São Paulo Futebol Clube (futebol feminino)

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São Paulo
São Paulo Futebol Clube
Nome São Paulo Futebol Clube (futebol feminino)
Alcunhas
Torcedor/Adepto são-paulino
tricolor
Mascote São Paulo (santo)
Fundação 25 de janeiro de 1930 (91 anos)
Localização São Paulo, Brasil
Mando de jogo em Morumbi
Presidente Julio Casares
Treinador Lucas Piccinato
Material (d)esportivo Adidas
Competição Campeonato Paulista
Campeonato Brasileiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo

O São Paulo Futebol Clube corresponde a equipe de futebol feminino do clube homônimo. Criada em 1997, a equipe não estabeleceu por problemas financeiras e se dissolveu em 2000. Posteriormente, tentativas de retornar ao cenário feminino ocorreram em 2001, 2005 e 2015; contudo, o clube voltou a se estabelecer em 2017, numa parceria com o Centro Olímpico.

O São Paulo conquistou as quatro competições que disputou no ano de 1997, incluindo o Paulista e a Taça Brasil. Dois anos depois, voltou a vencer o estadual. O próximo título da equipe feminina só voltaria a ser conquistado vinte anos depois, em 2019, com o triunfo na segunda divisão do nacional.

História[editar | editar código-fonte]

O São Paulo é considerado um dos pioneiros do futebol feminino do país de acordo com alguns comentaristas e historiadores, como Thomaz Mazzoni e José Witter. Apesar disso, não há muitos registros anteriores da década de 1990.[1]

O primeiro registro em competições oficiais organizadas pela federação estadual e pela Confederação Brasileira é datado de 1997. Nesta temporada, o elenco formado consistia da base do Saad, que na época era o principal clube do cenário nacional feminino.[1] No Campeonato Paulista, o São Paulo predominou e aplicou uma série de goleadas em seus adversários: Juventus (7–1 e 6–0), Mackenzie (5–1 e 5–0), Universidade de São Paulo (9–1 e 6–0), Palmeiras (6–0), Portuguesa/Sant'anna (9–0) e Santos (3–0 e 4–1). Este último, inclusive, foi o adversário da decisão.[2] O clube terminou a temporada conquistando as quatro competições que disputou; além do estadual, o São Paulo foi campeão do Torneio de Campo Grande, Torneio da Primavera e o Campeonato Brasileiro. Neste primeiro ano, jogou 32 partidas com 28 vitórias, dois empates e dois revés, marcando 199 gols.[1]

Nos três anos seguintes, venceria a Copa Eduardo José Farah, realizada em Cubatão e o Paulista, ambos em 1999. Apesar de continuar configurando como uma das principais protagonistas do país, a equipe não conseguiu superar a Portuguesa/Sant'anna, que foi a responsável por eliminar o São Paulo no estadual e no Brasileiro de 1998. Esses dois jogos foram os dois únicos revés sofridos no período de 1998 a 2000.[1] A primeira desconstituição da modalidade ocorreu em março de 2000, sendo que o São Paulo tentou retomar sem sucesso em duas oportunidades, em 2001 e 2005.[1]

Jogadoras do São Paulo

A continuidade da equipe feminina prosseguiu após dez anos de ausência;[3] em 2015, o clube estreou com goleada sobre o São Bernardo e liderou o seu grupo na primeira fase do estadual,[4][5] inclusive vencendo a equipe do São José, que na época era a atual campeã da Libertadores e do Mundial.[6] No mesmo campeonato, o São Paulo alcançou a decisão eliminando Santos e XV de Piracicaba,[7][8] terminando com o vice-campeonato.[9] Apesar dos resultados, o clube apresentou dificuldades financeiras e de gestão. Em princípio, a diretoria afirmou que os patrocinadores se responsabilizariam integralmente com o custo do projeto;[3] contudo, a modalidade foi encerrada antes do término do estadual por causa da ausência de patrocínios.[10] Como principal investidor da equipe, o Centro de Apoio Profissionalizante, Educacional e Social (CAPES) demonstrou instabilidade resultando em atrasos de salários. O clube então assumiu a dívida da empresa com o elenco, que aumentou consideravelmente pelos juros dos vencimentos.[11]

Após dois anos de inatividades, o São Paulo reativou a modalidade com uma parceria com o Centro Olímpico, iniciando a categoria de base que conquistou títulos expressivos.[12][13] Em 14 de janeiro de 2019, o clube anunciou o retorno às competições estaduais e nacionais, juntamente com a confirmação da contratação da atacante Cristiane.[14] Sob o comando técnico de Lucas Piccinato,[15] a equipe conquistou o título da segunda divisão do Brasileiro contra o Cruzeiro, além de obter o segundo lugar da Copa Paulista e do Campeonato Paulista.[16]

Símbolos[editar | editar código-fonte]

A equipe feminina mantém os mesmos símbolos do São Paulo. As cores vermelha, preta e branca permanecem como símbolo da união entre o Paulistano e a Palmeiras, bem como o escudo desenhado por Walter Ostrich.[17]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do clube é formado por um triângulo isósceles branco, invertido. Dois triângulos retângulos menores, um vermelho e outro preto, também invertidos, estão presentes dentro do triângulo isósceles. Na parte superior, há um retângulo de fundo preto e com as letras "SPFC".[17]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

De acordo com o estatuto do São Paulo Futebol Clube, os uniformes tem que ser produzidos de acordo com as normas pré-estabelecidas. A aplicação de patches nas mangas só é permitida enquanto o clube detiver o título de determinado campeonato ou por algum outro motivo especial.[17] O uniforme titular é composto por uma camisa predominantemente branca, com três faixas horizontais à altura do peito, sendo a primeira vermelha, seguida pela branca e pela preta. O escudo, por sua vez, cobre inteiramente as faixas. O calção e as meias são igualmente brancas.[17] O uniforme reserva é composto alternadamente por faixas vermelhas, brancas, pretas e novamente brancas, todas verticais. Na altura do coração encontra-se o escudo do clube. O calção e as meias são pretos.[17]

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2015, a diretoria do clube anunciava o retorno da equipe feminina. Nesta ocasião, o São Paulo afirmou que patrocinadores como Mercedes-Benz, Bauducco e CAPES seriam responsáveis pelas despesas.[3] Alguns meses depois o clube dissolveu a equipe feminina devido aos problemas financeiros. Segundo o sítio Gazeta Esportiva.net, a empresa CAPES atrasou os salários, que mais tarde foi assumido e pagos pelo São Paulo.[11] Já na temporada de 2019, o clube assinou contratos com seus patrocinadores que abrangem a equipe masculina e feminina. Para a decisão da segunda divisão nacional, as empresas Banco Inter e Urbano Alimentos assinaram contratos pontuais.[18] Em outubro, a empresa de aposta Betsul foi anunciada até dezembro de 2020.[19] Além desses, a marca de floricultura Giuliana Flores patrocinou exclusivamente a equipe feminina.[20]

No ano seguinte, a Urbano Alimentos estendeu o vínculo para as equipes femininas e de basquete.[21]

Mascote[editar | editar código-fonte]

A mascote do clube foi popularizada através de cartuns do jornal A Gazeta Esportiva nas década de 1930 e década de 1940. A mesma refere-se à Paulo de Tarso, sendo representada por um idoso de barba branca.[17]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádios[editar | editar código-fonte]

Estádio do Pacaembu, um dos locais em que o São Paulo atuou em 2019.

Durante a existência das modalidades femininas, o São Paulo mandou seus jogos em vários locais. No Campeonato Paulista de 1997, a equipe realizou seus jogos como mandante no estádio Ícaro de Castro Melo, situado no parque Ibirapuera.[2] O estádio do Morumbi, inaugurado em 1960,[22] presenciou o jogo contra a Portuguesa de Desportos. Nesta ocasião, o São Paulo conquistou o bicampeonato estadual, em 1999.[23] Em 2005, o estádio voltou a receber a equipe feminina num jogo de semifinal contra a Ferroviária.[23] Uma década depois, o clube utilizou de estruturas de Barueri para o disputar o estadual.[3]

O São Paulo iniciou a temporada de 2019 realizando seus jogos no estádio Marcelo Portugal Gouvêa, situado no Centro de Formação de Atletas de Cotia. Porém, o local não possuía o laudo de estádio, um requisito exigido nas datas decisivas e o clube optou por atuar no Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo.[24] Neste, enfrentou cinco adversários, incluindo Cruzeiro,[25] Palmeiras,[26][27][28] Santos,[29][30] São José,[31] e Taubaté.[32] Em oito jogos como mandante, obteve sete vitórias e um empate.[23] O estádio do Morumbi, por sua vez, receberia a final da segunda divisão nacional, mas o acordo de transmissão com a Rede Bandeirantes inviabilizou a utilização do estádio;[24] contudo, o mesmo recebeu a final do Paulista.[23]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 29 de abril de 2021.

Elenco atual do São Paulo Futebol Clube[33]
N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome
G Brasil Carla Z Brasil Maiara Prata da casa A Brasil Carol Nogueira
G Brasil Marcelle Prata da casa Z Brasil Thaís Regina A Brasil Duda
G Brasil Thaís Helena M Brasil Carol Prata da casa A Brasil Giovaninha Prata da casa
LD Brasil Giovana M Brasil Maressa A Brasil Gica Prata da casa
LD Brasil Mônica M Brasil Micaelly A Brasil Gláucia
LD Brasil Roberta M Brasil Miriam Cristina Prata da casa A Brasil Jaqueline
LE Brasil Ana Clara Prata da casa M Brasil Naná A Brasil Lary Santos Prata da casa
LE Brasil Dani M Brasil Nath Pitbull A Brasil Letícia Prata da casa
LE Brasil Natane M Brasil Vitória Yaya Prata da casa A Brasil Mylla
Z Brasil Gislaine M Brasil Formiga
Z Brasil Lauren Prata da casa A Brasil Carla Nunes

Técnico: Brasil Lucas Piccinato

Títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Taça Brasil 1 1997[34]
Campeonato Brasileiro - Série A2 1 2019[34]
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Paulista 2 1997 e 1999[34]
AMISTOSAS
Competição Títulos Temporadas
Torneio da Primavera Rio-São Paulo 1 1997[34]
Torneio Início do Campeonato Paulista 1 1997[34]
Torneio de Campo Grande 1 1997[34]
Taça Holambra 1 1997[34]
Torneio Dr. Eduardo José Farah 1 1999[34]

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Majestoso[editar | editar código-fonte]

O primeiro jogo entre ambas as equipes foi realizado em Campo Grande, em 1997, no qual o São Paulo goleou o rival (5–0). No mesmo ano, outros três confrontos foram disputados pelo estadual, todos vencidos pelas são-paulinas (2–1, 5–3 e 3–1).[35] O Corinthians venceu pela primeira vez em 2001.[35] Dezoito anos depois, conseguiu mais dois triunfos sobre o rival.[36]

Em 29 de fevereiro de 2020, os clubes protagonizaram o primeiro embate válido pelo Campeonato Brasileiro.[37] O São Paulo saiu vitorioso, conquistando os três pontos em Cotia e terminando com a série de 48 jogos de invencibilidade do rival.[38]

Clube V E D GM GS SG
São Paulo 5 0 3 19 13 +6
Corinthians 3 0 5 14 19 –6

Choque Rainha[editar | editar código-fonte]

O primeiro jogo oficial entre São Paulo e Palmeiras no futebol feminino aconteceu em 29 de abril de 1997. Na ocasião, o embate válido pelo estadual foi realizado no estádio Ícaro de Castro Melo e terminou com uma goleada do São Paulo - Kátia Cilene marcou cinco dos seis gols. Contudo, o Palmeiras venceu a partida do returno e tomou a vantagem do confronto vencendo novamente em 2001.[39]

Dezoito anos depois, São Paulo e Palmeiras protagonizaram uma série de embates no ano de 2019. O primeiro jogo, válido pelo Campeonato Paulista, ocorreu em 7 de abril, na cidade de Guarulhos, e terminou empatado.[40] No mês seguinte, o São Paulo venceu o adversário pelo returno; na ocasião, a atleta Ary Borges marcou o tento com uma finalização do meio de campo.[26] Os rivais também se enfrentaram na segunda fase do estadual. O primeiro embate terminou empatado,[41] enquanto o São Paulo saiu vitorioso no segundo. Neste último, ambas as equipes se encontravam empatadas na classificação, com o Palmeiras em vantagem nos critérios de desempates. O resultado positivo, no entanto, fez com que o São Paulo ultrapasse o rival e, consequentemente, eliminando-o.[27] Já pela segunda divisão do nacional, o São Paulo se qualificou, eliminando o rival na semifinal após uma vitória e um empate.[42][28] Por fim, o São Paulo perdeu a decisão da Copa Paulista.[43] A quantidade de confrontos no ano chamaram a atenção da mídia brasileira, que começou a referir o duelo como "Choque Rainha".[44]

Clube V E D GM GS SG
São Paulo 4 3 3 17 14 +3
Palmeiras 3 3 4 14 17 –3

San-São[editar | editar código-fonte]

As primeiras partidas entre São Paulo e Santos no futebol feminino ocorreram pelo estadual de 1997. Na ocasião, o São Paulo venceu os dois primeiros embates (3–0 e 4–0). Em junho do mesmo ano, ambos protagonizaram a final do campeonato, na qual o São Paulo saiu vitorioso.[45] Já pelo estadual de 2001, o Santos goleou o São Paulo e conquistou sua primeira vitória sobre o rival.[45] O clássico novamente se repetiu em 2015; dezoito anos depois, o São Paulo voltou a vencer o adversário em partida válida pela primeira fase do estadual. Na mesma competição, os clubes protagonizaram mais três empates; como obteve a melhor campanha, o São Paulo eliminou o Santos do torneio.[45] Na segunda fase do paulista de 2019, o Santos conquistou sua segunda vitória no histórico.[45] No entanto, o São Paulo voltou a eliminar o rival na semifinal.[46]

Nas categorias de bases, ambas protagonizaram decisões de campeonatos, incluindo estaduais e nacionais. Em 2019, os três títulos conquistados pelo São Paulo foram sobre o Santos. O primeiro triunfo ocorreu nas penalidades da Nike Premier Cup Sub-17,[47] e os demais nas decisões do Paulista Sub-17 (3–1) e do Brasileiro Sub-16 (1–0).[48][49] Apesar disso, o São Paulo perdeu a COPA GEVI para o rival;[50] contudo, foi o responsável por eliminar o Santos na semifinal do Brasileiro Sub-18.[51]

Clube V E D GM GS SG
São Paulo 5 6 2 24 19 +5
Santos 2 6 5 19 24 –5

Categoria de base[editar | editar código-fonte]

História[editar | editar código-fonte]

Após um período de inatividades, a equipe reativou o departamento feminino no ano de 2017. Nesta ocasião, realizou-se uma parceria com o Centro Olímpico e recebeu uma base de atletas com idade inferior a quinze anos.[12] Dois dias depois da confirmação da parceria, a equipe disputou o primeiro jogo diante do Taboão da Serra e goleou (4–1) o adversário na condição de visitante.[52] Sob o comando técnico de Thiago Viana, o São Paulo encerrou a primeira fase do Campeonato Paulista Sub-17 na liderança de seu grupo, conquistando cinco vitórias e um empate.[53] No prosseguimento, eliminou Centro Olímpico e Tigre Academia nas quartas de final e nas semifinais, respectivamente, e se tornou campeão sobre o São José.[54] Em julho, as campeãs foram homenageadas durante o intervalo de uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro no Estádio do Morumbi.[55] O título estadual também credenciou o São Paulo para a disputa do Torneio de Desenvolvimento de Futebol, uma competição organizada pela CBF, caracterizada por ser uma etapa da Liga de Desarollo (Liga de Desenvolvimento), da CONMEBOL. Com uma campanha de cinco vitórias em cinco jogos, a equipe conquistou o título sobre a Chapecoense e a vaga na primeira edição da Fiesta Sudamericana de la Juventud,[56][57] que foi conquistada em abril de 2018, com um triunfo sobre a escola venezuelana de Juan Arango.[58] Esta competição internacional repercutiu na mídia brasileira, que a considerou como equivalente da Copa Libertadores de sua categoria.[59][60] No mesmo ano, tornou-se bicampeão do Campeonato Paulista Sub-17 ao vencer o Audax, em uma campanha de doze vitórias e duas derrotas.[61][62] Já na segunda edição do Torneio de Desenvolvimento Sub-16, a equipe passou pela primeira fase com dois triunfos sobre Fluminense e Vitória, e um revés diante da Chapecoense. Na semifinal, o São Paulo goleou o Santos e reencontrou a Chapecoense no embate decisivo, no qual saiu vitorioso nas penalidades.[63] O São Paulo havia disputado cinco torneios nos dois últimos anos, e saiu com o título nas cinco oportunidades. O técnico da equipe, Thiago Viana, destacou os 100% do time: "Esse time é diferente, muito guerreiro, prioriza o toque de bola, mas consegue tirar forças de onde a gente nem imagina, acredita até o fim e uma corre pela outra o tempo inteiro, o mérito é todo delas. As atletas se dedicam demais no dia a dia e o resultado está aí".[63]

No ano de 2019, ficou com o terceiro lugar da Fiesta de la Juventud,[64] e venceu, em maio, a primeira edição da Nike Premier Cup Sub-17.[47] No mês seguinte, a equipe perdeu a decisão da Copa GEVI nas penalidades.[50] Já no segundo semestre, terminou com o vice campeonato do Brasileiro Sub-18,[51] e conquistou os títulos do Campeonato Paulista Sub-17 e do Campeonato Brasileiro Sub-16.[48][49]

Títulos[editar | editar código-fonte]

CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Fiesta Sudamericana de la Juventud 1 2018[34]
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Brasileiro Sub-18 1 2021[65]
Campeonato Brasileiro Sub-16 1 2019[34]
Torneio de Desenvolvimento de Futebol Sub-16 2 2017 e 2018[34]
Nike Premier Cup Sub-17 2 2019 e 2021[34]
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Paulista Sub-17 4 2017, 2018,2019 e 2021 [34]

Referências

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  2. a b «20 anos: Campeonato Paulista de Futebol Feminino 1997» (PDF). Website oficial do São Paulo. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Arquivado do original (PDF) em 14 de setembro de 2018 
  3. a b c d Guilherme Palenzuela; Pedro Lopes (28 de fevereiro de 2015). «Após 14 anos, São Paulo volta a ter futebol feminino, mas longe do Morumbi». Portal UOL. Consultado em 2 de janeiro de 2020 
  4. Érico Leonan (19 de abril de 2015). «Time feminino estreia com goleada». Website oficial do São Paulo. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  5. Paula Reina Ascenção (28 de junho de 2015). «Invictas e Classificadas, Tricolores vencem o Taubaté». Website oficial do São Paulo. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  6. «Time feminino vence campeãs mundiais e segue 100%». Website oficial do São Paulo. 1 de maio de 2015. Consultado em 31 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  7. Renata Lutfi (11 de agosto de 2015). «Tricolor goleia e avança às semifinais no Paulistão Feminino». Website oficial do São Paulo. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  8. «Estamos na final!». Website oficial do São Paulo. 23 de agosto de 2015. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  9. «Após fim da equipe feminina do São Paulo, Rubi acerta com São José». GloboEsporte.com. 29 de setembro de 2019. Consultado em 31 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
  10. «Parceria Vôlei Taubaté e São Paulo está em xeque após atraso financeiro». GloboEsporte.com. 19 de agosto de 2015. Consultado em 2 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2020 
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  20. «Futebol feminino do São Paulo fecha primeiro patrocínio exclusivo até o final do ano». GloboEsporte.com. 7 de junho de 2019. Consultado em 12 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2020 
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