Scarlett Johansson

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Scarlett Johansson
Johansson em 2008
Nome completo Scarlett Ingrid Johansson
Nascimento 22 de novembro de 1984 (33 anos)
Nova Iorque, Nova Iorque,
Estados Unidos
Ocupação Atriz, cantora e modelo
Atividade 1994 - presente
Cônjuge Ryan Reynolds (2008–2011)
Romain Dauriac (2014–2017)
Tonys
Melhor Atriz Coadjuvante em Peça
2010 – A View from the Bridge
César
Prêmio Honorário
2014 – Conjunto da obra[1]
Prémios BAFTA
Melhor atriz
2003 – Lost in Translation
IMDb: (inglês)

Scarlett Ingrid Johansson (Nova Iorque, 22 de novembro de 1984) é uma cantora e atriz norte-americana. Ela foi uma das atrizes mais bem pagas de 2014 a 2016, fez múltiplas aparições na Forbes Celebrity 100 e tem uma estrela na Calçada da Fama. Nascida e criada em Manhattan, Nova Iorque, ela desejava ser atriz desde criança e apareceu pela primeira vez em um palco de um teatro em uma peça Off-Broadway. Johansson fez seu filme de estreia na comédia North (1994) e foi indicada ao Independent Spirit Awards por Manny & Lo (1996). Ela ganhou muito reconhecimento pelos seus trabalhos em O Encantador de Cavalos (1998) e Ghost World (2001).

Johansson fez papéis adultos em 2003 com sua performance em Lost in Translation (atuação pelo qual ela ganhou o BAFTA de melhor atriz) e em Girl with a Pearl Earring. Ela foi nomeada quatro vezes ao Globo de Ouro por esse filmes, por atuar no drama A Love Song for Bobby Long (2004) e pela sua participação no filme Match Point (2005). Outros filme que ela fez durante este período foram o filme de mistério The Prestige (2006) e a comédia dramática Vicky Cristina Barcelona (2008). Ela também lançou dois álbuns de estúdio: Anywhere I Lay My Head (2008) e Break Up (2009), ambos apresentados na Billboard 200.

Em 2010, Johansson estreou na Broadway na reestreia de A View from the Bridge, atuação que lhe rendeu o Tony Award de melhor atriz. Mais tarde, ela começou a interpretar a personagem Viúva Negra no universo da Marvel. Ela também interpretou com sua voz um sistema operacional de computador no filme Her (2013), atuou como uma alien no filme de ficção científica Under the Skin (2013) e uma mulher com habilidades psicocinéticas no filme Lucy (2014). Ela foi a atriz de maior bilheteria de 2016, e também é, desde maio de 2017, a atriz de maior bilheteria de todos os tempos na América do Norte.

Como figura pública, Johansson é considerada um símbolo sexual de Hollywood. Em março de 2006 foi eleita pela revista masculina Esquire como a "mulher mais sexy do mundo", voltando a ser novamente escolhida em 2013, tornando-se, assim, a única mulher a ser eleita duas vezes como a mulher mais sexy do mundo pela revista.[2] Ela também foi casada duas vezes, uma vez com o ator canadense Ryan Reynolds, de 2008 a 2011, e outra com o empresário Romain Dauriac (com que ela teve uma filha), de 2014 a 2017.

Infância[editar | editar código-fonte]

O Lee Strasberg Theatre and Film Institute, onde Johansson aprendeu a atuar quando criança.

Scarlett Ingrid Johansson nasceu em Manhattan, cidade de Nova Iorque.[3][4] Seu pai, Karsten Olaf Johansson, é um arquiteto nascido em Copenhague, Dinamarca, e seu avô paterno, Ejner Johansson, foi um historiador de arte, roteirista e diretor de filmes, cujo pai era sueco.[5][6] A mãe de Johansson, Melanie Sloan, uma produtora, vem de uma família asquenaze de ascendência polonesa e bielorrussa.[7][8][9] Ela tem uma irmã mais velha, Vanessa, que também é atriz; um irmão mais velho, Adrian; e um irmão gêmeo, Hunter.[10] Ela também tem um meio irmão, Christian, do primeiro casamento de seu pai. Ela tem duas cidadanias, dinamarquesa e norte-americana.[11][12] A atriz é sobrinha-neta de Phil Schlamberg, a então conhecida última pessoa a morrer na Segunda Guerra Mundial, sendo o braço direito do capitão Jerry Yellin.[13]

Johansson frequentou a Public School 41(PS 41), uma escola primária em Greenwich Village, Manhattan.[14] Ficando mais velha, a família de Johansson não tinha muito dinheiro. Seus pais se divorciaram quando ela tinha 13 anos.[15][16] Johansson então ficou com sua avó materna, Dorothy Sloan, uma guardadora de livros e professora; elas frequentemente passavam o tempo juntas e Johansson considerava Sloan como sua melhor amiga.[17] Interessada numa carreira artística desde pequena, ela frequentemente apresentava músicas e danças para a sua família. Ela gostava particularmente de musicais de teatro e Jazz hands, uma performance de dança.[18][19] Ela teve aulas de sapateado, e afirma que seus pais apoiavam suas escolha de carreira. Ela descreve sua infância como muito comum.[20]

Ainda quando criança, Johansson disse que praticava atuação olhando fixamente a um espelho, sem piscar, até ela chorar, querendo parecer ou ser a atriz Judy Garland do filme Meet Me in St. Louis.[21] Mas ela disse que ficou arrasada quando um de seus irmãos foi descoberto por um agente de talentos, o que motivou ela mais ainda a ser atriz. Ela se matriculou no Lee Strasberg Theatre and Film Institute, e começou a participar de audiências para comerciais, mas logo perdeu interesse.[21] Ela então mudou seu foco para filmes e o teatro,[22] fazendo sua primeira aparição numa peça Off-Broadway titulada Sophistry, juntamente com Ethan Hawke.[23] Neste período, ela começou a estudar na Professional Children's School (PCS), Nova Iorque, uma instituição de ensino privada de educação artística para crianças, em Manhattan. Aos nove anos, Johansson fez seu primeiro filme, atuando como filha de John Ritter no filme de fantasia North (1994).[22] Ela disse: "quando estou no set de filmagem sei o que fazer".[21] Johansson depois participou de papéis menores, como no filme Just Cause (1995) onde ela interpretava a filha dos personagens dos atores Sean Connery e Kate Capshaw, como também interpretou uma estudante de arte no filme If Lucy Fell (1996).[24]

Carreira[editar | editar código-fonte]

1996-2002: Papéis iniciais[editar | editar código-fonte]

O primeiro papel principal de Johansson foi interpretando Amanda, a irmã mais nova de uma adolescente grávida que fugiu de seus pais adotivos em Manny & Lo (1996), trabalhando ao lado de Aleksa Palladino e seu irmão, Hunter. Sua performance recebeu críticas positivas: um escritor do jornal San Francisco Chronicle afirmou que "[o filme] floresce em você largamente, por causa do charme de ... Scarlett Johansson",[25] enquanto a crítica de Mick LaSalle, escrevendo para o mesmo jornal, fez comentários sobre sua "aura pacífica", e acreditava que, "se ela pudesse superar a puberdade com tal aura imperturbável, ela poderia se tornar uma importante atriz".[26] Ela ganhou uma nomeação ao Independent Spirit Award de melhor atriz por sua atuação.[27]

Depois de aparecer em papéis menores nos filmes Fall e Home Alone 3, ambos de 1997, Johansson chamou a atenção do público por sua atuação em O Encantador de Cavalos (1998), dirigido por Robert Redford.[22][28] O filme dramático, baseado no romance de mesmo nome, The Horse Whisperer, de Nicholas Evans, fala da história de um talentoso treinador de cavalos que é contratado para ajudar a jovem Grace MacLean (Scarlett Johansson) que é atropelada, ela e seu cavalo, por um caminhão. Pelo filme, ela foi nomeada ao Chicago Film Critics Association Award na categoria atriz promissora.[29] Ela acredita que o filme mudou algumas coisas na sua vida, percebendo que atuar era manipular as emoções de alguém.[30] Ao encontrar bom papéis em filmes quando adolescente, Johansson disse que "quando retratamos crianças como ratos de shopping centers e não seriamente... crianças e adolescentes não estão sendo retratados com qualquer profundidade real".[31]

Johansson depois apareceu nos filmes My Brother the Pig (1999) e The Man Who Wasn't There (2001). Seu sucesso aumentou quando ela participou do filme Ghost World (2001), dirigido por Terry Zwigoff, uma adaptação do romance de Daniel Clowes de mesmo nome: Ghost World.[32] Johansson foi escolhida para o filme e Zwigoff acreditava que ela poderia ser "a única pessoa excêntrica capaz para tal".[33] O filme estreou no Seattle International Film Festival, em 2001; ele não foi um sucesso de bilheteria, mas se tornou um filme cult.[34] Johansson foi creditada pela The Austin Chronicle como uma pessoa com "sensibilidade e talento [que] contradiz com sua idade", e além disso, ganhou o Toronto Film Critics Association na categoria de melhor atriz coadjuvante pela sua performance no filme.[35][36]

Com David Arquette, Johansson apareceu em Eight Legged Freaks (2002), filme que retrata um grupo de aranhas que são expostas a resíduos radioativos e nucleares, levando-as a crescer a cada dia que passa a proporções gigantescas.[37] Depois de se formar na PCS neste ano, ela tentou ingressar na Tisch School of the Arts da Universidade de Nova Iorque; sendo rejeitada, ela então dedicou todo seu foco a sua carreira de filmes.[38]

2003-2004: Transição para papéis adultos[editar | editar código-fonte]

Johansson começou a participar de filmes de conteúdo adulto quando participou de dois filmes: Lost in Translation e Girl with a Pearl Earring.[39] No primeiro, dirigido por Sofia Coppola, ela interpretou Charlotte, uma jovem esposa apática e solitária que tem um relacionamento com Bob Harris (Bill Murray). Coppola teve noticias da atuação de Johansson no filme Manny & Lo e chegou a compara-lá com a famosa atriz e modelo norte-americana Lauren Bacall. Coppola baseou o enredo do filme na relação entre Humphrey Bogart e Lauren Bacall no filme À Beira do Abismo (1946).[40] Johansson disse que encontrou experiência ao trabalhar com uma diretora diferente, pois a abilidade de Coppola simpatiza para com ela.[41] Feito com um orçamento de US$4 milhões, o filme arrecadou US$119 milhões de bilheteria e recebeu críticas positivas.[42][43] Roger Ebert, crítico americano, disse que ficou satisfeito com o filme e descreveu as performances dos atores como "maravisolhas",[44] e a Entertainment Weekly escreveu elogiando o "engajamento e a serenidade repousante" de Johansson no filme.[45] The New York Times elogiou Johansson, então com 18 anos, descrevendo que sua atuação era semelhante a de atores mais velhos.[46]

Em Girl with a Pearl Earring (2003), do diretor Peter Webber, que é baseado no romance de mesmo nome, Girl with a Pearl Earring de Tracy Chevalier, Johansson interpreta Griet, uma jovem do século XVII empregada da família do pintor holândes Johannes Vermeer (interpretado pelo ator inglês Colin Firth). Webber estrevistou 150 atrizes antes de selecionar Johansson para o papel.[47] Johansson encontrou uma personagem que ela nunca tinha visto, mas não quis ler o livro, pois queria usar da sua interpretação da personagem como um meio para conhece-lá.[48] Girl with a Pearl Earring recebeu críticas positivas e foi um filme rentável.[49] Em uma crítica para o The New Yorker, Anthony Lane disse que sua presenca no filme manteve-o "vivo".[50] Ela foi nomeada ao BAFTA de melhor atriz em cinema e ao Globo de Ouro na categoria de melhor atriz por ambos os filmes em 2003, vencendo a indicação por Lost in Translation.

Na opinião da revista Variety, os papéis de Johansson nos filmes Lost in Translation e Girl with a Pearl Earring colocaram-na entre as mais versáteis atrizes da sua geração.[28] Johansson participou de cinco filmes em 2004, em que três deles (o filme The Perfect Score e os dramas A Love Song for Bobby Long e A Good Woman) não obtiveram sucesso nas bilheterias.[51] Estrelando com John Travolta, ela interpretou uma jovem descontente e desconfiada em A Love Song for Bobby Long, que é baseado no romance Off Magazine Street de Ronald Everett Capps. David Rooney da Variety escreveu que as participações de Johansson e Travolta salvaram o filme.[52] Johansson ganhou uma nomeação ao Globo de Ouro de melhor atriz em filme dramático pelo filme.[53]

No seu quarto filme de 2004, The SpongeBob SquarePants Movie, ela deu voz à Princesa Mindy, filha do Rei Netuno. Ela não hesitou em dar voz a personagem pois ama desenhos animados, como também gostava do desenho Ren & Stimpy.[54] O filme foi seu maior trabalho de sucesso daquele ano.[51] Seu quinto e último filme de 2004 foi In Good Company, uma comédia romântica em que Johansson interpreta uma garota que deixa o pai furioso quando ela sai com o chefe dele. Críticas ao filme foram no geral positivas, sendo descrito como "espirituoso e encantador".[55] Roger Ebert ficou impressionado com a performance de Johansson, descrevendo que ela "continuava a empregar a atração gravitacional do fascínio silencioso".[56]

2005-2009: Filmes com Woody Allen[editar | editar código-fonte]

No drama Match Point, de 2005, dirigido por Woody Allen, Johansson interpretou Nola, uma aspirante a atriz que tem um caso com um homem casado (Jonathan Rhys Meyers). Depois de substituir Kate Winslet por Johansson, Allen mudou a nacionalidade da personagem de britânica para americana.[57] Como admiradora dos filmes de Allen, Johansson gostou da ideia de trabalho com ele, mas ficou nervosa no seu primeiro dia nos sets de filmagem.[58] O The New York Times se impressionou com as atuações de Johansson e Jonathan Rhys Meyers no filme.[59] O filme, um sucesso de bilheteria,[60] fez com que Johansson fosse nomeada ao Globo de Ouro e ao Chicago Film Critics Association na categoria de melhor atriz coadjuvante.[53][61] Johansson foi submetida a uma tonsilectomia, depois de ela e o ator Ewan McGregor estrelarem o filme de ficção científica A Ilha, dirigido por Michael Bay, no qual a atriz interpretava Sarah Jordan. A esse altura, Johansson se encontrava com a agenda de gravações exaustiva: gravava cerca de 14 horas por dia.[62] O filme teve críticas mistas e arrecadou US$163 milhões contra US$126 milhões usados na produção do filme.[63]

Johansson nos sets de filmagem de Vicky Cristina Barcelona, em 2007

No ano de 2006, Johansson participou de 4 filmes. No filme Scoop participaram ela, o ator Hugh Jackman e o próprio diretor do filme, Woody Allen, que interpretava um estudante de jornalismo. O filme foi modestamente um sucesso de bilhereteria, mas teve críticas mistas.[64][65] Roger Ebert criticou o filme dizendo que Johansson estava "amável como sempre",[66] e Mick LaSalle disse que notou o "frescor" que ela trouxe para sua parte do filme.[67] Johansson também participou de Dália Negra, do diretor Brian De Palma, um film noir teuto-americano. Johansson disse que sempre quis trabalhar com De Palma e que era uma grande fã dele.[68] A CNN disse que ela "levou um período de atmosfera para o filme como se fosse oxigênio".[69] Também em 2006, Johansson participou do curta When the Deal Goes Down, onde Bob Dylan lançava sua nova música: When the Deal Goes Down..., do álbum Modern Times.[70] No filme The Prestige, dirigido por Christopher Nolan, Johansson interpretou Olivia Wenscombe, uma assistente e amante de Robert Angier (Jackman). Nolan afirmou que pensava que Johansson possuía "ambiguidade" e "uma qualidade blindada".[71][72] A atriz ficou fascinada com os métodos de direção dele e gostou de trabalhar com ele.[73] O filme foi um sucesso de crítica e de bilheteria, recomendado pelo Los Angeles Times como "um adulto trabalho provocador".[74] Dan Jolin, da revista Empire, criticou seu sotaque inglês.[75][76]

No ano de 2007, Johansson participou de um único filme, The Nanny Diaries, ao lado dos atores Chris Evans e Laura Linney, em que ela interpretava uma jovem recém saída da universidade que consegue um emprego de babá. Criticas da sua atuação no filme foram mistas. Em 2008, ela estrelou, com Natalie Portman e Eric Bana, o filme The Other Boleyn Girl, que também ganhou críticas mistas.[77][78] Para promover o filme, Johansson e Portman apareceram na capa da revista W, discutindo com a revista a recepção pública deles.[79] Em seu terceiro trabalho com Allen, a comédia dramática Vicky Cristina Barcelona, que foi filmado na Espanha, Johansson interpretou uma das jovem que estavam interessadas no personagem do ator Javier Bardem, trabalhando também com a atriz Penélope Cruz.[80] O filme foi um dos mais rentáveis de Allen e também recebeu críticas positivas.[81][82] Um crítico da revista Variety descreveu Johansson como "aberta e maleável" comparada aos outros atores.[83] Ela também interpretou a mulher fatal Silken Floss no filme The Spirit, baseado nas tiras de quadrinhos de mesmo nome, de Will Eisner. O filme recebeu avaliações não positivas de críticos que julgaram-no melodramático, não original e sexista.[84] O único trabalho de Johansson em 2009 foi como Anna Marks, uma instrutora de yoga, no filme He's Just Not That into You (2009). O filme foi lançado em cima de críticas não tão positivas, mas mesmo assim foi um sucesso de bilheterias.[85][86]

2010-2013: Universo Cinematográfico Marvel (MCU)[editar | editar código-fonte]

Johansson queria estrelar na Broadway desde a infância. Seu primeiro trabalho lá foi a reapresentação da peça A View from the Bridge de Arthur Miller.[87][88] Produzida nos anos 50, em um bairro ítalo-americano de Nova Iorque, ela fala da história trágica de Eddie (interpretado por Liev Schreiber) que tem um amor inapropriado pela própria sobrinha órfã de sua esposa, Catherine (interpretada por Johansson). Depois de pensar e de um conselho de um amigo, foi que Johansson concordou em interpretar a personagem.[89] Ben Brantley do The New York Times escreveu que a interpretação da personagem por Johansson "funde-se tão profundamente no seu personagem que desaparece o nimbo da celebridade".[90] David Rooney, da Variety, ficou impressionado com a peça e com a atuação de Johansson em particular, descrevendo-a como a principal intérprete.[91] Em 2010, ela ganhou o Prêmio Tony de melhor atriz coadjuvante em peça.[92] Alguns críticos e atores da Broadway criticaram o ato de premiar atores de Hollywood, pois o Tony Awardy é uma premiação focada nos teatros. Johansson disse que entendia a frustração deles, mas que havia trabalhado duro para chegar até ali.[93]

Em 2010, Johansson interpretou a Viúva Negra no filme Homem de Ferro 2, um filme do Universo Cinematográfico Marvel.[94][95] Antes de se firmar no papel, Johansson tingiu seu cabelo de vermelho para mostrar que ela conseguia interpretar a personagem, e realizou treinamentos de força para se preparar para o papel.[96] Johansson disse que se admirou com a personagem e que ficou impressionada os traços humanos dos super-heróis.[97] O filme arrecadou US$623,9 milhões contra os seus US$200 milhões de produção, e recebeu em geral críticas positivas, mas Johansson foi criticada por sua performace no filme.[98][99] Tim Robey da The Daily Telegraph e Matt Goldberg, apesar de acharem ela chamativa no filme, afirmaram que ela tinha pouco o que fazer nele.[100][101] Em 2011, Johansson fez o papel de Kelly, uma tratadora de animais, no filme We Bought a Zoo, onde atuou ao lado de Matt Damon. O filme obteve em geral críticas favoráveis, e Anne Billson elogiou Johansson por trazer profundidade a uma personagem desinteressante.[102][75] Johansson ganhou nomeação ao Prêmio Teen Choice pela sua atuação no filme.[103]

Johansson na Alemanha, fevereiro de 2012

Johansson aprendeu um pouco de russo para o seu papel de Viúva Negra no filme Vingadores,[104] outra participação no MCU.[95] O filme recebeu críticas positivas e quebrou recordes de bilheterias, se tornando o terceiro filme de maior bilheteria dos Estados Unidos e do mundo.[105][106] Por sua performance ela foi nomeada a dois Prémios Teen Choice e a três People's Choice Awards. Mais tarde naquele ano, Johansson retratou a atriz Janet Leigh no filme Hitchcock do diretor Sacha Gervasi, uma reprodução baseada no filme de 1960, Psycho, do diretor Alfred Hitchcock.[107] Roger Ebert escreveu que Johansson não parecia com Leigh, mas que transmitiu sua coragem, inteligência e senso de humor.[108]

Em janeiro de 2013, Johansson estrelou na Broadway na peça Cat on a Hot Tin Roof, dirigida por Rob Ashford. A peça narra o relacionamento da família de Big Daddy (interpretado por Ciarán Hinds), principalmente a relação de seu filho Brick (Benjamin Walker) e sua esposa Maggie (Scarlett Johansson).[109] A atuação de Johansson recebeu críticas mistas.[110] Thom Geier da revista Entertainment Weekly escreveu: "Scarlett Johansson trouxe um espírito de luta feroz" para sua parte da peça.[111] No Sundance Film Festival de 2013, foi lançado o filme Don Jon, o primeiro filme dirigido por Joseph Gordon-Levitt.[112] Neste Johansson interpreta Barbara, uma mulher que fica perplexa com o vício em pornografia de seu companheiro Don Jon (Joseph Gordon-Levitt). Gordon-Levitt escreveu o papel de Johansson, que tinha anteriormente admirado-se com os trabalhos dela.[113] O filme recebeu críticas positivas e a performances de Johansson ficou em destaque entre os críticos.[114] Claudia Puig da USA Today considerou-a como uma das melhores atuações de Johansson.[115]

Em 2013, Johansson substituiu a atriz Samantha Morton no filme Her, dirigido por Spike Jonze, onde ela interpretou a voz de um sistema operacional de um computador.[116] O filme estreou na 8° edição do Rome Film Festival; ela também foi nomeada ao Prémio Critics Choice de melhor atriz coadjuvante em cinema.[117][118] Johansson foi elogiada pela complexidade do papel.[119] Richard Corliss da revista Time chamou sua performance de "sedutora e vencedora".[120] Her foi avaliado como um dos melhores filmes de 2013.[121] Johansson ainda participou do filme de ficção científica Under the Skin (2013), dirigido por Jonathan Glazer. O filme, uma adaptação do romance de Michel Faber de mesmo nome, levou nove anos para ser finalizado.[122] Em meio as suas atuações Johansson aprendeu a dirigir uma van e a falar com sotaque inglês.[123][124] O filme foi lançado em meio a críticas positivas, em especial à atuação de Johansson.[122][125] Erin Whitney, escrevendo para a HuffPost, considerou esta como uma de suas melhores atuações e notou que pela primeira vez Johansson atuava em cenas de nudez.[126][127]

2014-presente: Trabalho recente[editar | editar código-fonte]

Johansson na cerimônia do Prêmio César em Paris, fevereiro de 2014

Continuando seu trabalho no MCU, Johansson retomou seu papel de Viúva Negra em Captain America: The Winter Soldier (2014). No filme, ela junta forças com o Capitão América (Chris Evans) e com o Falcão (Anthony Mackie) para descobrir uma conspiração dentro da S.H.I.E.L.D., enquanto enfrentam um misterioso assassino conhecido como Winter Soldier. Johansson e Evans escreveram seus próprios diálogos para várias cenas que eles fizeram juntos.[128] O filme foi um sucesso de crítica arrecadando cerca de US$714 milhões ao redor do mundo.[129] Por sua atuação Johansson ganhou uma nomeação ao Prêmio Saturno de melhor atriz coadjuvante em cinema.[130]

Johansson também participou do filme Chef (2014), ao lado de Robert Downey Jr., Sofía Vergara e do diretor Jon Favreau. O filme arrecadou US$ 45 milhões nas bilheterias e foi bem recebido pelos críticos. O escritor Richard Roeper da revista Chicago Sun-Times achou o filme "divertido, peculiar e perspicaz".[131] No filme de ficção científica Lucy (2014), do diretor Luc Besson, Johansson fez o papel principal de uma mulher que é uma mula de drogas que é acidentalmente infectada com uma droga que melhora suas habilidades.[132] Besson propôs o papél para várias atrizes, e escolheu Johansson pela sua reação ao script e pela sua disciplina.[133] Os críticos em geral elogiaram o tema do filme, os visuais dos personagens e a atuação de Johansson; alguns afirmaram que o enredo não tinha sentido.[134] Jim Vejvoda da IGN atribuiu o sucesso do filme a performance de Johansson e ao estilo de direção de Besson.[135] O filme arrecadou US$458 milhões contra os US$40 milhões de produção e se tornou o 18° filme de maior bilheteria de 2014.[136]

Em 2015 e 2016, Johansson novamente interpretou a Viúva Negra nos filmes Avengers: Age of Ultron e Capitão América: Guerra Civil. Durante as filmagens do primeiro, figurinos e efeitos visuais foram usados para esconder sua gravidez.[137] Ambos os filmes arrecadaram mais de US$1.4 bilhão, entrando na lista de filmes de maior bilheteria de todos os tempos.[138] Por Capitão América: Guerra Civil, ela ganhou sua segunda nomeação ao Critics Choice Movie Award melhor atriz em filme de ação e a sua quarta ao Prêmio Saturno de melhor atriz coadjuvante em cinema.[139][140] No início de 2016, ela participou do filme Hail, Caesar!, dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen, onde ela interpretava uma atriz grávida em meio as produções de um filme dos anos 50, enquanto o diretor tenta descobrir o que aconteceu com um dos atores do filme que está desaparecido.[141] Ela também deu voz a personagem Kaa no filme Mogli: O Menino Lobo e a personagem Ash no filme Sing, ambos de 2016.[142]

Johansson interpretou também a ciborgue Motoko Kusanagi no filme Ghost in the Shell, do diretor Rupert Sanders. O filme arrecadou US$169.8 milhões no mundo todo contra os US$110 milhões de produção.[143] No filme de comédia Rough Night (2017), ela atua como Jess Thayer, uma de cinco amigas - interpretadas por Kate McKinnon, Jillian Bell, Ilana Glazer e Zoë Kravitz - que retrata uma festa de despedida de solteira que dá errado depois que um stripper masculino morre. O filme recebeu criticas mistas e foi modesto com relação a arrecadação nas bilheterias.[144]

Carreira musical[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Scarlett Johansson

Em 2006, Johansson cantou a música "Summertime" no álbum Unexpected Dreams, uma coleção de músicas cantadas por atores e atrizes de Hollywood. Ela cantou essa música no Coachella Valley Music and Arts Festival juntamente com a banda The Jesus and Mary Chain, em abril de 2007.[145] No ano seguinte, ela participou do vídeo de lançamento da música "What Goes Around... Comes Around", de Justin Timberlake, que foi nomeada ao MTV Video Music Award para Video of the Year.[146]

Em maio de 2008, Johansson lançou seu álbum de estréia Anywhere I Lay My Head, que consiste de uma música original e dez versões cover das músicas de Tom Waits, e apresenta participações de David Bowie, Yeah Yeah Yeahs e da banda Celebration.[147] Críticas ao álbum foram mistas.[148] A revista de música Spin afirmou que não se impressionou com o canto de Johansson.[149] Alguns críticos acharam o álbum "surpreendentemente sedutor",[150] "uma seleção bravamente excêntrica"[147] e "um álbum brilhante" com "magia fantasmagórica".[151] A revista britânica NME classificou o álbum o 28° melhor álbum de 2008 e ele atingiu a posição 126 na Billboard 200.[152] Johansson começou a escutar as músicas de Waits quando ela tinha cerca de 11 anos de idade,[153] e disse dele: "Suas melodias são tão bonitas e sua voz é tão distinta".[154]

Em setembro de 2009, Johansson e o compositor Pete Yorn lançaram um álbum juntos, Break Up, inspirado nos duetos de Serge Gainsbourg com Brigitte Bardot.[155] O álbum atingiu o número 41 nos EUA.[156] Em 2010, a banda Steel Train lançou o álbum Terrible Thrills Vol. 1, que consistia das músicas de seu álbum Steel Train, de 2010, cantado por artistas femininas. Johansson é a primeira do álbum cantando "Bullet".[157] Em 2011, Johansson cantou a música "One Whole Hour" para a trilha sonora do documentário Wretches & Jabberers e em 2012 cantou a canção "Before My Time", do compositor J. Ralph, nos créditos finais do documentário Chasing Ice.[158][159]

Em fevereiro de 2015, Johansson formou uma banda chamada The Singles com Este Haim da banda Haim, Holly Miranda, Kendra Morris e Julia Haltigan. O primeiro single da banda foi intitulado de "Candy".[160] Em 2016, ela cantou a música "Trust in Me" para a trilha sonora do filme The Jungle Book e "The Promise & The Prize", "Universal Fanfare" e "My Happy Ending" para a trilha sonora do filme Sing.[161][162]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Johansson numa coletiva de imprensa em 2014

Johansson é judia e celebra tanto o Natal como o Hanucá.[163] Ela afirmou que não gosta de citar Deus ou Jesus em seus discursos de recebimento de prêmios.[164] Enquanto estudava na Professional Children's School (PCS), ela namorou o cantor Jack Antonoff de 2001 a 2002.[165] Ela também namorou seu companheiro de trabalho do filme The Black Dahlia, Josh Hartnett, por cerca de dois anos até o final de 2006; Harnett explicou que suas vidas ocupadas e cheias de trabalho foram a razão de sua separação.[166] Johansson então começou um relacionamento com o ator canadense Ryan Reynolds em 2007;[167] eles noivaram em maio de 2008,[168] casaram em setembro de 2008,[169] se separaram em dezembro de 2010 e se divorciaram em julho de 2011.[170]

Em novembro de 2012, Johansson começou a namorar o francês Romain Dauriac, dono de uma agência de publicidade independente;[171][172] eles ficaram noivos em setembro de 2013,[173] e dividiam seu tempo entre Nova Iorque e Paris.[174] Em 2014, ela deu à luz a sua filha Rose Dorothy Dauriac.[175] Johansson e Dauriac se casaram em outubro do mesmo ano em Philipsburg, Montana,[176] mas se separaram no meio do ano de 2016 e se divorciaram em setembro de 2017.[177][178]

Johansson foi criticada pela imprensa por estar promovendo uma imagem de mulher que busca a todo custo estar magra.[179] Em um artigo que ela escreveu para a HuffPost, ela disse apenas que encorajou o leitor a manter um corpo saudável.[180] Ela apareceu nua na capa da revista Vanity Fair de março de 2006 ao lado da atriz Keira Knightley e do designer de moda Tom Ford.[181] Isto causou controvérsias, pois ela acreditava que a mulher sempre é forçada a exibir sua sexualidade mais do que os homens.[182] Em setembro de 2011, várias fotos dela sem roupa foram hackeadas de seu celular e publicadas na internet. Segundo uma investigação do FBI, o hacker foi preso, declarado culpado, e sentenciado a dez anos de prisão. Johansson disse guardava-as pois tinha enviado três anos antes para seu então marido Reynolds.[183] Em 2014, ela ganhou uma ação judicial contra a editora francesa JC Lattès por esta usar seu nome e apresentar uma modelo parecida com ela no romance The First Thing We Look At, de Grégoire Delacourt. Johansson recebeu 3,400 dólares, mas tinha reivindicado 68,000.[184]

Imagem pública[editar | editar código-fonte]

Johansson em 2017

Johansson tem sido chamada de "ScarJo", um apelido dado a ela pela imprensa e pelos fãs, mas ela não gosta,[185][186] achando-o preguiçoso, irreverente e insultante.[186] Ela frequentemente é descrita como um símbolo sexual pela imprensa, que considera seus lábios, olhos verdes e voz como suas marcas registradas.[187][188] A revista The Sydney Morning Herald descreveu Johansson como "a personificação da fantasia masculina".[19] Durante as filmagens de Match Point, o diretor Woody Allen, comentou sobre sua atratividade.[189] Em 2014, o crítico Anthony Lane, da The New Yorker, escreveu que "ela é evidentemente, e lucrativamente, consciente de sua sensualidade, e de quanto, até a última polegada, isso contribui para contornar sua reputação".[190] Johansson não gosta de ser sexualizada e acredita que as preocupações com as atratividades das pessoas não duram.[191] Em 2011, ela perdeu o papel principal em The Girl with the Dragon Tattoo pois o diretor David Fincher a achava "muito sexy" para o papel.[192]

Johansson frequentemente aparece em revistas de beleza. Na revista Maxim, ela apareceu de 2006 a 2014 na Hot 100, uma lista publicada anualmente em que consta as 100 mulheres consideradas mais sexy.[193] Johansson foi nomeada duas vezes pela Esquire como "a mulher viva mais sexy", em 2006 e 2013, e tem sido incluída em listas similares pela Playboy (2007), Men's Health (2011) e pela FHM, desde 2005.[194][195][196][197] Em 2010 ela foi nomeada a Garota do Ano pela GQ.[198] O museu Madame Tussauds New York fez uma escultura de cera dela em 2015.[199]

Em junho de 2014, Johansson foi convidada a se juntar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.[200] Em 2006, ela apareceu na Forbes Celebrity 100, depois apareceu novamente em 2014 e 2015.[201] Em maio de 2012, ela recebeu uma estrela na Calçada da Fama.[202] Em 2014, 2015 e 2016 ela foi uma das atrizes mais bem pagas com ganhos anuais de US$17 milhões, US$35.5 milhões e US$25 milhões respectivamente, e foi a atriz de maior bilheteria de 2016 com um total de US$1.2 bilhões.[203][204][205] Em maio de 2017, Johansson se tornou a atriz de maior bilheteria de todos os tempos da América do Norte, com seus filmes arrecadando cerca de US$3.6 bilhões.[206]

Endossos[editar | editar código-fonte]

Johansson tem aparecido em campanhas publicitárias para a Calvin Klein, Dolce & Gabbana, L'Oréal e Louis Vuitton,[207] e tem representado a marca espanhola Mango desde 2009.[208] Depois de ter aparecido no Costume Institute Gala do Metropolitan Museum of Art com Domenico Dolce e Stefano Gabbana, Johansson foi anunciada como o rosto da nova coleção de maquiagens da Dolce & Gabbana;[209] ela fez aparições na Selfridges em julho de 2009 para promover a linha de maquiagens.[210] Além disso, Johansson foi a primeira celebridade de Hollywood a representar uma linha de champanhes, como porta-voz da Moët & Chandon.[211]

Em janeiro de 2014, a companhia israelense SodaStream, que faz produtos de carbonatação doméstica, contratou Johansson como sua primeira embaixadora global, relacionamento esse que começou com um comercial de televisão durante o Super Bowl XLVIII em 2 de fevereiro de 2014.[212]

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Filantropia[editar | editar código-fonte]

Johansson em 2009, na premiere do filme He's Just Not That Into You

Johansson tem dado suporte a várias organizações humanitárias incluindo a Aid Still Required, a Cancer Research UK, Stand Up to Cancer, Too Many Women (que luta contra o câncer de mama) e a USA Harvest, que providencia comida a quem necessita.[213] Em 2005, ela se tornou a Embaixadora Global pela agência de ajuda e desenvolvimento Oxfam.[214] Em 2007, Johansson participou da campanha anti-pobreza da ONE Campaign, que foi organizada pelo vocalista da banda U2, Bono.[19] Em março de 2008, um britânico pagou 20.000 mil euros por dois ingressos que foram leiloados em prol da Oxfam, onde os ganhadores receberiam tratamento de cabelo, maquiagem e viagem de carro com Johansson até a estréia do filme He's Just Not That Into You.[215]

Em janeiro de 2014, Johansson deixou de lado o papel de embaixadora da Oxfam depois de críticas de sua participação em campanhas publicitárias da SodaStream, que possui suas principais fábricas em colônias israelenses na Cisjordânia. A Oxfam opõe-se a todo o tipo de comércio com essas colônias.[216][217] A Oxfam agradeceu a Johansson o apoio no combate contra contra a fome.[218][219] Em 2018, ela com mais 300 celebridades em Hollywood se manifestaram contra discriminações e assédios às mulheres.[220]

Política[editar | editar código-fonte]

Até o ano de 2008, Johansson estava registrada como uma eleitora independente, ou seja, um eleitor que não possui relações políticas com nenhum partido,[221] e em 2004 apoiou a campanha presidencial do candidato republicano John Kerry.[19] Quando George W. Bush foi reeleito ela disse que ficou decepcionada.[222]

Em janeiro de 2008, a campanha de apoio de Johansson ao candidato democrata Barack Obama incluiu aparições em Iowa visando eleitores jovens,[223] uma aparição no Cornell College e um discurso no Carleton College, Northfield, na Super Terça de 2008.[224][225] Johansson apareceu em um videoclipe do rapper will.i.am cantando a música "Yes We Can" (2008), dirigido por Jesse Dylan. A música foi inspirada no discurso de Obama depois da primária de Nova Hampshire de 2008.[226] Em fevereiro de 2012, Johansson e Anna Wintour organizaram o lançamento de uma linha de roupas, bolsas e acessórios em prol da reeleição de Barack Obama.[227] Ela encorajou mulheres a votar em Obama e condenou Mitt Romney por sua oposição a Federação de Paternidade Planejada da América.[228]

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