São João do Caru
São João do Caru | |
|---|---|
| Hino | |
| Lema | O Desenvolvimento Continua |
| Gentílico | caruense ou são-joanense |
![]() | |
| Coordenadas: 3° 33′ 14″ S, 46° 15′ 21″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Maranhão |
| Municípios limítrofes | Norte: Governador Newton Bello; Leste: Bom Jardim; Oeste: Centro Novo do Maranhão; Sul: Bom Jardim |
| Distância até a capital | 360 km |
| Fundação | 10 de novembro de 1994 (31 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Bruno Cardoso "Peteca" (Republicanos, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total | 615,749 km² |
| População | |
| • Total (IBGE/2022 [1]) | 12 511 hab. |
| Densidade | 20,3 hab./km² |
| Clima | Não disponível |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2000[2]) | 0,511 — baixo |
| PIB (IBGE/2005 [3]) | R$ 39.767 mil |
| • Per capita (IBGE/2005 [3]) | R$ 2 679,00 |
São João do Caru[4][5][6] é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população em 2022 era de 12.251 habitantes.[7]
História
[editar | editar código]Os primeiros exploradores começaram a chegar no início da década de 60 e eram caçadores que passavam semanas nas proximidades do rio Caru onde hoje é a praia dos festivais e percorriam veredas abertas onde atualmente é a rua Getúlio Vargas, no entanto, não fixaram morada pois ano após ano seguiam o curso rio acima, deixando suas marcas como cabanas abandonadas, limoeiros que nasceram das sementes que os mesmo jogavam fora, inclusive após o início do povoamento, o caminho deixado por eles era chamado de vereda do limão, hoje chamada de rua Getúlio Vargas, ficando no entanto parte da rua conservando esse nome, a rua do Limão.
No dia 17 de julho de 1966, deu-se início ao povoado de São João do Carú, através de seus fundadores: José Leondidas Siqueira e seu irmão Aldenor Leondidas Siqueira, procedentes do povoado Barra do Carú. Chegaram na região para trabalhar em roças e exploração da caça e da pesca. A chegada de outras famílias aconteceu logo no ano seguinte e foram elas, a família do Senhor Faroal Leondidas Siqueira, Raimundo Nonato Siqueira, José Grande, Francisco Leonor, João Calado e também o senhor Caetano.[8]
Há ainda o histórico da passagem aqui pela região, no início da década, dos senhores Carlos Gomes e Caetano, que trabalhavam no local onde hoje é o povoado Seringal e que aqui sempre pernoitavam em cabanas sempre que estava de passagem.[9]
Em 1965 o Senhor Aldenor Leondidas Siqueira acompanhado de outros caçadores oriundos do povoado Barra do Carú, aqui aportaram com o intuito de caçar, pescar e quebrar coco babaçu, permaneceram por alguns dias e após explorar a região, o Sr. Aldenor chegou à conclusão de que esse era um lugar bom para se viver e decidido, chegando de volta à Barra do Caru, convocou aos parentes e vizinhos para se mudarem para o local por ele descoberto e que considerava ideal para uma nova povoação. Um ano após, muitos tinha mudado de ideia, assim, em 17 de julho de 1966 às 14:30h chegaram os primeiros moradores desse novo povoado, o Senhor Aldenor Leondidas Siqueira, sua esposa Joana Fernandes de Oliveira e seu irmão José Leônida Siqueira. No ano seguinte chegaram outras famílias dentre elas, a família do Senhor Faroal Leonidas Siqueira, do Senhor Raimundo Nonato Siqueira, e do Senhor José Grande.[8]
Como o objetivo era sobreviver da prática da agricultura dentre outras atividades, lavraram suas primeiras roças de arroz que ficavam exatamente onde hoje é a rua do comércio, que se estendiam desde a esquina da rua do porto onde fixaram sua moradia.[10]
Nessa época, os índios tinham migrado para dois pontos: às margens do rio Caru, hoje porto Franco e as margens do rio Turi por causa da chegada dos colonizadores, e com o aumento significativo da população, consequências terríveis se tornaram inevitáveis, um surto de gripe acometeu aos índios que tinham se adaptado ao contato com os moradores do povoado, e com o isolamento e distância para os povoados mais próximos, morreram centenas de índios chegando a dizimar famílias inteiras. Com a interferência de um casal de antropólogos, Fiorelo e Valéria Aparício, conseguiram capturar e salvar da morte alguns índios, dentre eles os jovens Iapó Guajá e Jeí Guajá.[11]
A princípio, o nome do povoado era Igarapé São João, visto está próximo ao igarapé em cujas margens era abundante uma árvore chamada são-joão (que nomeou inicialmente ao igarapé e logo em seguida ao povoado). Só mais tarde passaram a denominar São João do Caru, por causa do rio Caru e sua importância para a população. Quanto ao igarapé São João, nessa época importante pela grande quantidade de peixes, era profundo e suas águas eram usadas para o consumo e para lavar roupa, hoje, nem parece que teve tamanha importância para a população caruense, pelo desprezo com que é tratado.[8]
As viagens eram feitas de canoa e levavam em média quatro dias para o destino final que quase sempre era Alto Alegre do Pindaré. O rio ainda pouco explorado parecia uma estreita vereda envolta em muitas árvores. Com o tempo, após a retirada do excesso de árvores foi possível o tráfego de barcos movidos a motor. Como na época os barcos eram pequenos e descobertos, receberam o apelido de “periquito pelado”.
Uma atividade econômica que gerava renda para muitas famílias além da agricultura era a extração de madeira. Toras gigantes de cedro eram empurradas rio abaixo e seguidas por canoas até chegarem ao rio Pindaré, quando eram atreladas em forma de balsa e conduzidas até um local próximo ao povoado Bambu, município de Pindaré, chamado Aterro, onde eram comercializadas. Todo o percurso entre São João do Caru e Aterro levava meses para ser concluído. O cedro antes abundante nessa região, infelizmente hoje está extinta.[8]
Fatos marcantes ocorreram no desenrolar da história deste recém-criado povoado, como a tão famosa história do nambu contada pelos antigos moradores. O fato ocorreu em 1970 e um dos envolvidos, irmão do Senhor Aldenor, o Senhor Faroal, tornou-se vítima de um ato impensado que manchou de sangue a nossa história. O senhor Manoel Domingos criava um nambu, vindo o mesmo e ser devorada por um gato de propriedade do senhor Faroal. Houve o desentendimento e consequentemente a morte do Senhor Farol por tiros de espingarda desferidos pelo ressentido Senhor Manoel Domingos.[11]
Em 1978 na administração do senhor Miguel Meireles, prefeito de Bom Jardim, foi construído a estrada vicinal que liga São João do Caru à sede do município, atual MA 318, (mudou apenas o nome, a estrada continua a mesma, sem asfalto e sem tráfego no período das chuvas). Um episódio marcou a finalização da construção: quando o trator que abria a estrada entrava em São João do Caru, trazia um senhor chamado Manoel Cândido que vinha soltando fogos, alegre com a chegada da estrada, acontece que o trator entrou em uma vala, o homem caiu e o trator tombou sobre ele, que morreu minutos depois.[9]
O Senhor José Abreu de Oliveira instalou moradia fixa no pequeno povoado de São João do Caru em 1970 aos 35 anos de idade e acabou exercendo importante papel na pacificação do povoado que com a distância, o isolamento e o crescimento da população acabava cedendo espaço à violência, assim o Senhor Marinheiro, primeiro delegado do povoado, era procurado para resolver os problemas que surgiam e graças às suas qualidades de homem íntegro e respeitável, acabava aconselhando e pacificando as partes envolvidas. O mesmo foi eleito vereador em 1976 pelo município de Bom Jardim, chegando a ser o segundo vereador mais votado em todo o município, trazendo para São João do Caru benefícios tão necessários para o crescimento do povoado como escolas, pontes, mercado, posto de saúde dentre outros. Devido perseguições políticas, em 1978 partiu para a cidade de Vila Rondon-PA, retornando em 1993 e lutando bravamente pela emancipação do povoado, elegeu-se vereador já pelo recém-criado município de São João do Caru fazendo parte da mesa diretora da primeira composição da Câmara Municipal de Vereadores como Vice-Presidente. Faleceu em 30 de setembro de 2003 deixando um rastro de muita luta, conquistas e dedicação ao município de São João do Caru, cidade que escolheu como terra-mãe.[10]
Com o passar dos anos, com a chegada de pessoas, foram surgindo os problemas, principalmente o da violência. Foram vários assassinatos que que envolviam as pessoas da comunidade e deixaram marcas profundas nos entes queridos e no povoado como um todo. O primeiro fato marcante na história deste povoado e agora cidade, foi o assassinato do Sr. Faroal, no ano de 1970. Sendo ele irmão dos fundadores e também pioneiros na região, foi grande a repercussão do caso, principalmente pela insignificância do motivo que envolveu as partes. Foi apenas o fato de que o Sr. Manoel Domingos, possuía uma nambutona e a mesma ter sido devorado pelo gato do Sr. Faroal, daí surgia o conflito que resultou na morte com um tiro de espingarda, desferido pelo Sr. Manoel Domingos.[8]
Dentre os vultos de nossa história podemos citar dois grandes guerreiros: O Senhor José Abreu de Oliveira, mais conhecido como Marinheiro e o Senhor José Rodrigues Neto, conhecido como Dedezão.[11]
O Sr. José Abreu de Oliveira (Marinheiro) chegou com família em em São João do Caru no 1970, sendo que o mesmo passara 8 dias de viagens de Novo Caru para São João do Caru. O rio caru não dava condições de se desenvolver uma viagem com mais agilidade, pois o mesmo era de baixa profundidade, cheio de madeira e na época havia bastante quedas que impediam o bom desempenho da viagem.[10]
Pertencendo na época ao município de Bom Jardim, São João do Caru, pouco sabia por parte das autoridades municipais, daí surgiu em 1976, o primeiro candidato a vereador escolhido pela própria comunidade, o Sr. José de Abreu Oliveira (Marinheiro), ele que foi o primeiro farmacêutico do município e agia também como uma espécie de conselheiro, pois quando tinha algum desentendimento entre os moradores, ele como um senhor que tinha o respeito de todos os moradores, as pessoas levavam até ele o caso para ser resolvido; e assim ele se elegeu com 95% dos Votos da comunidade, sendo assim o segundo mais votado em todo município de Bom Jardim. com o representante na Câmara Municipal o povoado começou a receber benefícios nunca antes recebidos como: colégios pontes, mercado, mini-posto de saúde, etc. O Sr. (Marinheiro) foi e sempre será um grande nome em São João do Caru.[10]
Importância do Rio Caru
[editar | editar código]O Rio Caru nasce na serra do Piracambu ao norte do município. É um rio permanente, tendo um longo período de cheia, período em que é grande o tráfego de transportes fluviais, como lanchas, canoas e rabetas que percorrem todo o seu curso.[8]
De acordo com informações obtidas por antigos moradores, o rio Caru foi muito fértil, constando-se a diversidade e quantidade de peixe que garantiam a subsistência da população, além de atrair também pescadores de outras regiões que vinham a procura de peixe, em grande número naquela época, o Surubim, peixe muito apreciado pelo o paladar (Maranhense) brasileiro. Hoje, o rio já não conta mais com a mesma fartura que se encontrava há cerca de três ou quatro décadas atrás. A destruição do Rio Caru, vem se propagando cada vez mais, devido a ação desenfreada e impensada do homem que tem poluído aos poucos um recurso natural que é indispensável para a sua sobrevivência. Diariamente são jogadas quantidades significativas de lixo nas encostas do rio, detritos químicos que provêm de esgotos domésticos, além de derrubada da vegetação de suas margens e assoreamento das águas.[10]
Emancipação
[editar | editar código]Fica criado, pela Lei Nº 6.125, de 10 de novembro de 1994, o município de São João do Caru, com sede no Povoado São João do Caru, a ser desmembrado do município de Bom Jardim, subordinado à Comarca de Bom Jardim.[12]
O município de São João do Caru limita-se ao Norte com o município de Governador Newton Bello; a Leste com o município de Bom Jardim; a Oeste com o município de Centro Novo do Maranhão e ao Sul com o município de Bom Jardim.
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de São João do Caru, pela lei estadual nº 6125, de 10-11-1994, desmembrado de Bom Jardim. Sede no atual distrito de São João do Caru ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.
Em divisão territorial datada de 15-07-1997, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Geografia
[editar | editar código]O município de São João do Carú possui uma extensão territorial de 910,065 quilômetros quadrados, ocupando a 110 posição entre os 217 municípios maranhenses em termos de área.[13]

Demografia
[editar | editar código]

Segundo dados do Censo Demográfico de 2022, São João do Carú contava com 12.251 habitantes, resultando em uma densidade populacional de aproximadamente 13,46 habitante por quilômetro quadrado. No contexto estadual, o município ocupava a 146 posição em número de habitantes e a 151 em densidade demográfica comparando-se com outros municípios do estado do Maranhão. A estimativa populacional para o ano de 2024 era de 12.421 habitantes.[13]

Educação
[editar | editar código]Em 2010, a taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos em São João do Carú era de 97 %, colocando o município na 93 colocação entre os 217 do estado. Quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) referente ao ano de 2023, os anos iniciais do ensino fundamental na rede pública apresentaram índice de 5,0 enquanto os anos finais atingiram 4,0.[13]
| Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010] | 97 % |
| IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental (Rede pública) [2023] | 5,0 |
| IDEB – Anos finais do ensino fundamental (Rede pública) [2023] | 4,0 |
| Matrículas no ensino fundamental [2023] | 2.190 matrículas |
| Matrículas no ensino médio [2023] | 582 matrículas |
| Docentes no ensino fundamental [2023] | 143 docentes |
| Docentes no ensino médio [2023] | 35 docentes |
| Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2023] | 29 escolas |
| Número de estabelecimentos de ensino médio [2023] | 3 escolas |
Fonte: IBGE[13]
Economia
[editar | editar código]Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de São João do Carú foi de R$ 7.803,06, valor que colocava o município na 160 posição entre os 217 do estado do Maranhão.[13]
| PIB per capita [2021] | 7.803,06 R$ |
| Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010] | 0,509 |
Fonte: IBGE[13]
| Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2022] | 2,5 salários mínimos |
| Pessoal ocupado [2022] | 656 pessoas |
| População ocupada [2022] | 5,35 % |
| Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010] | 53,7 % |
Fonte: IBGE[13]
Vegetação
[editar | editar código]A vegetação caruense é muito variada, refletindo o seu clima quente e úmido, o qual favorece a predominância de árvores de grande porte. Apesar do acentuado processo de desmatamento da mata nativa, ainda é possível encontrar trechos razoáveis de mata tropical úmida.[9]
Com o que resta da exuberante vegetação, São João do Caru, possui ainda um diversidade de espécie dentre elas algumas em extinção, como: Cedro, Ipê Roxo e Amarelo, Jatobá, Angelim, Bacuri, Maçaranduba, Tatajuba, Sapucaia, etc., além de outras espécies permanentes à mata aberta como o babaçú, tucum, açaí, bacaba e buriti.[9]
A realidade da ambientação regional possui uma situação econômica baseada nas suas atividades no setor primário, através do extrativismo vegetal e agropecuário. Desta forma, o homem passou a interferir no meio ambiente, modificando as partes componentes do sistema, cuja diversidade fica sempre ameaçada por fatores ecológicos de difícil controle podendo, inclusive, levar a perda de espécies ainda desconhecidas. Não tem se preocupado com o meio em que vive, a todo instante, com sua ação incontinente, vem destruindo parcial até totalmente hectares da mata nativa local.[9]
Fazendo uma análise consciente do atual quadro ambiental e sua confrontação com o desenvolvimento econômico da região, nos induz seriamente a mobilizar-nos numa ação para conter esse desastre ambiental.[10]
A princípio essa era uma região ocupada apenas por povos nômades, os índios da etnia Awá Guajá, que tinham como costume explorar as margens dos rios e igarapés onde houvesse palmeiras de babaçu e caça.[11]
Religião
[editar | editar código]Com a chegada do Senhor Nonato Silveira em 1967, o mesmo empreendeu a construção da primeira congregação da Assembleia de Deus. Já a primeira capela da igreja Católica só foi construída em 1970 pelo Senhor João Miguel. A primeira missa celebrada em solo caruense ocorreu apenas em 1972. O catequista da época era o Senhor Abdias.[9]
No dia 8 de dezembro de 2012, por ocasião da festa de Nossa Senhora da Conceição, Dom Carlo assinou o decreto de ereção da Paróquia São João Batista em São João do Carú e nomeia o Reverendo Pedro Eduardo Silva Lira seu primeiro pároco.[10]
Referências
- ↑ «São João do Carú (MA) - Cidades e Estados - IBGE». www.ibge.gov.br. Consultado em 19 de junho de 2025. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025
- ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2003
- 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 19 de dezembro de 2007. Consultado em 11 de outubro de 2008. Cópia arquivada (PDF) em 16 de fevereiro de 2008
- ↑ «Ministério da Saúde do Brasil» (PDF). Consultado em 22 de março de 2012. Arquivado do original (PDF) em 15 de outubro de 2012
- ↑ «São João do Caru.net». Consultado em 5 de agosto de 2011. Arquivado do original em 19 de dezembro de 2011
- ↑ «Jornal Pequeno». Cópia arquivada em 1 de novembro de 2011
- ↑ G1 MA. População de São João do Carú (MA) é de 12.251 pessoas, aponta o Censo do IBGE. Disponível em: https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2023/06/28/populacao-de-sao-joao-do-caru-ma-e-de-12-251-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml. Acesso em: 05 de janeiro de 2025.
- 1 2 3 4 5 6 «O Mará». Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2021
- 1 2 3 4 5 6 «São João do Carú - O MARÁ». O MARÁ. 29 de maio de 2020. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2021
- 1 2 3 4 5 6 7 «São João do Carú - O MARÁ». O MARÁ. 29 de maio de 2020. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2021
- 1 2 3 4 «São João do Carú - O MARÁ». O MARÁ. 29 de maio de 2020. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2021
- ↑ «Dezenas de municípios maranhenses comemoram aniversário em 10 de novembro». 9 de novembro de 2022. Arquivado do original em 29 de janeiro de 2023
- 1 2 3 4 5 6 7 «São João do Carú - IBGE». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 21 de junho de 2025

