Secretária executiva

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Secretária Executiva é um cargo administrativo.1

É um profissional considerado peça chave na gestão departamental.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Trata-se de uma palavra derivada do latim secernne, "separar-se" ou "ser diferente". Originalmente, significa "a pessoa a quem são confiados os segredos e confidências de um superior", podendo o local de trabalho (secretaria)2 ser traduzido como "lugar retirado" ou "conselho privado".

Nos tempos antigos, secretarius era a pessoa que cuidava de assuntos e negócios confidenciais, normalmente para uma pessoa de grande poder como um rei ou o próprio Papa. De acordo com o significado que a própria raiz da palavra sugere, trata-se de profissionais que ocupam cargos de confiança e grande responsabilidade.

Como as responsabilidades de uma secretária moderna ainda hoje incluem lidar com informação confidencial, o significado inicial ainda é verdadeiro.

Origem[editar | editar código-fonte]

A origem da profissão de Secretária Executiva vem dos antigos faraós, naquela época exercida apenas por homens, os chamados escribas. O princípio histórico de várias profissões indica que tenham se originado com eles, mas em nenhuma delas esse indício é tão forte como na função de Secretária Executiva. Suas funções eram conhecidas por realizar atividades de grande expressão intelectual, principalmente a escrita, que na época era privilégios para poucos. Os escribas eram responsáveis também por assessorar, a mando dos regentes de guerra, a filosofia e política da época.

Nos tempos de Alexandre, O Grande o secretariado podia ser considerada uma profissão um pouco perigosa, pois além de arcar com os trabalhos de esforços intelectuais, eles tinham a obrigação de acompanhar os guerreiros na batalha e lutar juntamente, além de serem responsáveis por registrar as histórias das conquistas de Alexandre, O Grande.

Na Idade Média os secretários se viram novamente com a obrigação de lidar com a espada, com o pergaminho e a pena (instrumento utilizado para escrever). Uma forma encontrada pelos secretários para amenizar esta situação foi adotar os hábito dos monges. Assim sendo em meados do século XIV cerca de 70% da classe secretarial originava-se dos monastérios, sendo boa parte dos secretários composta pelo sexo masculino. Entre as anos de 1400 – 1700 com a revolução e mercantilismo reaparecem as necessidade de se ter um secretário porem muito discretamente. Na revolução industrial de 1760 a nova estrutura empresarial exigiu as funções de assessoria administrativas, consolidando o papel do secretário função, esta exercida praticamente apenas por homens. Foi na 2ª Guerra Mundial com a necessidade de mão de obra pela falta de homens que as mulheres tomaram espaço no mercado de trabalho, até o século XX as mulheres exerciam papeis limitados com funções rotineiras e grosseiras.

As mulheres começam a assumir os papeis de secretárias de uma forma mais feminina, consequentemente os homens se afastam da profissão de secretariado.

Descrição do Cargo[editar | editar código-fonte]

Assessorar os executivos no desempenho de suas funções, gerenciando informações, auxiliando na execução de suas tarefas administrativas, na tomada de decisões e em reuniões, marcando e cancelando compromissos. Coordenar e controlar equipes e atividades; controlar documentos e correspondências. Atender clientes externos e internos; organizar eventos e viagens. Pode cuidar da agenda pessoal dos executivos. Atuação junto às áreas Financeira, Comercial, de Compras, Vendas, Marketing e Recursos Humanos.

Formação necessária[editar | editar código-fonte]

Para os profissionais que desejam se especializar nesta área, as opções de programas são diversas, passando por temas como gestão empresarial, negócios internacionais, métodos quantitativos, economia de empresas, operações logísticas, marketing e tecnologia, entre outros. Estudos voltados para o meio ambiente e para a administração universitária também se encaixam em alguns programas do país. São aceitos como alunos destes cursos os profissionais graduados em Administração de Empresas, Direito, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Engenharia.

Formação Básica[editar | editar código-fonte]

As secretárias devem possuir formação técnica em Secretariado ou Graduação em Secretariado Executivo. É importante também ter sólidos conhecimentos da língua portuguesa e informática. Outro fator importante é o conhecimento em outros idiomas.

Formação Adicional[editar | editar código-fonte]

O profissional desta área poderá atualizar-se por meio dos cursos de Pós-graduação, como uma Pós-graduação em Secretariado Executivo

Empregabilidade[editar | editar código-fonte]

A profissão de secretariado vem crescendo cada vez mais. De acordo com uma pesquisa realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) a profissão é a terceira que mais cresce no mundo. Diferentes empresas, em sua maioria multinacionais, estão à procura destes profissionais por seu amplo campo de atuação, sua característica multifuncional e exigem a proficiência em ao menos dois ou três idiomas.

Referências

  1. Epistemologia e Teoria do Conhecimento em Secretariado Executivo
  2. Secretária é a nomeação do local de trabalho dos secretários e executivos, que ocupam cargos administrativos.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sônia. Manual da Secretária: Técnicas de Trabalho. São Paulo: Atlas, 2006.
  • SABINO, Rosimeri F.;ROCHA, Fabio G. Secretariado: do escriba ao web writer. Rio de Janeiro: Brasport, 2004.
  • Revista Excelência. FENASSEC. Trimestral.
  • GUIMARÃES, Marcio Eustáquio. O Livro Azul da Secretária. Ed. Érica
  • Nonato Junior, Raimundo. Epistemologia e Teoria do conhecimento em Secretariado Executivo: a fundação das ciências da assessoria. Fortaleza: Expressão Gráfica

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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