Rope (filme)

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Rope
A Corda (PT)
Festim Diabólico (BR)
Ropetrailer3.jpg
 Estados Unidos
1948 •  cor •  80 min 
Direção Alfred Hitchcock
Produção Alfred Hitchcock
Sidney Bernstein
(não creditado)
Roteiro Arthur Laurents
Baseado em Rope de Patrick Hamilton
Elenco James Stewart
John Dall
Farley Granger
Joan Chandler
Sir Cedric Hardwicke
Constance Collier
Douglas Dick
Edith Evanson
Género thriller psicológico, thriller criminal
Música
Cinematografia Joseph A. Valentine
William V. Skall
Edição William H. Ziegler
Companhia(s) produtora(s) Transatlantic Pictures
Distribuição Warner Bros. Pictures (E.U.A.)
Metro-Goldwyn-Mayer (Europa)
20th Century Fox
(2004) (Brasil) (DVD)
Lançamento Estados Unidos 28 de agosto de 1948
Portugal 18 de março de 1963
Idioma inglês
Orçamento US$ 1,500,000[1] ou
$2,000,000[2]
Receita US$ 2,200,000[3]
Página no IMDb (em inglês)

Rope (Festim Diabólico (título no Brasil) ou A Corda (título em Portugal)) é um filme estadunidense de 1948, do gênero thriller psicológico e criminal, dirigido por Alfred Hitchcock, baseado em peça homônima de 1929, escrita por Patrick Hamilton, e adaptado por Hume Cronyn[4] e Arthur Laurents.

O filme foi produzido por Hitchcock e Sidney Bernstein como a primeira das produções feitas pela Transatlantic Pictures, produtora criada pelos dois. Estrelado por James Stewart, John Dall e Farley Granger, este é o primeiro filme de Hitchcock feito em Technicolor, e é notável por se passar em tempo real e por ser editado de tal forma que parece ser uma única tomada contínua através do uso de tomadas longas.[5] É o segundo filme de de Hitchcock a ter um "cenário limitado", o primeiro sendo Lifeboat .[6] Acredita-se que a peça original foi inspirada no assassinato real do garoto de 14 anos Bobby Franks, ocorrido em 1924, cometido pelos estudantes da Universidade de Chicago Nathan Leopold e Richard Loeb.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Dois brilhantes e jovens esteticistas, Brandon Shaw (John Dall) e Phillip Morgan (Farley Granger), estrangulam até a morte seu ex-colega da Universidade de Columbia, David Kentley (Dick Hogan), em seu apartamento. Eles cometem o crime como um exercício intelectual; eles querem provar sua superioridade ao cometerem o "assassinato perfeito".

Depois de esconder o corpo em um grande e antigo baú de madeira, Brandon e Phillip oferecem um jantar no apartamento, o qual tem uma vista panorâmica do horizonte de Manhattan. Os convidados, que não têm conhecimento do que aconteceu, incluem o pai da vítima o Sr. Kentley (Cedric Hardwicke) e a tia Sra Atwater (Constance Collier); sua mãe não pode comparecer, por estar resfriada. Além disso, comparecem sua noiva, Janet Walker (Joan Chandler) e seu ex-namorado Kenneth Lawrence (Douglas Dick), que no passado era amigo íntimo de David.

James Stewart no trailer do filme

Brandon usa o baú contendo o corpo como uma mesa de buffet para a comida, pouco antes de sua empregada, a senhora Wilson (Edith Evanson) chegar para ajudar com a festa. "Agora começa a diversão," Brandon diz quando os primeiros convidados chegam.

A ideia de Brandon e Phillip para o assassinato foi inspirado anos antes por conversas com seu professor da escola preparatória, o editor Rupert Cadell (James Stewart). Enquanto na escola, Rupert havia debatido com eles, de uma forma aparentemente aprovatória, os conceitos intelectuais de Além-Homem de Nietzsche, e da arte do assassinato de De Quincey, como meio de mostrar a sua superioridade de alguém sobre os outros. Ele também está entre os convidados da festa, já que Brandon em particular sente que ele aprovaria a sua "obra de arte".

As dicas sutis de Brandon sobre a ausência de David indiretamente levam a uma discussão sobre a "arte do assassinato". Brandon parece calmo e sob controle, porém quando ele fala com Rupert pela primeira vez, ele está nervosamente animado e gaguejando. Phillip, por outro lado, está visivelmente chateado e moroso. Ele não consegue disfarçar bem seus sentimentos e começa a beber demais. Quando a tia de David, a Sra Atwater, que gosta de bancar a vidente, diz-lhe que suas mãos lhe trarão grande fama, ela se refere a sua habilidade ao piano, mas ele parece pensar que se refere à notoriedade de ser um estrangulador.

Grande parte da conversa, no entanto, concentra-se em David e sua estranha ausência, a qual preocupa os convidados. O desconfiado Rupert questiona o inquieto Phillip sobre isso e sobre algumas inconsistências que foram levantadas na conversa. Por exemplo, Phillip tinha negado veementemente já ter estrangulado alguma galinha na fazenda dos Shaws, mas Rupert já havia visto pessoalmente Phillip estrangular várias. Phillip mais tarde reclama com Brandon de ter tido uma "noite podre", não por causa do assassinato de David, mas por causa do questionamento de Rupert.

Conforme a noite avança, o pai e a noiva de David começam a se preocupar por ele não ter nem chego nem telefonado. Brandon aumenta a tensão por bancar o cupido com Janet e Kenneth. A Sra Kentley ligada, desesperada, por não ter ouvido noticias de David, e o Sr. Kentley decide ir embora. Ele leva consigo alguns livros que Brandon lhe deu, amarrados com a corda que Brandon e Phillip usaram para estrangular seu filho.

Quando Rupert se prepara sair, a senhora Wilson acidentalmente lhe entrega o chapéu de David, o qual contém suas iniciais, aumentando ainda mais a sua desconfiança. Rupert retorna ao apartamento pouco depois de todos terem partido, fingindo ter esquecido sua cigarreira. Ele a esconde atrás de alguns livros sobre o báu, pede uma bebida e então decide permanecer para teorizar sobre o desaparecimento de David. Ele é incentivado por Brandon, que espera que Rupert vá entender e até aplaudi-los. Phillip, bêbado, não consegue mais aguentar; ele atira um copo e diz: "Gato e rato, gato e rato. Mas qual é o gato e qual é o rato?"

Rupert levanta a tampa do baú e encontra o corpo dentro. Ele fica horrorizado, mas também profundamente envergonhado, percebendo que Brandon e Phillip usaram sua própria retórica para racionalizar o assassinato. Rupert nega toda sua conversa anterior de superioridade e inferioridade, percebendo que não há nenhuma maneira de definir objetivamente estes conceitos, então toma a arma de Brandon e dispara vários tiros para fora da janela, a fim de atrair a atenção. Enquanto as sirenes da polícia se aproximando ficam mais altas, Rupert puxa uma cadeira ao lado do baú e os créditos finais do filme aparecem na tela.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

O filme é um dos mais experimentais de Hitchcock e "uma das experiências mais interessantes já tentadas por um grande diretor trabalhando com grandes nomes do cinema",[7] abandonando muitas técnicas cinematográficas padrão para permitir as longas e ininterruptas cenas. Cada tomada ocorre continuamente por até 10 minutos sem interrupção. O filme foi filmado em um único set, fora o plano de estabelecimento, na abertura, que aparece abaixo dos créditos. Os movimentos de câmera foram cuidadosamente planejados e não houve quase nenhuma edição.

As paredes do set ficavam sobre rodas e podiam silenciosamente ser movidas de modo a dar espaço para a câmera e, então, serem postas no local original quando fossem aparecer de novo na tomada. O pessoal da produção constantemente tinha que mover os móveis e outros adereços pra fora do caminho da grande câmera Technicolor, e em seguida, garantir que eles estivessem de volta no local correto. Uma equipe de operadores de som e câmera mantinham a câmera e microfones em constante movimento, enquanto os atores seguiam a um conjunto de deixas cuidadosamente coreografado.[1]

O extraordinário ciclorama ao fundo foi o maior fundo já usado.[1] Ele incluía imagens dos edifícios Empire State e Chrysler. Numerosas chaminés soltam fumaça, luzes se acendem em prédios, placas de néon acendem, e o pôr do sol se desdobra lentamente à medida que o filme avança. No decorrer do filme, as nuvens — feitas de fibra de vidro — mudam de posição e de forma oito vezes.[1]

O pé de um operador de câmera foi quebrado por um pesado suporte durante uma tomada intensiva, e ele foi amordaçado (para evitar que seus ruídos vocais fossem gravados no filme) e transportado para fora do estúdio para que as filmagens pudessem continuar sem interrupção.[8]

Tomadas longas[editar | editar código-fonte]

Hitchcock filmou por períodos com duração de até 10 minutos (o comprimento de rolo de filme), continuamente movendo a câmera de ator para ator, porém a maioria das tomadas do filme acabaram ficando mais curtas.[9] Cada segmento termina com a câmera focando em um objeto — um paletó bloqueando a tela inteira, ou a parte traseira de uma mobília, por exemplo. Desta forma, Hitchcock eficazmente mascarou metade dos cortes no filme.[10]

No entanto, ao final de 20 minutos (dois rolos de filme compõem uma bobina de filme no projetor do cinema), o projetista — quando o filme foi exibido nos cinemas — tinha que trocar as bobinas. Nessas trocas, Hitchcock corta para um novo ângulo de câmera, deliberadamente não disfarçando o corte. A descrição do início e final de cada segmento está a seguir.

Cena do trailer do filme
Segmento Duração Ponto Início Fim
1 09:34 00:02:30 Close-up (CU), estrangulamento Blackout nas costas de Brandon
2 07:51 00:11:59 Zoom out das costas de Brandon CU Kenneth: "O que você quer dizer?"
3 07:18 00:19:45 Corte não-disfarçado, homens passando por Janet Blackout nas costas de Kenneth
4 07:08 00:27:15 Zoom out das costas de Kenneth CU Phillip: "Isso é mentira."
5 09:57 00:34:34 Corte não-disfarçado, homens passando por Janet Blackout nas costas de Brandon
6 07:33 00:44:21 Zoom out das costas de Brandon Tomada dos três
7 07:46 00:51:56 Corte não-disfarçado, Mrs. Wilson: "Com licença, senhor." Blackout em Brandon
8 10:06 00:59:44 Zoom out de Brandon CU A mão de Brandon na pistola
9 04:37 01:09:51 Corte não-disfarçado, CU Rupert Blackout na tampa do baú
10 05:38 01:14:35 Zoom out da tampa do baú Fim do filme

Hitchcock disse a François Truffaut no livro de Hitchcock/Truffaut que ele acabou re-filmando os últimos quatro ou cinco segmentos porque ficou insatisfeito com a cor do pôr do sol.

Hitchcock utilizou esta abordagem de tomadas longas novamente, em menor escala, em seu próximo filme, Under Capricorn (1949) e de forma bem limitada em seu filme Stage Fright (1950).

Aparição do diretor[editar | editar código-fonte]

A aparição de Alfred Hitchcock é uma ocorrência famosa na maioria de seus filmes. Neste filme, considera-se que Hitchcock tenha feito duas aparições,[11] de acordo com Arthur Laurents em seu documentário Rope Unleashed, disponível em DVD e Blu-ray. Laurents diz que Hitchcock é um homem caminhando por uma rua de Manhattan na cena de abertura, imediatamente após os créditos iniciais.

Aos 55:19 do filme, um letreiro em néon vermelho no fundo distante mostrando o perfil de Hitchcock com "Reduco",[12] o fictício produto para perda de peso usado em sua aparição em Lifeboat (1944), começa a piscar; enquanto os convidados são escoltados até a porta, os atores Joan Chandler e Douglas Dick param para trocar algumas palavras, o letreiro aparece e desaparece ao fundo várias vezes, bem entre seus rostos, bem debaixo dos olhos dos espectadores.

Subtexto Homossexual[editar | editar código-fonte]

Comentários e críticas recentes de Rope dão conta de que o filme incluiu um subtexto homossexual entre os personagens Brandon e Phillip,[13][14] mesmo embora a homossexualidade fosse um tema altamente controverso para a década de 1940. O filme conseguiu passar pela censura do código de produção; porém, durante a produção do filme, a equipe se referia à homossexualidade como "aquilo". No entanto, muitas cidades optaram por banir o filme, devido às lembranças de Leopold e Loeb ainda estarem vivas na mente de algumas pessoas.

John Dall and Farley Granger no trailer do filme

Recepção[editar | editar código-fonte]

Em 1947, a revista Variety disse que "Hitchcock poderia ter escolhido um tema mais divertido com o qual usar a técnica de câmera arrastada e técnica de palco prender exibidos em Rope."[15] No ano seguinte, Bosley Crowther, do New York Times disse que a "novidade do filme não está no drama em si, este endo um exercício claramente deliberado e bastante fino de suspense, mas meramente no método que o Sr. Hitchcock usou para esticar a tensão desejada para chamar um pouco de atenção" para uma "história de pouca qualidade".[16] Quase 36 anos depois, Vincent Canby, também do The New York Times, chamou o "raramente visto" e "subestimado" filme de "cheio de epigramas meio tipo auto-conscientes e leves manobras que outrora definia sagacidade e decadência no teatro da Broadway"; é um filme "menos preocupado com os personagens e seus dilemas morais do que com sua aparência, som e movimento, e com o aspecto geral de como um crime perfeito dá errado".[13]

Na crítica da revista Time de 1948, a peça na qual o filme foi baseado é chamada de um "melodrama inteligente e terrivelmente excitante", embora "ao transformá-lo em um filme para distribuição em massa, grande parte da qualidade [foi] tolhido."[17]

Grande parte da excitação mortal da peça habitou na justaposição de brilho inexperiente e dandismo pálido com idiotice moral e horror brutal. Grande parte da sua intensidade veio da mudança chocante do professor, uma vez que ele descobriu o que estava acontecendo. No filme, os rapazes e seus professores são tipos astutamente plausíveis, mas muito mais convencionais. Mesmo assim, a ideia básica é tão boa e, a seu modo diluído, Rope é tão bem feito que torna-se um melodrama intensamente bom.

Roger Ebert escreveu em 1984, "Alfred Hitchcock chamou Rope de um 'experimento que não deu certo', e ele ficou feliz em vê-lo mantido fora da circulação por mais de três décadas," mas disse ainda que "Rope continua a ser um dos experimentos mais interessantes já tentados por um grande diretor trabalhando com grandes nomes do cinema, e vale a pena ver [...]."[7]

Uma crítica da BBC, de 2001, sobre o lançamento do DVD naquele ano chamou o filme de "tecnicamente e socialmente ousado" e salientou que dado "quão primitivo o processo Technicolor era naquela época", a qualidade de imagem do DVD é "para aqueles padrões bastante surpreendente"; o áudio "2.0 mono mix" do lançamento era claro e razoavelmente forte, apesar de "distorção se infiltrar na música".[18]

Em seu artigo "Remembering When", Antonio Damasio argumenta que o período de tempo abrangido pelo filme, que dura 80 minutos e supostamente é em "tempo real", é na verdade mais longo — um pouco mais de 100 minutos.[19] Isso, afirma ele, é conseguido através da aceleração da ação: o jantar formal dura apenas 20 minutos, o sol se põe muito rapidamente e assim por diante.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Edgar 1949 (Edgar Allan Poe Awards, EUA)

  • Indicado na categoria de melhor filme.

Veja também[editar | editar código-fonte]

  • Compulsion, um filme de 1959 baseado no caso de Leopold e Loeb.
  • Psychoville, uma série de comédia de 2009 da BBC2. O quarto episódio da série é uma deliberada imitação em dois takes de Rope.
  • R.S.V.P., um filme de 2002 que pegou vários elementos chave de Rope, e no qual o filme é discutido.
  • Swoon, um filme independente de 1992 de Tom Kalin demonstrando os eventos reais de Leopold e Loeb.
  • Rake, segunda temporada, episódio 3, 'Woolridge and Anor' o filme é visto como influencia para um assassinato cometido por duas estudantes.

Referências

  1. a b c d François Truffaut, Alfred Hitchcock (1967). Hitchcock/Truffaut (em inglês) (EUA: Simon and Schuster). ISBN 978-0671604295. Consultado em 27 de setembro de 2016. 
  2. (18 de fevereiro de 1948) 109-Million Techni Sked (em inglês). Variety 169 (11): 14. EUA: Penske Media Corporation. Visitado em 27 de setembro de 2016.
  3. (05 de janeiro de 1949) Top Grossers of 1948 (em inglês). Variety 178 (04): 46. EUA: Penske Media Corporation. Visitado em 27 de setembro de 2016.
  4. Rope Unleashed – Making Of (Blu-ray) (em inglês). Universal Studios. 2000. 
  5. «The AFI Catalog of Feature Films:Rope» (em inglês). American Film Institute. Consultado em 26 de setembro de 2016. 
  6. «Lifeboat (1944): Review» (em inglês). AMC Networks International. Consultado em 26 de setembro de 2016. 
  7. a b Roger Ebert. (15 de junho de 1984). Rope (em inglês). Chicago Sun-Times. EUA: Sun-Times Media Group. Visitado em 28 de setembro de 2016.
  8. «Rope (1948): Trivia» (em inglês). IMDb. Consultado em 28 de setembro de 2016. 
  9. Steven Jacobs (2007). The Wrong House: The Architecture of Alfred Hitchcock (em inglês) (Roterdão,Países Baixos: 010 Publishers). p. 272. ISBN 9789064506376. Consultado em 29 de setembro de 2016. 
  10. Mike Connolly. (10 de março de 1948). Revolutionary No-Pause Filming on 'Rope' Stresses New Pic Technique (em inglês). Variety 170 (01): 18. EUA: Penske Media Corporation. Visitado em 29 de setembro de 2016.
  11. Arthur Laurents (2000). Rope Unleashed – Making Of (Blu-ray) (em inglês). Universal Studios. 
  12. Sidney Gottlieb (1997). Hitchcock on Hitchcock: Selected Writings and Interviews (em inglês) (EUA/UK: University of California Press). p. 282. ISBN 9780520212220. Consultado em 01 de outubro de 2016. 
  13. a b Vincent Canby. (03 de junho de 1984). Hitchcock's 'Rope': A Stunt to Behold (em inglês). The New York Times. EUA: The New York Times Company. Visitado em 28 de setembro de 2016.
  14. D.A. Miller (1991). «Capítulo 5: Anal Rope». In: Diana Fuss. Inside/Out: Lesbian Theories, Gay Theories (em inglês) (EUA/UK: Routledge). pp. 119–141. ISBN 9780415902366. Consultado em 28 de setembro de 2016. 
  15. (31 de dezembro de 1947) Review: ‘Rope’ (em inglês). Variety. EUA: Penske Media Corporation. Visitado em 01 de outubro de 2016.
  16. Bosley Crowther. (17 de agosto de 1948). 'Rope': An Exercise in Suspense Directed by Alfred Hitchcock (em inglês). The New York Times. EUA: The New York Times Company. Visitado em 01 de outubro de 2016.
  17. (13 de setembro de 1948) The New Pictures (em inglês). Time. EUA: Time Inc. . Visitado em 02 de outubro de 2016.
  18. Almar Haflidason (18 de junho de 2001). «Movies: Rope DVD (1948)» (em inglês). BBC. Consultado em 02 de outubro de 2016. 
  19. Antonio Damasio. (2002). Remembering When (PDF) (em inglês). Scientific American. EUA: Springer Nature. Visitado em 02 de outubro de 2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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