Rondas Ostensivas Táticas de Campinas

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A Rondas Ostensivas Táticas de Campinas, conhecida pelo acróstico de ROTAC, foi criada no ano de 1988, inicialmente com um efetivo voluntário, triado e escolhido de aproximadamente cem Policiais Militares, dos quais três oficiais nas funções de comando. O objetivo era sua atuação na área operacional (ocorrências mais graves e complexas), bem como para atuar em rebeliões em presídios e policiamento em praças desportivas, na área do CPI-2.

Seu efetivo era parte integrante do 8° BPM/I, batalhão centenário da Polícia Militar que tem sua sede na cidade de Campinas, sob o Comando de Policiamento de Interior Dois (CPI-2). Dois dos três oficiais, que atuavam como comandantes de pelotão, bem como todos os sargentos fundadores da ROTAC, passaram por estágio operacional no 1º BPChq, Primeiro Batalhão de Policiamento de Choque (ROTA), participando das preleções dos pelotões e integrando as equipes de ROTA, no policiamento ostensivo, na cidade de São Paulo, por determinado tempo, com a finalidade de assimilar a doutrina e a atuação operacional no policiamento ostensivo daquele batalhão.

Seus integrantes eram exaustivamente treinados em atividades de educação física, e também em atuações operacionais, estando aptos para atuar em ocorrências de maior gravidade e complexidade como roubo a bancos, residências, estabelecimentos comerciais de grande porte, ocorrências com refém, roubo de veículos, sequestros relâmpagos; rebeliões em estabelecimentos prisionais e policiamento em praças desportivas, tendo seus oficiais e sargentos fundadores sido capacitados através do curso de Policiamento de Praças Desportivas (disponibilizado pelo 2º BPChq, Segundo Batalhão de Policiamento de Choque). Posteriormente seu efetivo passou para o CPI-2 e mais tarde deu origem ao 35°BPM/I, Trigésimo Quinto Batalhão de Policiamento do Interior.

Foi extinta, por volta do ano 2000, doze anos depois de sua criação, por razões de política operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo.