Luo, Three Kingdoms (Berkeley: University of California Press, 1991), pp. 967-971.
  13. Luo, Guanzhong, atribuído a, traduzido do chinês com posfácio e notas de Moss Roberts (1991). Three Kingdoms: A Historical Novel. Berkeley; Beijing: University of California Press; Foreign Languages Press. ISBN 0520068211. p. 5.
  14. Vincent's calligraphy. Disponível em http://www.vincentpoon.com/the-immortals-by-the-river-----------------.html. Acesso em 11 de setembro de 2018.
  15. Bojun Shen, translated by Kimberly Basio, "Studies of Three Kingdoms in the New Century," in Besio and Tong, eds., Three Kingdoms and Chinese Culture, p. 154.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Luo, Guanzhong; English translation by Moss Roberts, Introduction by Shi Changyu (2006). Three Kingdoms. Beijing: Foreign Language Press. ISBN 7-119-00590-1 
  • Roberts, Moss, tr. Three Kingdoms: A Historical Novel (1991) University of California Press. ISBN 0-520-22503-1