Major Olímpio

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Major Olímpio
Major Olímpio
Deputado Federal por São Paulo
Período 1 de fevereiro de 2015
até a atualidade
Deputado Estadual de São Paulo
Período 1 de fevereiro de 2007 até 31 de janeiro de 2015
Dados pessoais
Nome completo Sérgio Olímpio Gomes
Nascimento 20 de março de 1962 (55 anos)
Presidente Venceslau, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Partido PV (2006-2010)
PDT (2010-2015)
PMB (2015-2016)
SD (2016-presente)
Profissão policial militar
Website Website oficial

Sérgio Olímpio Gomes (Presidente Venceslau, 20 de março de 1962),[1] mais conhecido como Major Olímpio,[2] é um policial militar e político brasileiro, filiado ao Solidariedade (SD). Foi deputado estadual por São Paulo, sendo que em seu segundo mandato foi líder da bancada do PDT na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP).[3] Nas eleições estaduais em 2014, foi eleito deputado federal por São Paulo.[4]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Sérgio Olímpio Gomes, paulista de Presidente Venceslau, foi presidente da Associação Paulista dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo e diretor da Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Como oficial, exerceu suas funções por 29 anos. É bacharel em ciências jurídicas e sociais, jornalista, professor de educação física, técnico em defesa pessoal, instrutor de tiro e autor de livros voltados para a questão da segurança. Em 2006, foi eleito deputado estadual com 52.386 votos, tendo sido reeleito em 2010 com 135.409 votos. Em 2015, assumiu seu primeiro mandato como deputado federal após ser eleito no pleito de 2014 com 179.196 votos. Em 2006 se filiou ao Partido Verde, se candidatou a deputado estadual e foi eleito.

Em 2010 mudou para o Partido Democrático Trabalhista e se reelegeu deputado estadual, sendo que em maio de 2013 Olímpio foi anunciado como candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT) ao governo de São Paulo para as eleições de 2014.[5]

Em junho de 2013, Olímpio criticou o prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin pela postura de ambos diante dos protestos gerais, afirmando que os dois estariam mais preocupados com as eleições do ano seguinte do que com a violência, e que "faltou pulso firme".[6]

Olimpio foi líder do PDT na Assembleia Legislativa, de onde se desligou em 31 de janeiro de 2015 para assumir sua vaga na Câmara dos Deputados.

Em 2015 assumiu seu primeiro mandato como deputado federal, após ser eleito no pleito de 2014 com 179.196 votos.

Em novembro de 2015, anunciou sua saída do PDT e o ingresso ao recém-criado Partido da Mulher Brasileira (PMB).[7] Em março filiou-se ao Solidariedade (SD).

Na cerimônia de posse do ex-presidente Lula como Ministro da Casa Civil, em 17 de março de 2016, Olímpio gritou "vergonha", sendo então hostilizado pelos presentes e retirado do recinto pelos seguranças.[8][9]

Olímpio foi candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2016 pelo Solidariedade e obteve 116.870 votos.

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[10] Já durante o Governo Michel Temer, votou contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos.[10] Em abril de 2017 foi contrário à Reforma Trabalhista.[10] [11] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[10][12]

Livros[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Fernando Rodrigues. «Major Olimpio (2010)». UOL. Consultado em 30 de junho de 2013 
  2. Câmara dos Deputados
  3. «Olímpio Gomes». Assembleia Legislativa de São Paulo. Consultado em 30 de junho de 2013 
  4. Costa, Camilla (7 de outubro de 2014). «Número de ex-policiais eleitos deputados aumenta 25%». BBC. Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  5. «PDT lança Major Olímpio ao governo de SP». IG. Consultado em 21 de maio de 2013 
  6. «"São dois carecas brigando por um pente", diz-pedetista sobre Haddad e Alckmin». IG. 14 de junho de 2013. Consultado em 30 de junho de 2013 
  7. «Perfil de Major Olímpio no portal da Câmara dos Deputados» 
  8. Último Segundo
  9. G1
  10. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  11. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  12. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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