Sérgio Monteiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Emblem-scales.svg
A neutralidade deste(a) artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão. (desde fevereiro de 2013)
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde janeiro de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Sérgio Monteiro
CoA Empire of Brazil (1870-1889).svg Senador vitalício da Província de Espírito Santo
Período 1860 - 1895
Dados pessoais
Nascimento 14 de março de 1825
Rio Grande, Província de São Pedro do Rio Grande do Sul
Morte 7 de maio de 1895 (71 anos)
São Paulo, São Paulo
Progenitores Mãe: Luísa Campos
Pai: Lima Monteiro
Cônjuge Maria Lima França, Condessa de Rio Grande
Partido Conservador
Profissão Militar, escritor, teatrólogo
Serviço militar
Condecorações Conde de Rio Grande

Sérgio Campos Siqueira Monteiro (Rio Grande, 14 de setembro de 1823São Paulo, 7 de maio de 1895) foi um militar, senador, escritor, dramaturgo, poeta, crítico literário, jornalista, ensaísta, político e teatrólogo brasileiro [carece de fontes?] e o Conde de Rio Grande.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Sérgio foi aluno de Apolinário Porto-Alegre, teve 15 irmãos e também foi colega de Dom Pedro II, em Portugal quando foi estudar em Lisboa.

Sérgio era muito religioso e estudou Teologia, mas abandonou os estudos. Era casado com Maria Lima França, a Condessa de Rio Grande, mineira de Belo Horizonte e protestante. Monteiro também era amigo próximo de Duque de Caxias, Manuel Luís Osório, Dom Pedro II, Bento Gonçalves, Deodoro da Fonseca, Barão do Rio Branco e outras personalidades influentes da época.

Sérgio era poliglota e falava: espanhol, mandarim, alemão, francês, inglês, guarani e latim. Além de ter escrito 156 livros, defendeu o Brasil na questão do Acre junto com Barão do Rio Branco com a Bolívia.

Morreu vítima de uma hemorragia, aos 71 anos.

Ver também[editar | editar código-fonte]