Sete ferramentas da qualidade

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As sete ferramentas do controle de qualidade é[1] uma denominação para técnicas gráficas específicas identificadas como as mais úteis na resolução de problemas que têm relação com o conceito de qualidade. Elas algumas vezes podem ser chamadas de sete ferramentas básicas, uma vez que servem adequadamente pessoas com pouco treinamento formal em estatística e porque podem ser usadas para resolver a maioria dos assuntos relacionados à qualidade.

As sete ferramentas são:

A denominação tem origem no Japão pós-guerra, inspirada pelas famosas sete armas de Benkei. Possivelmente foi introduzida por Kaoru Ishikawa, influenciado por uma série de palestras em que W. Edwards Deming tinha apresentado para engenheiros e cientistas japoneses em 1950. Naquela época, as empresas que tinham se empenhado em treinar seus trabalhadores em controle de qualidade estatístico perceberam que a complexidade do conteúdo intimidava a grande maioria dos trabalhadores e reduziram este nível para que o treinamento se focasse principalmente nos métodos mais simples que satisfaziam suficientemente a maior parte dos problemas com relação à qualidade.

Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial na década de 1960.

Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial, durante as últimas três décadas.

Referências

  1. Barbosa, Eduardo Fernandes. «Gerência da Qualidade Total na Educação» (PDF). Fundação Christiano Ottoni. Consultado em 8 de setembro de 2010 

Ver também[editar | editar código-fonte]