Lavapés

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Lavapés
Fundação 9 de fevereiro de 1937 (80 anos)
Cores

Vermelho

Branco
Símbolo Baiana
Bairro Liberdade
Presidente Rosemeire Marcondes
Desfile de 2017
Enredo Oito décadas de samba...minha Lavapés, orgulho da terra da garoa!
http://www.lavapes.com

Sociedade Recreativa Beneficente Escola de Samba Lavapés é uma das mais antigas escolas de samba paulistanas, sendo a mais antiga ainda em atividade, tendo sido fundada em 9 de fevereiro de 1937 tendo como cores oficiais o vermelho e o branco.

É a maior campeã entre as escolas de samba de São Paulo, possuindo 20 títulos no total, todos conquistados antes da oficialização do carnaval pelo prefeito Faria Lima em 1968. Foi campeã hegemônica de 1941 a 1958 e também conquistou os títulos de 1961 e 1964[1].

Sua atual presidente é Rosemeire Marcondes. Em 2007, ficou em quarto lugar do Grupo 3 da UESP (o que equivale à quinta divisão do Carnaval Paulistano), sendo promovida para o Grupo 2. Já foi 7 vezes campeã do Grupo Especial; porém, com o passar do tempo, a escola não acompanhou a evolução das concorrentes e acabou rebaixada.

História[editar | editar código-fonte]

Tradicional Escola de Samba bem na fronteira dos Bairros da Liberdade e Cambuci a na Rua Lavapés a Lavapés é a Escola de Samba mais antiga em atividade na cidade de São Paulo.

Dona de um valor histórico imensurável, pois é herdeira da forma de batucar paulistana, forma esta que nasceu em solo paulistano como o Tambor de Pirapora e as Batidas das Festas para Nossa Senhora do Rosário e para São Benedito, todos estes modos de batuque são nascidos em solo paulistanos, pelas mãos de escravos e ex-escravos, Madrinha Euníce a fundadora da Lavapés, era assídua freqüentadora destas festas e ela que era filha de escravos trazia no sangue este ritmo. Esta história mostra que o samba quem diria!, nasceu também em terras paulistas! “O samba não tem fronteiras”. a Lavapés foi fundada em 9 de fevereiro de 1937, após a ida de Madrinha Euníce em 1936 ao Rio de Janeiro, ver as Escolas de Samba na mitológica Praça XI, onde ela se encantou, estava visitando parentes junto com o marido Chico Pinga o Chico Papa, italiano e Delegado de Policia, e seu irmão o Zé da Caixa... foi lá que ela se apaixonou pela São Carlos, uma Escola Vermelha e Branca que hoje é a tradicional Estácio de Sá!

Os três se uniram e a pedido de Madrinha Euníce fundaram a Lavapés, esta inegável história, é mais bela ainda se analisarmos a vida difícil e a luta de Madrinha Euníce, que leva o nome de Madrinha por ter batizado simplesmente 41 crianças a última destas crianças é filho de Rosemeire Marcondes, sua neta de criação que agora é a presidente e legítima herdeira da Lavapés desde sua morte em 1997, mantendo viva a história do samba paulistano. em seus tempos de glória foi campeã 19 vezes, e oficialmente são contados 8 títulos, atualmente está no grupo 3 da UESP (União das Escolas de Samba Paulistanas) equivale a 4 grupos a baixo do Grupo Especial (Aquele que passa na TV!). A Lavapés nasceu em uma região que hoje em dia poucos sabem, era forte em desfiles de bloco e ranchos, o bairro da Liberdade e sua baixada... antigo bairro de negros, antigo cemitério de negros... o local era refúgio de festas e gueto de sambistas dos mais famosos, um núcleo cultural, que ainda contava com salões de baile, e a tradicional festa na Igrejinha de Santa Cruz, em três de maio, festa de negros e de sambistas como Madrinha Euníce. o samba integrava diversas novidades e os desfiles de carnaval foram sofrendo inúmeras alterações, por volta de 1950, com a chegada de Popó, um sambista carioca que veio morar em São Paulo e logo se envolveu com a Lavapés, e inovou implantando aqui o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira e a Comissão de Frente. Mais uma vez a Escola de Samba Vermelha e Branca da Liberdade era pioneira. Nascida na Rua Galvão Bueno, onde morava Madrinha Euníce na época!

Foi por esta época que começaram a surgir também aqui nos desfiles de São Paulo, os primeiros sambas de enredo (músicas que contavam a história que desfilava na avenida) feitos por compositores de cada agremiação carnavalesca e exclusivamente para o carnaval e seu desfile. Madrinha Euníce, Chico Pinga, Popó e Doca foram parceiros constantes até 1968, na época os sambas eram chamados de samba-tema. Sendo o primeiro deles “São Paulo Antiga.”

Grandes nomes do samba desfilaram na Lavapés e de lá saíram para fundar escolas tais como Jonas Galvão, fundador e presidente da já extinta Unidos da Galvão Bueno (Quem diria que a Galvão Bueno atual reduto de orientais e seu comércio, tinha no passado berço de Escola de Samba!); Silval Rosa fundador da Império do Cambuci; Carlão do Peruche, fundador da Peruche, José Jambo Filho, Presidente da Vai Vai; Germano Matias, tradicional intérprete do samba paulistano; Mestre Tadeu da bateria da Vai Vai e Inoscêncio Mulata que refundou a Camisa Verde e Branco. Além disso, Seu Nenê Fundador da Nenê de Vila Matilde, era amigo chegado de Madrinha Euníce e com ela participava de rodas de samba, outro também criado na Lavapés é o músico percussionista internacional Luiz Carlos de Paula.

A Lavapés teve participação decisiva na oficialização do Carnaval Paulistano, além de contribuir para a união de todas as Escolas de Samba, para garantir a propagação desta cultura e conquistar o respeito dos governantes. é atribuído a Lavapés a primeira Comissão de Frente feminina de São Paulo, e dizem a primeira escola a sair com comissão de frente em sampa! Além de ser a primeira escola de samba que trouxe um casal de mestre sala e porta bandeira com um pavilhão.

Hoje é uma Escola de Samba desconhecida das novas gerações, e que está vivendo desde dois mil, e especialmente desde 2010, um momento de redescoberta e de crescimento, por parte da mídia brasileira e internacional. Fato que muito se deve a Presidente Rose e a sua nova Diretoria. No passado quando o visual virou quesito, e o samba virou fonte de renda e motivo de aumento de turismo para a cidade, gerando mais dinheiro e ainda veio a cobertura televisiva que trouxe de vez a maquina capitalista para o samba, a simpática e severa Madrinha Euníce, perdeu espaço e não conseguiu se modernizar, mantendo talvez ao que dizem seus amigos e parentes um tradicionalismo exagerado em seus desfiles... mas ela que era a dona da festa também era muito mal compreendida pelos novos “sambistas de negócios”...

O resgate cultural que a Lavapés vive e ligado especialmente as constantes tentativas de aprovar um projeto sociocultural por parte da presidente Rosemeire Marcondes, que tem se profissionalizado a cada ano para fundar de vez sua Escola de Carnaval e manter atuante o Projeto Lavapés do Amanhã que atende a crianças da comunidade carente da região central da cidade de São Paulo (A 'baixada' esquecida dos bairros Liberdade e Cambuci) Ainda está previsto atendimento médico e odontológico gratuitos e assistência a moradores de rua, mas para isto a Lavapés está se modernizando e com uma equipe jovem traz novos ares para o samba que sempre teve um forte apelo social. em Outubro de 2009 comemorou-se o Centenário de nascimento de Madrinha Euníce, e a Lavapés realizou seu desfile de 2010 comemorando este Centenário, unindo a festa dos 100 anos de Carmen Miranda em 2008; Já que Madrinha Euníce era fã de Carmen e a Lavapés sob seu comando desfilou cinco vezes cantando a Pequena Notável! Sem contar que nos seus primeiros desfiles eram as músicas de Carmen que embalavam os foliões da Lavapés! Nada mais justo do que uma festa para as duas no lírico enredo de autoria do historiador e carnavalesco Bill de Oliveira: 100 anos de Carmen Miranda na Lavapés de Madrinha Euníce!...

Outro grande acontecimento de 2009 que traz a esperança de renovação para a Lavapés, em 2010, é a Fundação do Marco Zero do Samba, projeto de autoria de Camilo Augusto Neto, atualmente diretor da UESP (União das Escolas de Samba Paulistanas) e aprovado pela Câmara dos Vereadores que agora só falta o monumento, para consagrar de vez a Madrinha do Samba. sendo interessante ressaltar que a Lavapés é uma Sociedade Beneficente, desde sua fundação, ou seja, uma das entidades sociais mais antigas (Comprovado pelo CNPJ) em funcionamento no Brasil!

Fatos e Datas[editar | editar código-fonte]

Décadas de 30 e 40[editar | editar código-fonte]

O carnaval na década de 30 na cidade de São Paulo era dominado pelos grupos carnavalescos e cordões, mas a Lavapés veio e se tornou uma grande escola de samba na cidade. Com as cores vermelho e branco e o símbolo da baiana a Lavapés conquistava toda a população da cidade durante a década de 40, em que ganhou todos os títulos das disputas de escola de samba que participou, antes da unificação das disputas.

Década de 50[editar | editar código-fonte]

No início da década de 50 a disputa das escolas de samba da cidade foi unificada, esta acontecia na Praça da Sé, centro de São Paulo. A Lavapés como grande escola da época conquistou todos os títulos de 1950 a 1958.

Em 1956 o carnaval da cidade começou ficar mais disputado, a Lavapés dividiu o título com aquela que seria a maior escola de samba da cidade pelos próximos 20 anos, a Nenê de Vila Matilde. A escola que apresentou o primeiro samba-enredo da cidade, veio da Zona Leste e também foi campeã. O título deste ano foi dividido por três escolas, além de Lavapés e Nenê a terceira seria a Garotos do Itaim. Outro título dividido com a Unidos do Peruche em 57, e o tri-campeonato da Nenê entre 58 e 60 ofuscaram a Lavapés.

Entre 1961 e 1967[editar | editar código-fonte]

No ano de 1961 a Lavapés voltava a ser campeã e mostrar sua força, conquistando seu sexto título de melhor da cidade. Em 62 e 63 Peruche e Nenê são campeãs, respectivamente. Já em 64 a Lavapés ganha seu vigésimo, e até hoje, último título da elite do carnaval paulistano, voltando ao topo da cidade. Entre 65 e 68 a Lavapés assiste a mais um título da Nenê e um tri-campeonato da Unidos do Peruche.

Oficialização do Carnaval de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Após a luta de grandes sambistas paulistanos como Madrinha Eunice e Seu Nenê de Vila Matilde, pro carnaval de 1968 foram tomadas uma série de medidas pelo prefeito da cidade, e a disputa do carnaval foi oficializada. A Lavapés ficou em 3º lugar nesse ano (numa disputa de 3 escolas), atrás de Nenê e Peruche. O que se repetiu em 69.

Entre 1970 e 1975[editar | editar código-fonte]

Em 1970 a Lavapés ficou em 4º lugar com seis escolas. E em 1971 veio o primeiro rebaixamento da Lavapés, com um 7º e último lugar. Durante 3 anos a Lavapés ficou no segundo grupo das escolas paulistanas, e só conseguiu o acesso em 1974, quando ficou com a 2ª colocação. No carnaval de 1975 a escola disputou pela última vez com as grandes do carnaval de São Paulo, e com um 10º lugar a escola foi rebaixada.

O Crescimento do Bairro Japonês[editar | editar código-fonte]

O fator que influencia para a queda de rendimento da maior escola da cidade é a mudança da população do seu bairro de origem. Na Liberdade, que na época do auge da Lavapés era um bairro predominantemente negro, começa a ser utilizado pelos governantes para abrigar os imigrantes japoneses na cidade. Muitos negros são expulsos de suas casas no bairro, e alguns mortos, mas a escola permanece no local de origem. Com o passar dos anos os frequentadores começaram a sumir, a comunidade que costumava frequentar a escola passou a migrar para outras escolas e cordões da época, e ai vem o fato determinante para a queda da Lavapés, que foi o crescimento de uma outra escola na região, a Vai-Vai.

A Vai-Vai, que era um cordão, se tornou escola de samba em 1972, e teve uma ascensão muito rápida. Os poucos componentes que ainda restavam na Lavapés foram para a escola que crescia no bairro ao lado, o bairro do Bixiga. Com a diminuição no número de componentes, a popularização do carnaval em outras regiões da cidade e o crescimento de outras escolas a Lavapés teve problemas.

Com a soma desses fatores, a Lavapés ficou entre 76 e 78 no grupo de acesso até que sofreu mais uma queda. Passou o ano de 79 no Grupo 1 até que sofreu mais uma queda, que a obrigou a passar os anos de 80 e 81 no grupo 2. Com mais uma queda em 81, foram difíceis, foram três anos brigando na Vaga Aberta, o último grupo do carnaval paulistano na época, e com um 11º lugar em 84, a Lavapés é retirada da disputa dos próximos carnavais.

Em 1987 a escola voltou a desfilar, e desde então vem oscilando entre os grupos inferiores do carnaval paulistano. Em 2015 ano que muitos achavam que enfim escola fecharia suas portas, a mesma ressurge das cinzas e vence um carnaval depois de 15 anos.

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Nome Mandato Ref.
Rosemeire Marcondes ?-atualidade [2]

Diretores[editar | editar código-fonte]

Ano Diretor de Carnaval Diretor geral de harmonia Mestre de bateria Ref.
2014 Clayton Gomes
2015 Clayton Gomes Pelé [3]
2016 Clayton Gomes

Coreógrafo da Comissão de frente[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
2015 Thiago Lopes [3]
2014 Thiago Lopes [4]
2013 Thiago Lopes [5]
2012 Thiago Lopes [6]

Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira[editar | editar código-fonte]

Ano Nomes Ref.
2014-2015 Rogério Babau "Mestre Babau" e Tainá [3]
2016

Rainhas de bateria[editar | editar código-fonte]

Anos Rainha de bateria Ref.
2014

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Lavapés
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco Intérprete Ref
1950 Campeã Especial [4]
1951 Campeã Especial
1952 Campeã Especial
1953 Campeã Especial
1956 Campeã Especial
1961 Campeã Especial
1964 Campeã Especial
1968 3°lugar Especial São Paulo, Passado, Presente e Futuro
1969 3º lugar[nota 1] Especial São Paulo Antigo e São Paulo Moderno
1970 4º lugar Especial Bahia de todos os deuses
1971 7º lugar Especial Insurreição Pernambucana
1972 Vice-campeã Acesso Independência do Brasil
1973 4°lugar Acesso Bahia de Todo Sempre
1974 3º lugar Acesso Carmem Miranda, a Grande Pequena
1975 10º lugar Especial Brasil em Três Tempos
1976 7°lugar Acesso Um Século de Estadão
1977 7° lugar Acesso 40 Anos de Glórias
1978 12º lugar Acesso A Valsa do Imperador
1979 12º lugar 1-UESP Bahia e Suas Tradições
1980 6º lugar 2-UESP São Paulo se Diverte
1981 7º lugar 2-UESP Dias de Glórias de Carmem Miranda
1982 3º lugar Vaga Aberta Marquesa de Santos-Domitila de Castro, a Bela Dama Paulista
1983 7º lugar Vaga Aberta Saudoso Inocêncio Tobias
1984 11º lugar Vaga Aberta São Paulo Se Diverte
1987 9º lugar Grupo 3 Lavapés, 50 Anos de Glórias
1988 8º lugar Grupo 3 Carmem Miranda
1989 9º lugar Grupo 3 Bahia de Todos os Santos
1990 6º lugar Grupo 4 Brasil Mestiço
1991 7º lugar Grupo 4 Magia de Carnaval
1992 9º lugar Seleção - B O Samba Pede Passagem
1993 8º lugar Seleção - B Trindade do Samba - 55 Anos de Glória
1994 4º lugar Seleção - A Brasil Mestiço Horacio Rabaça Filho
1995 Seleção - A E Porque Nós Somos Uma Tradição?
1996 4º lugar Seleção - B Os Sete Trabalhos do Hércules Juarez da Cruz
1997 4º lugar Seleção - B TV... Alegria de Criança
1998 5º lugar 3 - Sul No Esplendor da Folia a Lavapés dá um Alerta à Ecologia
1999 2º lugar 3 - Leste 2 É Chegada a Hora... A Virada é Agora!
2000 Campeã 3-UESP Da Pena de Caminha... Nasce o Brasil
2001 4º Lugar 2-UESP A Viagem de Helena de Pelô a Pelô Marcelo Luís da Silva e Paulo Fornias
2002 4º lugar 2-UESP De Vermelho e Branco Eu Vou... Tua Cor Me Conquistou Marcelo Luís da Silva e Paulo Fornias
2003 5º lugar 2-UESP Da Medieval à Atual, Eu Vendo, Você Compra, Na Feira Tudo se Encontra Marcelo Luís da Silva e Paulo Fornias
2004 3º lugar 2-UESP Boa Noite São Paulo - Luzes, Câmera, Ação!
2005 7º Lugar 2-UESP Do Big Bang ao surgimento dos quatro elementos: água, terra, fogo e ar Luiz Ricardo
2006 10º lugar 2-UESP Omi - Água Berço da Civilização Yorubá Renato Lucena
2007 4°lugar 3-UESP Para Plantar, Colher e Comer Renato Lucena
2008 14º lugar 2-UESP Ergeu com Trabalho a Nova Terra, com Coração a Nova Nação - O Negro Renato Lucena e Horácio Rabaçã
2009 10º lugar 3-UESP Na Lavapés criança é brincadeira séria
2010 6º lugar 3-UESP 100 Anos de Carmen Miranda na Lavapés de Madrinha Eunice Bill de Oliveira
2011 11º Lugar 3-UESP Imortal é quem te conquistou
2012 6º Lugar 4-UESP Terra, um presente para preservar Genésio Cruz e Renato Lucena
2013 Vice-Campeã 4-UESP Datas que marcam, vem comemorar com a Lavapés! Genésio Cruz
2014 11º lugar 3-UESP Circo, Alegria do Povo no Picadeiro Colorido da Lavapés Horácio Rabaça Filho [5]
2015 Campeã 4-UESP Eu vendo, você compra… Na feira tudo se encontra! Horácio Rabaça Filho [3]
2016 6º lugar 3-UESP Danças africanas Horácio Rabaça Filho [2]
2017 12º lugar 3-UESP Oito décadas de samba...minha Lavapés, orgulho da terra da garoa! Horácio Rabaça Filho

Notas

Referências

  1. Guimarães "Jangada", Marco Aurélio (1 de fevereiro de 1972). «O Samba segundo São Paulo». Abril. Realidade: 46 a 56. Consultado em 15 de março de 2017 
  2. a b [1]
  3. a b c [2]
  4. SASP - Lavapés
  5. Sasp. «Carnaval 2014». Consultado em 31 de maio de 2014