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Rosário

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(Redirecionado de Rosário (catolicismo))
 Nota: Para outros significados, veja Rosário (desambiguação).
Um típico rosário católico, ladeado por uma Bíblia e por um crucifixo.

O Rosário, também chamado de Santo Rosário, é uma prática religiosa de devoção mariana muito difundida entre os católicos romanos, que o rezam tanto pública quanto individualmente. Considerado um "compêndio do Evangélio",[1] consiste na recitação seriada de orações com o auxílio de uma corrente com contas ou nós, que recebe o mesmo nome. O Rosário compreende a contemplação de determinadas passagens da vida de Jesus Cristo e de sua mãe, a Virgem Maria, que segundo a doutrina da Igreja Católica são de especial relevância para a história da Salvação e que recebem o nome de "Mistérios".[2][3]

O rosário era tradicionalmente dividido em três partes iguais, com cinquenta contas, simbolizando os 150 salmos.[4] Eram, em virtude disto, chamadas de "Terço" e, ainda são desta forma conhecidas popularmente. Cada Terço compreendia, então, a um dos três Mistérios: os Mistérios Gozosos, os Mistérios Dolorosos e os Mistérios Gloriosos. O Papa João Paulo II, por meio da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, de 16 de outubro de 2002, incluiu uma nova série de Mistérios, os Mistérios Luminosos, que contemplam o ministério de Jesus, do seu batismo até a Última Ceia. Essa nova série de Mistérios disponíveis para contemplação alterou o formato do Rosário, que passou a contar com 200 Ave Marias, ou quatro conjuntos de 50 Ave Marias com os 4 Mistérios: Gozosos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos.[5]

O Papa São João Paulo II justificou da seguinte forma a alteração com a adição dos chamados "Mistérios Luminosos":

Considero, no entanto, que, para reforçar o espessor cristológico do Rosário, seja oportuna uma inserção que, embora deixada à livre valorização de cada pessoa e das comunidades, lhes permita abraçar também os mistérios da vida pública de Cristo entre o Baptismo e a Paixão. Com efeito, é no âmbito destes mistérios que contemplamos aspectos importantes da pessoa de Cristo, como revelador definitivo de Deus. É Ele que, declarado Filho dilecto do Pai no Baptismo do Jordão, anuncia a vinda do Reino, testemunha-a com as obras e proclama as suas exigências. É nos anos da vida pública que o mistério de Cristo se mostra de forma especial como mistério de luz: « Enquanto estou no mundo, sou a Luz do mundo » (Jo 9, 5).[6]

O aspecto cristológico desta oração é muito salientado. Tome-se, por exemplo, as palavras do Papa Paulo VI na Exortação Apostólica Marialis Cultus:

Oração evangélica, centrada sobre o mistério da Encarnação redentora, o Rosário é, por isso mesmo, uma prece de orientação profundamente cristológica. Na verdade, o seu elemento mais característico – a repetição litânica do “Alegra-te, Maria”– torna-se também ele louvor incessante a Cristo, objectivo último do anúncio do Anjo e da saudação da mãe do Baptista: “Bendito o fruto do teu ventre” (Lc 1, 42). Diremos mais ainda: a repetição da Ave Maria constitui a urdidura sobre a qual se desenrola a contemplação dos mistérios; aquele Jesus que cada Avé Maria relembra é o mesmo que a sucessão dos mistérios propõe, uma e outra vez, como Filho de Deus e da Virgem Santíssima.[7]

Nossa Senhora do Rosário na Capela Senhor dos Passos da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Brasil, peça do século XIX.

A origem do Rosário, enquanto prática devocional estruturada, não é fruto de um único acontecimento, mas de um processo histórico progressivo. "Na história, raramente uma devoção surge repentinamente".[8]

A tradição atribui a São Domingos de Gusmão a instituição do Rosário após uma visão da Virgem Maria. Historicamente, porém, a forma estruturada do Rosário com meditação dos “mistérios” não é corroborada por muitos historiadores, sendo motivo de grande polêmica no início do século XX, segundo Fermín Labarga.[9]

A versão que se atribui a São Domingos de Gusmão, e seus diálogos com a Virgem Maria, é conferida a Alano da Rocha em sua obra O Saltério de Jesus e de Maria: gênese, história e revelação do Santíssimo Rosário. - um tratado extenso sobre o Rosário, do século XV - reavivada por São Luís de Montfort em O Segredo do Santo Rosário, no século XVIII.[10][11]

Enquanto prática estruturada de oração, o Santo Rosário resulta da confluência entre tradições monásticas de recitação repetitiva dos Salmos e a piedade popular medieval. No século XII, monges e leigos iletrados já utilizavam cordões com contas para marcar a repetição de 150 Pai-Nossos ou Ave-Marias em substituição ao Saltério. A devoção à Virgem Maria favoreceu a difusão da oração Ave Maria.[12]

Oração e meditação

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O Rosário, afirmou São João Paulo II, "situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã. Desenvolvido no Ocidente, é oração tipicamente meditativa e corresponde, de certo modo, à « oração do coração » ou « oração de Jesus » germinada no húmus do Oriente cristão".[13]

Na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, especialmente em seu Capítulo III, o Papa São João Paulo II elenca uma série de recomendações para o bom aproveitamento na prática de recitação do Santo Rosário.[14]. E sobre a oração cristã, em geral, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) disserta longamente.[15]

Meditação

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No Catolicismo, a meditação é compreendida como forma de oração mental que busca interiorizar as verdades da fé e contemplar os mistérios divinos, distinguindo-se da oração vocal e da contemplação infusa. O Catecismo da Igreja Católica define-a como “uma busca orante que mobiliza o pensamento, a imaginação, a emoção e o desejo”.[16]Santo Inácio de Loyola, nos Exercícios Espirituais, estabelece métodos de meditação baseados na memória e na imaginação, indicando que “não o muito saber enche e satisfaz a alma, mas o sentir e saborear internamente as coisas”.[17] Santa Teresa de Ávila, por sua vez, em O Livro da Vida, descreve a meditação como “tratar de amizade, estando muitas vezes a sós com quem sabemos que nos ama”.[18]

A mística cristã desenvolveu, ao longo dos séculos, uma profunda tradição de oração meditativa, compreendida como via de união da alma com Deus por meio do recolhimento e da interioridade. Orígenes, por exemplo, já ensinava que a leitura orante da Escritura deveria conduzir à meditação e à contemplação.[19] Outro exemplo, no Ocidente medieval, São Bernardo de Claraval ressaltou a meditação como alimento da vida monástica, afirmando que “a leitura procura, a meditação encontra, a oração pede, a contemplação saboreia”.[20] E, ainda, São João da Cruz destacou que “um só pensamento do homem vale mais diante de Deus do que todas as obras exteriores”.[21]

Os mistérios do rosário

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Os mistérios do Rosário, e os respectivos episódios a serem contemplados em cada um, são assim distribuídos:[22]

Mistérios gozosos

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  1. A Anunciação do Arcanjo São Gabriel à Nossa Senhora. Fruto do Mistério: Profunda humildade.[23] (Lucas 1,26-38)
  1. A Visita da Virgem Maria à sua prima Santa Isabel. Fruto do Mistério: Caridade para com o próximo.[23] (Lucas 1,39-56)
  1. O Nascimento do nosso Senhor Jesus Cristo na gruta em Belém. Fruto do Mistério: Desapego aos bens terrenos, à riqueza e um amor à pobreza.[23] (Lucas 2,1-20)
  1. A apresentação de Jesus ao Templo e a purificação da Virgem Maria. Fruto do Mistério: Uma pureza de alma e de corpo.[23] (Lucas 2,22-40)
  1. A perda e o reencontro do Menino Jesus no templo entre os doutores. Fruto do Mistério: A verdadeira sabedoria.[23] (Lucas 2,41-52)

Mistérios luminosos

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  1. O Batismo de Jesus no rio Jordão. Fruto do mistério: A graça de ser cheio do Espírito Santo. (Mateus 3,13-17)
  1. O milagre nas Bodas de Caná. Fruto do mistério: Que nunca nos falte a graça de Deus em nossas famílias. (João 2,1-12)
  1. Proclamação de Jesus sobre o Reino de Deus. Fruto do mistério: A graça de viver e anunciar o Evangelho. (Mateus 4,12-17)
  1. A Transfiguração de Jesus. Fruto do mistério: A graça de sermos configurados à Divina Humanidade de Jesus. (Mateus 17,1-9)
  1. A Instituição da Eucaristia. Fruto do mistério: A graça de termos sempre um coração adorador. (Lucas 22,7-20; João 13,1)

Mistérios dolorosos

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  1. A Agonia do Nosso Senhor Jesus Cristo no Horto das Oliveiras. Fruto do Mistério: Contrição dos pecados.[23] (Mateus 26,36-46)
  1. A Flagelação de Nosso Senhor Jesus Cristo à coluna. Fruto do Mistério: Mortificação dos nossos sentidos.[23] (Marcos 15, 1-15)
  1. Jesus que é coroado de espinhos. Fruto do Mistério: O Desprezo do mundo.[23] (Mateus 27,27-31)
  1. O Nosso Senhor Jesus Cristo carregando a cruz até o calvário. Fruto do Mistério: Paciência nas nossas cruzes.[23] (Lucas 23,26-32)
  1. A Crucificação e morte do Nosso Senhor Jesus Cristo. Fruto do Mistério: A conversão dos pecadores, a perseverança dos justos e o alívio das almas do Purgatório.[23] (Lucas 23,33-47)

Mistérios gloriosos

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  1. A Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fruto do Mistério: O amor de Deus e o fervor no Vosso serviço.[23] (João 20,1-18)
  1. A Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo aos céus. Fruto do Mistério: Um ardente desejo do Céu, nossa futura e eterna pátria.[23] (Atos 1,4-11)
  1. A Descida do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os apóstolos. Fruto do Mistério: A descida do Espírito Santo em nossas almas.[23] (Atos 2,1-13)
  1. A Assunção da Virgem Santíssima aos céus. Fruto do Mistério: Uma terna devoção à tão boa Mãe.[23] (Salmo 45(44),10-18)
  1. A Coroação de Nossa Senhora como rainha do Céu e da Terra. Fruto do Mistério: Perseverança na graça e a Coroa da Glória.[23] (Apocalipse 12,1-5)



Dias de oração Respectivos mistérios
Domingos Advento e Natal: Mistérios gozosos

Quaresma e Domingo de Ramos: Mistérios dolorosos

Tempo Comum, Páscoa ao Domingo de Cristo Rei: Mistérios gloriosos

Segundas-feiras Os Mistérios gozosos
Terças-feiras Os Mistérios dolorosos
Quartas-feiras Os Mistérios gloriosos
Quintas-feiras Os Mistérios luminosos
Sextas-feiras Os Mistérios dolorosos
Sábados Os Mistérios gozosos

Forma de rezar o Terço de Nossa Senhora

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O Terço (no sentido de objeto usado para contar as orações) é formado por contas grandes e pequenas. Após cada dezena de contas pequenas, há uma grande, e assim, cinco dezenas. O fio no qual ficam as contas dá uma volta, ficando a quinta junto à primeira dezena, preparando para iniciar um novo terço. Antes da contemplação dos Mistérios, há uma parte inicial, constituída por duas contas grandes, três pequenas e um crucifixo. Existem algumas variações nas formas de se rezar o Terço, de acordo com as devoções religiosas, mas, em geral, se faz da forma seguinte:[24]

Representação de um terço do Rosário

Antes, porém, do início da oração, convém fazer a Invocação do Espírito Santo e o Oferecimento do Terço/Rosário

Reza-se um Pai Nosso e três Ave Marias, seguido do Glória. Depois do Glória podem ser acrescentadas algumas jaculatórias.

  • Nas contas grandes, começam-se os Mistérios com o Pai Nosso.
  • Ao final de cada dezena reza-se o Glória. Podem-se, também, acrescentar jaculatórias entre o Glória e o Pai Nosso. Costuma-se rezar a Ó meu Jesus (a pedido de Nossa Senhora de Fátima) e pedir a intercessão do/a(s) santo/a(s), Nossa Senhora e/ou pessoa da Santíssima Trindade a que o Terço se dedica, por exemplo: Divino Espírito Santo, tende piedade de nós; Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós; Santo Expedito, rogai por nós. Nos Terços pelas almas do Purgatório, reza-se também o Requiem.
  • Por fim, reza-se a Salve Rainha, antes da qual é facultativo o prefácio:
    • Infinitas graças vos damos, ó Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos maternais. Dignai-vos, agora e para sempre tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais vos agradecer, vos saudamos com uma Salve Rainha.

Este prefácio, e outras orações, são acrescentadas de acordo com costumes e devoções locais, mas não fazem parte integrante do Rosário.

Após o Terço, costuma-se rezar também a Ladainha de Nossa Senhora, que é uma seqüência de invocações à Virgem Maria.

O Rosário ou Terço, recomendou São Luís Maria Grignion de Montfort, deve ser rezado reverentemente, ou seja, rezá-lo, o quanto for possível, ajoelhado, com as mãos juntas com o Rosário entre elas. Porém, se as pessoas estiverem doentes, elas podem certamente rezá-lo na cama ou se estiverem de viagem pode-se rezá-lo de pé e se uma enfermidade impede que se reze de joelhos, pode-se rezá-lo assentado ou em pé.[25]

Ele pode até ser rezado no trabalho, se as tarefas diárias os obriga a ficar no trabalho, porque o trabalho das mãos não é de forma alguma obstáculo à oração vocal. Certamente que nossa alma, por ter suas limitações, quando estamos concentrados em um trabalho manual, não podemos dar nossa atenção total às coisas do espírito, tais como na oração.[25] Mas quando não se pode fazer de outra maneira, este tipo de oração tem seu valor aos olhos de Nossa Senhora e ela recompensará nossa boa vontade, mais do que às ações externas.[25]

Benefícios de rezar o Santo Rosário

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Negra Rezando com Terço, pintura de Adrien Henri Vital van Emelen.

Nossa Senhora também disse ao Bem-Aventurado Alano: “Quero que saibas que, apesar de haver várias indulgências já concedidas ao meu Rosário, acrescentarei muitas mais para cada 50 Ave Marias (cada Terço) para aqueles que as rezarem "devotamente, de joelhos, estando, é claro, livres do pecado mortal". E todo aquele que perseverar na devoção do Santo Rosário, rezando estas orações e meditações, será recompensado por isso; eu lhe obterei completa remissão da pena e da culpa de todos os seus pecados no fim de sua vida. Não sejais descrentes, pensando ser isto impossível. É fácil para mim, pois sou a Mãe do Rei do Céus, e Ele chama-Me 'cheia de graças'. E, sendo 'cheia de graças', posso dispensá-las ao meus filhos.”.[26]

O Abade Blósio disse: “O Rosário rezado, junto com a meditação da vida e Paixão de Jesus Cristo, é certamente muito agradável a Nosso Senhor e Sua Santíssima Mãe, além de ser um meio bem sucedido de se alcançar graças por nós mesmos, bem como pelos outros a quem desejamos orar e por toda a Igreja. Voltemo-nos, então, para o Rosário em todas as nossas necessidades, e infalivelmente obteremos as graças que pedimos a DEUS para salvar nossas almas.”[26]

O Papa Leão X disse em sua Bula que sua Confraria foi fundada em honra a Deus à Santíssima Virgem, como parede, a fim de combater os demônios que estavam para destruir a Igreja.[27]

O Papa Gregório XIII disse que o Rosário nos foi dado do Céu como meio de aplacar a ira de Deus e de implorar a intercessão de Nossa Senhora.[27]

O Papa Júlio III afirma que o Rosário foi inspirado por Deus a fim que o Céu fosse mais facilmente aberto a nós através dos favores de Nossa Senhora.[27]

O Papa Paulo III e São Pio V declaram que o Rosário foi dado aos fiéis a fim de que eles possam ter paz espiritual e consolação mais facilmente. Com certeza todos irão querer se inscrever numa confraria que foi fundada por tão nobres propósitos.[27]

Erros comuns

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São Luís Maria Grignion de Montfort expõe os dois erros mais comuns dos que rezam o Santo Rosário ou parte dele:[28]

Festividade e comemoração civil

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O dia 7 de outubro é dedicado à Virgem do Rosário. "O Rosário — diz Bento XVI — é o meio que nos dá a Virgem para contemplar a Jesus e, meditando a Sua vida, amá-Lo e segui-Lo sempre fielmente".[29]

No Brasil, o dia 8 de setembro foi definido por um projeto de lei como o Dia do Terço dos Homens, movimento mariano masculino que consiste na reza semanal do terço por grupos locais de homens. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados.[30][31]

Documentos pontifícios

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Em todos os tempos os Papas aconselharam a prática da devoção do Santo Rosário. Eis alguns documentos publicados pelos Papas sobre o Rosário:

Rosário e Maria na Arte

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Desde o século XVI, o rosário começou a aparecer como um elemento na arte mariana católica.[32][33] Uma representação notável do rosário na arte mariana é vista na pintura em tela a óleo de Caravaggio, Madona do Rosário, em Viena. Outras representações são mostradas abaixo.

Ver também

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Referências

  1. O Rosário, “compêndio do Evangelho”. Rosarium Virginis Mariae. Capítulo II.
  2. Os Mistérios do Rosário. A Santa Sé. Consultado em 23 de setembro de 2025.
  3. Rosarium. Thesaurus Precum Latinarum. Consultado em 23 de setembro de 2025.
  4. A oração do Rosário. Dom Leomar Antônio Brustolin. CNBB. Consultado em 26 de setembro de 2025.
  5. Rosarium Virginis Mariae. A Santa Sé. Consultado em 26 de setembro de 2025.
  6. Rosarium Virginis Mariae. Item 19. A Santa Sé. Consultado em 26 de setembro de 2025.
  7. Exort. ap. Marialis Cultus (2 de Fevereiro de 1974), 46: AAS 66 (1974), 155.
  8. The History and Origin of the Rosary. Our Lady of the Rosary Library. Consultado em 27 de setembro de 2025.
  9. Historia del culto y devoción en torno al Santo Rosario. Scripta Theologica, 35(1), 153-176. (PDF)
  10. Beato Alano da Rocha. O Saltério de Jesus e de Maria: gênese, história e revelação do Santíssimo Rosário. (PDF)
  11. São Luis de Montfort. Disponível em O Segredo do Rosário. Rosary Center & Confraternity. Consultado em 27 de setembro de 2025.
  12. Thurston, Herbert. The Hail Mary and the Rosary. London: Burns & Oates, 1915, p. 39-41.
  13. Rosarium Virginis Mariae.. Item 5.
  14. Rosarium Virginis Mariae. Itens 26 a 38.
  15. CIC, Quarta Parte. (§2558-2865).
  16. CIC, §2708.
  17. Loyola, Inácio de. Exercícios espirituais. Coimbra: João de Barreira, 1548. p 12.
  18. Santa Teresa de Jesus. O livro da vida. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1588. p. 26.
  19. Orígenes. A oração. São Paulo: Paulus, 2012. p. 75.
  20. Bernardo de Claraval. Os degraus da humildade e do orgulho. São Paulo: Paulus, 2005. p. 64.
  21. João da Cruz, São. Ditos de luz e amor. São Paulo: Loyola, 2002, p. 47
  22. Os Mistérios do Rosário. A Santa Sé. Consultado em 28 de setembro de 2025.
  23. a b c d e f g h i j k l m n o A Eficácia Maravilhosa do Santo Rosário, São Luís Maria Grignion de Montfort.
  24. Como rezar o terço? Um guia ilustrado. Aleteia. Consultado em 28 de setembro de 2025.
  25. a b c O Segredo do Rosário, São Luís Maria Grignion de Montfort; Traduzido do inglês por: Geraldo Pinto Faria Jr. ; pág. 74
  26. a b O segredo do Rosário, p. 53. Luís Maria Grignion de Montfort
  27. a b c d O segredo do Rosário, p. 54. Luís Maria Grignion de Montfort
  28. A Eficácia Maravilhosa do Santo Rosário, p. 56; São Luiz Maria Grimont de Montfort.
  29. (Vatican Information Service 08.10.2007 - Ano XVII - Num. 169)
  30. «Câmara aprova projeto que institui o Dia Nacional do Terço dos Homens - Notícias». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 19 de junho de 2022 
  31. «Brasil pode ganhar Dia Nacional do Terço dos Homens». Notícias. 14 de junho de 2022. Consultado em 19 de junho de 2022 
  32. The Mystery of the Rosary: Marian Devotion and the Reinvention of Catholicism by Nathan Mitchell 2009 ISBN 0-8147-9591-9 pp. 37–42
  33. The road from Eden: studies in Christianity and culture by John Barber 2008 ISBN 1-933146-34-6 p. 288

Ligações externas

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