Sebastião Bala Rocha

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Sebastião Bala Rocha
Foto:Antonio Cruz/ABr
Deputado federal pelo  Amapá
Período 1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2015
(2 mandatos consecutivos)
Senador pelo  Amapá
Período 1º de fevereiro de 1995
até 31 de janeiro de 2003
Deputado estadual do  Amapá
Período 1991 a 1995
Dados pessoais
Nascimento 21 de janeiro de 1958 (60 anos)
Gurupá-PA
Esposa Enaim de Paula de Araújo
Partido SD
Profissão Médico
linkWP:PPO#Brasil

Sebastião Bala Ferreira da Rocha (Gurupá, 21 de janeiro de 1958) é um médico ginecologista e político brasileiro.

Nascido Sebastião Ferreira da Rocha, recebeu na infância o apelido de "Bala", que incorporou ao nome em 2004.[1]

Iniciou sua carreira política em 1990, quando se elegeu deputado estadual do Amapá, pelo PSDB. Filiou-se ao PDT em 1993. No ano seguinte, elegeu-se Senador da República. Buscou a reeleição em 2002, mas obteve nas urnas apenas o quarto lugar. Em 2004, foi o terceiro colocado na disputa pela prefeitura de Macapá. Elegeu-se deputado federal em 2006. Pleiteou a prefeitura de Santana em 2008, mas terminou por retirar a candidatura.[2]

Ainda em 2004, a 4 de novembro, foi preso e algemado no contexto da Operação Pororoca,[3] deflagrada pela Polícia Federal para investigar esquema de fraude em obras públicas no Amapá. Sebastião Bala Rocha foi acusado de peculato, formação de quadrilha, prevaricação, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e inserção de dados falsos no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAF).[4]

Em 2010 foi reeleito Deputado Federal com 12.739 votos pela coligação PRB / PP / PDT / PR / DEM / PHS / PC do B.

Em 2011, reportagem da Folha de S.Paulo veiculou denúncia segundo a qual, a instância do Deputado Bala Rocha, seu correligionário, o então Ministro do Trabalho Carlos Lupi oficializou a criação de sindicatos que, segundo o Governo do Amapá, não existiam no Estado (e.g., o Sindicato das Indústrias de Construção e Reparação Naval). Sempre segundo a Folha, "o reconhecimento do Ministério [do Trabalho] daria aos sete sindicatos força para disputar o controle da Federação das Indústrias do Amapá, que tem orçamento anual superior a R$ 10 milhões e controla verbas do Sistema S (SESI, SENAI)."[5]

Em setembro de 2013, filiou-se ao novo partido Solidariedade, criado pelo sindicalista Paulinho da Força.[6]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

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