Seleção Brasileira de Voleibol Masculino

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Seleção Brasileira de Voleibol Masculino

Flag of Brazil.svg

Associação Confederação Brasileira de Voleibol
Confederação Confederação Sul-Americana de Voleibol
Patrocinador Banco do Brasil
Material Esportivo Olympikus
Técnico Bernardo Rezende
Capitão Bruno Rezende
Código FIVB BRA
Ranking da FIVB Estável 315 pontos (em 22 de agosto de 2016)[1]
Seleção Brasileira de Voleibol Masculino
Informações pessoais

Seleção brasileira de voleibol masculino é a seleção nacional de voleibol adulta profissional brasileira, organizada e gerenciada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A estreia da seleção em competições internacionais foi no Campeonato Sul-Americano de 1951,[2] antes mesmo da fundação da Confederação Brasileira de Voleibol. Seus resultados esportivos começaram a aparecer de forma consistente na década de 1980, que configurou o despontar do voleibol brasileiro como força mundial. Conquistou a medalha de ouro olímpica três vezes, nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, nas Olimpíadas de Atenas em 2004[3][4] e nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.[5][6] No início do século XXI, a seleção tornou-se hegemônica, ganhando 16 de 20 torneios disputados e indo ao pódio mais 4 vezes.[7]

Em julho de 2010 a seleção brasileira conquistou o eneacampeonato da Liga Mundial da FIVB (1993,[8][9] 2001,[9] 2003,[9] 2004,[9] 2005,[9] 2006,[9] 2007,[10][11][12] 2009[13][14] e 2010[15]), tornando-se a seleção nacional mais bem-sucedida da história do campeonato. Ainda em 2010, a seleção conquistou o tricampeonato mundial de forma consecutiva.[16][17][18][19] Atualmente ocupa o primeiro lugar geral do ranking da FIVB.[1] Nas categorias de base (sub-19 e sub-21) ocupa o segundo lugar geral do ranking da FIVB (210 pontos em 2 de setembro de 2013).[20] A seleção brasileira é considerada uma das equipes mais fortes do planeta.[21]

História[editar | editar código-fonte]

Campeonato Mundial de 2006, no Japão. Os brasileiros comemoram após vitória contra a Sérvia e Montenegro.

Até o final da década de 1970 a seleção obtinha resultados que variavam entre os décimo quinto e quinto lugares, e o voleibol era um esporte com pouco charme para o brasileiro. A partir de década de oitenta, com a chamada Geração de Prata, o vôlei brasileiro começou a obter resultados importantes, como o título nos Jogos Pan-Americanos de 1983 e a medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles em 1984.[3] Esses resultados, aliados a investimentos de marketing e formação de base, melhoraram sensivelmente o nível do voleibol nacional. Entre os eventos promocionais, uma partida entre o Brasil e a URSS, então a melhor seleção do mundo, no Maracanã, pode ser considerada um evento histórico do voleibol nacional.[22] Estes resultados só foram possíveis graças a uma revolução tática, através da introdução de bolas atacadas atrás da linha dos três, que eram realizadas de modo sistemático e executadas com maior velocidade do que as realizadas esporadicamente por algumas equipes do mundo.[23]

A partir da criação da Liga Mundial, a seleção brasileira foi obtendo resultados cada vez mais consistentes, que resultaram no ouro nas Olimpíadas de Barcelona.[3] José Roberto Guimarães adotou um estilo de jogo com apenas um central de ofício em quadra, Paulão. Marcelo Negrão, o oposto, em duas passagens bloqueava no meio da rede. O time era tão versátil no ataque que Negrão atacava com a mesma facilidade bolas de primeiro tempo e as bolas de fundo, altas.[24] Adotando este estilo de jogo, o Brasil começou a ter equipes fortes e também a exportar jogadores para todo o mundo. A década de 1990, porém, seria dominada pela seleção italiana (embora as Olimpíadas de 1992 tenham sido vencidas pelo Brasil, em uma final contra os Países Baixos,[3] que foram campeões em 1996 contra a Itália).

Mas os melhores resultados ainda estavam por vir. No início do século XXI, sob o comando do treinador Bernardinho, que introduziu o que alguns consideram a "última revolução tática do vôlei", a seleção tornou-se praticamente invencível. Esta tática consistia na bola de tempo atacada do fundo, pela posição seis.[23] De 2001 a 2006, a seleção disputou 20 títulos, obtendo 16 primeiros lugares, 3 segundos lugares e 1 terceiro lugar.[7] Os primeiros lugares incluíram dois Campeonatos Mundiais,[7][25] cinco Ligas Mundiais,[9] uma Copa do Mundo,[13] uma Copa dos Campeões e uma Olimpíada.[3][4] Entre 2007 e 2016, a seleção ainda conquistou mais uma Olimpíada,[5][6] um Campeonato Mundial,[16][17][18][19] três títulos da Liga Mundial,[10][11][12][13][14][15] uma Copa do Mundo[26] e duas Copa dos Campeões.[27][28] Nessas campanhas vitoriosas da seleção, um jogador sempre destacou-se dos demais apesar do ótimo grupo do Brasil, Giba. Quase sempre titular em todas as conquistas do Brasil na era Bernardinho, Giba alcançou três vezes o pódio olímpico e conquistou três Campeonatos Mundiais, duas Copas do Mundo, três Copas dos Campeões, oito Ligas Mundiais, um Pan-Americano e oito Sul-Americanos.[19][29] Ao conquistar o título mundial em 2010, Leandro Vissotto igualou-se a Nalbert e tornou-se o segundo jogador a obter títulos mundiais em todas as categorias: Sub-19, Sub-21 e adulta.[19]

Uniforme principal da seleção brasileira nas cores verde e amarelo, até 2007.

A seqüência de resultados positivos é certamente fruto de uma administração de qualidade, que conseguiu transformar o voleibol no segundo esporte no coração dos brasileiros, e que conseguiu ótimos resultados também no vôlei de praia, no qual, segundo a CBV, em 149 torneios internacionais organizados pela Federação Internacional de Voleibol, o Brasil subiu ao pódio 142 vezes (entre 1987 e 2003).[30] Os resultados de 2001 a 2006 são, por muitos, atribuídos à grande qualidade da equipe, mas principalmente à capacidade do técnico Bernardinho de obter resultados.[31] Após o Campeonato Mundial de 2006 a seleção brasileira ocupava o primeiro lugar no ranking da FIVB, com 195 pontos (63 pontos a mais que o segundo colocado, a Itália).[21] Dos onze jogadores no topo do ranking brasileiro (valendo 7 pontos para as equipes), dez atuavam no exterior e um estava sem equipe. Em 5 de janeiro de 2008, a seleção já aparecia com 260 pontos (60.5 pontos a mais que o segundo colocado, a Rússia), a maior pontuação da história do Brasil no ranking da FIVB até aquele momento.[21] Bernardinho assumiu o comando da seleção masculina em 2001 e, em 18 de agosto de 2010, somava 331 partidas, com 299 vitórias e 32 derrotas.[32]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Seleção campeã da Liga Mundial de 2009.

A seleção brasileira já conquistou todos os principais campeonatos de voleibol. Nos Jogos Olímpicos, o Brasil possui seis medalhas: três de ouro conquistadas respectivamente em Barcelona (1992), Atenas (2004)[3][4] e Rio de Janeiro (2016)[5][6] e três de prata conquistadas em Los Angeles (1984), Pequim (2008)[33] e Londres (2012).[34] No Campeonato Mundial, o Brasil possui cinco medalhas: três de ouro conquistadas na Argentina (2002),[25] no Japão (2006)[7] e na Itália (2010)[16][17][18][19] e duas de prata conquistadas na Argentina (1982) e Polônia (2014).[35] Na Copa do Mundo o Brasil possui cinco medalhas, duas de ouro (2003 e 2007[26]) e três de bronze (1981, 1995 e 2011).[36][37]

Já nos Jogos Pan-Americanos, o Brasil possui quatro medalhas de ouro (1963, 1983, 2007[38] e 2011[39][40]), sete de prata (1959, 1967, 1975, 1979, 1991, 1999 e 2015[41]) e quatro de bronze (1955, 1971, 1987 e 2003). Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, disputados no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou sua terceira medalha de ouro derrotando os Estados Unidos na final.[38] Em 2011, nos Jogos de Guadalajara, a seleção conquistou o seu quarto título vencendo na final a equipe cubana principal com um time considerado pela imprensa brasileira como B.[39][40]

Em 22 de agosto de 2010, em seu primeiro torneio após a conquista do eneacampeonato da Liga Mundial, a seleção brasileira conquistou o segundo título no ano. o Brasil encerrou sua participação no quadrangular Hubert Jerzeg Wagner, na cidade polonesa de Bydgoszcz, invicta. Em seu terceiro e último jogo na competição, a equipe derrotou a Polônia, por 3 sets a 1, dando o troco da derrota sofrida em um amistoso no dia 18 de agosto por 3 a 2.[32][42][43][44] Em 2011, a seleção brasileira conquistou o primeiro título nos Jogos Mundiais Militares, realizados no Rio de Janeiro, derrotando a equipe chinesa na final.[45] Em 2015, o Brasil tornou-se bicampeão dos Jogos Mundiais Militares ao vencer o Egito na final por 3 a 1, após perder na primeira fase por 3 a 0 para o conjunto egípcio, que contava com o time principal que disputou a Liga Mundial.[46] Nas categorias de base, o Brasil também ostenta bastante tradição,[20][47][48][49] sendo o maior vencedor do campeonato mundial Sub-19 e o segundo maior vencedor do campeonato mundial Sub-21. Em 2013, a seleção brasileira venceu a primeira edição do Campeonato Mundial Sub-23, disputado em Uberlândia, derrotando a Rússia na semifinal e a Sérvia na final.[50][51][52]

Hall da Fama do Voleibol[editar | editar código-fonte]

Personalidades que entraram para o Hall da Fama do Voleibol

Recordes[editar | editar código-fonte]

A seleção masculina de voleibol do Brasil possui os dois recordes mundiais de público na história do voleibol. Em 26 de julho de 1983, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, 95.887 pagantes viram O Grande Desafio de Vôlei – Brasil X URSS, uma partida amistosa na qual o Brasil derrotou a então campeã olímpica e mundial, União Soviética, por 3-1, num recorde absoluto da história do esporte.[22][65][66][67] No dia 6 de julho de 1995, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte, foi batido o recorde de público numa partida indoor. 25.326 torcedores superlotaram o ginásio para ver a Itália bater o Brasil por 3-2, na fase decisiva de classificação para as finais da Liga Mundial daquele ano.[68][69]

Most Valuable Player[editar | editar código-fonte]

O Jogador Mais Valioso (em inglês: Most Valuable Player), também conhecido pela sigla MVP, é um prêmio geralmente conferido ao atleta ou atletas de melhor desempenho num torneio. No voleibol o prêmio também é válido para designar um(a) jogador(a) como melhor do mundo no momento. Ao longo dos anos atletas da seleção brasileira de voleibol masculino receberam tal honraria. Abaixo alguns nomes:

André Nascimento
Caio Alexandre
Douglas Souza
Giba
Giovane
Lucarelli
Lucas Madaloz
Maurício Borges
Murilo
Paulo Silva
Ricardinho
Rogério Carvalho
Serginho
Sidão
Amistoso da seleção brasileira de voleibol contra os Estados Unidos, no dia 25 de setembro de 2009, em Uberlândia.

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

Última convocação realizada para a disputa da Liga Mundial de 2015.[102][103]

Camisa Nome Posição Idade Altura Peso Clube atual Naturalidade
1 Bruno Mossa de Rezende Capitão Levantador 28 1,90 76 Itália Pallavolo Modena Rio de Janeiro RJ
2 Isac Viana Santos Central 24 2,05 84 Brasil Sada Cruzeiro Vôlei Rio de Janeiro RJ
3 Éder Carbonera Central 31 2,04 101 Brasil Sada Cruzeiro Vôlei Rio Grande do Sul RS
4 Wallace de Souza Oposto 27 1,98 87 Brasil Sada Cruzeiro Vôlei São Paulo SP
5 Sidnei dos Santos Júnior Central 32 2,03 90 Brasil FUNVIC Taubaté São Paulo SP
6 Leandro Vissotto Neves Oposto 32 2,12 97 Japão JT Thunders São Paulo SP
7 William Arjona Levantador 35 1,85 78 Brasil Sada Cruzeiro Vôlei São Paulo SP
8 Murilo Endres Ponta 34 1,90 76 Brasil Sesi-SP Rio Grande do Sul RS
9 Raphael Vieira Levantador 35 1,90 82 Brasil FUNVIC Taubaté Minas Gerais MG
10 Sérgio Dutra Santos Líbero 39 1,84 78 Brasil Sesi-SP Paraná PR
11 Felipe Lourenço Silva Líbero 24 1,88 77 Brasil FUNVIC Taubaté São Paulo SP
12 Luiz Felipe Fonteles Ponta 30 1,96 89 Brasil FUNVIC Taubaté Paraná PR
13 Maurício Souza Central 26 2,09 93 Brasil FUNVIC Taubaté Minas Gerais MG
14 Samuel Fuchs Oposto 31 2,00 89 Brasil Minas TC Paraná PR
15 Evandro Guerra Ponta 33 2,07 107 Japão Suntory Sunbirds São Paulo SP
16 Lucas Saatkamp Central 29 2,09 101 Brasil Sesi-SP Rio Grande do Sul RS
17 Murilo Radke Levantador 26 1,94 76 Montenegro Budvanska Rivijera Budva Rio Grande do Sul RS
18 Ricardo Lucarelli de Souza Ponta 23 1,95 79 Brasil Sesi-SP Minas Gerais MG
19 Mário Júnior Líbero 33 1,92 91 Itália Pallavolo Piacenza Rio de Janeiro RJ
20 Renan Buiatti Oposto 25 2,17 92 Itália PRC Ravenna Minas Gerais MG
21 Tiago Brendle Líbero 29 1,88 83 Brasil VBCE Maringá Rio Grande do Sul RS
22 Maurício Borges Ponta 26 1,99 99 Brasil Sesi-SP Alagoas AL
23 Riad Ribeiro Central 33 2,04 100 Brasil Sesi-SP Rio de Janeiro RJ
24 Fernando Kreling Levantador 19 1,83 89 Brasil Sada Cruzeiro Vôlei Rio Grande do Sul RS
25 Lucas Lóh Ponta 24 1,95 83 Polónia ZAKSA Kędzierzyn-Koźle Paraná PR
Bernardo Rocha de Rezende Treinador

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Commons Categoria no Commons

Referências

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