Sherman Adams

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2015).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2015). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Llewelyn Sherman Adams (Condado de Windham, 8 de janeiro de 1899 - 27 de outubro de 1986) foi um político norte-americano. Foi chefe de Gabinete da Casa Branca do presidente Dwight D. Eisenhower e foi governador de New Hampshire. Ele perdeu sua posição na Casa Branca ao se envolver em um escândalo.

Infância[editar | editar código-fonte]

Nasceu no Condado de Windham (Vermont) e foi educado nas escolas públicas de Providence. Formou-se na Faculdade de Dartmouth em 1920 e participou da marinha americana na Primeira Guerra Mundial.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Entrou na política como legislador republicano na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e concorreu ao governo de New Hampshire por duas vezes, ganhando em 1948.

Escândalo do casaco[editar | editar código-fonte]

Adams foi obrigado a renunciar ao cargo de chefe do gabinete da Casa Branca por receber presentes, como um sobretudo de pele de Vicunha e um tapete oriental[1], de Bernard Goldfine, um fabricante têxtil que estava sendo investigado pela Comissão Federal de Comércio[2]. A história foi relatada ao público pelo jornalista Jack Anderson.

Vida particular[editar | editar código-fonte]

Adams casou com Rachael White em 1923 e tiveram um filho, Samuel, e três filhas, Jean, Sarah e Marion.[1] Ele morreu em 1986 e seu corpo foi enterrado no cemitério Riverside.

Referências