Nereu e Aquileu

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Nereu e Aquileu
Os Santos Nereu e Aquileu
Mártires
Nascimento século III?
Morte século III-IV?
Veneração por Igreja Católica
Igreja Ortodoxa
Festa litúrgica 12 de maio
Gloriole.svg Portal dos Santos

Nereu e Aquileu,[1] chamados também Nereu e Aquiles[2] (em latim: Nereus et Achilleus) foram dois santos mártires de Roma, Itália, condenados à morte, provavelmente no tempo de Diocleciano, imperador romano de 284 a 305. Eles são celebrados no dia 12 de maio. No mesmo dia celebra-se também Pancrácio de Roma e de 1595 até 1969 Flávia Domitila, quem provavelmente não tinha com eles alguma relação.

Primeiro documento[editar | editar código-fonte]

O Papa Dâmaso I, papa de 366 até 384, colocou no túmulo de Nereu e Aquileu uma inscrição da qual dois notáveis fragmentos foram encontrados in situ por Giovanni Battista De Rossi em 1874.[3]

Já antes do ano de 1874, se conhecia o texto completo da inscrição, conservado, com a indicação da sua localização e da identidade dos dois mártires, em vários manuscritos do oitavo século}[4] que continham cópias feitas no século VII.[5] Um exemplo é um manuscrito de Einsiedeln,[6] que numa seção com o título Inscriptiones Urbis Romae diz que esta inscrição era "in sepulchro Nerei e Achillei" e que se referia a "Nereus et Achilleus martyres".[7][8] El texto encontra-se também em manuscritos de Heidelberg, Klosterneuburg e Gottwick.[9] A descoberta em 1874 do original tornou ainda mais evidente quem são os mártires alugados por Dâmaso.

Texto da inscrição de Dâmaso
[10][11][12][13][14]
Militiae nomen dederant saevumq(ue) gerebant
officium, pariter spectantes iussa tyranni,
praeceptis pulsante metu servire parati.
Mira fides rerum: subito posuere furorem,
conversi fugiunt, ducis impia castra relinquunt,
proiciunt clipeos faleras telaq(ue) cruenta,
confessi gaudent Christi portare triumfos.
Credite per Damasum possit quid gloria Christi.

Tradução: Eles tinham alistado para o serviço militar e estavam realizando a sua função cruel, da mesma maneira atentos aos comandos do tirano, prontos para obedecer às ordens, compelidos pelo medo. Maravilha mas é verdade! De repente depositam a sua raiva. Convertidos fogem, abandonam o acampamento mau do comandante, arremessam os seus escudos, as suas condecorações e as suas armas sangrentas. Ao confessarem a Cristo, se alegram de levar os triunfos dele. Pela autoridade de Dâmaso acredite o que pode fazer a glória de Cristo.

Este texto, no qual o pensamento e a terminologia do último verso lembram uma inscrição de Dâmaso sobre a conversão de São Paulo, celebra como semelhante milagre brilhante de conversão por el poder de Cristo a de Nereu e Aquileu, que devem ter sido soldados da guarda pretoriana de Roma.[15]

Os historiadores consideram provável que estes dois santos foram mortos na perseguição de Diocleciano, dirigida inicialmente contra os cristãos do exército (295-298) e, em seguida, contra a Igreja cristã como tal (a partir do ano 303)

Lenda[editar | editar código-fonte]

Uma lenda tardia (século V ou VI) representa a Nereu e Aquileu não como soldados, senão como eunuchi cubicularii (eunucos ao serviço do quarto de dormir)[16] Este documento, os Atos dos Santos Nereu e Aquileu os representa como ao serviço da dama nobre Flávia Domitila, descrita inicialmente como sobrinha do imperador romano Domiciano (81–96) e mais tarde no texto como sobrinha de certo cônsul Clemens, geralmente identificado como Titus Flavius Clemens, marido duma sobrinha do mesmo imperador chamada Flávia Domitila.

Nesta lenda Nereu e Aquileu convencem a sua patroa que a virgindade é melhor que o casamento. O noivo dela obtém do imperador que ela seja relegada numa ilha. Lá Nereu e Aquileu, que acompanham a sua patroa, se debatem com dois discípulos de Simão Mago. Por continuarem a confirmar a Domitila na sua recusa do noivo, são trazidos para o continente e torturados e mortos em Terracina. Um discípulo deles leva os seus corpos a Roma e os sepulta "no campo de Domitila na cripta duma carreira ... na Via Ardeatina a uma milha e meia do muro da cidade, perto da sepultura em que foi enterrada Petronila, filha do apóstolo Pedro".[17]

De acordo com Dennis Trout, os detalhes foram incluídos a fim de ligar a história com os mártires sepultados em túmulos vizinhos, para aumentar a confiança dos leitores na admoestação dos Atos para a castidade, e para validar a genuinidade do túmulo de Nereu e Aquileu, ponto de interesse, como o de Petronila, para os visitantes às Catacumbas de Domitila.[17]

Esta lenda é mais tardia do texto de Dâmaso gravado em mármore, pelo menos, um século antes, o primeiro testemunho do martírio dos Santos Nereu e Aquileu, como confirmam Dennis Trout,[17] J.H. Crehan,[18] Everett Ferguson[19] e Johann Peter Kirsch[20]

Martirológios[editar | editar código-fonte]

Santa Domitila com os santos Nereu e Aquileu, de Niccolò Pomarancio (1598-99) para la igreja Santi Nereo e Achilleo, em Roma.

Nereu e Aquileu são mencionados juntos e sem relação a outros santos nas listas de mártires romanos do século V, no Martirológio Jeronimiano atribuído a São Jerônimo, no Sacramentário gelasiano e nos itinerários utilizados pelos peregrinos do século VII aos túmulos em Roma de los mártires.[20][21]

No século IX pela primeira vez eles são associados com Flávia Domitilla, como na lenda: o Martirológio de Ado de Vienne os chama eunucos dela (qui fuerunt eunuchi beatae Flaviae Domitillae).[22][23] De Rossi observa que "a lenda (foi) aceite por Ado e espalhada depois nos martirológios sucesivos".[24] A menção de Ado foi copiada pelo Martirológio de Usuard e por meio deste pelo Martirológio Romano de César Barônio. Assim Henri Quentin diz de Ado: "Em quase todos os lugares onde a tradição dos martirológios causou aos historiadores um grave embaraço encontramos a mão deste autor ... Ado teve sobre o desenvolvimento da literatura martirológica a mais lamentável influência"[25]

Antes da revisão do ano 2001, o Martirológio Romano dizia que Nereu e Aquiles primeiro sofreram um longo exílio na ilha de Pontia com a santa virgem Flávia Domitila, de quem eram eunucos; Em seguida, eles sofreram uma flagelação cruel, após o qual a consular Memmius Rufus tentou em vão, pelos tormentos do cavalete e do fogo, de forçá-los a sacrificar; porque eles disseram que, tendo sido batizados pelo bem-aventurado Pedro Apóstolo, eles não poderiam de forma alguma oferecer incenso aos ídolos, os fez decapitar.[26]

Na preparação da edição de 2001 do Martirológio Romano decidiu-se "submeter ao juízo da disciplina histórica e lidar com mais diligência do que no passado os elogios e os nomes dos santos listados na Martirológio".[27] Assim, esta edição dá nenhuma atenção para os Atos dos Santos Nereu e Aquileu e fornece sobre estes mártires informações baseadas apenas na inscrição gravada no mármore por Dâmaso:

"Os santos mártires Nereu e Aquileu, como informa o Papa São Dâmaso, tendo-se inscritos no serviço militar, estavam pelo medo prontos para executar as ordens impías do magistrado; mas se converteram ao verdadeiro Deus, arremessaram os escudos, as condecorações e as armas, deixaram o acampamento e, tendo confessado Cristo, regozijaram-se no seu triunfo. Neste dia os seus corpos foram depositados no cemitério de Domitila na Via Ardeatina em Roma".[28]

Basílica dos santos Nereu e Aquileu[editar | editar código-fonte]

Basílica dos santos Nereu e Aquileu nas Catacumbas de Domitila em Roma

Em 1874 Giovanni Battista De Rossi trouxe à luz nas Catacumbas de Domitila uma basílica semisubterrânea com três naves, uma abside e um nártex, dedicada aos santos.[29]

Esta basílica semisubterrânea foi precedida por duas fases estruturais anteriores subterrâneas, que não foram escavadas até agora.[30]

A data da basílica é contestada. Pergola (1982) atribui a construção ao Papa Dâmaso; De Rossi (1874) ao mesmo século IV, mas depois da morte de Dâmaso, Krautheimer (1967) e Tolotti (1985) a cerca de 600.[30] No século XXI, há um consenso crescente sobre a data do século V ou mais tarde.[31]

As escavações de 1874 descobriram dois fragmentos da inscrição de Dâmaso, que confirma a existência dos dois santos e a sua profissão como militares. Também foi descoberta uma coluna de mármore, que servia para apoiar a cibório do altar da basílica. A coluna tem a inscrição "Acileus" e um baixo-relevo que descreve um homem com as mãos amarradas atrás das costas, e atrás dele um soldado quem está prestes a decapitá-lo. Outra coluna, encontrada quebrada, deve ter tido o nome "Nereus": permanece uma pequena secção que mostra os pés dos dois personagens duma cena semelhante.[32][33]

O Liber Pontificalis informa que o Papa João I (523-526) reparou "o cemitério dos abençoados mártires Nereu e Aquileu",[34] mas não é claro se este trabalho tem relação à basílica descoberta em 1874.[35]

A basílica certamente existia por volta do ano 600, quando o Papa Gregório I pronunciou nessa a sua homilia 28.[36]

História posterior[editar | editar código-fonte]

No século VIII, numa situação de insegurança evidenciada pelo cerco de Roma pelos Lombardos em 756, houve uma transferência das relíquias de muitos mártires das catacumbas para as igrejas dentro das muralhas da cidade de Roma.[37] De Rossi acredita que as relíquias dos Santos Nereu e Achilleus provavelmente permaneceram ainda nas catacumbas,[38] mas Northcote e Brownlaw consideram mais provável que também estas famosas relíquias foram levadas para adentro da cidade.[39] Não se pode excluir la possibilidade que as relíquias foram colocadas na igreja Santi Nereo e Achilleo quando foi construida antes do final do século VI ou más provavelmente quando foi reconstruida pelo Papa Leão III em 814.[40]

Em 1215, foram depositadas na igreja Sant'Adriano al Foro (a Cúria Júlia) no Fórum Romano umas relíquias de origem desconhecida[41] que seriam as de Nereu e Aquileu.[42] Em 1597, estas relíquias, junto com as que seriam as relíquias de Flávia Domitila, foram transportadas com a maior solenidade desta igreja para a de Santi Nereo e Achilleo,[41][43] que era então a igreja titular do Cardeal César Barônio, quem acreditava na lenda dos Atos dos santos Nereu e Aquileu[44] e foi o primeiro a afirmar que havia duas Domitilas, uma a esposa e a outra a sobrinha de Flavius Clemens, ambas exiliadas por Domiciano.[45] · [46]

Claro que é possível que as relíquias de Nereu e Aquileu foram transferidas, quando a uma data desconhecida a basílica foi despojada sistematicamente: foram levados para outra (nova?) igreja o altar, os bancos dos sacerdotes, os ambones, o pavimento.[47][48]

O que causou a destruição final da basílica parece ser o terremoto que em 897 danificou gravemente a Arquibasílica de São João de Latrão, a catedral da Diocese de Roma. As colunas da basílica foram revertidas e depois descansaram paralelas umas às outras até a descoberta em 1874.[49]

Na atualidade, a basílica é mais uma vez uma igreja em funcionamento e tem espaço para 500 fieis.</ref>As catacumbas de Domitilla</ref>

A inscrição reconstruída de Dâmaso está colocada na parede em frente da abside. As colunas descobertas são novamente em posição vertical.[32]

Foi nesta basílica que um grupo de bispos católicos assinaram em 16 de novembro de 1965 pouco antes o final do Concílio Vaticano II, o chamado Pacto das Catacumbas, empenhando-se a adotar um estilo de vida simples e de serviço aos pobres.[50]

Festa[editar | editar código-fonte]

Desde o começo, a festa dos santos Nereu e Aquileu é em 12 de maio. Celebraba-se juntamente com eles já antes do Calendário Tridentino de 1570 Pancrácio de Roma. O nome de Flávia Domitila (cuja festa própria é em 7 de maio) foi adicionado em 1595, por pedido do Cardeal César Barônio, mas foi retirado em 1969 por não pertencer à antiga tradição romana. Desde 1969 os Santos Nereu e Aquileu têm no Calendário Romano Geral um memória facultativa distinto do de São Pancrácio.[2][51]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Secretariado Nacional Liturgia (Portugal): São Nereu e Santo Aquileu, mártires
  2. a b Pia Sociedade de São Paulo (Brasil): Santos Nereu, Aquiles e Pancrácio, mártires
  3. Giovanni Battista De Rossi, Bullettino di Archeologia Cristiana, 1874, p. 20
  4. L. Richardson, A New Topographical Dictionary of Ancient Rome (John Hopkins University Press 1992 ISBN 978-0-80184300-6), p. xxi
  5. Rebecca Leigh Littlechilds, The epitaphs of Damasus and the transferable value of persecution for the Christian community of Rome in the fourth century A.D. (University of Saskatchewan 2008), p. 80
  6. Einsiedeln, Stiftsbibliothek
  7. Einsiedeln, Stiftsbibliothek, Codex 326(1076), pp. 77r-77v
  8. Giovanni Battista De Rossi, Bullettino di Archeologia Cristiana, 1874, p. 21
  9. De Rossi 1874, pp. 21–22
  10. Dennis Trout, Damasus of Rome: The Epigraphic Poetry (Oxford University Press 2015 ISBN 978-0-19873537-3), p. 98
  11. Tyler Lansford, The Latin Inscriptions of Rome: A Walking Guide (John Hopkins University Press 2011 ISBN 978-1-42140325-0), seção 6.9
  12. De Rossi 1874, p. 20
  13. Shakspear Wood, "Discovery of the Basilica of Santa Petronilla" em Good Words (Alexander Strahan and Company, 1874), p. 734
  14. De Rossi, "Inscriptiones christianae", II, 31
  15. De Rossi 1874, pp. 23–24
  16. Dicionário Priberam: "cuvilheiro"
  17. a b c Dennis Trout, "From the elogia of Damasus to the Acta of the gesta martyrum: restaging Roman history" em Brita Alroth e Charlotte Scheffer, Attitudes towards the Past in Antiquity Creating Identities (Stockholm University 2014 ISBN 978-91-87235-47-4), p. 314 : "Nereus and Achilleus first appear in a Damasan elogium, this one installed in their suburban shrine in the Catacomb of Domitilla near the Via Ardeatina. Damasus' eight inscribed hexameters advertised the pair as soldiers reluctantly performing their cruel duties until, suddenly converted, they tossed aside their shields and bloody weapons, joyously preferring to carry the "triumphs of Christ." By the time their acta and passio were composed, however, Nereus and Achilleus had assumed a radically different guise, partially in response to the pressure exercised by other holy tombs in the vicinity of their own."
  18. J.H. Crehan, "Nereus et Acilleus, natione Germani?" em The Journal of Theological Studies, vol. 37, no. 147 (julho 1936), p. 254Citação vazia (ajuda) 
  19. Everett Ferguson, Encyclopedia of Early Christianity (Routledge 2013 ISBN 978-1-13661157-5)
  20. a b Johann Peter Kirsch, "Sts. Nereus and Achilleus, Domitilla and Pancratius" em The Catholic Encyclopedia (Robert Appleton Company 1911)
  21. Martyrologium&level=2&domain=&lang=1&links=1&inframe=1&hide_apparatus=1 Hieronymus, Martyrologium
  22. Martyrologe d'Adon, 19 recto
  23. Jean Éracle, Une grande dame de l'ancienne Rome: Flavia Domitilla, petite fille de Vespasien em Échos de Saint-Maurice, 1964, tome 62, p. 130
  24. De Rossi 1874, p. 25
  25. Henri Quentin, Les martyrologes historiques du Moyen-Âge (Paris 1908), p. 687
  26. Martyrologium Romanum: ad nouam kalendarij rationem, [et ecclesiasticae historiae veritatem restitutum (Domenico Basa, Roma, 1583), p. 80 (12 de maio)]
  27. Decreto Victoriam paschalem Christi do 29 de junho de 2001, pp. 5–6 do Martyrológio Romano de 2001; cf. tradução italiana
  28. Sanctorum Nerei et Achillei, martyrum, qui, ut sanctus Damasus papa refert, militiae nomen dederant, et pulsante metu, impiis magistratus praeceptis servire parati erant, sed, ad Deum verum conversi, clipeos, phaleras et tela proicientes castra reliquerunt et, Christum confessi, eius triumpho gavisi sunt. Hac vero die Romae in coemeterio Domitillae via Ardeatina eorum corpora deposita sunt : Martyrologium Romanum ex decreto sacrosancti oecumenici Concilii Vaticani II instauratum auctoritate Ioannis Pauli PP. II promulgatum (Typis Vaticanis 2001 ISBN 978-88-209-7210-3), p. 266
  29. De Rossi 1874, pp. 8 e seguintes
  30. a b Louis Reekmans, "Recherches récentes" em Mathijs Lamberigts, Peter van Deun, Martyrium in multidisciplinary perspective (Leuven University Press 1995), pp. 61-64
  31. Dennis Trout, Damasus of Rome: The Epigraphic Poetry (Oxford University Press 2015 ISBN 978-0-19873537-3), p. 99
  32. a b Philippe Pergola, Francesca Severini, Palmira Maria Barbini, Christian Rome: Early Christian Rome ; Catacombs and Basilicas (Getty Publications 2000 ISBN 978-88-8162101-9), p. 27
  33. James Spencer Northcote e William R. Brownlaw, Rome souterraine: résumé des découvertes de M. de Rossi dans les catacombes romaines et en particulier dans le cimetière de Calliste (Didier 1874), p, 607
  34. Louise Ropes Loumis, The Book of the Popes (Liber Pontificalis) (Arx 2006 ISBN 978-1-88975886-2), p. 137
  35. Debra J. Birch, Pilgrimage to Rome in the Middle Ages: Continuity and Change (Boydell & Brewer 2000 ISBN 978-0-85115771-9), p. 93
  36. Grégoire le Grand, Homélies sur l'Évangile (Éditions du Cerf 2005 ISBN 978-2-20407691-3), vol. I, p. 49
  37. Debra J. Birch, Pilgrimage to Rome in the Middle Ages: Continuity and Change (Boydell & Brewer 2000 ISBN 978-0-85115771-9), p. 100
  38. Revue archéologique (1874), p. 370
  39. James Spencer Northcote e William R. Brownlaw, Rome souterraine: résumé des découvertes de M. de Rossi dans les catacombes romaines et en particulier dans le cimetière de Calliste (Didier 1874), p, 602
  40. Michael Walsh, Every Pilgrim's Guide to Rome (Canterbury Press 2015 ISBN 978-1-84825618-7), p. 165
  41. a b Pio Franchi de' Cavalieri, Nereo e Achilleo, santi" na Enciclopedia Italiana (1934)
  42. Vaughan Hart, Peter Hicks, Palladio's Rome (Yale University Press 2006 ISBN 978-0-30010909-2), p. 253
  43. Jetze Touber, Law, Medicine and Engineering in the Cult of the Saints in Counter-Reformation Rome: The Hagiographical Works of Antonio Gallonio, 1556-1605 (BRILL 2014 ISBN 978-9-00426514-1), pp. 89–93
  44. Tina Saji, Christian Social Reformers (Mittal 2005 ISBN 978-81-8324008-6), p. 41
  45. John Granger Cook, Roman Attitudes Toward the Christians: From Claudius to Hadrian (Mohr Siebeck 2011 ISBN 978-3-16150954-4), p. 129
  46. Brian Jones, The Emperor Domitian (Routledge 2002 ISBN 978-1-13485313-7), p. 116
  47. Northcote e Brownlaw (1874), p. 603
  48. Shakespere.Wood, New Curiosum Urbis: A Guide to Ancient & Modern Rome (Cook 1875), p. 226
  49. De Rossi (1874), pp. 74–75
  50. «Pacto das Catacumbas da Igreja Serva e Pobre» (PDF). Consultado em 20 de outubro de 2016 
  51. Calendarium Romanum (Libreria Editrice Vaticana 1969), p. 123

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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