São João do Estoril

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CSC.png São João do Estoril
—  Aldeia do Concelho de Cascais  —
Vista geral de São João do Estoril na fronteira com São Pedro.
Vista geral de São João do Estoril na fronteira com São Pedro.
País Portugal
Região Área Metropolitana de Lisboa
Concelho Cascais
Freguesia Cascais e Estoril
Orago São João

São João do Estoril é uma aldeia da união de freguesias de Cascais e Estoril, concelho de Cascais, em Portugal. Está situada na costa atlântica, que a delimita a sul.

Possui uma estação ferroviária e é servida por carreiras de autocarros. Possui também uma escola secundária, também conhecida como Liceu de São João, que se encontra retratada no livro de Manuel Arouca "Filhos da Costa do Sol", cuja acção tem lugar por altura do 25 de Abril.

Nos inícios do século XX, São João do Estoril era descrito na "Ilustração Portugueza", revista do Jornal "O Século", como "uma pequenina povoação talhada em ruas perpendiculares, pouco abundante em árvores e sombras e frequentado especialmente pela burguesia abastada de Lisboa". Era também em São João do Estoril que se situava a residência de férias do presidente do conselho António de Oliveira Salazar.

Geografia[editar | editar código-fonte]

São João do Estoril localiza-se no sul da Península de Lisboa, a 3,7 km da sede do concelho, Cascais, e a 24 km de Lisboa. Limita a oeste e noroeste com o Estoril; a norte com a Galiza; a nordeste com a Alapraia e a leste com São Pedro do Estoril.[1] O seu litoral é mais escarpado quanto mais a leste, possuindo duas praias: a dos Condes da Azarujinha e a da Poça.

Por norma[carece de fontes?] a área compreendida pela Praceta da Quinta da Carreira e pela Estação da CP é considerada[por quem?] como a zona central de São João do Estoril.

História[editar | editar código-fonte]

A ocupação das zonas atuais de São João do Estoril remontam a 1590, quando o rei Filipe I, depois de um levantamento da planta de Cascais e de uma carta da costa até São Julião da Barra ordena a construção de fortes nas imediações da atual povoação.[2] Um destes fortes, originalmente chamado de São João da Cadaveira, recebera o seu nome por já assim se chamar o terreno onde foi levantado. No entanto, e oficialmente, apenas o desenvolvimento turístico de toda a Costa do Estoril tornou oficial este nome, em 1890.[3]

Património edificado[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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  1. Henriques, João Miguel (2014). Cascais: 650 anos de história (PDF). Cascais: Câmara Municipal de Cascais. p. 9. ISBN 978-972-637-258-5 
  2. Henriques, João Miguel (2014). Cascais: 650 anos de história (PDF). Cascais: Câmara Municipal de Cascais. p. 26. ISBN 978-972-637-258-5 
  3. Henriques, João Miguel (2014). Cascais: 650 anos de história (PDF). Cascais: Câmara Municipal de Cascais. p. 55. ISBN 978-972-637-258-5