Saneamento no Chile

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The flag of Chile
Dados
Cobertura de água potável (definição ampla) 96% (2010) [1]
Cobertura de saneamento básico (definição ampla) 96% (2010) [1]
Continuidade do serviço (%) 100%[2]
Uso de água urbana em média (l/c/d) 195,5 (2006)[3]
Tarifa de água e saneamento urbano em média (US$/m3) Na zona metropolitana de Santiago tarifa variável em horas vale $270 por metro cúbico, + taxa fixa de $531 por mês (pesos)
Percentagem de usuários com sistemas de medição 96% (2006)[4]
Percentagem de água residual recolhida e tratada 82% (2006)[5]
Investimento urbano anual em água e sanemanto US$23,1/capita[6]
Percentagem de autofinanciamento por parte das empresas de serviçø público Alto
Percentagem de financiamento via impostos Valor não disponível
Percentagem de financiamento externo do país Baixo
Instituciones
Descentralização aos municípios Descentralizado para as regiões e não para os municípios
Companhia nacional de saneamento Nenhuma
Regulador de água e saneamento Sim
Responsável por desenhar políticas públicas Ministério de Obras Públicas
Lei Setorial Sim (1988, emendada em 1998)
Número de provedores de serviços urbanos 20
Número de provedores de serviços rurais Valor não disponível

Os serviços de abastecimento de água e saneamento no Chile demonstram bons níveis de cobertura e qualidade média. O setor distingue-se pelo fato de que a maioria das empresas de abastecimento urbano de água são de propriedade privada ou são operadas pelo setor privado. O setor também se orgulha de contar com um marco regulatório moderno e eficiente que inclui um inovador sistema de subsídios em solidariedade aos pobres, possibilitando que se apliquem tarifas mais baixas sem que a capacidade de autofinanciamento das empresas seja afetada.

Um dos pontos fracos do setor, é o desperdício de água. Esse problema, porém, não se reflete no preço das tarifas, uma vez que essas são determinadas com base em uma empresa modelo. O sucesso do modelo pode ser explicado com base nos bons indicadores econômicos e na situação política chilena que favoreceram um desenvolvimento sustentável do setor.

Referências

  1. a b WHO/UNICEF Joint Monitoring Program (JMP) (2010). «Water and Sanitation coverage data». WHO/UNICEF. Consultado em 13 de maio de 2012. Arquivado do original em 14 de maio de 2011 
  2. Superintendencia de Servicios Sanitarios (SISS) (2007). «Informe de gestión del sector sanitario 2006» (em espanhol). Consultado em 13 de fevereiro de 2008  pgs. 28-96
  3. Superintendencia de Servicios Sanitarios (SISS) (2007). «Informe de Gestión del sector Sanitario 2006» (PDF). Consultado em consultado el 12 de febrero de 2008  Verifique data em: |acessodata= (ajuda), página 69
  4. Superintendencia de Servicios Sanitarios (SISS) (2007). «Informe de Gestión del sector Sanitario 2006» (PDF). Consultado em consultado el 12 de febrero de 2008  Verifique data em: |acessodata= (ajuda), página 84
  5. Superintendencia de Servicios Sanitarios (SISS) (2007). «Informe de Gestión del sector Sanitario 2006» (PDF). Consultado em consultado el 12 de febrero de 2008  Verifique data em: |acessodata= (ajuda), página 59
  6. Superintendencia de Servicios Sanitarios (SISS) (2007). «Informe de Gestión del sector Sanitario 2006» (PDF). Consultado em consultado el 12 de febrero de 2008  Verifique data em: |acessodata= (ajuda), página 37; 326,91 millones de dólares estadounidenses divididos población urbana (14.167.725)